Saltar para o conteúdo

blogue.lusofonias.net

blogue de tudo e nada para mentes pensantes

  • Início
  • AICL a Mesa jan 2025 – março 2026
  • AICL a ficha de inscrição para associados março 2024
  • AICL Biodados dos Patronos maio2025
  • AICL BOAS-VINDAS aos sócios março2024
  • AICL Comissão Científica 2024
  • AICL Comissão Executiva 2025
  • AICL Declaração de princípios e objetivos
  • AICL Declaração de utilidade pública
  • AICL Estatutos e regulamento interno atualizado 2023
  • AICL Historial atualizado dezembro 2023
  • AICL IMAGENS apresentadas colóquio 40 em abril2025
  • AICL instruções de publicação (sinopses, atas, etc) janeiro 2023
  • AICL lista de autores açorianos, açorianizados, etc.,presentes 2001-2025
  • AICL lista de FUNDADORES e Sócios Ordinários jan 2025
  • AICL LISTA ISBN ISSN
  • AICL SÓCIOS E OBRAS NO PRL PLANO REGIONAL DE LEITURA2024
  • apoios AICL 2001-2023
  • lista de Protocolos. AICL 2001-2025
  • Política de privacidade
blogue.lusofonias.net

Um “mar de gente” na Feira Quinhentista, só na Ribeira Grande! Fotos: Ricardo R.

Views: 0

Mário Moura

+2
Otília Botelho Açoriana
e
Um “mar de gente” na Feira Quinhentista, só na Ribeira Grande! 😃 ❤
Fotos: Ricardo R.

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

memorias-de-macau-v-chrys.pdf

Views: 0

Memorias De Macau V Chrys

 

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

TELMO-NUNES-SOBRE-A-ESCRAVA-ACORIANA.pdf

Views: 0

TELMO NUNES SOBRE A ESCRAVA AÇORIANA

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

PRAIA

Views: 0

Ana Maria (Nini) Botelho Neves

38 m ·
Praia!
May be an image of 1 person, standing and outdoors
22Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 21 others
1 comment
Like

Comment
Share
1 comment
  • Patto Gamboa

    Adoreeeeeee Nini!!!
    2

    • Like

    • Reply
    • See translation
    • 35 m

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

UM-JARDINEIRO-DE-SUCESSO-NOS-EUA.pdf

Views: 0

UM JARDINEIROI DE SUCESSO NOS EUA

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

HUMOR-RISCOS-INTERROGACOES.pdf

Views: 0

HUMOR RISCOS INTERROGAÇOES

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

A-FORTE-DEPENDENCIA-ACORIANA-OSVALDO-CABRAL.pdf

Views: 0

A FORTE DEPENDENCIA AÇORIANA OSVALDO CABRAL

 

Pierre Sousa Lima · 12 m ·
ê ç
Há poucos dias publicamos neste jornal um trabalho de investigação liderado pelos professores João Duarte e Pedro Brinca, da Universidade Nova SBE, que avalia o impacto dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) nas diferentes regiões em Portugal e conclui, relativamente aos Açores, que somos a região onde os FEEI tiveram maior influência, foi com um impacto de 2% de crescimento do PIB anual entre 2014 e 2020.
A conclusão dá nota de uma dependência muito grande dos Açores dos fundos comunitários, o que não é bom sinal.
Isto quer dizer que, sem fundos comunitários, não nos aguentamos face às restantes regiões e face à Europa, implicando uma economia pouco dependente de si mesma. Mesmo com os apoios, não convergimos.
O Prof. João Duarte, em entrevista ao nosso jornal, vai mesmo mais longe, explicando que sem o apoio dos FEEI, o crescimento do PIB dos Açores teria crescido metade do que o que cresceu, uma diferença de 4% ao ano para 2% ao ano em termos de PIB nominal.
Além de que, sem os FEEI os Açores teriam ficado mais longe das regiões mais desenvolvidas economicamente de Portugal e da UE.
Esta forte dependência devia trazer à agenda política regional uma reflexão sobre o modo como estamos a viver, uma vez que os fundos estruturais não vão existir eternamente.
Com uma dívida bruta regional acima dos 2 mil milhões de euros (ou 3 mil milhões se contarmos com as responsabilidades futuras), um crescimento anémico, todos os anos, da nossa riqueza, uma cada vez maior dependência do exterior para sobrevivermos em géneros alimentícios e uma população a envelhecer, tudo aliado às transferências da comunidade e do Orçamento de Estado, então temos uma tempestade perfeita.
E se a tendência dos próximos anos for para empobrecer, com a ameaça da inflação galopante e a subida das taxas de juro, mais agravado ficará o nosso nível de vida e maior ficará, ainda, a nossa dependência social e económica.
Os nossos políticos parecem pouco preocupados com isto, atarefados que andam nas suas tricas internas pelo assalto ao poder e aos lugares das sinecuras, não falando da habitual clientela que ronda o orçamento público à espera da melhor oportunidade para abocanhar as “bazucas” e os incentivos comunitários.
Uma das medidas que se devia começar a pensar era descentralizar mais o orçamento e os fundos, conforme alerta dos autores do referido estudo.
O Prof. João Duarte diz mesmo que o que mais o impressionou nos Açores foi o volume dos fundos transferidos face ao nível de valor acrescentado bruto de alguns municípios dos Açores.
E dá o exemplo da Graciosa, que foi o município que mais recebeu fundos face ao seu valor acrescentado bruto em Portugal.
O impacto dos FEEI foi enorme, contribuindo para um crescimento anualizado do valor adicionado bruto acima dos 20%.
O que quer dize que os fundos estruturais, em alguns municípios dos Açores, proporcionaram taxas de crescimento ao nível das taxas de crescimento na China nos tempos áureos, como sublinha o entrevistado.
É a confirmação da velha teoria de que um euro gasto numa autarquia, gera muito mais impacto do que um euro gasto pelo governo.
Agora que se volta a falar tanto de regionalização, os políticos deviam preocupar-se, antes, com a descentralização, a começar pelas Regiões Autónomas, onde há muito para descentralizar.
Podíamos começar por dar o exemplo, cá dentro, em vez de continuarmos neste modelo errado de apostar apenas nas capitais dos ex-distritos.
Esta fórmula distorcida do “desenvolvimento harmónico” também explica muito sobre a nossa forte dependência.
E o nosso atraso.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 17.07.2022)
May be an image of 1 person and text
11
Like

