Will The Real Supreme Leader Please Stand Up?

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Will The Real Supreme Leader Please Stand Up? (If He Can)

Mojtaba Khamenei, the supreme leader of the Islamic Republic of Iran, is still nowhere to be found.
He vanished when his father and predecessor as supreme leader, Grand Ayatollah Ali Khamenei, was assassinated in a U.S.-Israeli strike back in February, and has remained “out of office” ever since. Neither Mojtaba’s inauguration as supreme leader, nor even his father’s state funeral, were enough to pry him from the shadows even for a moment.
Take all reports at face value, and you’ll find a Khamenei Jr. that is disfigured and legless, but lightly injured. In Iran, and also in Moscow. Powerless, and still running the country from behind the scenes. Dead, and alive. A real Schrödingerian treat.
Either way, his absence continues to complicate Tehran’s efforts to govern and negotiate a ceasefire with the White House…or does it?
Maybe the Islamic Republic doesn’t need a supreme leader. Not a real one, anyway.

 

Oito em cada 10 idosos não conseguem pagar um lar: Quanto custa? – Notícias ao Minuto

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Um estudo da DECO PROteste revela que quase oito em cada 10 idosos (79%) não conseguem suportar os custos do lar apenas com os seus rendimentos e estão dependentes da ajuda das suas famílias.

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Ministério da Educação perdeu a prova de um atleta paralímpico português | Esquerda

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O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

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O nadador invisual paralímpico, que representou Portugal em Tóquio e Paris, é uma das várias vítimas do caos dos exames. A escola tem a nota, mas não tem o exame, e ninguém sabe onde está. O Bloco levou o caso ao Governo e exige que nenhum aluno pague pelos erros do Ministério.

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finalmente a biografia certa do pai de RAMOS HORTA

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FRANCISCO HORTA (1902-1970)
O pai de José Ramos Horta tem sido, ao longo dos anos, uma figura de biografia controversa sobretudo pelas inexactidões que seu filho tem introduzido nas suas intervenções públicas, nomeadamente nas várias edições, em Inglês e em Português, dos seus livros “Funu The Unfinished Saga of East Timor”, e “Amanhã em Díli”, reiteradas em entrevistas.
Ramos Horta tem reafirmado que seu pai, deportado para Timor no navio “Gil Eanes” que chegou a Díli a 21 de Outubro de 1931, “era sargento da marinha nos anos trinta e teria ficado pela sua terra natal, Figueira da Foz, se não lhe tivesse ocorrido juntar-se à revolta dos barcos do Tejo em 1936 que deveriam seguir para Espanha para combater ao lado dos republicanos”. E acrescenta: “Logo a seguir foi despachado para Timor de onde nunca mais saíu e onde morreu em 1970.”Amanhã em Díli”, 1994, Lisboa, Publicações Dom Quixote, p. 42.
Trata-se, evidentemente, de afirmações falsas e Ramos Horta tinha disso conhecimento: Francisco Horta estava deportado em Timor desde 21 de Outubro de 1931, só regressando no fim da II Guerra Mundial, a bordo do paquete Angola chegado a Lisboa a 15 de Fevereiro de 1946, Nunca poderia ter participado da “revolta dos Marinheiros” de 1936!
Ramos Horta esforçou-se por encontrar documentos que comprovassem que seu pai pertenceu à Marinha de Guerra, inclusivamente contactou Adelino Rodrigues da Costa, o oficial da Marinha autor de “Os Navios e os Marinheiros Portugueses em Terra e nos Mares de Timor”, 2005, Lisboa, Edições Culturais da Marinha, que na página 194 escreve não ter conseguido encontrar essa documentação no Arquivo Histórico da Marinha.
Há dias, após porfiada pesquisa, encontrei no Arquivo Histórico da Marinha a famigerada “Matrícula nº 5004”, do Livro de Matrícula 7ª Série, do Nº 4903 a 5230, páginas 179 e 180, referente a Francisco Horta (https://arquivohistorico.marinha.pt/viewer?id=44556…).
Francisco Horta, nascido na freguesia da Pena, Lisboa, a 23 de Agosto de 1902, entrou na Marinha de Guerra, como voluntário, a 2 de Julho de 1921 e foi abatido ao efectivo da Armada a 15 de Maio de 1928, com o posto de 1º grumete.
Teve um percurso atribulado nesses quase sete anos: logo em 1921, 10 dias de prisão em isolamento por se ter ausentado dez dias sem licença. Desertou durante dois anos e meio, de 10-2-922 a 12-8-924, sendo englobado numa amnistia entretanto decretada. Participante na “Revolta do Rato”, 7 a 9 de Fevereiro de 1927, é preso no navio-escola “Sagres” e no Forte de Sacavém. Em 16 de Março embarca, sob prisão, no transporte de guerra “Lourenço Marques” e desembarca no Lobito. Abrangido por nova amnistia, regressa a Lisboa no navio “Loanda”, saído de Luanda a 19-4-1928. É abatido ao efectivo da Armada a 15-5-1928, passando à Reserva Naval. Assim termina a carreira de marinheiro de Francisco Horta.
Não ficará quieto. A sua participação em “actos sediciosos” em 1931 irá conduzir à sua deportação para Timor.
José Ramos Horta já não tem motivos para continuar a apresentar uma biografia falsa de seu pai, Francisco Horta.
Além do liink para o Arquivo Histórico da Marinha, anexo o Assento de Nascimento de Francisco Horta:

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Procuradoria abre inquérito a Luís Neves por indícios de abuso de poder e descaminho – Portugal – SÁBADO

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Em causa está a movimentação de um atrelado relacionado a um caso de tráfico de droga.

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Afinal há exames perdidos, mais erros e menos candidatos ao Superior – Notícias ao Minuto

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O “caos” continua na Educação e ainda só vamos na primeira ‘temporada’. Foram detetados mais erros na correção dos exames nacionais do ensino secundário e, ao contrário do que o ministro assegurou, há exames perdidos. Consequências? No 1.º dia de candidaturas ao Superior, candidataram-se quase menos 10 mil alunos.

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Morreu o cantor Luís Represas aos 69 anos – Notícias ao Minuto

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O cantor Luís Represas morreu esta quarta-feira, dia 22 de julho, aos 69 anos, vítima de doença prolongada. O artista comemorava neste 2026 os seus 50 anos de carreira.

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sou contra touradas

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Não andava para aí um toureiro qualquer, ou coisa que o valha, a dizer que espetar uma bandarilha num touro é assim mais ou menos como espetar-lhes um alfinete? Veja-se de perto o “alfinete” e leia-se o que diz um veterinário sobre essa coisa que envergonha o diabo e que dá pelo nome de Tourada.
“O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer. A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide. Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor ao seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, fisica e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.
No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.
E ninguém, independente, pode controlar isso.
PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!
O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.
À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.
OPINIÃO!
É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.
O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso
Questiono-me. porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?
Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.
PERGUNTA FUNDAMENTAL!
E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.
RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!
Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÂO HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.
E mais dados científicos:
Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.
Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.
Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.
A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.
Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.
CONCLUSÃO:
Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.
Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?
Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.
É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!
As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!
A tauromaquia é uma vergonha nacional.”
Vasco Reis,
Médico veterinário aposentado
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