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O anúncio do novo Porsche 911 ST foi gravado em Portugal. Mas há um elemento que falta no horizonte: o Cristo Rei, em Almada.
Source: Porsche filmou anúncio em Portugal mas «apagou» Cristo Rei. Veja o vídeo
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O anúncio do novo Porsche 911 ST foi gravado em Portugal. Mas há um elemento que falta no horizonte: o Cristo Rei, em Almada.
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https://www.facebook.com/reel/946526999726417
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No seguimento da publicação realizada pela Junta de Freguesia de Porto Formoso, no passado dia 29 de julho, no Facebook, na qual foram destacadas as dificuldades vividas pelos agricultores portoformosenses, pela falta de manutenção dos caminhos e pelo estado degradado do único posto de abastecimento de água, o AUDIÊNCIA falou com o presidente desta edilidade,
Source: RÚBEN ADRIANO DIZ BASTA AO IROA E AO GOVERNO REGIONAL – AUDIÊNCIA
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Manuel Menezes de Sequeira
a day ago
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Pedro da Silveira admirava a curta obra literária de Mathilde do Canto. Entre ela, o grande romance, em francês, quase desconhecido, «Dona Josefa»: «Os dois [Alfredo Luís e Mathilde do Canto» constituem, com Nemésio, este na posição mais elevada, a trindade dos grandes romancistas açorianos do nosso século.»
Veja-se o que Pedro da Silveira disse n’O Diabo de 28 de Fevereiro de 1978 (recuperado por Vasco Medeiros Rosa no «Diário dos Açores», em Fevereiro de 2022 (https://www.cmlajesdasflores.pt/…/88b17faf-80d4-4e9e…):
«O ter falado dos últimos artigos de Vitorino Nemésio faz-me lembrar que o escritor deixa dispersa uma obra vastíssima, que justo seria se recolhesse e fosse publicada em volumes. Ao acaso da memória, recordo-me das «leituras semanais» do Diário Popular, escritas mais ou menos desde 19471 e que, quase todas, não passou a livro. Entre essas «leituras», que muitas vezes não eram isso, mas capítulos memoriais, mesmo pequenos contos, até agora me ficou gravada na memória a que consagrou a outro grande romancista açoriano, Alfred Lewis, ou Alfredo Luís, o autor de Home Is an Island, há pouco mais de um ano falecido na Califórnia. Nemésio foi quem primeiro o revelou aos leitores destas bandas, os quais, valha a verdade, nem por isso se mostraram muito curiosos de o conhecerem. (Já agora, abro parêntesis. Para contar como não foi possível editar-se em português o romance de Alfredo Luís: porque os editores abordados por mim2 nesse sentido todos foram firmes em que o nome do autor devia manter-se inglesado e nada de «versão portuguesa», como ele queria, mas sim tradução — qual se de um puro americano se tratasse e não de um açoriano que emigrara para os Estados Unidos. Entendiam, os alveitares, que assim é que era comercial…)
De Alfredo Luís – Alfred Lewis me hei-de ocupar, numa destas descosidas crónicas. E também, se vier a jeito, de Matilde do Canto, a romancista de Dona Josefa. Os dois constituem, com Nemésio, este na posição mais elevada, a trindade dos grandes romancistas açorianos do nosso século. Nemésio, já se sabe, escrevia em português (embora também tenha na sua bibliografia um livro de poemas — La voyelle promise, 1933 — em francês); mas os outros dois escreveram em inglês (Luís-Lewis) e em francês (Matilde do Canto — que, aliás, nasceu suíça, mas se estreou em português, como contista, numa revista da Ponta Delgada).»
Veja-se também o que Pedro da Silveira disse no seu texto «Notas Sobre Autores Açorianos Cujas Obras Devem Merecer Edição, As Inéditas, Ou Serem Reeditadas Condignamente», datado de Lisboa, Dezembro de 1997 e saído no Boletim do Núcleo Cultural da Horta, vol. 15, de 2006 (https://www.nch.pt/biblioteca-virtual/bol-nch15/n15-2.html#a):
«Voltando à geração de Vitorino Nemésio, temos Alfredo Lewis-Alfredo Luiz (como ele se assinou primeiro, ainda escrevendo em português, antes e depois de emigrar). Impõe-se passar ao vernáculo os seus dois romances, Home Is an Island, este publicado, e Fifthy Acres and a Barn (1), inédito, e os contos. Mas a tradução terá de ser açorianizada na linguagem, como o autor pretendia e cheguei a fazer para um conto, que ele depois reviu e aprovou.
Além de Alfredo Luiz, temos Mathilde do Canto e o seu romance, de ambiente micaelense, Dona Josefa, em francês e precedido de uma carta-prefácio de Romain Rolland. Também deste romance a tradução deve ser conforme com o nosso português, embora sem cair no dialectal.»
Ora, por isto mesmo, está aqui um achado: «O Dona Josefa» ao preço da uva mijona no eBay. Quem aproveita a oportunidade?
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