Armando Esteves Domingues é o novo bispo de Angra | Sete Margens

O actual bispo auxiliar do Porto, Armando Esteves Domingues, será nomeado oficialmente esta sexta-feira, 4 (ou sábado, 5) como o novo titular da diocese de Angra, vaga há mais de um ano. O nome de Armando Domingues apareceu nos últimos meses como um dos que sairia do Porto para uma das três dioceses

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interpretar a bíblia

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A Bíblia dos cristãos: uma ementa de escolhas difíceis
Um aspecto que nunca deixa de surpreender quem conheça minimamente a Bíblia é como o cristianismo desde há séculos se baseia numa sobrevalorização de certas passagens da Bíblia – tidas, pelas igrejas, como a verdade absoluta de Deus – e numa desvalorização total de outras passagens tidas, pelas mesmas igrejas, como inconvenientes e, consequentemente, votadas ao “delete”.
Um desafio inicial que se colocou ao cristianismo foi decidir o que aproveitar das complexas e labirínticas normas e obrigações expressas na Lei judaica. Seria possível deitar aquilo tudo para o lixo e começar do zero?
Convenientemente, o apóstolo Paulo deixou escrito que a Lei judaica valeu até Cristo (Gálatas 3:24) e que Cristo representa o fim da Lei (Romanos 10:4). No entanto, a grande finalidade prática desta insistência por parte de Paulo era provar que, não obstante a sua exigência incontornável por parte de Deus (Génesis 17:10), os homens cristãos não estavam obrigados a submeter-se à circuncisão.
Porém: escritos posteriores a Paulo – desde logo o Evangelho de Mateus – vieram baralhar este quadro. No capítulo 5 do seu Evangelho, Mateus atribui a Jesus a declaração de que não veio para abolir a Lei judaica, mas sim para a cumprir: e que não há pormenor da Lei, por mais ínfimo que seja, susceptível de desvalorização (Mateus 5:18).
Assim, para um estudioso da história do cristianismo é concebível que, se perguntássemos ao Jesus de Mateus se ele exigia a circuncisão, ele teria respondido “sim”. Se fizéssemos, contudo, a mesma pergunta ao Jesus dos outros Evangelhos (não só de Marcos, Lucas e João, mas também do apócrifo Tomé), ele teria dito redondamente “não”. No que ficamos? É complicado.
O emaranhado de preceitos e de regras no livro de Levítico foi sempre um piso escorregadio para cristãos que querem viver e impor valores bíblicos – mas selectivamente. Arrumada a questão da circuncisão, o clero cristão dos primeiros séculos deu-se conta de que, apesar de tudo, alguma coisa se podia aproveitar deste livro do Antigo Testamento.
Antes de mais, a obrigatoriedade do pagamento do dízimo (Levítico 27:30-34), sustento milenar das igrejas. A condenação à morte dos homossexuais (Levítico 20:13) também foi aproveitada e incorporada no primeiro grande código legislativo cristão, instituído no tempo do imperador Justiniano (século VI). A pena de morte como castigo da homossexualidade só saiu das legislações europeias no século XIX graças a um demónio iconoclasta chamado Napoleão. É claro, pois, que a homossexualidade atenta contra os valores judaico-cristãos! Está na Bíblia!
