Categoria: sociedade consumidor

  • ARTÃO DE CIDADÃO PORTUGUÊS COM INSUFICIÊNCIA NOS DADOS”

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    ASSUNTO do “CARTÃO DE CIDADÃO PORTUGUÊS COM INSUFICIÊNCIA NOS DADOS” A SER TOMADO A SÉRIO PELAS AUTORIDADES
    Em baixo pode ler a resposta da Comissão de Assuntos Constitucionais ao assunto tratado no seguinte texto, que lhe fora enviado pela Assembleia da República, para onde eu tinha enviado a questão. Alegra-me saber que representantes e autoridades tomaram o assunto a sério!
    CARTÃO DE CIDADÃO PORTUGUÊS COM INSUFICIÊNCIA NOS DADOS
    Evitar os Meandros da Burocracia e um Estado farejador
    O Cartão de Cidadão (Identidade) português não é suficiente para identificação da pessoa em muitas instituições.
    Há instituições como, Bancos, Correios, fornecedores de serviços, que, na União Europeia e fora dela, não reconhecem a identificação registada no nosso cartão do cidadão. Não chega ser reconhecido como cidadão do país ou da União europeia.
    Ao contrário do que é comum em cartões do cidadão (bilhetes de identidade de outros países da União Europeia), as entidades portuguesas não mencionam, no documento, a residência nem o lugar de nascimento da pessoa a identificar! Essa falha provoca a exigência de outros documentos para se identificar, o que requer maior esforço burocrático e custos adicionais. Em vez disso regista o nome dos pais.
    Por outro lado, o Cartão do Cidadão não respeita as diretrizes da Constituição portuguesa nem os direitos humanos de privacidade de dados pessoais dos tempos modernos! O número de identificação fiscal, o n° da segurança social e o número de utente de saúde não deveriam figurar no Cartão de Identidade (os registos destes três dados, no mesmo cartão, são inadmissíveis noutros países da EU em que o cidadão exige das autoridades maior atenção à protrecção e ao tráfego de dados).
    Isto dá-se devido ao abuso da política e ao facto de, na opinião pública, a apresentação dos dados NIF e SS juntamente com o número de identidade no cartão não incomodar o cidadão; noutros países os políticos não se atrevem a fazê-lo porque teriam o cidadão à pega.
    Também, no tempo de Salazar, o nosso bilhete de identidade mostrava as nossas impressões digitais, o que noutros países europeus só era exigido para prisioneiros! Em Portugal as organizações civis independentes não estatais, defensoras dos direitos do cidadão, ainda têm pouquíssima expressão.
    Numa época em que o globalismo ameaça acabar com a privacidade, o Estado deveria respeitar e proteger os seus cidadãos especialmente no que se trata de referência a dados de acesso sobre saúde (1) e identificação fiscal!
    A referência da localidade, de residência e do local de nascimento no Cartão do Cidadão evitaria que portadores do Cartão de Cidadão tivessem de tirar também o passaporte (até para países da União Europeia) sempre que se exija identificação mais exata e concreta (2).
    De notar que a falha referida obriga muitíssimos portugueses a terem de tirar o passaporte e a suportarem o exagerado custo de 50 euros.
    António CD Justo
    Notas em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6514
    Em Outubro a Comissão de Assuntos Constitucionais respondeu:
    ASSEMBLEIA D A REPÚBLICA
    COMISSÃO DE ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS,
    DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS
    Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias
    Assembleia da República – Palácio de S. Bento | Praça da Constituição de 1976 |1249-068 Lisboa, Portugal
    Tel. 21 391 96 67 / 95 40 / Fax: 21 393 69 41 / E-mail:comissao.1a-cacdlgxiv@ar.parlamento.pt
    Exmo. Senhor
    António Cunha Duarte Justo
    antoniocunhajusto@gmail.com
    V/Ref.ª Carta de 28 de maio 2021
    Ofício n.º 802 /1.ª-CACDLG/2021 Data: 27-10-2021
    NU: 678385
    ASSUNTO: Exposição – pedido de intervenção.
    Venho pelo presente acusar a receção da exposição remetida por V. Ex.ª à
    Assembleia da República, posteriormente reencaminhada a esta Comissão, a qual mereceu
    a nossa melhor atenção, e informar que do seu teor foi dado conhecimento a todos os
    Deputados membros desta Comissão.
    Com os melhores cumprimentos,
    O PRESIDENTE DA COMISSÃO
    ASSEMBLEI A DA REPÚBLI CA
    Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias
    Assembleia da República – Palácio de S. Bento | Praça da Constituição de 1976 |1249-068 Lisboa, Portugal
    Tel. 21 391 96 67 / 95 40 / Fax: 21 393 69 41 / E-mail:comissao.1a-cacdlgxiv@ar.parlamento.pt
    PS: Também tinha enviado o texto para os deputados e para a imprensa em geral!
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  • novidade pingo doce com soro fisiológico inflamável

