OS LAVADORES DA HISTÓRIA

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OS GUERRILHEIROS E TERRORISTAS CULTURAIS, PATRIMONIAIS E SOCIAIS
Eis que aparece mais uma estrela sub-anã no firmamento do movimento do ataque a Portugal e à sua História: Ana Naomi de Sousa, uma activista, documentarista, jornalista, directora de “A Arquitetura da Violência”; “Hacking Madrid”; “Angola, Nascimento de um Movimento”; e “Arquiteto Guerrilheiro”. É produtora interna da Al Jazeera English, arquitetura, geografia e cultura popular. Escreve para a Al Jazeera English e The Guardian, e que reside e trabalha em Londres.
Atente-se ao discurso da “plumitiva-activista-documentarista-jornalista-directora-e-tudo”, que imbuída no seu pretensioso discurso, num tom lamechas e pretensamente literário, enceta um artigo auto-proclamatório com a grandiloquente frase: “Houve pouco reconhecimento do papel de Portugal no comércio transatlântico de escravos – até agora”; e, enumera, numa atitude de pomposa pseudo-sapiência, acusações aos Portugueses pelo seu Passado colonizador, desumano e esclavagista e Presente racista.
E, tal como todos os guerrilheiros e terroristas culturais, patrimoniais e sociais, ergue uma bandeira esfrangalhada e desbotada, tecida com uma trama de factos aleatórios e descontextualizados, e tecida numa teia de incongruências e falsidades.
Vejamos: alude a preclara autora, de modo melodramático, ao comércio esclavagista com a frase autocomplacente “…perda mais catastrófica de vidas durante o comércio de pessoas escravizadas às mãos dos Portugueses, é pungente…”; chegando ao despautério de afirmar que este foi iniciado pelos Portugueses: “…[o] seu ponto de partida, tanto historicamente quanto geograficamente, foi Portugal…”; mas, omite – desonesta e convenientemente -, a origem do fornecimento do mercado existente em África. Aponta Lagos, na actual Nigéria, como o início do comércio atlântico de escravos pela acção dos Portugueses; e, releva o facto de que se tratava realmente de um grande centro de comércio de escravos, controlado por reis iorubás chamados Obas de Lagos, entre 1404 e 1889. E, quando em 1841, o Oba Akitoye (?-1853) assumiu o trono de Lagos e tentou proibir o comércio de escravos, os comerciantes de Lagos, particularmente Madame Efunroye Tinubu (c. 1810 – 1887), resistiram à proibição, depuseram o rei e instalaram em seu lugar o irmão de Tinubu, Oba Kosoko (?-1872).
Identifica a existência de escravatura nas colónias Portuguesas até aos anos de 1960 – fazendo tábula rasa da lei da abolição da escravatura em Portugal em 1761 e a abolição do comércio esclavagista em 1845 e em todo o império Português em 1869. Menciona que o currículo escolar Português glorifica os Descobrimentos, mas ignora a existência da escravatura e do comércio escravo – demonstrando a sua ignorância sobre as matérias constantes nos compêndios escolares relativos à escravatura de negros, índios, chineses, etc.
Inclusivamente, confunde o Estatuto de colónias com Territórios de Administração Portuguesa acordada com as Autoridades locais, como é o caso de Macau, que elenca como uma das colónias exploradas pelos Portugueses.
“There has been a silencing here of centuries of violence and trauma” escreve a novel plumitiva, desconhecendo (uma vez mais) que os Portugueses, ao contrário dos actuais guerrilheiros e terroristas culturais, patrimoniais e sociais, não padecem de nenhum trauma pelas ocupações dos Romanos, dos Visigodos, Vândalos, Alanos, Suevos, e, finalmente pelos Mouros… Pelo contrário, demonstramos uma perfeita consciência de que somos um resultado dessa miscigenação, da qual descomplexadamente nos orgulhamos.
O resto do folhetim é um rol de estórias que por repetição do supraexposto, seria não só fastidioso, mas um martírio refutar caso a caso; e, seguramente para o leitor deste texto.
João Micael
Presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento.
How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’
ALJAZEERA.COM
How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’
There has been little acknowledgment of Portugal’s role in the transatlantic slave trade – until now.
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PRÉMIO PESSOA 2020

