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As birth rates collapse across large swathes of the world and the global population ages, the geopolitical map is set to be redrawn – with big consequences.
Source: Falling fertility rates: What does it mean for our planet?
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- Siobhán CostiganAnu Lesson Humans love to talk about how innovative and imaginative we are, and yet most people seem unable to comprehend that a different economic system is possible.
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- Dawn BarringtonSiobhán Costigan yeah wouldn’t it be amazing if people got imaginative and innovative about how to more evenly distribute what we already have. The feel good factor could drive more innovation and imaginative ideas that we haven’t even thought of yet. …See more
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Andrew GrantSiobhán Costigan possible is to plausible as is correlation is to causation.- Like
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Amy TredinnickSiobhán Costigan sadly there are too many stupid humans…I suspect nature will sort it out. COVID was probably just a test run.2
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John SchirripaAnu Lesson a mix of Capitalism, unionism and socialism has worked well for some countries.6
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- John SchirripaRita Evangelista 1.2 million people are added to the planet each week…..and they go after carbon emissions.
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Rita EvangelistaJohn Schirripa yes, the world needs to be worth bringing a child into first. If all people can do is struggle and not progress why would you want to bring a child into that. On the other hand we’re over populated and this may just be a natural reaction…See more- Like
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OS REIS DA MANIPULAÇÃO fake news
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O Sergey Brin, um dos fulanos que inventaram aquele motor de busca que a malta usa todos os dias, usou famosamente um dia um punhado de palavras para cristalizar a descrição mais perfeita que já li da sua terra natal: a Rússia é uma espécie de Nigéria com neve. No entanto, há algo que os russos levaram à perfeição absoluta e fazem melhor do que ninguém, que é manipular as percepções. Nisso são campeões absolutos. E usam-no como arma no sentido literal (militar) do termo.A ideia subjacente é assustadoramente simples: como credibilizar uma falsidade? Descredibilizando os factos, fazendo-os descer ao seu nível. E como se consegue isso? Emitindo uma série de narrativas contraditórias e concorrentes sobre um mesmo tema, o que cria uma cacofonia de informação que confunde o destinatário e o leva a questionar seja o que for que lhe chegue aos ouvidos. Incluindo a realidade. Na cabeça de quem recebe a mensagem tudo passa a ser ruído, incluindo os factos, e torna-se impossível saber em que acreditar.Não é por acaso que o lema do canal Russia Today (RT) é “question more”, que é exactamente o seu objectivo e a base deste processo. Colocar o máximo de pessoas a questionar tudo e, especialmente, os factos. Não é também por acaso que a RT tem no activo a maior concentração de teóricos da conspiração por metro quadrado, como o Alex Jones. Aliás, “question more” é, na sua essência, o mantra universal dos teóricos da conspiração de todo o mundo.Por exemplo, quando saem da mesma origem oito ou dez teorias conspiratórias sobre a responsabilidade do abate do MH17 da Malaysian Airlines (um caça ou um míssil ucraniano, o misterioso “Carlos”, um controlador de tráfego aéreo espanhol que afiança ter identificado dois caças ucranianos perto do MH17, a CIA, a Mossad, não houve míssil nenhum, a Nova Ordem Mundial quer desencadear a terceira guerra mundial, tentativa de assassínio do Putin pela NATO e por aí), a hipótese mais plausível torna-se apenas uma narrativa concorrente de todas elas, com o mesmo valor e igualmente questionável. Tudo passa a poder ser mentira, incluindo a verdade, que se dilui nesta cascata de realidades alternativas.Depois, é tirar partido das animosidades. Confundir as barricadas. Quando colocamos a verdade e a mentira ao mesmo nível, chegamos ao ponto de, às acusações de “propaganda/desinformação russa” podermos perfeitamente contrapor credivelmente uma “propaganda/desinformação ocidental”. O Kremlin mente? O “Ocidente” também mente.Com esta total obliteração do sentido crítico, fecha-se o círculo e atinge-se o objectivo, que é alcançar a equivalência moral. Nós somos maus? Os outros não são melhores. Mesmo que sejam. Não interessa. Daqui em diante, as minhas mentiras valem tanto como os teus factos.Sociedades com um nível elevado de ignorância sobre o contexto histórico da Rússia, como a portuguesa, as de muitos países africanos e, muito especialmente, dos países latino-americanos, são particularmente vulneráveis a esta táctica, à qual até foi dado um nome: “maskirovka”, que teve nas suas origens uma doutrina militar de desinformação desenvolvida no início do século XX destinada a confundir o inimigo, e que foi agora ajustada à era das tecnologias da informação.Esta criação do “nevoeiro da guerra” sobre as sociedades que o Kremlin considera inimigas, de tão hipnótica que é, está a ter um sucesso estrondoso. E é isso que a torna tão sinistra.LikeCommentShare0 comments
CHRONICAÇORES UMA LEITURA DE VERÃO
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https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

O LADRÃO QUE GOSTAVA DE GATOS
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morreu ARCHIE ROACH
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Aboriginal musician and artist Archie Roach has died at 66.The Gunditjmara (Kirrae Whurrong/Djab Wurrung), Bundjalung Senior Elder, songman and storyteller wrote the song “Took the Children Away” released in 1991.ABC.NET.AUArchie Roach, Aboriginal musician, songwriterandartist, deadat 66https://www.abc.net.au/news/2022-07-30/archie-roach-aboriginal-musician-songwriter-and-artist-dead-at-6/101285620?utm_medium=social&utm_content=sf259286330&utm_campaign=abc_australia&utm_source=m.facebook.com&sf259286330=1Quitting an office job to become a cleaner: Leaving the rat race behind
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Tony Beaumont gave up his $200,000 a year office job to run a one-man operation as a cleaner. The pandemic has only accelerated the exodus from office jobs.
