Categoria: sociedade consumidor

  • Acaba de falecer Erasmo Carlos, mas o que aconteceu?

    Views: 0

    O cantor e compositor Erasmo Carlos faleceu nesta terça-feira (22/11), aos 81 anos.

    Source: Acaba de falecer Erasmo Carlos, mas o que aconteceu?

  • ENGENHARIA SOCIAL

    Views: 0

    May be a cartoon of standing, footwear and text that says "POOR $270 $650 RICH $1.200 $2.500 $2.500 $35 $65 $2.500 $600 $70 $400 $70"

  • as mulheres que podem mudar o mundo

    Views: 0

    May be an image of 6 people and text

  • 60 ANOS DEPOIS A PSPNA FACULDADE E NINGUÉM S EINDIGNA???

    Views: 0

    Subscrevo:
    Rui Vieira Nery
    48 min ·
    Muito preocupante, a atitude da Direção da Faculdade de Letras ao pedir a intervenção policial contra alunos que não estavam a destruir propriedade pública, nem a agredir ninguém, nem a impossibilitar a circulação, mas apenas a exercer o seu direito constitucional de livre expressão política, e ainda por cima em defesa da consciencialização para uma das causas mais relevantes dos nossos tempos. Foi um dia triste para a Universidade portuguesa.

    Um escândalo que vejo pouco denúnciado

    You and 6 others

    1 comment

    Like

    Comment
    Share
    1 comment
  • Abandonados e maltratados no final da vida

    Views: 0

    Conceição teve uma vida cheia. Dois casamentos, sete filhos, três do primeiro marido, mais quatro do segundo, um monte de netos, já lhes perdeu a conta certa mas serão aí…

    Source: Abandonados e maltratados no final da vida

  • há 9 anos fechou, hoje espaço museológico

    Views: 0

    No photo description available.

  • já não há pai nem mãe????

    Views: 0

    Joaquim Fraga shared a link.

    40m
    Nunca fui “mal criado” “ofensivo” nas minhas publicações, mas ao ler esta publicação não consegui conter nas palavras.
    Mas que MERDA é está agora de não existir Pai/Mãe mas sim progenitor 1/2.????
    Quem foi o “filho da puta” que se lembrou em aplicar isto no registo de uma criança recém nascida.
    Os valores humanos, valores maternos e paternos estão acabar, com essa “corja” que defende a questão de “géneros” e quererem implantar/obrigar aos outros, deixando as pessoas na possibilidade de escolha.
    Essa “gentezinha” que não ponta por onde se pega, vão fazer com que as pessoas se revoltem cada vez mais, depois começam a queixar de não os respeitar…, não pois é esta mesma “gentezinha” que não respeita os outros e ainda nos obriga aquilo que querem.
    Sabem uma coisa “gentezinha”, os nomes MÃE/PAI é fácil de prenunciar, agora ser MÃE/PAI pois isso já não para todos e é isso que não tem capacidade de serem e arranjam esses nomes “progenitor 1/2”.
    Triste realidade dessa “gentezinha”.
    Ao responsáveis pergunto; onde estão os valores humanos, os valores de família?
    Depois não se queixem do acréscimo do extremismo.
    É verdade que "já não há pai e mãe" e que os pais são designados como 1º e 2º Progenitor ao registarem bebés? - Polígrafo
    POLIGRAFO.SAPO.PT
    É verdade que “já não há pai e mãe” e que os pais são designados como 1º e 2º Progenitor ao registarem bebés? – Polígrafo
    Uma crónica de opinião publicada no jornal “Observador” tornou-se viral. Nela, o seu autor – o advogado Tiago Picão Abreu – indigna-se contra aquilo que designa de “materialização de uma agenda ideológica que contraria os mais elementares princípios científicos”. Mas será mesmo assim?
    May be an image of one or more people and text that says "...saudades de quando dava para saber o sexo do bebé com 3/4 meses... ...agora ter que esperar 13/14 anos,...é stressante..."
    2
  • Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria

    Views: 1

    SÃO PAULO, 9 NOV (ANSA) – A cantora Gal Costa sofreu um infarto em sua casa na manhã desta quarta-feira (9) e não resistiu, informou a assessoria de imprensa da artista. (ANSA). O post Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria apareceu primeiro em ISTOÉ Independente.

