MORREU A ATRIZ MARIA BIFA

Views: 1

May be an image of 1 person and text that says "Maria da Conceição Cunha "Maria Bifa" 1959 2023"

Faleceu hoje, aos 63 anos, vítima de doença prolongada, Maria da Conceição Cunha, mais conhecida por Maria Bifa, uma figura incontornável da representação nos Açores, conhecida pelas suas participações, como atriz, em grandes produções da RTP.
Maria Bifa fez parte do elenco do “Barco e o Sonho”, “Xailes negros”, “Cónicas de gente esquecida”, “Feliz Natal Mariana”, “O Diabólico Plano do Barão Voz Off”, “Visitante da noite” e “A viagem”.
O corpo está em câmara ardente na Ribeira Seca da Ribeira Grande e o funeral realiza-se amanhã.
Sentidas condolências a toda a família e que descanse em paz.

Morreu o empresário Mohamed Al Fayed, pai do namorado da Princesa Diana – Mundo – Correio da Manhã

Views: 0

Dodi Fayed, filho do antigo dono do Fulham, morreu no despiste que também vitimou a Princesa Diana.

Source: Morreu o empresário Mohamed Al Fayed, pai do namorado da Princesa Diana – Mundo – Correio da Manhã

Visão | Está um homem na casa de banho das mulheres

Views: 0

Acho mesmo “genial” a argumentação de que os homens se irão comportar como seres selvagens numa casa de banho partilhada com mulheres, especialmente quando é um argumento usado por homens como se estivessem a falar de uma espécie alien

Source: Visão | Está um homem na casa de banho das mulheres

morreu o JOSÉ LEVY que esteve nos nossos colóquios de Belmonte

Views: 1

Faleceu o jornalista José Lervy Domingos
O jornalista e investigador José Domingos faleceu esta quarta-feira, aos 69 anos, em Viseu, onde estava internado. José Domingos foi colaborador da Rádio Altitude, onde teve alguns programas, nomeadamente o Giroflé, e foi também colaborador do jornal O INTERIOR.
Como jornalista «foi para muitos a nossa referência, quando éramos mais jovens. Primeiro como jornalista da ANOP e depois jornalista da Lusa na região da Guarda», relembra Luís Baptista-Martins, diretor da Rádio Altitude e jornal O INTERIOR. «O José Domingos era uma personalidade com muitos méritos reconhecida por todos», vinca o também jornalista.
O guardense, que usava o nome judaico de José Levy Domingos, foi agraciado com a Medalha de Honra do Conselho das Comunidades Sefarditas de Jerusalém em 2015, tendo sido o primeiro português a recebê-la devido ao «trabalho desenvolvido em prol da preservação da Herança Judaica em Portugal, a aproximação social e cultural entre Portugal e Israel e o apoio aos descendentes de Cristãos-Novos perseguidos pela Inquisição e seu retorno ao seio do Povo Judeu».

May be an image of 1 person

All reactions:

You, Ze Salazar and 73 others

14 comments
8 shares
Like

 

Comment
Share
Active

Ze Salazar

Sentidos pêsames. Abraço solidário.
  • Like

     

desumanização

Views: 0

May be an illustration of text that says "ma TRAINS TICSS INFO pa Τι th b OUT OF ORDER R "OK, one more time: Go home and log on to our website from your computer, create an account and purchase your ticket with your credit or debit card, download the ticket to a smartphone, then come back at the allocated time... Just what part of easier and more convenient don't you get?""

Comments

Most relevant

  • Active

    Paula Cabral

    E o ser humano no guichê é ainda um resquício de humanidade…e quando há só uma voz electrónica que enuncia “…para apoio técnico, marque 1….” e por aí fora?! A linguagem usada é outro entrave. Quando vou ao continente, estranho sempre chamarem “títulos” aos bilhetes de metro! Por que razão os portugueses complicam tanto a linguagem? E quem entra, por exemplo, na página da AT? Para procurar um atestado de domicílio fiscal, tive de ligar para um “especialista” nesta linguagem, porque a pesquisa não responde à procura do documento na linguagem normal…
    • Like

       

    • Reply
  • Ana Lopes

    Mesmo!! Parece que é tudo tão fácil, tão simples e é tudo tão complicado!! E depois o telefone que é velho ou tem alguma complicação já não descarrega qualquer app… e lá se fica sem solução.
    Atentemos numa ida às compras, chegamos ao corredor dos laticínios há natas gordas, natas magras, natas de soja, natas leves, natas para carne, natas para peixe, natas para bater, natas para culinária, natas sem lactose… irra!!! é só um pacotinho de natas; os iogurtes então nem falar; e os champô, e as pastas de dentes e os pensos higiénico?!! Até já umas “lonchas” de presunto temos de escolher o tempo e a forma de cura!
    E enquanto escolhemos, prolongamos a estada no super e gastamos tempo precioso de vida. Parece que vai ser assim. Não sou velho do Restelo, neste caso velha, mas não me conformo com a estupidificação que isto nos traz.