Mas há outras coisas que andamos todos a fazer mal, além do casamento gay. Desaconselho vivamente todo o cristão a comer qualquer prato tradicional da cozinha portuguesa, desde cozido à portuguesa a tripas à moda do Porto. Porquê? Estes pratos contêm algo que a Bíblia nos proíbe de comer: gordura (Levítico 3:17). Já agora, no catolicíssimo Minho com as suas papas de sarrabulho, seria bom que lessem o mesmo versículo citado. Quem gosta de caracóis também fique sabendo que não os pode comer (Levítico 11:28-29). Quanto ao porco, deve ser das proibições bíblicas que toda a gente conhece (Levítico 11:7-8), mas a que nenhum cristão liga qualquer importância. Também ninguém invoca valores judaico-cristãos para evitar entrar numa marisqueira, com base na proibição bíblica de comer mariscos (Levítico 11:10-12). Faisão também é proibido (Levítico 11:19), mas nenhum cristão que eu conheça se recusa a comê-lo.
Dir-me-ão que estou a dar exemplos da Lei judaica – o que interessa a um cristão se um judeu não pode comer chouriço? Problema dele.
Mas o problema não é tão simples: afinal a Lei judaica é ou não vinculativa para cristãos? Sim (Mateus)? Ou não (Paulo)? Porque é que, deste mesmo Levítico que tenho estado a citar, é vinculativa a obrigatoriedade do dízimo e a condenação da homossexualidade – mas não são vinculativas as outras coisas?
Nos primeiros séculos do cristianismo, houve denominações (rotuladas de heréticas pela ortodoxia católica) que consideravam obrigatória a circuncisão: por exemplo, ebionitas e maniqueístas. No caso dos maniqueístas o assunto é especialmente curioso, porque eles rejeitaram TUDO do Antigo Testamento, a não ser a obrigatoriedade da circuncisão: foi a única regra judaica que os maniqueístas não se atreveram a repudiar.
Outras seitas consideravam que as proibições alimentares da Lei judaica significavam no fundo a proibição de comer carne e peixe – e por isso preconizavam o vegetarianismo.
Era difícil – e ainda é – fazer uma leitura coerente desta questão.
Volto ao mesmo: a lei judaica é válida para cristãos? Se eu perguntar a um amigo católico se ele acha que quem apanhar lenha ao sábado deve ser apedrejado até à morte (Números 15:35), ele vai responder-me “estás parvo?” Mas se eu lhe perguntar se ele acha que há incompatibilidade entre valores judaico-cristãos e homossexualidade, ele tem sustento para dizer: “Frederico, tenho tanta pena.”
O livro do Antigo Testamento em que claramente a homossexualidade é apresentada como situação contrária à Lei judaica e consequentemente merecedora da condenação à morte é o livro de Levítico (20:13). Isto porque modernos estudiosos da Bíblia já não interpretam o episódio de Sodoma e Gomorra como condenação da homossexualidade, tal como o profeta Ezequiel (16:49) o não fizera.
O gigantesco Antigo Testamento, com as suas mais de 600 000 palavras no original hebraico, contém apenas dois versículos a condenar a homossexualidade.
Por suprema ironia do destino, quem no NOVO Testamento condena a homossexualidade não é nenhum dos evangelistas, nem Jesus pela pena dos evangelistas, mas sim Paulo – justamente o apóstolo que proclamou a obsolescência da Lei judaica! (Mas só para o que lhe convinha.)
(na imagem: Paulo a ler a Bíblia, por Guercino)
Shusan Liurai, Rosa Horta Carrascalao and 2 others
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  • Shusan Liurai