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Eunice Brito

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Elvira Fortunato vence o Prémio Pessoa 2020
EXPRESSO.PT
Elvira Fortunato vence o Prémio Pessoa 2020
A cientista que inventou a eletrónica transparente e a eletrónica do papel foi escolhida pelo júri do Prémio Pessoa, uma iniciativa conjunta do Expresso e da Caixa Geral de Depósitos que distingue a personalidade das Artes, Ciência ou Cultura que, em cada ano, se destaca pela sua obra

VACINAS, DNA (ADN) E mRNA

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Num dos vídeos publicados por Carrie Madej, a osteopata norte-americana alerta para o perigo de a vacina mRNA poder “alterar o ADN humano” o que, argumenta agora o utilizador do Facebook, permitirá transformar o ADN “literalmente numa linha celular única que pode ser patenteada por empresas”. E acrescenta ainda: “Uma vez injetadas, as linhas de células humanas irão tornar-se propriedade passível de patente das empresas de biotecnologia”. E não fica por aqui: “Esta é a forma definitiva de escravidão humana e atualmente está a ser ordenada através do medo e da coerção.” Argumentos ficcionados? Sim.
Na realidade, o que se passa está bastante longe de poder transformar o ADN do ser humano “numa linha de células humanas que podem ser patenteadas por empresas”. É verdade que, das centenas de vacinas que estão a ser desenvolvidas, segundo a última atualização da OMS, algumas dezenas usam a tecnologia mRNA, entre elas a da Moderna, que já se encontra na fase III, com o objetivo de ser testada em cerca de 30 mil voluntários nos Estados Unidos da América. Mas isso não é sinónimo de alteração do ADN humano. É certo que é a primeira vez em que está a ser testada em humanos uma vacina com recurso a esta tecnologia, mas o código que é modificado é o de uma molécula da bactéria e não do ser humano.
O mecanismo mais tradicional por trás do desenvolvimento de uma vacina é usar o próprio vírus ou bactéria — numa versão não ativa ou atenuada — para que o organismo da pessoa possa reagir e responder à infeção. No caso da vacina que está a ser testada pela farmacêutica Moderna ou pela Pfizer, não é o agente da doença que é introduzido através da vacina, mas sim uma molécula geneticamente modificada que irá produzir uma determinada parte do microorganismo e estimular a produção de defesas contra o agente infeccioso. Essa é, aliás, de acordo com a OMS, uma das vantagens desta vacina. Eliminando a necessidade de inserir o agente infeccioso no corpo humano, é ainda mais fácil de produzir em larga escala que as restantes soluções em desenvolvimento. Ainda que seja a primeira vez que está a ser testada em humanos, este tipo de vacinas já foram utilizadas para conferir imunidade contra outras doenças em animais.
À Associated Press, Brent R. Stockwell, professor de biologia e química da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, explica que as vacinas com tecnologia MRNA funcionam através da introdução de uma molécula de RNA mensageiro no corpo. Esse processo dá origem à resposta das células, que produzem uma proteína semelhante a uma das proteínas virais que compõem o Sars-Cov-2, responsável pela Covid-19.
“As suas células imunológicas reconhecem a proteína viral e geram uma resposta imunológica contra ela, principalmente pela geração de anticorpos que reconhecem a proteína viral”, explicou o especialista à AP, acrescentando que há preocupações com as vacinas mRNA: “Nomeadamente, o grau, a duração de proteção e possíveis efeitos secundários.” Mas, garante Stockwell, “a modificação do ADN não é uma delas [das preocupações]”.
Já o pneumologista na Cleveland Clinic, Dan Culver, rejeita completamente a ideia de que uma vacina mRNA possa alterar o ADN humano. “Isso não pode mudar a sua composição genética”, afirmou o médico. “O tempo que esse RNA sobrevive nas células é relativamente curto, [apenas] algumas horas. O que realmente faz é colocar uma receita na célula que vai produzir proteína durante algumas horas”, esclareceu.
Já o investigador Mark Lynas, do grupo Alliance for Science da Universidade Cornell, afirmou à Reuters que “nenhuma vacina pode modificar geneticamente o ADN humano”.
“Isso é apenas um mito, muitas vezes difundido intencionalmente por ativistas antivacinação para gerar deliberadamente confusão e desconfiança”, afirmou o especialista. Cornell acrescenta que “a modificação genética envolveria a inserção deliberada do ADN estranho no núcleo de uma célula humana” e que “as vacinas não fazem isso”. “As vacinas atuam treinando o sistema imunológico a reconhecer um elemento patogéneo, quando ele tenta infetar o corpo”, reforçou.
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AÇORES PATRIMÓNIO ABANDONADO E NINGUÉM CUIDA ..

