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Thousands of citizens are united in the conviction that there is more to our planet and cosmos than we are told about. We’re talking about the ancient hypothesis of astronauts, which comes down to one thing: inappropriate technology. Although the topic of aliens, especially contact with aliens and their existence on earth, has sometimes contributed to mockery and allegations of pseudoscience, the fact is that there are doctors, lawmakers, and retired NASA military officers who are adamant that our intelligence has been inherited by the extraterrestrial cultures that have visited us in the past. In comparison, we have proof of
Source: 6,000-Year-Old Mouthless Alien Mask Found by Bulgarian Archaeologists – Revealed
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https://radiocomercial.iol.pt/noticias/110583/cu-de-judas-ja-tem-codigo-postal?fbclid=IwAR1cQjm0y3o8uOxhpRJLk8veDx4j8GBMJqNIEQ-mKt5-1Cogd1JPOcmUni0
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A 21 de maio foi, finalmente, lançada em papel a obra académica da tese de mestrado do autor em epígrafe que vem complementar e esclarecer anteriores e escassos estudos sobre o tema e os autores. Trata-se de uma edição da Câmara de Vila Franca do Campo que assim vai permitir aos estudiosos acompanhar a dissertação do jovem escritor açoriano e concluir, com ele que afinal VIOLANTE DE CYSNEIROS não se extingue no nº 2 de Orfeu, tendo surgido de uma sugestão de Fernando Pessoa, mas tem mais de 30 artigos escritos na imprensa local (regional, açoriana) onde ganha vida própria não como um heterónimo de Côrtes-Rodrigues mas como uma extensão deste autor.
Fernando Pessoa chamou a Violante “uma maravilha subtil de criação dramática” e surge pela primeira vez em junho 1915 em Lisboa nesse segundo número do Orfeu. A obra que merecera estudos de Anna Klobucka, Anabela Almeida e outros merece agora o mais extenso e documentado estudo por parte de Pedro Paulo Câmara que acaba por conseguir demonstrar a unidade da escrita com Armando Côrtes-Rodrigues, não sendo assim um heterónimo deste autor que usou uma série de pseudónimos nas suas publicações.
“Até há pouco” diz Manuela Parreira da Silva, no prefácio, “pensava-se que Côrtes-Rodrigues teria decidido em 1915, ao abandonar o continente…, eliminar Violante da sua vida”; Pedro Câmara vem provar o contrário com estudos comparativos entre a escrita de ambos e que Pedro alega não ter existência própria. Uma obra bem fundamentada que traz à ribalta não só um autor, infelizmente muito esquecido no seu arquipélago como revela ainda a vitalidade da escrita (1916, 1922 e 1923), como Klobucka diz “da mulher que nunca existiu”.
A presença neste lançamento de Eduíno de Jesus, decano dos escritores açorianos, foi devidamente destacada pela troca de correspondência entre Armando e Eduíno em 1956 e que esclarece alguns pontos da tese de Pedro Câmara, como aliás Urbano Bettencourt assinalou na sua magistral apresentação da obra.
Está de parabéns o autor e a edilidade que assim proporciona material de estudo necessário para o conhecimento deste escritor nas suas várias facetas e cria novas expetativas para futuras incursões nesta já longa análise literária de Armando e Violante, que Pedro Paulo antecipa e nós esperaremos e aguardaremos futuras incursões deste jovem autor que não tem medo de temas controversos, como se constata noutras obras dele, em ficção, conto e poesia.
Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713[Australian Journalists’ Association MEEA]Diário dos Açores (desde 2018)Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)Tribuna das Ilhas (desde 2019)Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020) |
a sessão gravada em https://www.facebook.com/CamaraMunicipalDeVilaFrancaDoCampo/videos/375394617200330/?__cft__[0]=AZW10UIO5H9hmVsB0o8rB0cI-C57ZA2Izz99C9cnhKjpLy5gGZZQBNTPruJjNe2BVUdnUYY1uDymj7FnPJzUjBXfSAaWQGkbopOiHDA95ALw21BgKy0dWb7lL66zlYFrWqQ&__tn__=R]-R
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