Comment
Share
0 comments
Active
https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2022/07/A-FORTE-DEPENDENCIA-ACORIANA-OSVALDO-CABRAL.pdf

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

A TAXA DE JURO

Views: 0

Tiago Franco

37 m ·
A TAXA DE JURO, OUTRA VEZ
Depois de alguns debates feitos por aqui, interessantes diga-se, com camaradas da direita mais liberal ou montenegrina (que não a dos Balcãs), resolvi seguir alguns dos seus conselhos e fui pesquisar um pouco mais.
Repito que tenho algum gosto em ser contrariado e, sempre que possível, aplaudo quem me faz mudar de opinião. É sinal que podemos aprender uns com os outros sem limitacões políticas ou ideológicas. Todos que por aqui passam sabem onde voto e porquê, mas nada me prende a concordar com teorias que melhorem a vida dos trabalhadores em geral, venham de onde vierem.
De modo que fui tentar comprar uma casa na cidade onde nasci e provar que ela, ao contrário do que eu afirmo, não está a empurrar os seus nativos para os subúrbios.
Fiz uma pesquisa com alguns filtros e julgo ser esse um critério comum. Não vá aparecer aqui algum liberal a dizer que havia uma barraca na Pontinha por metade do preco.
Os meus filtros são mundanos e simples. Apartamentos que não estejam desfeitos (os típicos “óptimo investimento para reconstrucão”) e que não fiquem num rés-do-chão. Ah, e que tenham dois quartos. Portanto, estou a recriar aquilo que imagino que seja o casal típico português a entrar num banco. Perto dos 35 anos, a querer sair da casa dos pais ou a mudar o aluguer para casa própria, com um filho nos bracos, pelo menos.
Escolhi o bankinter porque é o banco onde tenho conta e, até ver, uns juros pouco assassinos. Por outro lado é um dos que deixa simular tudo com algum detalhe na net.
Corri as casas na idealista por ordem de preco, em toda a cidade de Lisboa. O T2 mais barato custava 170 000 euros. Tal como os seguintes 33, ficava num bairro de merda e/ou era pavoroso. Não vou entrar naquilo que são bairros de merda para mim, todos temos os nossos “antes acampar do que viver ali” nas nossas cidades. Além do mais, não quero ser ofensivo para ninguém. Tempos houve em que eu achava o Fogueteiro o centro do mundo, portanto, não sou ninguém para piar.
O primeiro apartamento da lista onde achei que fazia sentido montar um bestå do IKEA foi este da imagem. 70 m2, num prédio sem elevador, ali para os lados de Campolide. Era o 34 apartamento, numa lista por ordem crescente de preco, num total de 4689 disponíveis. Portanto, acho que não estamos propriamente na gama “só para jogadores da bola”.
259 000 euros é o preco pedido por esta jóia que, há 10 anos, nem metade deveria custar. Tudo bem, vamos então ao banco.
Parto do princípio que o nosso jovem casal, a poucos anos de atingir os 40 anos, recebe a média salarial de Lisboa. Cerca de 1300 euros brutos, qualquer coisa como 1000 no bolso.
A taxa variável deixa-os com uma prestacão que levará cerca de 25% do orcamento familiar. É razoável. Entre 25 a 30% do rendimento é o estimado para os custos de habitacao, quando a gestão é bem feita. Contudo, se optarem pela taxa variável, ficam sujeitos a um aperto maior quando o Putin invadir a Polónia ou os países Bálticos. A taxa variável, como se sabe, só é favorável quando Israel despeja rockets na faixa de Gaza, como aconteceu ontem (era um rodapé na CNN, ainda apanhei enquanto revia o golo do Rafa). Portanto, evitemos supresas e optemos pela taxa fixa. Sou fä de taxas fixas desde 2002, altura em que comprei o meu primeiro apartamento num bairro de merda.
As taxas fixas para 10 ou 20 anos, imunes às loucuras do Putin, dos mercados e azedumes do BCE, raspam ali os 3% (hoje) e deixam este casal com cerca de 42-43% do orcamento familiar hipotecado na prestacão ao banco. Se a isso somarmos as restantes despesas da casa, já me parece um garrote financeiro muito grande que lhes deixará pouca margem para uma vida que não seja apenas a de trabalhar para pagar contas.
Ou seja, resta a este casal duas opcões: aceitar a taxa variável e viver em Lisboa num dos T2 mais baratos da cidade, correndo o risco de não conseguir pagar crises futuras. Ou, em alternativa, ir para um subúrbio onde possam pagar a prestacão de uma taxa fixa.
Falha assim a minha tese de tentar provar que é possível viver em Lisboa, para o casal português “médio”.
Quem não tem casa, não a consegue comprar agora e quem tem, não aguenta uma subida de 25% do orcamento gasto na prestacão para 40 ou 50%. Isto partindo do princípio que viver não é só trabalhar e estar em casa à espera da manhã seguinte.
A minha pergunta mantém-se: como é que um país pobre, com salários miseráveis e habitacão caríssima em virtude da especulacão desregulada, protege os seus contribuintes numa altura da escalada das taxas de juro?
Deslocamos Lisboa para a Moita e comecamos do princípio?
Não estou a ver a solucão para esta equacão e sistemas impossíveis são coisas que me aborrecem.
2121
3 shares
Like

