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EMERGÊNCIA sata madeira
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Pierre Sousa Lima
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ACORIANOORIENTAL.PT
Emergência faz avião da SATA descer 4600 metros em 7 minutos durante viagem para a Madeira
emergência na Base das Lajes Terceira
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João Silveira
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Ilha Terceira: Aterragem de emergência na base das Lajes – O porta-aviões do Atlântico…


Na madrugada do último dia de Janeiro, pelas 4h25, aterrou uma aeronave em emergência, Boeing 747-400 da Atlas Air, que vinha dos Estados Unidos da América,com destino Amesterdão, que por motivo de indicação de fogo na zona de carga, divergiu para a BA4.
Numa pronta resposta os bombeiros da 65ABG, o apoio logístico da SATA, em coordenação com os serviços de emergência da Base, a aeronave aterrou em segurança.
Henrique Machado
Clélio Garcia
1943 avião indo de santa maria açores desaparece no triângulo das bermudas
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O avião que saiu de Santa Maria e nunca mais foi visto – O caso “Star Tiger”
(Artigo Original publicado no Açoriano Oriental em 17-10-2010)
Foi a 30 de Janeiro de 1948 que um avião descolou do aeroporto de Vila do Porto, em Santa Maria, num voo de 12 horas com destino às Bermudas, no que era então a maior rota transoceânica de então, e desapareceu sem deixar rasto.
Entre as vítimas encontrava-se o ilustre Marechal britânico Sir Arthur Coningham, herói da II Guerra Mundial e um dos arquitetos do “Dia D”, tendo o acidente nos Açores feito a primeira página do New York Times do dia seguinte, dividindo a manchete com o assassínio de Mahatma Gandhi.
Nas décadas seguintes, a misteriosa perda do Avro Tudor “Star Tiger” acabou por tornar-se um dos maiores mistérios da aviação pós-guerra e um dos eventos que ajudou a construir o mito do Triângulo das Bermudas, suposta zona de atividade paranormal onde navios e aviões desaparecem sem razão aparente.
Contudo, novas investigações pelo jornalista Tom Mangold apontam para que um simples incêndio tenha causado a perda do “Star Tiger”, avançou o freelancer à BBC.
A aeronave era operada pela British South American Airways (BSAA) e partiu de Santa Maria em direção às Bermudas pelas 14h22 do dia 29 de janeiro, a última etapa na rota Inglaterra-Bermuda, com 41 pessoas a bordo.
O último contacto por rádio foi recebido a 340 milhas do destino, às 03h00. Em cinco dias de buscas nenhum destroço ou corpo foi encontrado e a investigação oficial deixou em aberto a causa do desastre. No entanto Mangold encontrou algumas indicações que podem explicar o incidente.
De acordo com Gordon Store, ex-diretor de operações da BSAA, a mecânica do Tudor não era fiável. “Os componentes eram extremamente inseguros: os hidráulicos, ar condicionado e geradores ficavam todos encafuados por debaixo da cabine. Os aquecedores nunca funcionavam”, apontou.
Provavelmente para manter o avião mais quente, o piloto decidiu voar toda a rota a baixa altitude, a 600 metros. “Voar naquela altitude deixa pouco espaço para manobra”, indicou Eric Newton, um dos mais antigos investigadores de acidentes do Governo Inglês. “Em caso de emergência grave, poderiam ter perdido altitude e caído no mar em segundos”.
“O que quer que tenha acontecido ao avião, foi rápido e catastrófico. Não houve tempo sequer de pedir socorro”, concluiu Newton. “Se o aquecedor se incendiasse debaixo da cabine, causaria um fogo de grandes proporções antes que a tripulação desse por isso”.
O Comandante Peter Duffey, ex-piloto da BSAA, crê que o vapor do ar condicionado escapou por uma fuga na tubagem até ao aquecedor e causou um incêndio, teoria também partilhada pelo colega Don Mackintosh. “Na altura não havia extintores automáticos, alarmes, ou nada do género. Ninguém poderia saber o que se passava até ser demasiado tarde”.
Recorde-se ainda que nos três anos sem que operou a rota, a BSAA teve 11 acidentes e perdeu cinco aviões, causando a morte a 73 passageiros e 22 tripulantes, entre os quais o desaparecimento do Tudor “Star Ariel” na mesma rota do “Star Tiger” em 1949.
A investigação de Mangold foca um ponto que pode explicar as inúmeras conspirações por detrás do mistério do Star Tiger.
Perante a ausência de provas de falha mecânica, uma tripulação experiente a voar em bom tempo, os investigadores de então especularam no relatório de que “alguma causa externa pode ter subjugado homem e máquina”, deixando a porta aberta durante décadas a teorias envolvendo OVNIS, paranormal e até sabotagem comunista, tendo como suposto alvo o ilustre Marechal Coningham.



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Aeroporto do Corvo em perigo se Acordo Climático falhar
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Aeroporto do Corvo em perigo se Acordo Climático falhar
Dois investigadores da Escola de Engenharia da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, Richard Dawson e Aaron Yesudian, identificaram que que cerca de 270 aeroportos em todo o mundo estão actualmente em perigo de inundações costeiras devido à subida do nível do mar, tendo em conta a localização dos aeroportos e exposição a tempestades.
Na Europa, o aeroporto mais vulnerável é o da ilha do Corvo, seguido pelo Aeroporto de Bremen, na Alemanha.
No Reino Unido, o aeroporto da cidade de Londres é o de maior risco.
De acordo com o modelo dos investigadores, os 20 aeroportos mais ameaçados pelas alterações climáticas estão todos localizados no Sudeste e Leste da Ásia, com o Aeroporto Suvarnabhumi em Banguecoque e o Aeroporto Wenzhou Longwan na China no topo da lista. Globalmente, a China tem o maior número de aeroportos classificados entre os 20 primeiros da lista.
Nos Estados Unidos, Louis Armstrong International Airport em Nova Orleães, Nightmute Airport no Alasca, Key West International Airport na Florida, e dois dos três principais aeroportos da área de Nova Iorque – La Guardia Airport e Newark Liberty International Airport – todos estão classificados entre os 100 principais aeroportos de maior risco.
O Acordo Climático de Paris é uma coligação de quase 200 países que trabalham para reduzir o uso de combustíveis fósseis que aquecem o planeta, como o carvão, o petróleo e o gás natural.
O objetivo do Acordo é limitar o aumento da temperatura global para menos de 2º Celsius, e de preferência menos de 1,5º.
As alterações climáticas também têm levado a uma subida do nível do mar, que está a ter impacto nas costas litorais de vários países do mundo.
Um aumento global da temperatura de 2º Celsius, que o Acordo de Paris pretende evitar, colocaria 100 aeroportos abaixo do nível do mar e 364 aeroportos em risco de inundação.
Se o Acordo de Paris falhar e a temperatura média global aumentar mais de 2 graus, até ao ano de 2100 estarão em risco 572 aeroportos.
Esta não é uma questão que tenha apenas impacto nas costas. A subida do nível do mar não ameaça apenas aeroportos individuais, mas a indústria como um todo.
“A subida do nível do mar representa um sério risco para os movimentos globais de passageiros e de carga, com custos consideráveis de danos e perturbações”, disse um dos investigadores, Richard Dawson, citado pela Forbes.
A equipa determinou que até um quinto das rotas aéreas globais podem ser afectadas, se o Acordo de Paris falhar e se os aeroportos desaparecerem.
Os investigadores prevêem ainda que alguns aeroportos costeiros regionais mais pequenos vão desaparecer do mapa, porque não será financeiramente viável salvá-los.


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