Categoria: sociedade consumidor

  • MORREU SOUSA VELOSO, DA TV DE OUTROS TEMPOS

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    Morreu Sousa Veloso, o rosto do “TV Rural”
    27.11.2014 – 09:59 , atualizado 27.11.2014 – 10:11
    em atualização | Morreu Sousa Veloso. Engenheiro agrónomo, ficou conhecido do grande público ao apresentar o programa TV Rural, durante três décadas, na RTP.

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  • por favor, não se beijem

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    Há 80 milhões de bactérias num beijo
    S.A.
    | 18.11.2014 – 00:01

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=4245586&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+JN-ULTIMAS+%28JN+-+Ultimas%29 (mais…)

  • MORREU O MAIOR PINTOR CONTEMPORÂNEO DE MACAU

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    “PARTIU O MAIOR DE TODOS OS ARTISTAS PLÁSTICOS DE MACAU”

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  • morreu gabriel garcia marquez

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    Morreu Gabriel Garcia Marques

    Adeus Gabriel García Márquez
    Partiu um dos melhores escritores latino-americanos do século XX.

    Adeus Gabriel García Márquez Partiu um dos melhores escritores latino-americanos do século XX.

    “Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapos e me
    presenteasse com mais um pedaço de vida, eu aproveitaria esse tempo o mais que
    pudesse…
    (….)
    Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida, deitava-me ao sol,
    deixando a descoberto, não somente o meu corpo, como também a minha alma.
    (…..)
    Aos velhos ensinaria que a morte não chega com o fim da vida, mas sim com
    o esquecimento.
    (….)
    Aprendi que quando um recém nascido aperta com a sua pequena mão,
    pela primeira vez, o dedo do seu pai, agarrou-o para sempre.
    (…..)
    São tantas as coisas que pude aprender com Vocês, mas agora, realmente
    de pouco me irão servir, porque quando me guardarem dentro dessa caixa,
    infelizmente estarei morrendo.
    (…..)

    Gabriel Garcia Marques

  • morreu Manuel Medeiros Ferreira autor de ILHAS DE BRUMA

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    Morreu Manuel Medeiros Ferreira, autor de “Ilhas de bruma”, um “hino não institucional”, escrito há 30 anos num dia em que “não se via nada e as gaivotas vinham mesmo beijar a terra.” Goste-se ou não de falar das brumas destas ilhas, certo é que com esta canção, “corremos mundo”. Sinto muito. ouvi-o tocar para nós, ao vivo no Moinho terrace Café de Porto Formoso quando ali celebrámos os 35 anos de abril…

     

     

    ILHAS DE BRUMA
    youtube.com
    O VERDADEIRO HINO DOS AÇORES
    R.I.P. Manuel Medeiros Ferreira
    Manuel Medeiros Ferreira's photo.
    Manuel Ferreira, o autor das “Ilhas de Bruma”, faleceu!
    Luis Monte's photo.

     

     

    Açores Ilhas de Bruma
    youtube.com
    Em honra do seu autor Manuel Medeiros Ferreira

     

  • morreu o dono do chá da Gorreana

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    Faleceu subitamente, esta madrugada, o conhecido empresário Hermano Athayde Mota, proprietário das famosas plantações e fábrica de chá Gorreana.
    Consternado com tão triste notícia, apresento as minhas mais sinceras condolências a toda a Família.
    Faleceu subitamente, esta madrugada, o empresário Hermano Athayde Mota, proprietário das famosas plantações e fábrica de chá Gorreana.
Consternado com tão triste notícia, apresento as minha mais sinceras condolências a toda a Família.
  • Pierre Sousa Lima Segundo acaba de noticiar o Jornal Açoriano Oriental, o corpo do falecido vai estar no Solar da Mafoma, na Ribeira Seca, concelho de Ribeira Grande, para as últimas homenagens; e às 8h30 de amanhã, realiza-se missa na Igreja Paroquial da Ribeira Seca.
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  • morreu 1º reitor da UAçores

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    Morreu José Enes, fundador, professor e primeiro reitor da Universidade dos Açores.
    in açoriano orinetal

