Author Anthony Barcellos has died at age 72 – Sacramento, CAPortuguese American Journal

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Portuguese American author, Anthony Barcellos, has died at age 72 at the Mercy San Juan Medical Center in Sacramento, California, due to complications following a hemorrhagic stroke. Born in 1951, with roots on Terceira Island,

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Morreu Manuel Cargaleiro, aos 97 anos. Presidente destaca um artista que “nunca deixou o cosmopolitismo significar desenraizamento” – Expresso

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O anúncio foi feito pelo Presidente da República numa nota de pesar “pela morte de Mestre Cargaleiro”. Na despedida, Marcelo lembra o último encontro com o artista, há semanas, em Lisboa, destacando o ceramista e pintor, “mas também desenhador, gravador e escultor” que deixa “a sua assinatura em igrejas, jardins ou estações de metro, e em inúmeras peças”

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Novos Rurais – Viver Em Portugal ·

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“COMO SE PREPARAR PARA O COLAPSO FINANCEIRO MUNDIAL” – Viva simples
1. Aprenda a plantar, não só uma horta, mas também culturas básicas (milho, mandioca, etc.) e árvores (frutíferas, nativas, lenhosas);
2. Crie uma conexão com algum terreno, seja seu ou de um parente, um projeto, uma horta comunitária, etc. Envolva-se com as pessoas que ali vivem, procurando aos poucos formas de passar mais tempo no campo do que na cidade, aprendendo a plantar, construir, tratar resíduos orgânicos e curar na natureza;
3. Desenvolva competências práticas (cozinha, carpintaria, reparação de máquinas, processamento alimentar, costura, etc.). Ensine essas habilidades aos filhos e amigos, vizinhos, vizinhas;
4. Encontre um grupo de apoio mútuo, onde as pessoas cuidem umas das outras, produzam coletivamente produtos de necessidades básicas, como produtos de higiene natural, remédios naturais, como xaropes e tinturas de ervas, processamento de alimentos, como alimentos conservados e fermentados;
5. Simplifique sua vida agora, liberando mais espaço e tempo. Descubra tudo o que você pode fazer sem dinheiro, caminhadas, exercícios, artesanato e artes corporais, convívio com entes queridos, jardinagem;
6. Afaste-se da lógica de consumir cada vez mais. Prefira produtos artesanais que durem muito tempo, de qualidade, feitos por pequenos produtores, empresas sociais e empresas económicas solidárias. Faça trocas, dê e receba presentes por valor emocional, e não por valor financeiro;
7. Troque, armazene, multiplique e divulgue sementes nativas (nativas, não geneticamente modificadas, produzidas pela agricultura popular e familiar);
8. Reconheça que a vida será muito melhor depois! Estamos apenas em transição. “Nossa criatividade é o limite do sistema”.
Isso se chama Permacultura…
Via: Carlos Alberto Tavares Ferreira 🌱💧
Founder / CEO / Carbon Zero
May be an image of collard greens, chard and cold frame
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Mário Abrantes · TRABALHADORES E CLASSE MÉDIA

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TRABALHADORES E CLASSE MÉDIA
Carmo Afonso, advogada e cronista do jornal nacional Público, merece uma referência particular porque é uma (um) daquelas (daqueles) jornalistas raras (raros) que resiste, apesar de saltar fora dum carreiro percorrido pela maioria seus colegas, tanta vez condicionados pela precária sobrevivência profissional, hoje transformada frequentemente em objeto de chantagem pelos donos da informação. E isto apesar da liberdade de opinião constituir um direito consagrado no país.
Mas não é só por esta prova de coragem e verticalidade profissional que Carmo Afonso me merece uma referência particular, é também pela sua interessante opinião sobre o que considera a fantasia de se pertencer à “chamada” classe média na nossa sociedade, em prejuízo manifesto da consciência de se pertencer à classe trabalhadora. A verdade é que hoje se troca com demasiada frequência o termo trabalhador ou assalariado (operário, empregado, funcionário) pelos simpáticos termos de colaborador, de empresário em nome individual, ou de distribuidor independente, e a maioria desta gente perde identidade e passa a sofrer da atração de pertencer a uma coisa fluida e indefinida, mas muito notabilizada e valorizada socialmente, chamada classe média, em lugar de ser considerada e considerar-se como parte objetiva de um dos estratos vulgarizados como mais humildes da sociedade, a classe trabalhadora.
O mérito desta verdadeira social-democrata, como ela própria se intitula (por convicção?), é o de garantir que, mais ou menos humilde, mais ou menos travestida de outras condições, mais ou menos renegada pelos seus próprios membros, a classe trabalhadora existe e continuará a existir.
“…. Se tenho de acordar cedo para ir trabalhar na segunda-feira, se não posso viver sem trabalhar ou sem ter trabalhado, se não recebo rendas, juros, lucros ou outros benefícios empresariais para viver, então sou da classe trabalhadora…”. Tal é a condição da esmagadora maioria dos portugueses que, por mais que desejem outra coisa, não se transformam só por isso em burgueses ou membros da chamada classe média, assim instituída afinal para conveniência de uma minoria de ricos atualmente bem instalada do ponto de vista político-económico e com manifestas intenções de continuar assim…
65% dos jovens portugueses com menos de 30 anos recebe menos de mil euros por mês e trabalha em condições precárias. Só a luta unida de quem trabalha e em particular dos jovens trabalhadores lhes poderá garantir um futuro diferente e melhores condições de vida, e nunca o alheamento da sua condição laboral ou a entrega do seu voto às direitas, mais radicais ou não.
A vontade de pertencer à classe média como afirma Carmo Afonso, ou a ausência de consciência de classe, da parte de quem trabalha e especialmente da juventude, não ajuda de forma nenhuma à melhoria das suas condições de vida e de trabalho, ou dos portugueses em geral e dos açorianos em particular.
As lutas sindicais e laborais e a defesa política e social de quem trabalha, podem estar fora de moda, mas, antes mais cedo que tarde, elas são e serão sempre a condição e a arma coletiva mais adequadas à efetiva subida dos rendimentos e qualidade de vida dos trabalhadores, isto é, da esmagadora maioria da população.
E os tempos mostram-nos que, mesmo fora de moda, há sempre quem insista no uso de uma tal arma coletiva. Só quem não luta nunca ganha, e essas corajosas ações continuam ainda assim bem presentes no nosso quotidiano, também para que, pelo exemplo, frutifiquem e se reproduzam…
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Ana Galvao, Elsa Cardoso Vicente and 24 others

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