morreu Kissinger

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Rui Pedro Antunes
Editor de Política
Enquanto dormia…
… morreu, aos 100 anos, Henry Kissinger, um dos mais poderosos diplomatas norte-americanos do pós-Guerra, com especial atividade durante a Guerra Fria, como conta a Filomena Martins. Kissinger foi Secretário de Estado dos EUA — órgão correspondente a ministro dos Negócios Estrangeiros — dos presidentes Nixon e Ford, mas o seu poder foi muito para lá das funções executivas. A história de Kissinger cruzou-se muitas vezes com a de Portugal. Frank Carlucci, embaixador em Portugal no período revolucionário, contou numa entrevista ao Expresso em 2014 como o diplomata queria isolar o país por considerar que estava perdido para os comunistas. Por volta da mesma altura, em 1976, José Afonso dedicou-lhe uns versos pouco amigáveis na música Os Fantoches de Kissinger. O diplomata foi sempre um dos grandes impulsionadores e era o mais antigo membro do Grupo de Bilderberg. Pode ainda revisitar o ensaio de André Abrantes Amaral no centenário de Kissinger, o europeu ambíguo,bem como o programa E o Resto é História sobre o diplomata.

luto no automobilismo

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Jorge Cirne, esse carismático navegador 🏁
Dias depois da partida do Joaquim Moutinho, acabou por falecer mais uma figura importante da história dos Ralis em Portugal: Jorge Cirne, um dos mais conceituados navegadores dos anos 70.
De uma constante alegria e simpatia, Jorge Cirne fez a sua primeira prova em 1970, ao lado de Victor Colaço Marques, na quarta edição do Rally TAP.
Depois, em 1971, fez duas provas a navegar Conde Botelho, dando início a uma carreira onde ditou notas a alguns dos melhores pilotos nacionais da época: Francisco Santos, Jorge Alves, Américo Nunes, Mário Silva e Giovanni Salvi foram alguns dos pilotos com os quais fez equipa, em quase meia centena de provas.
Foi ao lado de Mário Silva, em 1980, c/ um Ford Escort RS que conseguiu o seu melhor resultado, o triunfo no Rali James/Póvoa do Varzim.
Até sempre e obgd Jorge Cirne!
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Zé Catalao

Uma geração da história de ouro do nosso automobilismo que vai desaparecendo, mas nunca se há de perde no tempo e será sempre recordado. 🙏👏👏🇵🇹
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Pinhas Piloto

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Perdemos mais um dos grandes nomes do nosso desporto.
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morreu LUÍS AGUILAR (CANADÁ)

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FALECIMENTO DE LUÍS AGUILAR (1951-2023)
Informo todos os nossos amigo(a)s e conhecido(a)s que o nosso querido LUÍS AGUILAR faleceu hoje, dia 23 de Novembro, em Montreal (Canadá) às 10h13.
Dia 8 de junho, caiu na rua e partiu a anca direita. Foi operado. Seguiu-se a ablação da vesícula, que provocou infeção atrás de infeção.
Esta manhã, depois de ter perdido as forças físicas devido a uma hospitalização prolongada de 5 meses e meio, o corpo perdeu a guerra contra a mente/espírito.
O Luís lutou, lutou, lutou. Sou testemunha do quanto ele quis viver ainda, pois estive com ele ao longo de todos os dias.
Meu querido Luís até ao nosso reencontro, o teu sofrimento terminou. Partiste em paz e rodeado de amor. Onde estiveres, eu estarei SEMPRE contigo.
Gratos eternamente, eu e o Luís a quem nos acompanhou e deu-nos forças para lutar contra tanta adversidade.
Vitália de Aguilar
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MORREU O ENCENADOR CARLOS AVILEZ

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MORREU O ENCENADOR CARLOS AVILEZ
Morreu o encenador e ator Carlos Avilez, fundador do Teatro Experimental de Cascais
O encenador e ator Carlos Avilez, faleceu hoje, aos 88 anos, vítima de paragem cardio-respiratória, no Hospital de Cascais, disse à agência Lusa fonte do Teatro Experimental de Cascais, do qual foi um dos fundadores.
De acordo com a mesma fonte, Carlos Avilez deu entrada na terça-feira no Hospital de Cascais com uma indisposição, e viria a falecer cerca das 02:00 da madrugada de hoje naquela unidade hospitalar.
Carlos Vitor Machado, mais conhecido por Carlos Avilez, nasceu em 1935, como confirma o Teatro Experimental de Cascais, e estreou-se profissionalmente como ator em 1956, na Companhia Amélia Rey Colaço – Robles Monteiro, onde permaneceu até 1963.
Com uma vida dedicada ao teatro, foi um dos fundadores do Teatro Experimental de Cascais (TEC), que completou 58 anos de existência a 13 de novembro último.
“O TEC está muito consternado com o falecimento desta figura notável do teatro. Ele estava com a saúde fragilizada, mas continuou sempre com muita vontade de trabalhar, porque ainda encenou a peça ‘Electra’, que estreou a 18 de novembro”, segundo a mesma fonte.
Esta última peça encenada por Avilez, a partir da trilogia “Electra e os fantasmas”, de Eugene O’Neill – a 177.ª produção do Teatro Experimental de Cascais — estreou-se no auditório Academia Artes do Estoril, no Monte Estoril, Cascais, a 18 de novembro, e ficará em cena até 17 de dezembro.
Carlos Avilez foi presidente do Instituto de Artes Cénicas, diretor do Teatro Nacional S. João, no Porto, e diretor do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, tendo fundado a Escola Profissional de Teatro de Cascais, a cuja direção pertencia, integrando, também, o corpo docente.
Em 1964, dirigiu o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC), trabalhou com o ator Raúl Solnado no Teatro Villaret, em Lisboa, e em 1970 foi diretor artístico e responsável pelo dia consagrado a Portugal na Expo’70 em Osaka, no Japão.
Em 1979 foi nomeado, juntamente com Amélia Rey Colaço, diretor da Companhia Nacional de Teatro I – Teatro Popular, então sediada no Teatro São Luiz, em Lisboa.
Trabalhou em França com Peter Brook e na Polónia com Jerzi Grotowsky, e, além de teatro, encenou várias óperas entre as quais “Carmen”, “Contos de Hoffmann”, “As Variedades de Proteu”, “O Capote”, “Inês de Castro”, “O Barbeiro de Sevilha” e “Madame Butterfly”.
Foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique em 1995 e com as Medalhas de Mérito Municipal da Câmara Municipal de Cascais, de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e da Associação 25 de Abril.
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Elvira Fernandes

Nas artes, como na vida, de vez em quando recebemos uma boa notícia, mas todos os dias recebemos uma má notícia!
Os meus pêsames à família e a todos os que trabalhavam com ele.