    V

    Faleceu hoje em Lisboa José Enes, o primeiro reitor da Universidade dos Açores (UAç).
    José Enes Pereira Cardoso tinha 89 anos e era natural das Lajes do Pico, segundo noticiou a RTP-Açores. Era considerado um grande pensador açoriano e um dos mais importantes filósofos portugueses do Século XX.
    Com formação em escolástica tomista pela Universidade Gregoriana de Roma, José Enes foi professor da Universidade Católica Portuguesa e fundador, professor e primeiro reitor da Universidade dos Açores, um cargo que exerceu entre 1976 e 1982. Ao longo de uma vida literária com meio século, publicou sete livros.
    A letra ‘Montanha’, musicada por Emílio Porto e interpretada pelo grupo coral das Lajes do Pico, foi considerada uma declaração de amor à sua terra natal.
    Após deixar a Universidade dos Açores, José Enes residia em Lisboa, onde foi também vice-reitor da Universidade Aberta . Segundo a Enciclopédia Açoriana, do Centro de Conhecimento dos Açores, a sua via foi atravessada por três grandes paixões: a poesia, os Açores e a filosofia.
    Em declarações ao Açoriano Oriental, o antigo reitor, Vasco Garcia, também ele fundador da Universidade dos Açores, afirmou que José Enes foi o “homem certo no lugar certo na hora certa para a fundação da Universidade dos Açores”.
    Como pessoa, Vasco Garcia classificou José Enes como um “homem sábio, um hábil negociador e um diplomata com uma persistência notável”. Vasco Garcia conclui a dizer que o maior legado de José Enes é a própria UAç: “sem ele, não acredito que tivesse havido universidade”.
  • morreu BANA o rei das mornas

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    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=666297&tm=4&layout=122&visual=61

    Morreu o Rei da Morna. Bana morreu esta noite num hospital de Lisboa vítima de doença prolongada. Bana foi um dos nomes que mais contribuiu para projetar a musica de Cabo Verde.

    O cantor Bana, conhecido como o ‘Rei da Morna’, faleceu esta madrugada no Hospital de Loures, vítima de doença prolongada.

    Esta Embaixada informa o seguinte:
    VELÓRIO
    14 de julho, domingo, a partir das 13 horas, na Igreja da Sagrada Família em Benfica

    MISSA DE CORPO PRESENTE
    15 de julho, segunda-feira, 13 horas na Igreja da Sagrada Família em Benfica

    FUNERAL
    15 de Julho, segunda-feira, 14.15 horas, para o Cemitério do Alto de São João (onde o corpo será cremado, segundo o desejo manifestado em vida).

     

    k.
    Bana os melhors mornas

    www.youtube.com

    Les meilleures mornas de Bana mix ” Radio Cabo Music “Lamento dum imigrante | Nha vizao | Canter felicidade | Querida | Verdianinha | Morabeza | Lena | Dor d…
    «- Maria Barbara canta mais uma morna
    – Senhor Tenente um’ ca podê cantà màs»
    Bana – Maria Barbara (pt especial Té Macedo – Live)

    www.youtube.com

    Concert live Bana & Amigos Bana – Maria Barbara (pt especial Té Macedo)

    __._,_.___

  • morreu o padre Lancelote Rodrigues

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    Última notícia:

    Morreu Lancelote Rodrigues, o padre em Macau que era conhecido como o padre dos refugiados, começou o seu trabalho comunitário em prol de gente que chegava a Macau à procura de um porto de abrigo em 1950.

    Leia mais em:
    http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/16285235.html

    Última notícia:Morreu Lancelote Rodrigues, o padre dos refugiados em Macau que era conhecido como o padre dos refugiados, começou o seu trabalho comunitário em prol de gente que chegava a Macau à procura de um porto de abrigo em 1950.Leia mais em:http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/16285235.html

     

    Faleceu Padre Lancelote Rodrigues em Macau,

    Manifesta a Korsang di Melaka a perda física do padre Lancelote, transcrevendo a publicação a 08 julho 2008, Macau, China (Lusa) – A entrada de Malaca para a lista de tesouros da Humanidade da UNESCO é uma “honra para todos os malaqueiros”, disse à agência Lusa em Macau o padre Lancelote Rodrigues, natural de Malaca.

    Também o presidente do instituto Internacional de Macau, Jorge Rangel, manifestou a dor profunda com a noticia. “Quem o conheceu de perto sabe que a vida em Macau nunca mais será a mesma para com quem ele convivia e partilhava a alegria de viver e a vontade de servir e abraçar causas nobres”.

