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Militar tinha 22 anos.
Source: “Tristeza”. Marcelo falou com família de militar que morreu nos Açores
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Militar tinha 22 anos.
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Terceira, Azores, Portugal earthquakes on 13 Oct remind residents and visitors to update go-bags and evac routes. Get official advice and current alert level.
Source: Terceira earthquakes: twin tremors spark Azores preparedness
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Uma magistrada do DIAP de Coimbra foi agredida com um estalo, na manhã desta quinta-feira, por um homem que ali se dirigia para uma diligência. O Sindicato denuncia falta de segurança do edifício.
Source: Magistrada agredida no DIAP de Coimbra. Sindicato fala em insegurança
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Em 1954, um homem desembarcou no aeroporto de Tóquio vindo de um voo europeu. Até aí, tudo normal. O estranho começou quando os oficiais de imigração pediram seu passaporte: o documento era oficial, carimbado em vários aeroportos pelo mundo — mas emitido por um país que não existe: Taured.
Segundo o homem, seu país ficava entre a França e a Espanha, exatamente onde hoje está Andorra. Ele ficou confuso quando os oficiais disseram que Taured não existia, e afirmou que seu país tinha mais de mil anos de história.
Para resolver, levaram-no a um hotel sob custódia enquanto investigavam. Mas na manhã seguinte, o homem havia desaparecido sem deixar rastros, junto com todos os seus documentos. O quarto estava vazio e não havia sinais de fuga.
Até hoje, ninguém sabe quem ele era, se o caso foi um erro burocrático inacreditável ou algo muito mais estranho: um viajante interdimensional, um homem de uma realidade paralela… ou apenas uma das maiores lendas urbanas modernas.
O jornal The Province, na edição de 15 de agosto de 1960, relata a história com algumas alterações. Num artigo intitulado “Homem com seu próprio país”, o jornal afirmava que John Zegrus era “um etíope naturalizado e agente de inteligência do Coronel Nasser” e possuía um passaporte “emitido em Tamanrasset, capital de Taured, ao sul do Saara.”. Taured é provavelmente um erro ortográfico de Tuaregue e Tamanrasset é uma província real da Argélia. Um texto escrito na “língua Tauregue” também foi citado pelo jornal. No início de 29 de julho de 1960, a história foi mencionada na Câmara dos Comuns britânica, quando foi citada por Robert Mathew para argumentar que passaportes não são verificações de segurança muito boas.[4][5]
O caso foi novamente mencionado nos livros de Jacques Bergier. De acordo com sua versão da história, em 1954, uma pessoa de Taured, um país da África Oriental que “se estendia da Mauritânia ao Sudão e incluía uma grande parte da Argélia“, foi presa no Japão durante uma verificação de passaporte. Essa pessoa foi internada em um hospital psiquiátrico, onde foi revelado que havia vindo “comprar armas para a verdadeira Legião Árabe“. Em 1981, a história foi mencionada no livro “The Directory of Possibilities“, de Colin Wilson e John Grant, onde Tuareg foi escrito incorretamente novamente como Taured.
Finalmente, uma história publicada em vários sites japoneses dedicados a lendas urbanas e histórias de ocultismo relata que, em 1954, um “homem de outra dimensão” chegou ao aeroporto de Haneda. Ele possuía um passaporte do país inexistente chamado “Taured”. Quando solicitado a apontar sua nação natal em um mapa, ele indicou Andorra. Ele foi colocado em um hotel com dois guardas para investigação, mas desapareceu sem deixar rastros na manhã seguinte. [6]
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In October 1975, five Australian-based journalists were murdered by Indonesian forces in East Timor. 50 years on, no one has been held accountable.
Source: Murdered for reporting the truth: The story of the Balibo Five
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On the 50th anniversary of the Balibo Five murders, families are still grieving the loss of their loved ones and remain committed to holding those responsible accountable for their actions.
