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COVID E AS COMPARAÇÕES TRAMPOLINEIRAS… COMO É QUE EM PORTUGAL O COVIDEIRO NÃO QUESTIONA? NÃO LUTA? O SNS ESTÁ A SER DESTRUIDO O PAÍS ESTÁ A SER DESTRUIDO… E O POVO ACEITA E AJUDA?
🔵Evidentemente, não comparamos integralmente o PIB português com o chinês – porque nós somos 10 milhões, e eles 1.395 milhões. Não comparamos cabalmente o número de hospitais disponíveis, o número de engenheiros, o nr de mortos. Mas os nossos media não fazem assim: os telejornais comparam repetidamente, em números absolutos, o número de “casos Covid” entre a Índia (1 bilião e 353 milhões de habitantes) com o Reino Unido (67 milhões)…!!
Mesmo os óbitos, foram divulgados assim!! Para aterrorizar, vale tudo – até comparar o incomparável. Mas não é preciso ir longe para encontramos o intrujão, o ludibriador. Em bom português, o patranheiro, o trampolineiro. Porque o que nunca dizem, das televisões à DGSaúde, é que a enormíssima maioria dos mortos por COVID 19 (atribuídos, porque nem isso é “líquido”, pelo contrário…) ultrapassou a idade média da longevidade conseguida pelo esforço do SNS, a maior conquista de Abril. Serviço Nacional de Saúde que está a ser implacavelmente destruído pela centração obsessiva no novo corona – a qual implica um enorme prejuízo assistencial para pessoas de facto gravemente doentes, com AVC´s, neoplasias, doenças coronárias, diabetes, doenças mentais muito sérias.
Compare-se, pois, a gravidade absoluta e íntegra de cada um dos cenários. O estrondoso e dramático aumento da mortalidade em Portugal em 2020 – que nem a própria DGSaúde se atreve a atribuir à COVID – está aí para mostrar a tremenda crueldade e insensibilidade do que se passa: há mortos “de primeira”, os COVID, com direito a notícia de abertura no telejornal ainda que não informando do seu perfil etário e síntese do histórico patológico, já que não convém: é tudo igual, como se fosse semelhante o caso de um indivíduo com 40 anos e neoplasia do pâncreas e o de um velhinho com 95 anos, acamado há 10, com insuficiência cardíaca e duas neoplasias terminais; e mortos de “segunda”, ignoradas vítimas da brutal degradação da prestação dos cuidados. Sim, apesar da natureza universal do inexorável facto da morte, trata-se sempre de uma tragédia – em particular para quem ama os que partem. Mas não é igual, evidentemente – ainda que TODOS devam ser, obviamente, objecto do mais rigoroso e sábio esforço de saúde minimizador do sofrimento. No primeiro caso, o anúncio brada “mais 4 mortos por COVID nas últimas 24 horas !”, salientado pelos olhos arregalados do apresentador. Já o outro é silenciado: não interessa dizer, a plebe não deve saber, que a média de óbitos em Portugal é de 300 (TREZENTOS) por dia, sendo tal considerado como “normal” pelas autoridades de saúde. Constituindo, pois, as ditas mortes por Covid uma ínfima minoria, epidemiologicamente irrelevante. Com a agravante de outras causas de morte estarem a crescer exponencialmente, devido a não tratamento adequado, pela bizarra paranóia obsessiva que centra numa única afecção todo o sistema de Saúde, esta não sendo, de (muito) longe), a mais preocupante.
Onde estão aqueles sempre prontos a bradar os slogans apelando à protecção e reforço / promoção do Serviço Nacional de Saúde ? Não sabem ver e interpretar estatísticas básicas ? E não sentem a emoção da revolta ao saberem das filas cruéis ao sol inclemente de doentes com gravíssimas patologias, sofrendo pelo acesso ao seu tratamento negligenciado ? De velhos demenciados, humilhados, desorientados, a serem obrigados a entrar sozinhos em espaços desconhecidos, conduzidos por estranhos pela interdição da tranquilidade trazida pelos familiares ?
Sim, eu sei: muitos anos de prática e de estudo, e depois de muitos doentes tratados com sucesso, atestaram desde há muito os paradigmas do tratamento do pânico: é a promoção do assumir de uma matriz de pensar reflexiva e balanceadamente enquadradora que permite a descatastrofização. É isso que alguns não querem que aconteça.
Em última análise, tudo isto é uma questão de literacia em saber ler números. E de saúde mental, também – e muito.
Drº Paulo Figueiredo
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🔵É tudo Manipulado! MAS O POVINHO NÃO SABE FAZER CONTAS.
A única coisa que aumentou, e muito, foi a quantidade de testes, daí, dar a impressão de que há mais casos, quando é COMPLETAMENTE FALSO!
Dantes a média de testes rondava os 7000/dia e encontravam 200/300 positivos.
Agora, fazem 30.000 e 40.000 em 24 horas para encontrar 300/400. e como a grande maioria das pessoas não percebe que quanto mais testes fazem, mais sobe o número absoluto, acreditam no que ouvem na TV que apenas refere o número absoluto e não a percentagem de infectados, ou seja, actualmente a percentagem de Negativos para 30.000 testes são 29.700 e 300 Positivos.
A grande maioria das pessoas não tem nada e os Positivos são assintomáticos o que quer dizer que debelaram o viris, não têm infecção e não contagiam ninguém!
É a corrida aos Fundos Europeus pelos Governos pois parece que quem mais testes positivos encontrar, mais dinheiro vai receber…e os políticos e a clientela partidária adoram dinheiro grátis! Morram muitos portugueses e o país que vá ao fundo, o imortante foi receber 45 mil milhões de euros, para ajudar os amigos do PS E O PS, e continuar a receber apoios, isso sim é o importante… ENQUANTO ISSO, O MEDROSOS IRRACIONAIS COVIDEIROS CONTINUAM A AJUDAR O COSTA A MATAR PORTUGUESES, DESDE AS MEDIDAS DE QUARENTENAS JÁ MORRERAM 6 MIL PESSOAS A MAIS, SEM SER DE COVID. NUNCA SE MORREU TANTO EM PORTUGAL, NÃO ACORDEM QUE NÃO É PRECISO
Pedro Ladeira
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