    E ainda algo que li recentemente mas que não tenho conhecimento para avaliar a veracidade: o Antigo Testamento está em hebraico antigo. Todas as palavras têm múltiplos significados (e está cheia de recursos estilísticos e interpretações cabalísticas com base no número de letras, palavras por linha, passíveis de interpretações múltiplas).Por exemplo, o Isaac a ser morto por Abrão poderia não ser o filho do patriarca mas sim o seu sorriso e a alegria de viver. Também a palavra que se associa à homossexualidade (aqui falo mesmo “de cor”) referia-se mais à pedofilia do que à homossexualidade. Por isso há sinagogas de corrente humanista que aceitam casamentos homossexuais.
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  • Shusan Liurai

    Também li algures que a oração primordial dos cristãos deveria ser a dos judeus, a “Shema Israel” (ouve Israel) e estará algures indicado num dos Evangelhos do Novo Testamento. Não sei por que mudou para o Pai Nosso (assim como não percebo por que o dia de descanso passou de Sábado para Domingo, embora desconfie que tenha sido por decreto e não com base bíblica. Afinal, Jesus era um judeu praticante, a Última Ceia foi na verdade o jantar do início da Páscoa Judaica em que se come pão ázimo e até fez o seu Bar Mitzvá ao apresentar-se na sinagoga no início da adolescência).
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  • Filipe Martins

    Dos comentários ao artigo (que vai redundar sempre na questão da homossexualidade, não sei bem porquê), há a destacar estes dois:
    “O modo como é apresentada a relação entre cristianismo e lei judaica é um pouco rudimentar. Quando Jesus afirma que não veio acabar com a Lei, diz também que veio dar lhe vida. É o sentido da letra mais pequena do alfabeto hebraico. Jesus manifestamente não é um observante do Levitico. Insiste que não há alimentos impuros, cura doentes aos sábados e é acusado de não obrigar os seus discipulos a praticarem as abluçoes tradicionais antes das refeições. O Concilio de Jerusalém estabelece, num compromisso entre Paulo e Tiago/Pedro as prescrições judaicas que devem subsistir.”
    e
    “Caro Prof. Frederico Lourenço, muito obrigado pelo seu trabalho e publicações académicas, pela Bíblia LXX em pt, e textos de divulgação geral nas redes sociais. No entanto, o risco em posts pequenos é o de uma simplificação radical. Considerar que o Jesus de Mateus diria um “Sim” a lei judaica é passar de largo que o termo πληρῶσαι que aparece em Mt 5:18 não significa principalmente “cumprir”, mas “levar à plenitude”. E que todos os versículos que se seguem nesse discurso de Jesus em Mateus polemizam com a aplicação radical da Lei que os escribas (τῶν γραμματέων, gramáticos, no grego, pun intended 😅) e fariseus” (v.20) utilizavam. Além disso, em todo o evangelho de Mateus, Jesus é colocado não só em paralelo, mas em lugar superior a Moisés. A expressão “ouvistes que foi dito aos antigos… eu, porém, digo-vos” (repetida em Mt 5) é interpretada por Jacob Neusner, talvez o maior académico judeu do séc. XX, como o grande ponto de quebra entre judeus e cristãos. *** Outro breve comentário tem a ver com a sua expressão “o clero cristão dos primeiros séculos deu-se conta…”, que reduz a enorme diversidade de teólogos dos primeiros séculos, tao influentes como Tertuliano, Orígenes, ou Justino, para citar apenas alguns. *** E, na verdade, as Igrejas (suponho que quando diz Ortodoxia católica é mais uma simplificação) lutaram mais pela preservação do património do Antigo Testamento do que está a sugerir. Certamente apenas por lapso esqueceu referir a heresia marcionita que desprezava o Antigo Testamento como não sendo o do Deus Pai de Jesus… *** Um último comentário é sobre a questão da homossexualidade, que parece sugerir ser um tema espinhoso apenas na Igreja católica, e não na sociedade civil, e até na comunidade científica que continua um cego debate nature-nurture e que não acaba de providenciar argumentos científicos claros que ajudem a um estudo mais sério e respeitoso das questões. Como diz no seu post: “em que ficamos? É complicado”. *** Já agora, bem-haja pela versão dos evangelhos apócrifos que ainda não pude manusear. Só penso que também seria equilibrado reconhecer que, sendo a grande maioria, textos muito tardios em relação aos evangelhos canónicos, seria justo apresentá-los duma forma em que os seus gostos pessoais pesam menos na consideração da autoridade dos mesmos. Pessoalmente considero o de Tomé uma pequena jóia, se bem que, como género literário, nem é um evangelho, mas uma colecção de logia. Alguns, aliás, muito importantes para a critica textual dos sinópticos e João. E vários certamente autênticos. Partilho o meu preferido: “Jesus disse: sede forasteiros” (EvT 42). Como é que traduziu este versículo? Desculpe este longo comentário, bem-haja pelo seu trabalho e publicações!”
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padre preso

