Preço da gasolina baixa 2,2 cêntimos em fevereiro

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Chega/Açores sugere encerramento da SATA Internacional ou integração na TAP – Açoriano Oriental

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Governo decreta situação de calamidade

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JOSE GRAÇA E O PROBLEMA QUE NOS RECUSAMOS A NOMEAR

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José Graça

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A tempestade Kristin deixou o rasto habitual: casas inundadas, árvores tombadas, milhares de pessoas sem eletricidade e o discurso de sempre. Nas redes sociais, a coreografia repetiu-se. Uns culpam o Estado por tudo. Outros invocam o clima como destino incontornável. No fim, nada muda, porque ambos os discursos servem para evitar a única conversa que interessa.
O problema não é apenas meteorológico. Tempestades intensas existem há séculos neste território e hoje tendem a ser mais frequentes e violentas. O que mudou de forma decisiva foi a forma como ocupámos o solo. Durante décadas, construímos como se essas tempestades não existissem. Ocupámos leitos de cheia, autorizámos loteamentos em zonas de risco, canalizámos ribeiras, impermeabilizámos solos e chamámos a isso progresso. Cada decisão camarária, cada licença concedida, cada plano diretor aprovado foi uma aposta de que a sorte duraria para sempre. Kristin limitou-se a cobrar a fatura.
Invocar responsabilidade individual parece sensato, mas é insuficiente e muitas vezes enganador. Quando alguém constrói em zona inundável com licença municipal, quem falhou? Quando um município aprova loteamentos sem salvaguardar linhas de água, onde termina a escolha privada e começa a falha pública? A assimetria é evidente. Cidadãos decidem dentro das regras que o poder público define, tolera ou ignora. Fingir uma simetria perfeita entre responsabilidades é conveniente, mas falso.
Isso não absolve tudo nem todos. Há municípios que decidiram melhor do que outros. Houve pressão de proprietários, promotores e interesses locais para forçar más opções. Houve cumplicidades e silêncio conveniente. O problema não é um Estado abstrato, é um sistema concreto de decisões políticas, técnicas e económicas que privilegiou crescimento rápido sobre risco conhecido.
Os seguros são outro exemplo de falsa simplicidade. Tratá-los como mera opção individual ignora que vastas franjas da população não têm margem financeira para coberturas adequadas. Ignora também que o próprio mercado segurador recusa ou encarece drasticamente seguros em zonas de risco elevado, criando áreas onde a solução privada simplesmente não existe. Dizer “deviam ter seguro” a quem perdeu tudo numa casa licenciada pelo próprio Estado não é análise fria, é crueldade disfarçada de pragmatismo.
A verdade inconveniente é esta: resolver o problema implica custos políticos que poucos querem pagar. Implica dizer não a construções que prometem emprego e receita fiscal. Implica recusar licenças, rever planos diretores, relocar famílias, expropriar terrenos e restringir usos do solo. Implica conflito aberto com proprietários, promotores e autarcas. Implica aceitar que decisões legais no passado não são automaticamente legítimas à luz do risco que hoje conhecemos.
Implica também abandonar a ilusão de que crescimento económico e ocupação territorial desregulada são a mesma coisa. Portugal tem população em queda, mas áreas urbanas em expansão. Construímos mais onde precisamos menos e, muitas vezes, nos sítios errados. Cada nova catástrofe confirma que o modelo falha, mas a inércia continua a vencer.
Kristin foi violenta, mas não foi surpresa. As próximas tempestades também não serão. Entre agora e a seguinte, faremos estudos, anunciaremos planos, alocaremos fundos a projetos que ficarão na gaveta. Quando a próxima chegar, repetiremos o ritual: uns culparão o Estado, outros o clima, todos evitarão a conclusão óbvia.
Sabemos o que é preciso fazer. Sabemos que passa por menos exceções, mais recusas e mais conflitos antes da próxima tempestade. Falta apenas decidir se estamos dispostos a pagar esse preço, em vez de continuar a pagá-lo em cada inundação.
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Três tempestades em poucos dias: as fragilidades (e as soluções) em Portugal

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Ingrid, Joseph, Kristin. Mortos, destruição, prejuízos. E parte importante da solução está na… própria Natureza.