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May be art of outdoors and tree
EM NOME DA PRESERVAÇÃO DA NOSSA MEMÓRIA COLETIVA
São várias as pessoas que me abordam e perguntam o que podem fazer mais para se preservar o nosso Património, a nossa História, a nossa Memória… A minha resposta é simples e direta, visitar os espaços, conhecer mais da nossa História, falar dos nossos “tesouros” e da importância de os preservar, alertar as entidades responsáveis e, acima de tudo, lembrar-se que nós também temos uma palavra a dizer e que devemos ser parte ativa na solução, pensando e esquematizando projetos de preservação, reabilitação e dinamização que sejam válidos e possíveis para o nosso Património. A união faz a força, assim se todos nós gritarmos pela nossa Cultura, pelo nosso Património e pela nossa História, alguém nos ouvirá. Calados e indiferentes é que não podemos estar. O nosso Património precisa que todos nós o defendamos.
A História é importante porque nos lembra de onde viemos, o que fizemos, o que os nossos antepassados lutaram para que a nossa terra fosse um lugar mais seguro e bom para se viver. O ADN de guerreiros que desbravaram estas terras tem de ser potenciado. Não podemos esperar que os outros façam, temos de arregaçar as mangas e ir para o combate, em nome de uns Açores mais fortes, que respeitam o que seu passado foi e que dinamizem o arquipélago para um futuro brilhante.
Sou historiador mas sou acima de tudo um homem que defende os tesouros da minha terra, da nossa terra. Temos muito a fazer, muito a estudar multidisciplinarmente, para se fazer projetos que consigam dar vida ao Património que ainda temos. Na linha de Fortes da Terceira, fazer um centro de interpretação da mesma linha, ter recriações históricas de momentos marcantes, etc. Por exemplo, a Quinta da Salga poderia ter um espaço museológico sobre a Batalha da Salga e sobre a defesa da Ilha dos Castelhanos, além disso ter um centro de interpretação, com recriações históricas da Batalha da Salga (1581) e do Desembarque da Baía das Mós (1583), o “dar vida” a personagens daquele tempo, mesmo que algumas têm ganho mais forma de lenda, como o caso de Brianda Pereira, ter um Ciprião de Figueiredo, uma Violante do Canto, entre tantos outros, ou seja, “reviver” personalidades que marcaram a nossa História e que fazem (ou pelo menos deviam fazer) parte do nosso imaginário coletivo.
Devem ser criados projetos que façam com que o local e/ou o visitante se sinta parte da História, que sinta a força que esta terra tem. Preservação! Salvaguarda! Divulgação da nossa História! São estes os lemas que devemos dar voz.
Não devemos deixar que parte importante da nossa riqueza patrimonial e que é também um importante símbolo da nossa Cultura, da nossa ação ao longo dos séculos, desapareça. Não podemos deixar que estes tesouros desapareçam de vez, temos de trazer à Memória de todos a importância da nossa História, do nosso Património…Não podemos deixar que sejam só os decisores políticos a terem um papel ativo nesta defesa e salvaguarda, nós, a sociedade civil, temos de contribuir.
O surgimento de projetos que procuram, inventariam e “guardam” as fotografias que existem sobre os Açores é importante para a salvaguarda da nossa História. A preservação das imagens do nosso passado é cada vez mais urgente para a manutenção da nossa Memória Coletiva, da nossa Cultura. Já existem projetos destes mas muitos sem apoio, por isso, espero que se dê mais meios para que as imagens sejam mantidas em espaços visitáveis online mas presencialmente também, onde o visitante possa sentir como eram os Açores, perceber o quotidiano local, sentir o que é ser “ilhéu”.
Quero fazer parte da resolução dos problemas histórico-culturais que nos preocupam, dar o meu melhor, como sei que muitos de vós o querem fazer, pois, acima de tudo, está a defesa da Memória dos nossos egrégios avós. Que hajam mais projetos válidos nestas áreas, pois são precisos!
Um povo sem Memória é um povo sem Cultura daí a minha incessante luta para divulgar a nossa História, preservar o nosso Património e manter viva a nossa Memória Coletiva,
Francisco Miguel Nogueira
Aguarela da Casa da Salga de
Manuel Meneses Martins
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miratecarts premiada