    Source: Gal Costa sofreu infarto e não resistiu, diz assessoria

  • texto de ruy vieira nery

    Views: 0

    Partilho um texto de Rui Vieira Nery, que nos faz viajar até um passado não muito distante, mas praticamente perdido. A sua mensagem acentua-se sobremaneira na cabeça e no palato daqueles que, como eu, há mais de 40 anos, tiveram a fortuna de nascer no seio de uma família nortenha, bem perto de uma avó com queda para o tacho e munida de um fogão de ferro, cujo combustível predileto era o serrim desperdiçado pelas fábricas de móveis, ensacado, a cada 3 meses, nas velhas sarapilheiras.
    Em nome da saudade, renasça e seja longa a vida do cabritinho assado, fumegante e acompanhado daquelas batatas redondinhas, estaladiças e caseiras, como se gosta; bradem-se valentes hurras ao regresso da honesta posta de bacalhau, regada com a dose certa de azeite, e que “aromatizava” toda a casa com o sabor e cheiro intensos a azeitona sã.
    Em nome da saudade, longa seja a vida de todas as avós, sejam elas boas cozinheiras (como o era a minha), ou nem tanto, que numa terra como a nossa, há de haver sempre o forno de um bom vizinho onde caiba mais uma travessa.
    A todos, bom apetite!
    “Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas Senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adosinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes – e por vezes com uma sombra de buço que parecia fazer parte dos atributos da senioridade na profissão.
    Tinham começado por baixo e aprendido o ofício lentamente, espreitando por cima do ombro dos mais velhos.
    E tinham apurado a mão ao longo dos anos, para saberem gerir cada vez com mais mestria a arte do tempero, a ciência dos tempos de cozedura, os mistérios da regulação do lume.
    A escolha dos ingredientes baseava-se numa sabedoria antiga, de experiência feita, que determinava o que “pertencia” a cada prato, o que “ia” com quê, os sabores que “ligavam” ou não entre si.
    Traziam para a mesa verdadeiras obras de arte de culinária portuguesa, com um brio que disfarçavam com a falsa modéstia dos diminutivos – “Ora aqui está o cabritinho”, “Vamos lá ver se gosta do bacalhauzinho”, “Olhe que o agriãozinho é do meu quintal”.
    Ficavam depois a olhar discretamente para nós, para nos verem na cara os sinais do prazer de cada petisco, mesmo quando à partida já tinham a certeza do triunfo, porque cada novo cliente satisfeito era como uma medalha de honra adicional.
    E a melhor recompensa das boas Senhoras era o apetite com que nos viam: “Mais um filetezinho?” “Mais uma batatinha assada?”.
    Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”, e a respectiva média etária ronda a dos demais jovens empresários de sucesso com que os vemos cruzarem-se indistintamente nas páginas da “Caras” e da “Olá”.
    Os nomes próprios seguem um abecedário previsível – Afonso, Bernardo, Caetano, Diogo, Estêvao, Frederico, Gonçalo, … – e os apelidos parecem um anuário do Conselho de Nobreza, com uma profusão ostensiva de arcaísmos ortográficos que funcionam como outros tantos marcadores de distinção – Vasconcellos, Athaydes, Souzas, Telles, Athouguias, Sylvas…
    Quase nunca os vemos, claro, porque os deuses só raramente descem do Olimpo, mas somos recebidos por um exército de divindades menores cuja principal função é darem-nos a entender o enorme privilégio que é podermos aceder a semelhante espaço tão acima do nosso habitat social natural.
    A explicação da lista é, por isso, um longo recitativo barroco, debitado em registo enjoado, em que, mais do que dar-nos uma ideia aproximada das escolhas possíveis, se pretende esmagar-nos com a consciência da nossa pressuposta inadequação à cerimónia em curso.
    A regra de ouro é, claro, o inusitado das propostas culinárias em jogo e, preferivelmente, a sua absoluta ininteligibilidade para o cidadão comum.
    Mandam, pois, o bom senso e o próprio instinto de auto-defesa que se delegue na casa a escolha do menu, sabendo-se, no entanto, que não vale a pena sonhar com que pelo meio nos apareça um pobre cabrito assado no forno, um humilde sável com açorda, ou uma honesta posta de bacalhau preparada segundo qualquer das “Cem Maneiras” santificadas das nossas Avós.
    Seja o que Deus quiser!
    E começam então a chegar a “profiterolle de anchova em cama de gomos de tangerina caramelizados, com espuma de champagne”, o “ceviche de vieira com molho quente de chocolate branco e raspa de trufa”, a “ratatouille de pepino e framboesa polvilhada com canela e manjericão”, e por aí fora, em geral com largos minutos de intervalo entre cada prato e o seguinte, para nos dar tempo de meditar sobre a experiência numa espécie de retiro espiritual momentâneo…
    E é de experiência que se pode aqui falar no sentido mais fugaz do termo.
    Deliciosa ou intragável, a oferta tende a ser, por princípio, “one time only”, porque quando o empregado anuncia, na sua meia voz enfadada, o “camarão salteado em calda de frutos silvestres e açafrão”, o uso do singular não é metafórico – é mesmo um exemplar único da espécie que se nos apresenta em toda a sua glória, ainda que possa reinar isolado no meio de um prato em que, em tempos, caberia um costeletão de novilho com os respectivos acompanhamentos.
    Se se detestar, há pelo menos a consolação de que não haverá qualquer hipótese de reincidência do crime; se se adorar – o que há que reconhecer que muitas vezes acontece – ficará apenas a memória fugidia do prazer inesperado.
    A função do “chefe” é proporcionar-nos no palato esta sucessão de sensações momentâneas irrepetíveis, todas elas em doses cuidadosamente homeopáticas, um pouco como as configurações sempre novas de um caleidoscópio – ou, se se preferir uma imagem mais forte, como a versão gastronómica de uma poderosa substância alucinogénia, daquelas que faziam as delícias da geração hippie dos anos 60 quando lhe davam a ver, ora elefantes cor-de-rosa, ora hipopótamos azul-celeste.
    Wow!
    Que saudades das Donas Adozindas, das Donas Felisminas, das Donas Gertrudes, mais camponesas ainda do que citadinas, com a sua sabedoria, as suas receitas de família, a sua simplicidade, a sua fartura, o seu gosto de servir bem, o seu sentido de tradição e de comunidade!”
    Rui Vieira Nery
    📷 TripAdvisor-Tia Isabel, Braga