woke, linguagem inclusiva e etc.

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Pergunta aos defensores da linguagem dita inclusiva:
Se o Persa e o Turco são dois exemplos de limguagem naturalmente inclusiva, porque é que não é lá que se verifica então a maior igualdade entre sexos?
E como é na Estónia e Hungria?
Todos os dias azicrinam a nossa cabeça com estas coisas e até têm estudos. Gostava agora de ler uma excelente explicação…

May be an image of map and text that says "원어원사장 geography_addicted_ Europe GENDERLESS LANGUAGES OR BASICALLY LANGUAGES WHERE THE WORD FOR "HE" AND "SHE" ARE EXACTLY THE SAME GENDERLESS GEOGRAPHY @LOVEROF HAS GENDERS Om! WIKIPEDIA"

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José Pedro Gil

Isso. Eu gostava de ver os wokes a ser inclusivos era no Afeganistão, no Iraque, na Turquia, na Rússia, em Marrocos, na China, na Coreia do Norte, na Arábia Saudita, e noutros assim. Isso é que era coragem.

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mais atual que nunca 1966 Saramago a J R Miguéis

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O ambiente literário português visto por Saramago, em 1966.
Mudou alguma coisa?
«Deixe lá os nossos intelectuais: tirante morder, o mais que fazem, o futuro julgará, e esta porca sociedade do elogio mútuo ou este permanente ajuste de contas de gangs rivais, não merecem mais do que desprezo. Neste triste país, o sage é o homem calado que não quer conhecer ninguém nem quer que o conheçam. Há dias fui ao jantar da entrega do prémio à Isabel da Nóbrega: é de morrer. Tanta impostura, tanta falsidade, tanto esforço para parecer mais inteligente do que o vizinho, e sobretudo mais célebre. E tudo isto sob a capa da modéstia jesuítica, uma capa cheia de buracos de orgulho e inveja. E esta gente é a nata, e esta gente conduz, orienta, dá entrevistas, pontifica, tem opiniões acerca de tudo e de coisa nenhuma. E todos, seja qual for a cor da epiderme, têm um lema- «Hors de l’église (notre église) pas de salut!» E com medo de não nos salvarmos, lá vamos para a sombra do campanário que mais sólido parece, mas sempre com o olho no campanário do vizinho não vá acontecer que a salvação não esteja afinal onde a supúnhamos. Há excepções, claro, há gente digna, sem dúvida, mas a balbúrdia não deixa que as suas vozes se oiçam, e quando através da confusão, do burburinho, se ouve uma voz honesta, responsável, logo a irmandade se faz, logo os campanários afinam os rebates – e enquanto o intruso não se cala, justos céus, é ver quem mais bate.»
Carta de 20 de Março de 1966 para José Rodrigues Miguéis

Morreu a economista Teodora Cardoso

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ECONOMIA

Morreu a economista Teodora Cardoso

Morreu a economista Teodora Cardoso
Tiago Miranda

A economista e primeira presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, morreu este sábado em Lisboa aos 81 anos

A economista e primeira presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, morreu este sábado em Lisboa aos 81 anos, disse à Lusa fonte do Banco de Portugal.

Nascida em Estremoz, licenciada em Economia pelo Instituto Superior de Economia, Teodora Cardoso desenvolveu grande parte da sua carreira no Banco de Portugal, encontrando-se reformada atualmente.

Foi economista do banco central durante quase duas décadas, chefiou o Departamento de Estatísticas e Estudos Económicos, foi consultora da administração e administradora entre 2008 e 2012.

Entre março de 1973 e setembro de 1992 esteve no Departamento de Estatística e Estudos Económicos, com funções de coordenadora do núcleo de Economia Monetária, Diretora de Departamento e Consultora da Administração.

Além disso, participou em vários projetos do banco central, nomeadamente na elaboração da Lei Orgânica do Banco de Portugal (1975) e na reformulação geral das estatísticas monetárias (1976/1977).

Esteve envolvida na negociação dos acordos de estabilização com o Fundo Monetário Internacional (1984/1985) e representou o Banco de Portugal no Sub-Comité de Política Monetária do Comité de Governadores da Comunidade Europeia, de 1990 a 1992.

Em 1992, passou a trabalhar para o Banco Português de Investimento, onde foi consultora da administração até 2008, segundo a biografia patente na página do Conselho de Finanças Públicas, organismo que nasceu na sequência do programa de ajustamento financeiro, e a que presidiu entre 2012 e 2019.

Foi substituída pela professora universitária Nazaré Costa.

Luís Aguiar-Conraria

Morreu Teodora Cardoso. Uma das grandes da nossa profissão, que, com o meu pai, traduziu a Riqueza das Nações de Adam Smith.
Era impossível ter encontrado melhor pessoa para ser a primeira líder do Conselho de Finanças Públicas, que tão importante se tem revelado.
EXPRESSO.PT
Morreu economista Teodora Cardoso