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    Atenção.
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    ⚠️⚠️ALERTA⚠️⚠️
    Hoje, durante a manhã, estando a minha filha constipada, fui buscar um frasco de soro selado da marca Pingo Doce para lhe fazer a lavagem nasal.
    Confiando nos produtos desta marca, como até agora tinha acontecido, retirei a tampa e coloquei uma boa quantidade numa das narinas da minha filha, a qual reagiu com choro, o que é normal quando efetuamos este procedimento.
    O que não foi normal, foi o cheiro que senti a álcool que vinha do frasco. Coloquei um pouco na minha mão e reparei que era um líquido viscoso e com um cheiro forte. A minha filha em segundos apresentava uma grande sensação de desconforto e os olhos todos vermelhos.
    Como estávamos com dúvidas relativamente à substância que continha, colocámos um pouco da mesma num feixe de lenha e com a chama de um isqueiro conseguimos perceber facilmente que era inflamável.
    Dirigimo-nos ao Pingo Doce, onde expusemos a situação e nos disseram que o que continha o frasco era semelhante ao álcool gel.
    A substância foi para análise e seguiu uma queixa.
    Não quero sequer pensar como seria se lhe colocasse mais “soro” na outra narina, ou se lhe fizesse uma lavagem aos olhos.
    Atenção, com isto, não quero fazer qualquer atentado ou difamação ao Pingo Doce! É apenas um alerta e com isto ficar com a certeza de que NUNCA, MAS NUNCA MAIS, vou colocar nenhum destes produtos na minha filha sem antes ter a certeza do que é realmente.
    3
  • A MINHA GERAÇÃO DEU-VOS TUDO

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    Solane Schnoremberger

    Crónica 424 a minha geração deu-vos tudo 16.11.2021

     

    Assim foi criada a geração que deu casa, carro, roupa e cursos superiores à geração atual que reclama por falta de oportunidades.

     

    Estou deprimido” é expressão recorrente nesta geração paradoxal. Inconsciência crónica com excesso de indefinições. Da banalidade despreocupada à angústia paralisante. Esta geração não passou por privações, comparada com a nossa, de “baby boomers”, rebeldes, que, no fim dos anos 60, se revoltavam contra o status quo, na França e a guerra colonial em Portugal. Vivia melhor que a geração dos pais, em conforto e posses, mas era arrastada para projetos militares alienígenas aos quais se opunha. Queria tomar parte na construção da História e não ser arrastada como nota de rodapé. Depois chegou o 25 de abril. Os jovens dos anos 70 e 80 já nasceram com o rei na barriga. Nada era proibido e podiam almejar à sociedade sem classes em que todos tinham acesso ilimitado a todos os bens, sendo felizes para todo o sempre.

    As crises económicas não se fizeram sentir muito, exceto a crise do petróleo, 1972, a máquina da publicidade assenhoreou-se da TV, moldando os filhos. Por mais que disséssemos que a vida era de sacrifícios, não passaram por experiências dolorosas. Frequentar a universidade já não é apanágio de elites, nem mesmo as privadas. Os cursos facilitam o acesso a canudos com a fama de distinguir entre os que vencem na vida e os outros, mas na prática é muito diferente.

    Os pais enfrentam a situação desconcertante de filhos que, por um lado, se comportam irresponsavelmente sem dar importância às coisas que, teoricamente, lhes deveriam interessar e, por outro, se manifestam devastados pela incerteza do futuro ou pequenos reveses. Jovens tão pouco dados a levar a vida a sério tornam-se vítimas quando veem as coisas mal paradas.

    Estarão a exagerar? Não se tratará de estratagema de autodesculpa, para obterem compaixão e evitarem atuar? Tudo leva a crer que não. Raras vezes se trata de birras e de espavento de adolescentes tentando enternecer os adultos. Os pais fizeram o que lhes competia dando o máximo de bens materiais (que eles não tiveram), e rodearam-se desses bens. Parecia uma sociedade de abundância sem limites. A pressão dos pares a nível social, engendrada pela insaciável publicidade, levou-os a comprarem tudo e mais alguma coisa. Quando a árvore das patacas seca, ou saem de casa, dão conta de que as mais pequenas coisas têm um custo, o que os irrita profundamente porque quando chegam às grandes coisas já não há dinheiro.

