DÍLI O INFERNO DE METIAUT

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Informação para quem está a pensar viver em Metiaut, Díli.
Se precisa ou gosta de ter noites tranquilas, nunca pense em viver em Metiaut.
Desde que foram levantadas as restrições impostas pela pandemia, muitos dos restaurantes ou simples espaços públicos transformaram-se em discotecas, espaços de concertos musicais, dotados de aparelhagens sonoras potentes, que, quer de dia quer de noite, tornam a vida das pessoas um inferno. As festas, ou simples grupo de indivíduos que decidem fazer ensaios instrumentais ou de karaok, prolongam-se até as 5 ou 6 horas da manhã, aos fins de semana ou aleatoriamente em qualquer dia da semana. Às 6h20 minutos da manhã, a igreja local emite 3 potentes sinais a chamar para a missa, que começa as 6h30 e é emitindo para o bairro por aparelhagem sonora. Dura 45 minutos a 1 hora. Inclui cânticos e sonora homilia.
As autoridades locais, chefe de aldeia ou chefe do suco dizem que não podem fazer nada. A PNTL de Díli, na pessoa do comandante distrital, superintende-chefe Henrique da Costa, demonstrou ser incapaz e mesmo não ter nenhuma vontade de resolver o problema. As chamadas para o serviço de emergência da PNTL são inúteis. Ou não atendem, ou não entendem, ou esquivam-se a fazer o que quer que seja. Só falam tétum, num país com 2 línguas oficiais e que quer ser um destino turístico e membro da ASEAN.
A somar a este drama, as festas entopem o trânsito, com estacionamento caótico que muitas vezes só permite a passagem de 1 veículo de cada vez, com as usuais buzinadelas altas horas da noite. Quando chove, a lama e pedras deslizam das montanhas, escavadas por construções ilegais, e cobrem a estrada, porque os canais de escoamento para o mar estão sempre entupidos.
As embaixadas dos EUA e da Austrália não autorizam que o seu pessoal (international staff) viva nesta área. O que bem se compreende!
ESQUIVAM.SE
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CRÓNICA 349. NÃO HÁ RACISMO EM PORTUGAL II 26.7.2020

 

Um idoso de 80 anos matou ontem um afrodescendente, com três tiros dizendo “morre preto, vai para a tua terra”

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, sem pretos, nem mulatos, mestiços, ciganos, judeus, imigrantes, árabes, muçulmanos e outros indesejáveis de raças inferiores

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e sejam do meu clube.

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e estejam orgulhosos de terem andado a matar turras em África

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e não sejam comunistas, socialistas ou traidores da descolonização

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e não sejam desertores ou objetores de consciência

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e não sejam criminosos

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos, e não sejam homossexuais, lésbicas ou outros com comportamentos desviantes

Não há racismo em Portugal, desde que sejam todos brancos,

desde que sejam todos brancos,

todos brancos

brancos

Reportagem: O “punk” de Bragança que se inspira nas máscaras tradicionais e faz arte com restos florestais | Diário de Trás-os-Montes

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Um dos mais destacados artistas de Bragança, Miguel Moreira e Silva, encontrou nos restos florestais um novo material para fazer arte e dar forma às tradicionais máscaras transmontanas, que lhe servem de inspiração e que tem reinventado.

Source: Reportagem: O “punk” de Bragança que se inspira nas máscaras tradicionais e faz arte com restos florestais | Diário de Trás-os-Montes

