o vírus que mata as liberdades

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Para que não haja confusões, devo adiantar que não faço parte do meio científico. Sou curioso, sei ler e esforço-me por perceber. Se bem entendi, um vírus não tem estrutura celular, não tem metabolismo próprio, não tem capacidades intrínsecas de reprodução e, por via, não é um ser vivo. Mais se adianta de que são meros fragmentos de ADN ou RNA resultantes da desintegração de uma célula, um micróbio ou uma bactéria, são dificilmente reparáveis mesmo com a ajuda de microscópios de varrimento electrónico, menos fáceis de isolar, e, envolvidos numa capa proteica ou em pelota, têm como função um mester informativo… se bem que de quando em vez informam demais e dá buraco!! Viva a ciência! Pum!!! O coronavírus é uma cepa causadora da doença que se generaliza como gripe, desde há décadas seguido, testado, modificado e patenteado. Assim como um cavalo de vinha onde se pode enxertar num ramo, Alvarinho, num outro Touriga Nacional e ainda se fôr o caso, num terceiro, uma daquelas uvas rosé…daquelas grandes e desenxabidas, tidas como uvas de comer! Pois bem, os enxertadores “ne chôment pas” e já deram luz à gripe das aves, à gripe porcina, ao SARS e mais recentemente ao covid19… se entretanto a ordem estiver anacrónica ou faltar algum, corrijam-me, por favor. Não, não pretendo insinuar que a prole tenha sido criada com vis propósitos…não. Mas o certo é que os malandrecos dos vírus…para fugir da creche…é com eles! Há sempre um buraquinho na rede…e se não o houver, alguém o faz, inadvertidamente ou com um sorriso de Jocker!! Regressando ao covid19, segundo uma insinuação pública por parte de diferentes e eminentes sectores da ciência, particularmente francesa, este vírus foi amanhado no Intitut Pasteur em conluito com um laboratório chinês em Wuham que, aliás foi agraciado com um “incentivo” de 20 milhões de euros, por parte da UE. Do Institut Pasteur ainda não se obteve qualquer reacção e o responsável pela criação encontra-se sem paradeiro conhecido…Se o rio canta, água leva! Viva a sabedoria popular! PUM! Esqueceram-se ou escamotearam, no entanto, a perfeição da natureza. O C19 baldou-se em Wuham, fez estragos por todo o mundo, mas meses volvidos a bendita criação encarregou-se do intruso et voilà, a imunidade de grupo! Há quem se lhe refira como imunidade de rebanho, mas não gosto da expressão!! Em Wuham retomou-se a vida normal, acrescida de entusiasmo. Ruas a fervilhar de gente, todo o mundo a trabalhar, manifestações culturais, recreativas e desportivas a abarrotar, restaurantes e comércios em geral “à fond” e, máscaras ou confinamentos são bizarrices do pretérito. Viva a natureza! PUM!!! Mas, então se todos estes dados rolam sobre o tampo, pergunto-me da razão pela qual os meios de comunicação não promovem e auguram um debate sério e indepentente com médicos, biólogos, bio-quimicos, epidemiólogos e outros do “environ”. Ah…porque são obrigados a esticar o mistério… para fazer render o “schmilblick” como dizia Coluche!! Há que manter o suspeeeeense…para que o hitchcock não perca o encaaaaanto… O monstro deverá manter o seu cariz escorregadio, esquivo, traiçoeiro… desconhecido… para meter mais meeeeedo! Viva a informação! PUM!!!! Uns com medo de perder o emprego, outros com medo de perder a empresa (estes e os outros com dignidade), outros que estão em casa pagos com medo de que a fonte seque, outros com medo de perder a casa…e/ou o carro, outros com medo de perder os aforros ou a reforma e…na abrangente massa com um medo irracional de morrer. Viva o medo! PUM!!! E os meus esquálidos parabéns aos desenhadores sociais, eméritos “tavistocks”! Uns parabens chorados porque, se bem seja obrigado a reconhecer-lhes mérito…são umas Bestas! PUM!!! Têm-nos à cinta! Vão fazer de nós o que bem lhes aprouver e…de canja…de mãos nos bolsos e a assobiar, desde que nos garantam a vida e uma tijela de sopa. E tirem o cavalinho da chuva se estão a pensar reaver a “normalidade”. Isso é coisa do tempo da “maria castanha”! A normalidade é esta. Estamos dispostos a abrir mão de todos os direito e liberdades e quem estrebucha é açoitado, ridicularizado e violentamente adjectivado. Por quem? Não, não é preciso que os redundantes engenheiros de engenharia social se empenhem. É o rebanho, “it self” que só vai espernear quando a fome apertar. Com um Punzinho…porque é triste.
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