    5

    • Like

       

    • Reply
  • Isabel Fernandes

    Este mundo não está para pessoas com demência…e o número de pessoas com demência está a aumentar…temos todos que começar a pensar na melhor forma de comunicar.
    • Like

       

    • Reply
  • Nuno Costa

    Este mundo não é para velhos, não é inclusivo para ninguém
    • Like

       

    • Reply
  • Fátima Claudino

    Com e sem demência…pedir a um idoso com 70, 80 anos estas tarefas….
    • Like

       

    • Reply
  • Carlos Jorge Madeira Duarte

    É….. o simples tornou se tortuosamente complexo…..
    • Like

       

    • Reply
  • Isabel Oliveira

    Estamos a caminhar para um futuro que só usa dinheiro digital, certo?
    • Like

       

    • Reply
  • António Martins

    Cada vez mais assim!
    • Like

       

UM PAÍS ENTRE ANJOS E DEMÓNIOS Joaquim Fernandes

Views: 0

UM PAÍS ENTRE ANJOS E DEMÓNIOS
Excerto da obra “Portugal: uma história de prodígios” (Porto, Editora Book Cover, 2019). Disponível na Feira do Livro do Porto, Palácio de Cristal.
Fértil tem sido esta ditosa pátria em historietas e facécias demoníacas. País fidelíssimo que não tem rebuço em servir a dois senhores, deuses repartidos na gestão dos dois territórios, disputados entre o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas. Neste condomínio planetário fomos armazenando pânicos e temores atrás de sucessivas portas que nos separam de futuroa mais eaclarecidos. Desde sempre, amedrontadas gentes de siso viram-se assediados por figurações diabólicas, no agro mais remoto ou no convento mais urbano. Almas inquietas envolvem-se em sobrenaturais duelos, que as memórias locais ou as crónicas monásticas nos legaram em singulares narrativas.
Adversário comum de muitos credos, o Diabo, rei dos Infernos, desdobra-se também em denominações que premeiam a nossa capacidade de imaginação: ao lado dos mais prosaicos e populares diabretes, diachos, dianhos, demos, satanazes, mafarricos, inimigos, bichos negros, crespos, perfilam-se outros pseudónimos mais personalizados e cosmopolitas, como Pero Botelho, Lusbel, Belzebu, Satanás, Asmodeu, Lúcifer, Behemot, Ahasvero, Leviathan, além de muitos outros, isolados ou simbiotas… e da previsível mulher do diabo.
Rebusque-se bem fundo a arca das nossas memórias, de norte a sul, e lá veremos agitar-se uma pletora de seres demoníacos criados por milénios de superlativos terrores, filhos do Desconhecido:
O Fradinho da mão furada, rodeado de vultos negros, bruxas nuas untadas de preto que à noite lhe vêm beijar a mão. o Pesadelo, bicho que tapa a boca a quem está a dormir; a Mão de ferro, invisível, que nos esbofeteia na cara quando está muito vento e nos metemos debaixo das árvores; o Trasgo, que nas terras transmontanas se apresenta também como um espírito do nevoeiro, perseguidor de mulheres a quem atira pedras pelas janelas; o Tardo, um diabo noturno que visita os que dormem e acordam com um grande pesadelo; o Pedro das Malasartes, personagem que surge nas óperas portuguesas populares do Bairro Alto e Mouraria do século XVIII; o Medo, na tradição mirandesa, parecido com um homem muito alto, vestido de branco; a Coisa ruim, que ao toque das Trindades, hora aberta, aparece nas encruzilhadas na forma de uma porca com bácoros ou galinha com pintos; o Trango-mango, coisa má que acontece a alguém; o Homem das sete dentaduras, génio maléfico que aparece no sítio do Cerro Vermelho, Algarve, à hora do meio-dia…
De todas estas designações e associados do emblema meléfico nos deram aturada conta etnólogos como José Leite de Vasconcelos, Teófilo Braga ou Consiglieri Pedroso, em preciosos repertórios da nossa mitologia e superstições populares. Este argumentário sobrenatural, de fundo pagão, é o resultado natural da fusão migratória de quantos contributos deram à nossa costa ou nos acederam pelos contrafortes do interior.
Gregos e Romanos colocaram o seu Plutão no trono infernal, junto com a consorte Prosérpina, amparados pela corte diabólica e guardados pelo terrível Cérbero. O Cristianismo revogou tão alto mandato e destituiu-os de tão importante posição, despenhando-o nas mais profundas trevas e passou a chamá-lo de «anjo maldito». A partir daí, Belzebu refinou em maldade e tornou-se acérrimo perseguidor de tudo que há de santo e bom.
Joaquim Fernandes, excerto in “Portugal: uma história de prodígios” (Porto, Book Cover, 2019).
Historiador (CTEC-UFP).
Pode ser uma imagem de texto que diz "PORTUGAL. UMA HISTÓRIA DE PRODÍGIOS JOAQU FERNANDES Episódios desconhecidos, esquecidos, ignorados eocultos e da memória nacional BOOK COVER EDITORA"

All reactions:

You and 15 others

1 comment
3 shares
Like

Comment
Share
André Louro

Joaquim Fernandes, por acaso sabe dizer-me se existiu mesmo a Maldição de Marialva e que ligação tinha à demoníaca Dama Pé-de-Cabra, que para mim, não era mais que uma entidade de outro mundo? Talvez extraterrestre?