TODOS RACISTAS 1

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Pode ser uma ilustração de uma ou mais pessoas
André Ventura – Talvez todos sejamos racistas
Chamar racista ao professor André Ventura, da Universidade Autónoma de Lisboa, com conhecimento aprofundado de hebraico e arábico, que concluiu com 18 valores o ensino secundário no Externato Penafirme, é especialista em futebol e licenciado em Direito na Universidade Nova, com 19 valores, é legítimo.
Que o insigne primata é académico erudito, prova-o o currículo publicitado na Internet, certamente verdadeiro.
O apoio de Passos Coelho ao seu candidato à autarquia de Loures, ao defensor da prisão perpétua, foi um suicídio político do protetor e do PSD enquanto o protegido tirocinava para altos voos neofascistas como debutante autárquico.
André Ventura é um académico distinto, cidadão execrável e político perigoso, capaz de recorrer aos mais baixos instintos de um povo que não digere a derrota colonial e não se revê no cosmopolitismo e na diversidade de que o fascismo o preservou.
Ontem, depois de declarações racistas e incentivadoras do ódio, em violação grosseira da CRP, a que a imunidade parlamentar isenta de sanções penais, enquanto o presidente da AR defendia a CRP, a honra do Parlamento e as vítimas do ódio grotesco, abandonou o Parlamento com os seus silenciados cúmplices, num gesto de exibicionismo grosseiro. Pareciam um bando de arruaceiros a lembrar os provocadores nazis do século passado.
Talvez todos sejamos racistas. Abomino os gangues que delapidaram bancos, os ciganos que receberam comissões dos submarinos, os esquimós que venderam as Águas de Portugal, os árabes que privatizaram os transportes, os beduínos que arruinaram os CTT, os indianos que venderam os setores de comunicações e energia, os chineses que destruíram a CGD, os índios que transformaram o País em reserva privada e os bandos de negros que quiseram desmantelar o Estado, em especial, aquele que cortou salários e pensões e aumentou a carga horária dos trabalhadores, e os indigentes culturais, que excluíram os feriados do 1.º de Dezembro e do 5 de Outubro do calendário da Pátria.
Peço desculpa por eventuais trocas étnicas nos grupos de malfeitores de cada ramo, mas a sanha contra os imigrantes, no meu país de emigrantes, só pode vir de um fascista.
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  • Leonor Bettencourt

    Excelente texto que mostra bem o carácter do canalha fascista que é o Ventura e do seu bando também ele de patifes fascistas.
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    • 2 d

Homenagem a Manuela Barros Ferreira (1938-2022)

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Homenagem a Manuela Barros Ferreira (1938-2022)
Faleceu este sábado, 23 de julho de 2022, a investigadora e linguista Manuela Barros Ferreira, autora de diversas obras publicadas pela Afrontamento, a saber: A Cor das Nuvens. Ilustração de Nádia Torres (2003); O Medronho – L Madronho – El Madroño. Ilustração de Nádia Torres (2015); Contos de Querer e Poder. Ilustração de Manuela Bacelar (2017); A Senhora de Todas as Mortes (2018); Relatório Circunstanciado de uma vida a dois (2021). Neste derradeiro livro, em que relata as memórias da vida que partilhou com Cláudio Torres, foi a própria Manuela Barros Ferreira que escreveu o seu resumo biográfico, que aqui recordamos: Nasceu em Braga a 8 de Setembro de 1938. Percorreu várias escolas e liceus até se fixar no Porto em 1956, onde frequentou dois anos do curso de Arquitectura e dois do de Pintura da Escola Superior de Belas Artes. Presa pela PIDE juntamente com Cláudio Torres, com ele casou e ambos se exilaram em 1961, primeiro em Marrocos e depois na Roménia. Em Bucareste formou-se em Filologia Românica, regressou a Portugal em 1973 e doutorou-se pela Universidade de Lisboa em 1987. Enquanto investigadora do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, participou em vários projectos de Geografia Linguística, desde o Atlas Linguarum Europae (ALE), ao Atlas Linguístico-Etnográfico dos Açores (ALEA) e publicou trabalhos sobre os dialectos portugueses e a língua mirandesa. Depois da reforma, em 2003 passou a colaborar com o Campo Arqueológico de Mértola até 2015. Começou a publicar literatura de ficção em 2003. Foi sucessivamente conhecida como Manuela Ferreira (na escola), Manuela Alexandra (no Porto), Teresa Ramos (na Roménia), Manuela Barros (em Lisboa) e Manuela Barros Ferreira (nos escritos).
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