    Muitos especialistas concordam, as causas da intolerância e da frustração jovens estão ligadas aos valores propugnados pelos meios de comunicação. Quando, desde a nascença, um jovem recebe da TV, mensagens subliminares, não é descabido pensar que isso os incapacitou para enfrentar a realidade. E não foi nem o pai nem a mãe, mas os meios de comunicação a manipular as mentes dos recetores consumidores. Que capacidade de enfrentar problemas terão os que nos anos mais recetivos da vida foram metralhados com promessas de felicidade virtual, êxito imediato, a vida como um show de diversões que nunca termina? O discurso mediático mercantil alimenta a imaturidade que se revela quando a realidade nua e crua se mostra e o jovem constata que nada é como lhe disseram, criando um desajustamento causador de insatisfação e ansiedade.

    Nos anos 60 e 70 geração rebelde, nos 80 e 90 “Millenials” e agora da frustração. Nem poderia ser doutra forma, mas a evidência não resolve o problema nem serve de consolo. Quando dizem que estão deprimidos estão a falar a sério, sofrendo mais do que possamos imaginar. Aumentou substancialmente, o número de consultas de adolescentes na urgência psiquiátrica. Num hospital de Barcelona as estatísticas indicam primeiro, as alterações de conduta, seguidas das crises de ansiedade, 25% do total. Se acrescentarmos 15% de tentativas de suicídio teremos de admitir que se trata dum problema grave e crescente.

    Muitos jovens não aguentam revezes pois não foram treinados para os enfrentarem, sobreprotegidos, acostumados a conseguirem tudo, falta-lhes a experiência de sentirem necessidades ou penúria, carecem de defesa face às dificuldades. Já se disse, que os pais criaram inválidos sem recursos para enfrentarem o mundo, regido pela competitividade e elevados padrões de exigência, a nível laboral e profissional, nas relações interpessoais e integração social. Os adolescentes naufragam no trajeto entre a infância almofadada que nada lhes exigiu e o futuro eriçado de obstáculos.

    A geração paterna perpetua o estereótipo. A sobreproteção e a permissividade excessivas criaram dependentes, sem autonomia para tomar decisões e confrontarem os problemas. Não será justo culpar os pais. As famílias, têm uma parcela da irresponsabilidade dos filhos que pagam com angústia, a vida mole. Os pais atuaram por carinho, mesmo se revestido de formas erradas. A maioria dos jovens deixou de buscar apoio e cumplicidade nos amigos, como quando se refugiavam dos defeitos dos pais, ineficazes a gerirem a segurança emocional necessária.

    Crianças mimadas em vez de trabalharem e ganhar mais, queixam-se, entram em depressão apática, sofrem na inação e deprimem-se mais. Tudo é um direito divino que compete aos pais satisfazer e quando não alimentam a ilusória vida fácil, sentem-se traídos pela sociedade. O que não sabem é que vão pagar as dívidas que lhes deixaram, e só então terão razão para se sentirem deprimidos. Parece a história deste país que habito.

    Honorary Lifetime Member

    AJA/MEAA #2977131 Australia

    Columnist

    Diário de Trás-os-Montes, Diário dos Açores,

    Luso Press, Tribuna das Ilhas, Jornal do Pico

    drchryschrystello@journalist.com

    https://blog.lusofonias.net/

    https://www.facebook.com/chrys.chrystello

    (+351) 91 9287816

    Chrys CHRYSTELLO (MA),

     

     

     

     

     

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  • PREVENÇÃO RODOVIÁRIA – SUGESTÃO que pode salvar vidas e acidentes

    PREVENÇÃO RODOVIÁRIA – SUGESTÃO que pode salvar vidas e acidentes

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    numa amostragem empírica aqui nesta costa norte, zona rural da Lomba da Maia, sete em cada dez viaturas têm deficiências da sinalização traseira das suas viaturas, sejam stops, luzes de minimos ou piscas com todos os perigos e inconvenientes daí adnientes nesta zona de nevoeiros e mau tempo, pelo que sugiro uma campanha em que tais viaturas fossem notificadas e lhes fosse dado uma semana para repararem a deficiência sem ter de esperar pela revisão bianual da viatura. Seria um srviço de utilidade pública que a PSP e GNR deviam encetar, extensiva a todas as freguesias da ilha….