Comment
Share
0 comments
Active
Write a comment…

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

TIMOR ABANDONADOS

Views: 0

Luis Cardoso de Noronha

t
8

·

ABANDONADOS
É a série que RTP 1 produz sobre a situação dos portugueses que ficaram em Timor durante as ocupações dos Aliados e dos Japoneses na segunda GRANDE GUERRA MUNDIAL baseada no livro ” O DIÁRIO DO TENENTE PIRES”, do meu amigo António Monteiro Cardoso em coautoria com a Luísa Tiago de Oliveira. Abandonados é a série que muitos timorenses estão a escrever por terem abandonado por iniciativa própria o seu país, rico em petróleo, em busca de trabalho no exterior sonhando que Portugal poderia ser a porta de entrada para a Europa e caíram nas garras das máfias que exploram a mão de obra barata de estrangeiros.
32You, Jose Gomez Bulhao, Domingos de Oliveira and 29 others
7 comments
3 shares
Like

Comment
Share
7 comments
View 4 previous comments
Most relevant

  • Tiago C Santana Cardoso

    Caíram nas mãos da máfia e as instituições

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

DEFINIÇÕES VITAIS

Views: 0

May be an image of text that says "Filosofia é como estar em um quarto escuro procurando mgato preto Metafísica é como estar em um quarto escuro procurando um gato preto que não está lá. Teologia é como estar em um quarto escuro procurando um gato preto que não está lá e gritar: Eu encontrei!" Ciência é acender as luzes"

Share this:

  • Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
  • Click to share on X (Opens in new window) X

Like this:

Like Loading...
Publicado em AICL Lusofonia Chrys Nini diversos a 17/07/2022 por CHRYS CHRYSTELLO.

Navegação de artigos

← Artigos mais antigos
Artigos mais recentes →
  • Rede de alta velocidade em Portugal: quase 25 mil milhões de euros a sair do bolso dos contribuintes para um obra duvidosa
  • aqui não houve mouros
  • LOUVOR DA CÂMARA DA RIBEIRA GRANDE
  • não beba água do mar: Sem a urina das baleias, os oceanos do planeta colapsariam
  • Idade da reforma vai subir dois meses. Para ter 93% do salário, tem que trabalhar 46 anos

Contact Info

aicl@lusofonias.net

.

www.lusofonias.net r igreja lomba da maia 9625-115 s miguel açores
Política de privacidade Criado com WordPress
 

    %d