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“Não sabemos o que fazer, estamos completamente isolados e desesperados”: Figueiró dos Vinhos pede socorro

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Autarca a ligar do telefone satélite dos bombeiros fala em “segunda maior tragédia” depois de Pedrógão Grande. Concelho de Leiria está sem comunicações, sem energia e, daqui a umas horas, sem água, assolado por um rasto de destruição. Autarca pede que seja decretado estado de calamidade. O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, pediu socorro e a declaração de calamidade esta quinta-feira, e alertou que o concelho, devido ao mau tempo, está “a viver um dos piores momentos da sua história”. “Estou a ligar do telefone satélite dos bombeiros porque, efetivamente, não temos comunicações. Nenhuma

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“Não há conversações em curso e base dos Açores encerra em março”

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SATA: júri propõe rejeição da proposta de compra da Azores Airlines por falta de salvaguarda de interesses

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Atlantic Connect Group, consórcio que integra a Newtour, a MS Aviation e os empresários Carlos Tavares e Paulo Pereira, tinha apresentado uma proposta de aquisição no valor de 17 milhões de euros. Júri considera que os interesses da SATA não estão salvaguardados. Privatização fica em risco

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Morreu Fernando Mamede, símbolo maior do atletismo português

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Antigo recordista mundial dos 10 mil metros tinha 74 anos

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poupança de chacha

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ADEUS AO KETCHUP E À MAIONESE NA MESA — A EUROPA JÁ DECIDIU



Ir a um restaurante e encontrar sachês de ketchup, maionese, sal e outros condimentos sobre a mesa sempre foi algo automático. Mas esse hábito tem data para acabar em boa parte da Europa. A partir de agosto de 2026, esses itens descartáveis em porções individuais deixam de ser permitidos em restaurantes e hotéis de países da União Europeia.



A medida faz parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que mira diretamente o excesso de lixo gerado por embalagens de uso único. Bilhões de sachês plásticos são descartados todos os anos, e grande parte deles não é reciclada de forma adequada. O impacto ambiental é significativo — especialmente nos oceanos.



🌍 Menos descartáveis, menos resíduos.

♻️ Mais reutilização, menos desperdício.

💶 Redução de custos operacionais no longo prazo.



Além da questão ambiental, há também um fator econômico. Restaurantes e hotéis gastam valores elevados com embalagens individuais, que encarecem a operação e estimulam o consumo automático. A substituição por dispensers reutilizáveis ou sistemas sob demanda tende a reduzir desperdícios e custos.



No Brasil, o cenário ainda é fragmentado. Em janeiro de 2026, não existe uma lei nacional que proíba totalmente os sachês. No entanto, diversas cidades já impõem restrições, como a retirada de condimentos das mesas, exigindo que o cliente solicite ao atendente. A prática reduz o consumo excessivo — inclusive de sódio.



🧠 O mesmo movimento ocorre na área de higiene. Hotéis europeus também deixarão de oferecer embalagens individuais de shampoo e condicionador, priorizando dispensers fixos. A mudança reflete uma transformação cultural: o descartável deixa de ser sinônimo de praticidade e passa a ser visto como desperdício.



No Brasil, projetos de lei em tramitação indicam que o país pode seguir caminho semelhante nos próximos anos. Leis que já baniram canudos, copos e talheres plásticos criaram um precedente importante.



📌 CTA INFORMATIVO: mudanças de hábito começam pequenas, mas moldam o futuro. Entender essas transformações ajuda a antecipar tendências e repensar escolhas do dia a dia.



🔍 Fontes confiáveis:

Comissão Europeia – Regulamento de Embalagens

União Europeia – Environmental Policy

Projeto de Lei 2524/2022 (Brasil)



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