  • FUNERAL MAX STAHL

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  • estranhos encontros nas estradas

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  • a minha mulher não trabalha….

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    “Conversa entre um marido e um psicólogo…
    P: O que faz para ganhar a vida, Sr. Rogers?
    M: Trabalho num banco.
    P: E sua esposa?
    M: Ela não trabalha, é dona de casa.
    P: Quem faz o café da manhã para sua família?
    M: A minha esposa, porque ela não trabalha.
    P: A que horas acorda a sua mulher?
    M: Ela acorda bem cedo pois precisa se organizar. Faz o almoço para as crianças, se assegura que estejam bem vestidos e penteados, que escovaram os dentes, quando o bebê acorda ela troca as fraldas e roupas, o amamenta e prepara todas as refeições.
    P: Como é que os seus filhos vão para a escola?
    M: Minha esposa os leva, porque ela não trabalha.
    P: Depois de levar os seus filhos para a escola, o que é que ela faz?
    M: Geralmente ela demora, porque aproveita para pagar as contas ou ir ao supermercado. Às vezes se esquece de algo e tem que sair de novo. Em casa tem de alimentar o bebê e novamente, trocar a fralda e deitá-lo a dormir, arrumar a cozinha e depois vai lavar a roupa e limpar a casa, porque ela não trabalha.
    P: À noite, depois de voltar para casa do escritório, o que faz?
    M: Descanso, é claro. Bem, estou cansado depois de trabalhar o dia todo no banco.
    P: O que a sua esposa faz à noite?
    M: Prepara o jantar, cuida dos meus filhos e de mim, lava a louça, arruma mais uma vez a casa, cuida do cachorro, depois ajuda as crianças com suas tarefas, os prepara para dormir e se preocupa que o bebê esteja com suas fraldas limpas, dá o leite quente, verifica se escovaram os dentes. Uma vez na cama, acorda com frequência para continuar a amamentar e possivelmente trocar a fralda se necessário enquanto descansamos. Ela não tem que se levantar para ir trabalhar.
    Esta é a rotina diária de muitas mulheres em todo o mundo, começa pela manhã e continua até altas horas da noite… isso é chamado de “não trabalhar”? Uma dona de casa não tem diplomas, mas tem um papel fundamental na vida familiar. Aproveita e agradece à tua esposa, mãe, avó, tia, irmã, filha… Porque o seu sacrifício não tem preço.
    Questionada a mulher respondeu:
    Trabalho em casa, as 24 horas do dia…Sou mulher, mãe, filha, sou o despertador, a cozinheira, a empregada doméstica, a professora, a ama, a enfermeira,motorista, agente de segurança, consultora…
    Não tenho férias, não tiro licença por doença, não tenho dia de folga trabalho dia e noite, estou de plantão o tempo todo, não recebo salário e…Ainda assim, muitas vezes ouço a frase: – Mas o que faz o dia todo?
    Dedicado a todas as mulheres que dão suas vidas pelo bem estar de suas famílias. A mulher é como sal: sua presença nunca é lembrado, mas sua ausência faz com que tudo saia sem sabor.”
    Autora: Ryshell Castleberry
    Via – Grupo Cheirinho de Lavanda Gratidão
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  • morreu D Basílio