Source: Quitting an office job to become a cleaner: Leaving the rat race behind
Crónica 476 a minha casa, a nossa casa julho 2022
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Crónica 476 a minha casa, a nossa casa julho 2022
Como vivo nos açores devia começar por mudar o título para um mais possidónio e parolo “my/our house” que dá mais sainete e atrai mais parolos.
Até teria razões de sobra para o fazer, sou totalmente bilingue e tenho dupla nacionalidade australiana e portuguesa.
Também o poderia fazer de forma ecológica numa das lagoas da ilha, convidado A Rtp Açores e alguns partidos preocupados com a causa para o evento.
Estamos na habitual estação da insanidade a que chamam “silly season” e em que diariamente aprecem nos jornais e telejornais as coisas mais estapafúrdias que se possam imaginar, fruto de mentes delirantes devido à vaga de calor que assola a Ibéria. Todos os dias surgem novelas de jogadores de futebol, atores e atrizes, “famosos”, e os mais diversos eventos a que chamavam “fait divers” meros aperitivos, ou como uma prima minha lhes chama ”petits riens”.
Ora bem quando contei da última vez tinha vivido de forma caseira, em – pelo menos – 23 casas. No Porto, na que nasci até aos 4 anos e meio, outra até aos 9, depois entre 1958 e 1972 noutra (a minha mãe viveu lá até falecer em 2021), depois na tropa Mafra, Tomar, Leiria e Timor (na Petro Timor e na SOTA). Em Bali (Kuta Beach e Legian). De novo no Porto e em S. Martinho do Porto, em Macau em dois prédios entre 1977 e 1982, Na Austrália em Perth (Cottesloe e Claremont), Sydney (Waverley Centennial Park e Randwick), em Melbourne (Prahran). Por fim, de novo no Porto, Caminha, e Bragança 2002-2005. Desde então e entrei no 18º ano vivo na Lomba da Maia (São Miguel Açores) e era a este ponto que eu queria chegar, nunca vivi numa casa tato tempo, nunca me senti irmanado com um edifício como me sinto com este como se tivesse feito por alfaiate por conta e medida para me sentir nela como numa segunda pele. Isso constitui, per se, uma inolvidável novidade, um sentimento de pertença a um lugar. Não nasci na ilha mas a ilha nasceu em mim.
Chrys Chrystello, drchryschrystello@journalist.com
Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713
[Australian Journalists’ Association – MEEA]
Diário dos Açores (desde 2018)
Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)
Tribuna das Ilhas (desde 2019)
Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)
Jornal do Pico (desde 2021)
por vezes apetece-me isto
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macau corrupto
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Interessante entrevista de um antigo membro do governo de Macau, com o pelouro da Justiça, onde Magalhães e Silva diz a certa altura, num misto de franqueza e desplante: “Aquilo que era possível fazer em termos de criminalidade num território que estávamos a administrar era manter a criminalidade local num nível socialmente tolerável.” O que confirma o muito que, como jornalista e conhecedor do território, escrevi no Expresso sobre o tema, sobretudo quanto ao elevado nível da corrupção política local. José António Barreiros foi demitido desse cargo pelo presidente Mário Soares por não querer pactuar com tal clima, mas o seu sucessor, Magalhães e Silva, manteve-se até perto do fim do mandato do governador Carlos Melancia (também exonerado devido a suspeitas na área da corrupção, então sob investigação judicial). Cheguei a testemunhar o transporte para Lisboa de uma das malas carregadas de dinheiro, por um dirigente de um dos partidos representados na AR. O viajante, sentado a meu lado nos aviões (não havia então voos diretos), veio o tempo todo com a mala entre as pernas, não fosse o diabo tecê-las. Confessou-me que o seu temor era ter a bagagem revistada à chegada ao aeroporto da Portela, mas o passaporte diplomático livrou-o do incómodo. Do meu lado, como portador de passaporte comum, tive de pagar direitos alfandegários sobre uma câmara fotográfica automática, daquelas de só carregar no botão, que trazia a pedido do meu pai.Like
ikigai: USO ESTA FILOSOFIA DESDE OS 45 ANOS
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“The Japanese philosophy is about combining all the correct elements in your life and striking a balance. It involves deep introspection and self-reflection”
TRUTHTHEORY.COMIkigai Is A Japanese Philosophy That Says You Should Do What You Love And What You Are Good Athttps://truththeory.com/ikigai-japanese-philosophy-says-love-good/






