Categoria: sociedade consumidor

  • retrato atual

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    May be a meme of one or more people and text that says "1% controlam o mundo. 4% são vendidos. 5% já despertaram. 90% ainda estão dormindo. Os 1% pagam aos 4% para impedir que Os 5% despertem os 90%. OS QUE SABEM MENOS OBEDECEM MELHOR"

  • O TRAUMA DA MORADA

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    //O TRAUMA DA MORADA//
    Partilho abaixo um texto do Miguel Esteves Cardoso, no qual me revejo. Enquanto povo, ainda damos muita importância a questões de status que, numa análise lógica e racional, são totalmente desprovidas de sentido. E tudo começa com pequenos detalhes na própria imprensa. Esta refere-se sempre aos lisboetas como pessoas e aos outros como “populares”. Raios parta o atraso…
    “Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
    Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
    Nunca mais ninguém o viu.
    Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
    Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
    Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
    Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alfornelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
    Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (…)
    Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para estar na Europa.
    De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai considerar?
    Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
    Imagine-se o impacte de dizer “Eu sou da Margalha” (Gavião) no meio de um jantar.
    Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente “E a menina de onde é?”, e a menina diz: “Eu sou da Fonte da Rata” (Espinho).
    Já para não falar em “Picha”, no concelho de Pedrógão Grande e de “Rata”, em Arruda dos Vinhos, Beja, Castelo de Paiva, Espinho, Maia, Melgaço, Montemor-o-Novo, Santarém, Santiago do Cacém e Tondela.
    Temos, assim, em Portugal, uma “Picha” para 11 “Ratas”. O que vale é que mesmo ao lado da “Picha”, temos a “Venda da Gaita”…
    E ainda existe “Colhões”, perto de Coimbra.
    E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando “E onde mora, presentemente?”, Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
    É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
    Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do “Garganta Funda”.
    Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso?
    Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
    É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da “terra”.
    Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
    Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
    Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
    É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros (“I am from the Fountain of Drink and Go Away…”).
    Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.
    Verá que não é bem atendido. Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
    Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
    Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira.
    Vai Mais um Rissol. (…)
    Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi”.
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  • DA FÉ

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    May be an image of text that says "Portugal: Aquele país onde os habitantes vão a Fátima a pé, mas estacionam em cima dos passeios para não ter de andar muito."

  • SOCIEDADE SÉC 21

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    May be a meme of one or more people, people standing and text that says "Nunca vi uma ilustração retratar tão bem a realidade! NÃO!! A MÃE É MINHA! A MÃE É MINHA! f Amuresidade CUIDE DELA É SUA MÃE! MIợ MI @Amermaidadee Blaguista A MÃE É SUA! CUIDA VOCÊ!!"

  • ANDAM A CONSTRUIR ESTA SOCIEDADE ASSIM

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    No photo description available.
    A sociedade não necessita de inteligência; na verdade a sociedade tem muito medo da inteligência. A sociedade precisa de pessoas estúpidas. Porquê? Porque pessoas estúpidas são manipuláveis.
    As pessoas inteligentes não são necessariamente obedientes; elas podem obedecer, elas podem não obedecer. Mas a pessoa estúpida precisa de alguém para comandá-la, porque ela não possui nenhuma inteligência para viver por si própria. Ela quer alguém para dirigi-la; ela procura e busca seus próprios tiranos.
    Os políticos não querem que a inteligência aconteça no mundo, os sacerdotes não querem que a inteligência aconteça no mundo, os generais não querem que a inteligência aconteça no mundo. Ninguém realmente a deseja.
    Eles querem que todo mundo permaneça estúpido, assim todo mundo é obediente, conformista, nunca sai fora do rebanho, permanece sempre parte da multidão, é controlável, manipulável, manobrável.
    A pessoa inteligente é rebelde. Inteligência é rebelião. A pessoa inteligente decide por si própria se diz sim ou não.
    Osho
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  • vigarice Becel

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    【A CAUSA DAS COISAS】
    As malabarices (leia-se trafulhices), que algumas marcas usam para ganhar mais uns cobres nas margens, não se compadece com a exigência de seriedade com que deveriam pautar a sua postura no mercado.
    Usam os mais obscuros expedientes e de uma forma “rasteira” para ludibriar os clientes. A resposta mais adequada, seria deixar nas prateleiras o produto e assim perceberem, que as “manhas” têm efeitos negativos!!!
    A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
    OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
    Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
    Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
    Leiam e republiquem SFF.
    Como somos enganados sem perceber.
    A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
    OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
    Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
    Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
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