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    morreu Dom Basíli

    Um dos rostos mais conhecidos da Igreja timorense morreu hoje. D. Basilio do Nascimento foi uma das vozes mais conhecidas e queridas da imprensa portuguesa antes e depois do referendo de 1999. Tive sorte em o poder conhecer e em tantas vezes comversar com ele. Timor está muito mais pobre hoje. Perdeu um homem bom.
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    Díli, 30 out 2021 (Lusa) – O bispo de Baucau, a segunda maior cidade de Timor-Leste, Basílio do Nascimento, morreu hoje no Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV) na sequência de um ataque cardíaco, disse à Lusa fonte da Igreja católica timorense.
    Basílio do Nascimento, natural do Suai e que em junho completou 71 anos, tornou-se uma das vozes mais mediáticas do período antes do referendo de 1999, com os seus comentários sobre a situação em Timor-Leste a serem regularmente procurados por jornalistas, especialmente portugueses.
    O prelado, que chefiou no passado a Conferência Episcopal Timorense (CET), sofreu o ataque cardíaco na cidade de Maliana, a sudoeste de Díli, de onde foi aerotransportado para a capital, acabando por falecer no HNGV.
    Ordenado sacerdote em 1977, Basílio do Nascimento viveu em Paris até 1982, onde completou a sua formação académica, viajando nesse ano para Évora, onde foi pároco de Cano e Casa Branca (Sousel) e Santa Vitória do Ameixial (Estremoz).
    Em outubro de 1994 regressou à sua diocese original, Díli, e a 30 de novembro de 1996 foi nomeado pelo então papa Paulo VI como Administrador Apostólico de Baucau e Bispo de Septimunicia, passando a ser bispo titular da diocese, a segunda do país, desde 06 de março de 2004.
    A 07 de dezembro de 1999 foi agraciado por Portugal com o grau de Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.
    Tornou-se em 2011 o primeiro presidente da Conferência Episcopal Timorense, quando o então arcebispo Leopoldo Girelli, núncio apostólico de Timor-Leste, entregou aos bispos timorenses o decreto da Congregação para a Evangelização dos Povos, com o qual se declarou a criação da CET.
    A morte do prelado timorense causou profunda consternação em Timor-Leste, com imagens do bispo a dominarem as redes sociais.
    ASP // JMC
    Lusa/Fim》
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  • morreu o heroi de SANTA CRUZ DE DÍLI MAX STAHL

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    Very sad news this morning of the death of Max Stahl condolences to Ingrid and the family.
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    Max Stahl
    Is Kotu
    Max Deixou-nos.
    Mensagem hosi Dra. Ingrid:
    “The King is dead. With immense sadness I am writing to let you know that Max passed away this morning around 4.30am.
    Ingrid”
    Max Is Kotu 4:30 ohin deder Iha Brisbane.
    Max Husik Mundu Ida ne.
    Timor-Leste Kiak Liu Ona.
    Na’i Aman Iha LALEHAN ho Santu no Anju Sira Simu Ba Ami Nia Maun Alin MAX STAHL.
    Ingrid
    Ben
    Barnaby
    Malin
    Leo
    I know it is an unbearable pain, immense sadness, irretrievable loss. Max legacy of courage and love for family and TIMOR-Leste lives on in Mount Ramelau.
  • PORTUGAL NÃO É PARA VELHOS

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    ã
    é
    O assunto é grave, demasiado grave para ficar fechado nas gavetas dos governantes e reduzido a discussões e relatórios de grupos de trabalho que pouco mais fazem do que concordar com a gravidade da situação: o sistema nacional de pensões está à beira do colapso. Em Portugal e em boa parte da Europa.
    Não é admissível que encaremos como natural que daqui por 10 ou 20 anos os novos reformados sejam obrigados a (sobre)viver com metade do salário que auferiam antes da reforma. Mas é isso que aponta o relatório “The 2021 Ageing Report” – publicado pela Comissão Europeia – que quase passou despercebido da discussão pública em Portugal e nos Açores em particular. O nosso país caminha a passos muito largos para um cenário em que o número de reformados será superior ao de cidadãos ativos e, por conseguinte, o atual modelo de financiamento das pensões de reforma irá colapsar se nada for feito. Contudo, as soluções preconizadas para evitar a derrocada do sistema passam, teoricamente, por um aumento da carga fiscal e da idade da reforma, e ainda assim sem que se consiga compensar os reformados com uma pensão justa e capaz de proporcionar uma última etapa de vida dentro dos parâmetros expectáveis. E aqui devemos perguntar, sem pudor, como pode alguém viver com metade, ou menos, do seu salário atual? Que velhice nos está reservada? Que modelo de sociedade vamos ter? Esta é uma realidade que se aproxima rapidamente e não se vislumbra quem avance com soluções à altura do problema.
    O atual modelo de financiamento das pensões em Portugal já data do século passado, um modelo assente em pressupostos caducos. Contudo, e apesar de algumas vozes de alerta, o assunto não tem sido devidamente discutido e debatido por governantes, partidos da oposição, sindicatos e demais agentes da nossa sociedade. Devemos, ou por outra, temos que exigir de quem nos governa e de quem está na oposição política, um debate amplo e a procura urgente de soluções que não se limitem ao óbvio, pouco útil e injusto prolongar da idade da reforma associado a cortes progressivos e significativos no valor das pensões de reforma.
    Se nada for feito estaremos condenados a viver num país – e numa Europa – que não será para velhos.
    (Paulo Simões – Açoriano Oriental de 10/10/2021)
    May be a black-and-white image of Paulo Simões, beard and indoor
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