Source: ‘It still hurts’: Families seek justice 50 years since the Balibo Five murders
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como anualmente faço há uns 30 anos entre abril e começo de maio a minha declaração de IRS é entregue para os membros do agregado familiar agora reduzido a um. A 8 de maio a declaração foi dada como certa e sem necessidade de correções. Em 31 de agosto, dsata limite de reembolso dizia-me a AT para esperar tinham tido muitos reembolsos blá blá, e só em 1 de outubro declararam que estava a pagamento com direito a 25 euros +- de juros de mora…os dias passaram, fiz de novo queixa (foram tantas!) e hoje aleluia fui finalmente reembolsado
para o ano já quase ninguém deve receber reembolsos pelo que já não terei com que me preocupar…
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Por Carlos Rodrigues
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Há poucas semanas escrevi sobre o tema mas tenho de voltar a ele. Escrevi para a administração do HDES a dar conta da insatisfação mas a política de Relações Públicas do Hospital não é conhecida pela sua celeridade em responder aos utentes, o que faria semanas mais tarde. Esta minha embirração diz também respeito a deficientes (meramente visuais ou mentais) que não sabem ler este sinal e
estacionam para ficarem mais perto da entrada / saída de qualquer edifício. Quando uma pessoa que utiliza esse dístico quer estacionar, encontra os lugares ocupados por esses deficientes (que, assinale-se não têm direito a dístico!). Nunca há seguranças, nem PSP, nem GNR nem Polícia Municipal, a jeito para mandar retirar as viaturas em contraordenação. É a impunidade e o desrespeito total.
E gostava de pedir encarecidamente à Administração do HDES que plante lugares para deficientes pois os 9 ou 10 existentes são manifestamente insuficientes, em especial para os doentes da oncologia com dificuldades de mobilidade.…é um tormento para quem tem tratamentos diários ou regulares, arranjar lugar é tarefa quase impossível, quase como ganhar o Euromilhões… A falta de respeito e de civismo dos que não têm direito a esse dístico tem de ser punida.
Para quem vive longe da cidade não pode depender de transportes coletivos pois estes pararam nos anos 70 e têm horários ainda do tempo em que os dinossáurios vagueavam pela Terra.
Nem todos se fazem transportar nas ambulâncias de transporte não-urgente de doentes pois as demoras no regresso muitas vezes levam a que todo o dia seja consumido no transporte de e para a residência, por mais boa vontade que os bombeiros possam ter..
A deslocação de 35 km, ida e volta, por táxi custa quase 10% do salário mínimo. Já houve quem me sugerisse deixar a viatura nos parques do Parque Atlântico e deslocar-me ao Hospital de táxi. Seria mais seguro e barato, mas há uma estranha tendência para encontrar o carro batido ou riscado naqueles parques, como, infelizmente, já constatamos por mais de uma vez.
Os mais afortunados que dispõem de viatura própria, devidamente identificada terão de chegar com muita antecedência para encontrar um lugar disponível, agora que o HDES plantou pinos (bolardos) nos passeios e outros obstáculos e manda a PSP autuar os que se encontram estacionados nos passeios (centenas deles)
Esta semana tive de me deslocar ao HDES, como infelizmente fruto do meu diagnóstico oncológico faço frequentemente. Cheguei ainda não eram 08.30 e pelas 09.00 tinha análises marcadas junto às antigas Urgências, sem lugar disponível na rua, ou em cima do passeio…o novo hospital modular roubou mais um estacionamento. Os lugares reservados estavam ocupados por viaturas sem dístico e tive de deixar a viatura, em infração, numa curva em perigo de sofrer danos. Eram quase 11.00 quando saí da colheita de sangue e a poucos metros da viatura já rondava (que nem um abutre sobre os cadáveres) um solícito agente da PSP que alegremente distribuía dezenas de pequenos papeis de notificação de infração.
Sei que não há milhões para se construírem parques subterrâneos ou silo autos em altura, sei que há pessoas que vão à cidade e estacionam ali o dia todo, sei que o pessoal médico, de enfermagem e auxiliar não tem também estacionamento suficiente para eles. Andamos nisto há anos, eu só constatei o problema há 20 anos quando cá cheguei, mas afeta todos os doentes (não só os da oncologia com tratamentos diários ou regulares) pelo que se esperaria que a administração tivesse já feito algo para minorar as deficiências apontadas, em vez de nos tratar com o silencioso desdém com que trata a maioria das queixas dos utentes.
Nunca me esqueço de que em Melbourne 1994 a minha companheira da época, cheia de pressa numa compra de sábado, a minutos do híper fechar, estacionou num desses lugares, “só por um minuto”. “Um minuto” depois, ao regressar, estava a multa no para-brisas, menos 4 pontos na carta de condução e uma coima de 200 dólares…Se cá fizessem o mesmo, eu perdia essa embirração…
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A Assembleia Legislativa dos Açores decidiu hoje levantar a imunidade parlamentar do líder regional do Chega, José Pacheco, que vai assim ser ouvido em tribunal como arguido num processo instaurado por alegada faturação indevida do partido. “A Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável decidiu esta tarde, por unanimidade, levantar a imunidade parlamentar do […]
Source: Líder do Chega/Açores vai a tribunal por alegada faturação indevida do partido – jornalacores9.pt