Problema na rede de transporte em alta tensão da EDA colocou várias zonas de São Miguel às escuras – Jornal Açores 9

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A EDA – Electricidade dos Açores, S.A., informou hoje em comunicado, que ocorreu na noite de domingo, pelas 20h51m, uma interrupção no fornecimento de energia elétrica que afetou várias zonas da ilha de São Miguel, tendo a energia sido reposta na totalidade às 21h49. Este corte deveu-se a um problema imprevisível num equipamento da rede […]

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‘They will never be granted the visa in their lifetime’: the families waiting decades to settle parents in Australia | Australian immigration and asylum | The Guardian

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As processing times for some parent immigration visas balloon out to almost 30 years, the families hoping to be reunited for good are left in limbo

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Adeus Ryanair? E depois?

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EDITORIAL

Adeus Ryanair? E depois?

No dia 29 de março de 2015, um avião da Easyjet aterrava pela primeira vez no aeroporto João Paulo II. Foi o começo de uma nova era para o turismo açoriano, que seria reforçada com a operação de uma segunda companhia low-cost, a Ryanair.
Para trás ficavam as fracassadas aventuras turísticas dos “suecos” ao “paraíso do golfe” e dos prometidos investimentos milionários no setor. Começaram a chegar turistas aos milhares.
Dois anos depois, em março de 2017, e sem que nada o fizesse prever, a Easyjet anunciou que iria deixar de voar para os Açores.
A decisão da companhia low-cost alimentou muitos rumores sobre as reais motivações para tão drástica decisão, e o comunicado oficial adensou ainda mais as dúvidas até hoje nunca esclarecidas. Por que razão uma companhia aérea deixa de voar para os Açores quando afirma que o faz não por “o tráfego estar a baixar – estava a crescer – mas, na nossa conjuntura, não conseguimos ter a oferta que queríamos de dois voos diários”?
A ferida causada pela saída da Easyjet foi prontamente sarada e esquecida, até porque a Ryanair preencheu o vazio e encheu os seus aviões de turistas ávidos de conhecer os Açores.
E chegamos a maio de 2023, o mês em que ficamos a saber que a Ryanair admite deixar de voar para os Açores. Na altura, questionada pelos jornalistas, a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas confirmou a “ameaça” da operadora irlandesa e revelou estar em negociações com a mesma para que esta continue a operar na região. Entretanto, e pelo que foi publicamente dito por Berta Cabral, parece haver entendimento entre o Governo regional e a Ryanair, faltando ao Governo da República fazer a sua parte – mais uma vez.
Do lado do PS veio a crítica de que o governo regional está a “deixar andar a situação”. Tal como o governo anterior deixou andar a situação da Easyjet? O que defende o PS para as negociações com a Ryanair? O Bloco de Esquerda é claro na sua posição, e os outros?
Independentemente das razões que estão na origem da “ameaça” da companhia aérea irlandesa, das taxas, das tentativas de aproveitamento político, aos Açores e a quem investiu no setor turístico, o que verdadeiramente importa é saber se o turismo açoriano consegue continuar no caminho da consolidação sem os serviços da Ryanair.
Já foi calculado o impacto da saída da Ryanair do mercado regional? O turismo açoriano está preparado para viver sem companhias low-cost?
Deixamos sair a Ryanair, e depois?
  • Paulo Simões
in, Açoriano Oriental, 30 de Julho / 2023
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