Afinal, quem pode comprar a TAP? Ministro Pinto Luz dá explicações

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O ministro das Infraestruturas adianta que “podem apresentar proposta dois tipos de entidades: um investidor estratégico do setor, ou seja, uma companhia aérea, por exemplo; ou um consórcio liderado por esse investidor estratégico”.

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TAP: “ou cresce ou morre”. Crescendo, devolverá o dinheiro aos contribuintes?

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Por um lado, há quem considere que a TAP tem condições para devolver aos portugueses os 3,2 mil milhões de euros injetados desde 2020. Por outro, há quem alerta que as avaliações têm de ter por base “a realidade do mercado e não estimativas desfasadas”. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou, esta quinta-feira, que o Governo vai privatizar 49,9% da TAP. Este é o primeiro passo para arrancar com a venda da TAP, que vai voltar a ter acionistas privados depois de em 2020 o Governo de António Costa ter avançado para a nacionalização para reduzir o impacto da Covid-19 na

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A matemática da aviação: os mapas enganam-nos

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Porque é que os aviões não circulam em linha reta, mesmo quando as condições climatéricas o permitem? Às vezes, dar uma curva poupa quilómetros — o globo ilude-nos. Se já fez uma viagem pelo Pacífico de avião, pode ter-se apercebido de que o seu voo não foi feito em linha reta. Geralmente, a maioria dos aviões, quando passam no maior oceano da Terra, fazem uma curva, contornando a grande massa de água. Uma das razões é evidente: se houver uma emergência, ao atravessar o gigante Pacífico poucas ilhas existem que possam fornecer assistência. Se circular mais a norte, porém, há

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AO MINUTO: “Aconteceu muito depressa”; “Um dos piores acidentes”

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Acompanhe aqui AO MINUTO os acontecimentos relacionados com a queda de um avião na Índia, no qual seguiam sete portugueses.

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AO MINUTO: Sobreviventes encontrados (um no lugar); 7 portugueses a bordo

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“SATA-TE” E ESPERA PORQUE FICAS EM TERRA

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“SATA-TE” E ESPERA PORQUE FICAS EM TERRA
No nosso modelo político há quatro grandes funções do Estado: educação, saúde, defesa/ segurança e protecção social. Porém, função não menos relevante, talvez não tanto valorizada pelo comum habitante de um território sem descontinuidades, é, e cito a ATM, “a mobilidade, direito fundamental que deve ser inequívoco e irreversível, garantindo que todos os cidadãos possam deslocar-se de forma acessível, eficiente e sustentável”. Convenhamos, numa realidade arquipelágica a sua importância é vital.
Os tempos da TAP já lá vão, dissipados numa estranha bruma que nunca permitiu enxergar o motivo do seu desaparecimento nos céus do Faial. Mais tarde, um concurso traria a possibilidade da rota ser assumida por uma certa companhia privada, que nunca aterrou, tendo até reclamado judicialmente da decisão antes do seu desastre final. E assim eis que chega o monopólio da dita empresa de bandeira da Região, especialmente para gáudio de alguns, não sendo difícil descortinar a razão…
Entretanto, fosse por mau-olhado, pela economia de escala, escassez de recursos, crises nacionais e internacionais e/ou, quiçá, fosse sobretudo pela turbulenta gestão global ao longo dos anos de viagem, como os relatórios oficiais põem de manifesto, a verdade é que a SATA cada vez borrega mais e mais e não aterra calma e definitivamente como seria exigível. Para evitar o escrutínio e o rombo na algibeira do contribuinte, o azimute escolhido foi o da privatização, mas a pergunta que se impõe é óbvia: se sob a batuta do GRA é o que é, quem nos garante que na alçada de um privado o serviço público, diga-se, verdadeiramente adequado a quem dele depende, será cumprido?
Atrasos das aeronaves, bagagens em terra e cancelamentos estão autenticamente em piloto automático. Mas mais dramático e inaceitável é o completo vendaval que se abate cada vez mais violentamente sobre o dito direito à mobilidade de quem vive por cá. Publicita-se selvaticamente os Açores, melhor dito, S Miguel e Terceira, como destino turístico para quê? Os transeuntes ali ficam. Os de cá não saem durante dias a fio, nem com escala, e nem sequer os doentes com necessidades diagnósticas ou terapêuticas escapam ao imbróglio, seja para rumar a outra ilha, seja à península. Vergonhoso é o termo, uma miséria que já nem sequer é somente típica de certos períodos críticos do ano. Querem fixar gente nestes pequenos atoleiros à tona do oceano que nem garantida tem a saída por um qualquer sério percalço familiar?
Sim, o governo anterior, como piloto-mor da companhia, pode ter toda a responsabilidade desta rota de colisão, mas chega de aulas de história, de dirigir com os olhos cravados no retrovisor, um tique comum a todos os políticos da treta, porque a Terra já deu suficientes voltas ao sol para que este tremendo problema não fosse mitigado pela actual Tutela. Aos decisores cabe o diagnóstico e o tratamento. A plebe, que não se preocupa com essa caixa negra, exige resultados. Que os governantes e deputados que vejam os queixumes nos média e nas redes sociais, pois a primazia nos lugares, fruto desse estatuto, tolda-lhes a penosa realidade onde plana o cidadão comum. Assobiando para o lado, como tem ocorrido, só pode ser por má-fé ou pura incompetência.
E já agora onde anda aquele grupo de cidadãos cá do burgo tão prolixamente preocupado com a mobilidade e a aeronáutica, que agora vai gemendo de vez em quando, mas que tanto ruído outrora fazia? Apetece questionar: na altura eram motivações genuinamente sociais ou apenas políticas?
Isto tem vindo de mal a pior e ultimamente a queda tem sido vertiginosa. Para cúmulo, há um perpétuo irritante no final de cada viagem da e para Horta: “Foi um prazer tê-los connosco e obrigado por voarem com a SATA”. Ora porra, que remédio (isto dito de forma soft para não recorrer a um vitupério)!
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