    O padre Lancelote Rodrigues, natural de Malaca e a residir em Macau desde 1935, onde chegou com 12 anos, morreu hoje 17 de Junho no Hospital Kiang Wu, noticiou a Rádio Macau.
    Filho de pai português, Lancelote Rodrigues nasceu a 21 de dezembro de 1923, morreu aos 89 anos e deixa um trabalho em prol dos refugiados – chegou a ser representante em Macau do Alto Comissariado dos Refugiados – que lhe valeu ser nomeado por Hong Kong para o prémio Nansen 2012 e uma condecoração da rainha de Inglaterra.
    Depois de concluir os estudos em filosofia e teologia, Lancelote Rodrigues decidiu, aos 22 anos, ser padre, e acabou ordenado em 1949.
    Conhecido como o padre dos refugiados, começou o seu trabalho comunitário em prol de gente que chegava a Macau à procura de um porto de abrigo em 1950, quando o então bispo de Macau o mandou acudir à vaga de portugueses que chegava de Xangai.
    Numa entrevista à agência Lusa em junho de 2012, Lancelote Rodrigues recordou que chegaram a existir três centros de refugiados com pessoas de várias condições como no caso dos portugueses de Xangai o que, para alguns, era uma humilhação, problema que se foi esbatendo com convívios entre todos.
    Realojados os portugueses de Xangai, em 1977 surge uma nova vaga de refugiados, os vietnamitas, situação que se prolongou até 1991 e que trouxe a Macau cerca de 30.000 pessoas.
    Com a transição à porta – realizou-se a 20 de dezembro de 1999 – Lancelote Rodrigues recordou também que foi necessário ir procurando países de acolhimento para as pessoas que passaram por Macau e para as 441 crianças que nasceram no então território administrado por Portugal.
    Em declarações à agência Lusa, o cônsul-geral de Portugal em Macau, Vitor Sereno, lamentou a morte de Lancelote Rodrigues e destacou o trabalho do padre ao longo de várias décadas junto da população de Macau, mas sobretudo junto dos refugiados.
    “Foi um exemplo no passado e será sempre um exemplo para todos no futuro”, assinalou.
    JCS // VM
    Lusa/Fim

  • faleceu o maior retratista açoriano

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    Desapareceu fisicamente hoje o maior retratista de sempre dos Açores

    FALECEU ARISTIDES ÂMBAR

    Faleceu hoje às 9 horas da manhã de insuficiência cardíaca, no hospital de Ponta Delgada, Aristides Âmbar Raposo, um dos maiores artistas plásticos da atualidade. Natural dos Açores, Aristides Âmbar, impôs de forma natural, desde a adolescência, a sua genealidade, reconhecida pelas grandes vultos da pintura no nosso país e para além fronteiras para onde foram muitos dos seus quadros.
    O reconhecimento veio também, felizmente ainda em vida, pelo Presidente da República Prof. Cavaco Silva, que há dois anos o agraciou, numa homenagem nacional, com o grau de Comendador da Ordem de Mérito.
    Sendo um dos maiores retratistas do nosso tempo, desenhava um retrato como poucos. E, como se sabe, pintores há muitos, retratistas há muito poucos. Desenhou também, com uma sensibilidade quase extra-sensorial, naturezas mortas, reproduzindo sobremaneira a beleza dos verdes das nossas montanhas e vales, como o espelhado das nossas lagoas, jardins, parques e flores.
    Aristides Âmbar era natural da freguesia de São José, em Ponta Delgada. Tinha dois filhos, o Tim e a Tina, deixando ainda uma neta, Bárbara, mais conhecida por Baguinha, bem como muitos amigos que o veneravam, pessoal e profissionalmente.
    As artes nos Açores ficam mais pobres a partir de hoje com a partida deste enorme vulto do retrato.
    O corpo de Aristides Âmbar estará em câmara ardente na ermida do crematório do cemitério de São Joaquim em Ponta Delgada.
    À família, nesta hora difícil, endereçamos os nossos sentidos pêsames.

    Desapareceu fisicamente hoje o maior retratista de sempre dos Açores FALECEU ARISTIDES ÂMBAR ... Faleceu hoje às 9 horas da manhã de insuficiência cardíaca, no hospital de Ponta Delgada, Aristides Âmbar Raposo, um dos maiores artistas plásticos da atualidade. Natural dos Açores, Aristides Âmbar, impôs de forma natural, desde a adolescência, a sua genealidade, reconhecida pelas grandes vultos da pintura no nosso país e para além fronteiras para onde foram muitos dos seus quadros. O reconhecimento veio também, felizmente ainda em vida, pelo Presidente da República Prof. Cavaco Silva, que há dois anos o agraciou, numa homenagem nacional, com o grau de Comendador da Ordem de Mérito. Sendo um dos maiores retratistas do nosso tempo, desenhava um retrato como poucos. E, como se sabe, pintores há muitos, retratistas há muito poucos. Desenhou também, com uma sensibilidade quase extra-sensorial, naturezas mortas, reproduzindo sobremaneira a beleza dos verdes das nossas montanhas e vales, como o espelhado das nossas lagoas, jardins, parques e flores. Aristides Âmbar era natural da freguesia de São José, em Ponta Delgada. Tinha dois filhos, o Tim e a Tina, deixando ainda uma neta, Bárbara, mais conhecida por Baguinha, bem como muitos amigos que o veneravam, pessoal e profissionalmente. As artes nos Açores ficam mais pobres a partir de hoje com a partida deste enorme vulto do retrato. O corpo de Aristides Âmbar estará em câmara ardente na ermida do crematório do cemitério de São Joaquim em Ponta Delgada. À família, nesta hora difícil, endereçamos os nossos sentidos pêsames.
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