UMA MULHER POLÍCIA

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Pela primeira vez uma mulher polícia assume cargo na direção nacional da PSP
Lisboa, 07 set 2023 (Lusa) – A direção nacional da Polícia de Segurança Pública vai ter pela primeira vez uma mulher polícia, com a nomeação de Paula Peneda como diretora nacional adjunta de recursos humanos, indicou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).
Em comunicado, o MAI avança que o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, aceitou os nomes propostos pelo novo comandante-geral da Guarda Nacional Republicana e novo diretor da Polícia de Segurança Pública para as cúpulas destas duas forças de segurança.
Segundo o MAI, Paulo Silvério, que desde 2021 desempenha funções de Comandante da Unidade de Intervenção da GNR, é o novo segundo comandante-geral da corporação.
A estrutura de topo da PSP passa a integrar Paula Peneda como diretora nacional adjunta de recursos humanos, Paulo Lucas como diretor nacional adjunto de operações e segurança, Bastos Leitão como diretor nacional adjunto de logística e finanças e Paulo Pereira como inspetor nacional.
Paula Penedo é comandante do Comando Metropolitano do Porto da PSP desde 2020, Paulo Lucas, que é o atual comandante da Unidade Especial de Polícia, regressa à direção nacional da Polícia de Segurança Pública 11 anos depois de sair, Paulo Pereira é atualmente comandante do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e Bastos Leitão é desde 2019 diretor do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna.
O novo comandante-geral da GNR, Rui Veloso, o primeiro oficial oriundo da Guarda a comandar a instituição, e o novo diretor da PSP, José Barros Correia, tomaram posse na passada segunda-feira e substituíram no cargo José dos Santos Correia e Manuel Magina da Silva respetivamente.
Foram hoje publicadas em Diário da República as concessões de louvores e medalhas de serviços distintos de segurança pública, grau ouro, a José dos Santos Correia, da Guarda Nacional Republicana, e a Manuel Magina da Silva, da Polícia de Segurança Pública.
No louvor, o ministro da Administração Interna destaca a “prestimosa e incansável intervenção” do ex-comandante da GNR na adequação dos procedimentos internos e da atividade operacional às medidas extraordinárias e de caráter urgente durante a pandemia de covid-19, bem como o papel que desempenhou ao nível da cooperação e da colaboração internacional.
José Luís Carneiro realça também o papel desempenhado pelo diretor da PSP durante a pandemia, além de ter determinado “um novo impulso no âmbito do policiamento de proximidade e de visibilidade”.
CMP // FPA
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LISBOA OS ENTEADOS DA SERAFINA

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« (…) Três semanas depois da “não-visita” do Papa à Serafina, uma equipa de reportagem da SIC Notícias voltou ao local, e lá continua o Luís com teto, mas sem casa, vivendo em condições inimagináveis numa capital europeia. Ele, como tantas e tantos outros moradores, não vê nem todos os cafezinhos que o presidente da CML, Carlos Moedas, diz tomar no bairro, nem o seu “contacto diário” com as pessoas que ali moram, nem a sua preocupação que muitas vezes não o “deixa dormir à noite”, e ainda menos qualquer ação.
Segundo a reportagem: “A autarquia tem 800 milhões de euros para investir em habitação na capital, mas a Serafina e o Bairro da Liberdade, cuja origem é clandestina, ficaram de fora.” Diz ainda a reportagem que a CML, contactada pela SIC, “não esteve disponível para prestar esclarecimentos”.
O Luís pede que seja feito na Serafina o que foi feito no Bairro da Boavista. Ora, eu acompanhei do interior o realojamento das pessoas do Bairro da Boavista para o novo bairro social, assim como o de uma parte do Bairro do Zambujal. Lembro-me da alegria de quem vivia nas barracas, de quem tinha um teto, mas passou a ter uma casa. “Foi o melhor dia da minha vida”, disse-me o João, que viveu o realojamento como se fosse um prémio e não como o cumprimento de um direito.
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento. O mau funcionamento dos elevadores, os obstáculos para as pessoas com dificuldades de locomoção. A humidade nas casas, as canalizações defeituosas, os ratos, as baratas. Habitações que continuaram a ser tetos, mas que, aos poucos, se foram tornando menos “casa”.»
[ Luísa Semedo, “Público”, 7/09/2023]
Ter teto não é ter casa
PUBLICO.PT
Ter teto não é ter casa
As casas eram grandes, bonitas, novas, assim como os elevadores, os espaços verdes, os equipamentos para as crianças, mas, aos poucos, vi também a degradação, a falta de manutenção, de acompanhamento.

Não tenho a declaração amigável no carro: o que fazer?

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Em caso de acidente, deves sempre preencher a declaração amigável. Mas, e quando nenhum dos intervenientes a tem? Descobre a alternativa!

Source: Não tenho a declaração amigável no carro: o que fazer?

Morre Giovanni Ricciardi, o crítico italiano que mais divulgou a literatura brasileira – Jornal Opção

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Pelo que fez pela literatura, merece estátua em praça pública — uma homenagem justa a um intelectual que amava o Brasil e o explicava para estrangeiros e brasileiros – Imprensa

Source: Morre Giovanni Ricciardi, o crítico italiano que mais divulgou a literatura brasileira – Jornal Opção

ORWELL E H G WELLS

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“O que Orwell temia eram aqueles que proibissem os livros.
O que Huxley temia era que não houvesse razão para proibir um livro, pois não haveria ninguém que quisesse lê-lo.
Orwell temia aqueles que nos privariam de informações.
Huxley temia aqueles que nos dariam tanto que seríamos reduzidos à passividade e ao egoísmo.
Orwell temia que a verdade nos fosse escondida.
Huxley temia que a verdade fosse afogada num mar de irrelevância.
Orwell temia que nos tornássemos uma cultura cativa.
Huxley temia que nos tornássemos uma cultura trivial.
Como Huxley observou em Admirável Mundo Novo Revisitado, os libertários civis e os racionalistas que estão sempre alertas para se oporem à tirania “não levaram em conta o apetite quase infinito do homem por distrações”.
“Em 1984”, acrescentou Huxley, “as pessoas são controladas infligindo dor. No Admirável Mundo Novo, elas são controladas infligindo prazer.” Em suma, Orwell temia que aquilo que odiamos nos arruinasse. Huxley temia que aquilo que amamos nos arruinasse.”
Neil Postman (Livro: Divertindo-nos até a Morte https://amzn.to/3OTfAfr) (Arte: Colagem de Joe Webb)