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MiratecArts

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11 de março 2021 – MiratecArts recebe Prémio de Melhor Empresa Internacional de Gestão de Eventos e Festivais de Arte
A mensagem chegou à MiratecArts vinda da direção dos ´Global Excellence Awards´, produzidos pela LUX Life na Inglaterra, com a nota “Espero que no meio de tudo, esta notícia seja bem recebida e marque o início de um tempo menos turbulento” partilha Terry Costa, o diretor artístico e presidente da entidade cultural com sede na ilha do Pico, Açores.
O comunicado internacional continua, “A MiratecArts tem demonstrado excelência, comprometimento e dedicação mesmo em tempos de incertezas. Depois de superar essa ruptura, acreditamos, mais do que nunca, que a MiratecArts deve ser reconhecida. As entidades nomeadas ao prémio foram sujeitas ao rigoroso procedimento de verificação interna da LUX Life. O extenso processo de pesquisa e julgamento foi orientado pelo mérito e centrado numa avaliação aprofundada das habilidades e programas oferecidos. A MiratecArts demonstra experiência, dedicação e compromisso com a promoção da excelência. Esta abordagem trouxe sucesso e elogios ao longo dos últimos anos e reforça a posição da LUX Life de que os vencedores não são determinados pela popularidade dos votos, mas por mérito de suas contribuições para com a sociedade.”
Sendo assim, em nome dos mais de 750 colaboradores da MiratecArts, nas 9 ilhas dos Açores, Terry Costa teve o prazer de receber da entidade do Reino Unido o Prémio ´Best International Art Festivals & Event Management Company´.
“A comemorar 9 anos de programação dos Açores para o mundo, este prémio vem incentivar a continuação do desenvolvimento cultural artístico com foco e destaque em artistas regionais, providenciar oportunidades para chegarem mais além, enquanto abraçamos talentos internacionais nas suas visitas aos Açores,” expressa Terry Costa.
A MiratecArts apresenta vários festivais de renome internacional como o Montanha Pico Festival, com arte e aventuras na temática da cultura montanhosa; Azores Fringe, “o festival mais democrático do país” a acontecer nas 9 ilhas dos Açores; o mais galardoado evento musical na região autónoma, o Cordas World Music Festival, que acontece anualmente em setembro na vila da Madalena; AnimaPIX, o festival de animação do livro à tela, entre muitos outros projectos, incluindo a propriedade ao ar-livre com mais de 26 mil metros quadrados para experimentação e inspiração aos artistas visitantes. A programação preenche um calendário repleto de atividades e projetos durante todo o ano. www.mirateca.com
Foto por Helder Gonçalves
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nova microalga na Poça da Dona Beija

