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Esta é Paula Brito e Costa.
É a ex-presidente da Raríssimas , uma associação que apoia crianças com doenças raras.
Em 2017 a Paula chocou o país quando se descobriu que gastou 350 mil euros dos fundos da associação para comprar vestidos caros, marisco e um carro de luxo. A Paula acabou por se demitir do cargo de presidente e desde então nunca mais se ouviu falar dela.
A verdade é que Paula Brito e Costa, embora suspensa, continuou durante meses a receber um salário base de 3000 euros da associação que roubou. Assim como o seu marido e filho, embora também suspensos.
Num vídeo filmado secretamente, em que Paula fala sobre a forma como os funcionários da associação a deviam cumprimentar, afirma que “não, não nascemos todos iguais… não, não somos todos iguais”.
A verdade é que não somos todos iguais. Uns trabalham doze horas por dia, sem ajudas de custos e com a pressão constante de pagar a prestação da casa. Já a Paula, rouba abertamente uma associação dedicada a crianças doentes e, como punição, continua a receber um salário sem sequer trabalhar.
Esta é Paula Brito e Costa, um símbolo da impunidade em Portugal.
Tenho dito.