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Investigadora espanhola descobre uma nova microalga na Poça da Dona Beija com mais dois registos únicos nas Galápagos e no Chile
CORREIODOSACORES.PT nova microalga na Poça da Dona Beija
Investigadora espanhola descobre uma nova microalga na Poça da Dona Beija com mais dois registos únicos nas Galápagos e no Chile
Depois de colaborar durante alguns anos com alguns dos investigadores do Cen

saúde e constituição

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Autoridade efectiva, precisa-se!
O coronavírus continua a fazer o seu caminho nos Açores, principalmente numa determinada localidade da ilha de São Miguel.
Se os infectados fossem obrigados – obrigados, repito! – a ficar resguardados em local diferente do da habitação, portanto longe da família e da comunidade em geral, nada disso aconteceria. Mas vêm logo uns iluminados dizer que não pode ser, que a Constituição não permite, que ficam em causa os direitos individuais/humanos e mais uma série de tretas. Pelos vistos, assim é melhor!
Quando a saúde pública e o bem-estar colectivo, valores supremos inscritos na Constituição, são colocados de lado, em nome do “faz de conta”, da hipocrisia e da irresponsabilidade, o resultado, por sinal muito triste, é o que vemos.
O que falta no combate à pandemia não é autoritarismo bacoco, é autoridade efectiva. O Estado de Direito Democrático, em que vivemos e todos defendemos, carece para o seu bom funcionamento de autoridade efectiva, em benefício de todos, contra vaidades e protagonismos pessoais.
You, Pierre Sousa Lima, Judite Jorge and 22 others
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boas novas, a Helena amanhã vai ter alta do HDES 8 dias depois…

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atualização 11.3.2021 BONS RESULTADOS NO TAC E TESTE DE O2 INDICAM QUE A HELENA DEVE SAIR AMANHÃ SEXTA FEIRA DE TARDE após esta semana de recuperação no HDES

 


dia 3/3/21 vou estar mais ausente do que é habitual,daqui e do blogue, e a Helena não vai poder estar na tertúlia de sábado devido a internamento no HDES a partir de hoje, a tentar estabilizar a situação respiratória, se tudo correr bem volta daqui a uma semana. Darei notícias quando as houver e provavelmente não responderei às vossas mensagens.
dia 7/3/2021 Ao fim de 72 horas está com mais O2 e agora temos de aguardar a estabilização dos valores que estão normalizados de momento…
dia 8/ amanhã TAC mas só a meio da semana saberemos se este tratamento intensivo resultou, no ECG e Rx não surgiu nada de anormal, obgd pelo v/ cuidado e agradeço a todos as v/ mensagens

D. João VI, ENVENENADO

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O Rei D. João VI, nascido João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança, morreu em 1826. As suspeitas de que teria sido envenenado foram confirmadas em 2000: como o seu corpo foi embalsamado antes de ser sepultado no Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, as vísceras e o coração foram guardadas num pote de cerâmica chinesa o que permitiu fazer análises anatomopatológicas de fragmentos do seu coração que revelaram a existência de uma quantidade de arsénico suficiente para matar duas pessoas…
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Expresso | Covid-19. Dinamarca é o sexto país a suspender o uso da vacina da AstraZeneca

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A decisão é temporária mas a Dinamarca vai suspender o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca. Também a Áustria, a Estónia, a Letónia, a Lituânia e o Luxemburgo estão a rejeitar a administração

Source: Expresso | Covid-19. Dinamarca é o sexto país a suspender o uso da vacina da AstraZeneca