MAIS UM CASO QUE ENSOMBRA A IGREJA CATÓLICA….
[ A Polícia Judiciária (PJ) deteve um padre de 63 anos pela alegada prática de crimes de tráfico de pessoas e de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, em Vila Nova de Foz Côa, foi hoje anunciado.]
@ Ryc
País - Padre detido por escravizar e abusar sexualmente de homem com deficiência à sua guarda
OMINHO.PT
País – Padre detido por escravizar e abusar sexualmente de homem com deficiência à sua guarda
Em Foz Côa
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jornada mundial da juventude

Bom dia, amigos.
Num tempo em que tudo é negócio, claro que a Igreja Católica (olha logo com quem…) não anda a dormir. Todos sabemos que na primeira semana do próximo mês de Agosto vai ter lugar na zona de Lisboa a Jornada Mundial de Juventude, assim uma espécie de festival rockeiro para os comedores de hóstias mais pequeninos. A estrela principal? O próprio papa Francisco, pois claro!
Até aqui tudo bem. O papa é uma figura simpática e muito querida, especialmente para os crentes. O problema começa (e acaba, digo eu) nos preços para quem queira assistir ao evento – 235 euros para os miniperegrinos que queiram participar em toda a semana e 125 euros para os que optarem apenas pelo fim-de-semana. É obra! Acho que até os Pink Floyd levam mais barato. Não tenho a certeza, mas vou tentar saber.
Contudo, sejamos justos. Os 235 euros incluem alojamento (aposto que é em tendas…), a alimentação (sopinha e sandes manhosas, está-se mesmo a ver), os transportes entre os concelhos onde se vai realizar a Jornada, ou seja entre Lisboa e Loures (que como sabemos é longíssimo) e, cereja no topo do bolo, um kit de peregrino (uau, que inveja! Eu sempre quis ter um kit de peregrino…).
Mas atenção! Os meninos e as meninas que se inscreverem até 31 de Dezembro terão um desconto de 10%. Por isso, papás e mamãs, bora lá puxar da carteira. A Igreja agradece e as portas do Céu estarão sempre abertas para os vossos rebentos.
Uma boa quarta-feira para todos, mesmo com chuva.
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  • Ernesto Araujo

    A Igreja católica a CML e o governo têm que garantir o livre acesso aos lugares públicos… Sob pena de um estado laico favorecer uma religião Festival mundial da juventude tem que aberto a todos…
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religião ou comércio???

NEGÓCIOS DA «FÉ»…
Só falta promover este negócio nas Telepromoções dos programas televisivos da manhã…
Inacreditável!
Foto : By Paulo Brilhante
@ Ryc
May be an image of 1 person and text that says "C 19:50 PRODUTOS A VENDA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE VELAS LISBOA CRUZ EPISCOPAL 297€ KIT DE VELAS 12€ T-SHIRT 15,90€ DIRETO JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE, LISBOA GRANDE QUER VER 0 PAPA? SÃO 235 EUROS JORNAL TERÇO 10,10€"
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vergonha de bispo (meu título)

POSTAL DO DIA
Se o Bispo do Porto pudesse, quantas almas não purificaria
1.
O Bispo do Porto é particularmente ofensivo e obsceno no modo como comunica com o mundo.
Basta ouvi-lo 30 segundos para compreender que estamos na presença de um homem que corporiza o mais ignóbil da Igreja Católica.
Sobre a pedofilia, relativiza.
Que não sendo um crime público, o que como sabemos não é verdade, a Igreja não tinha de reportar nada às autoridades.
Ou que não se pode julgar o passado com os critérios de hoje – o que, trocando por miúdos, significa que na sua cabeça era admissível que os padres pudessem abusar de crianças pois ninguém ligava nenhuma ao tema.
Sobre a comissão independente, sabemos o que disse.
Quando se começou a pensar na possibilidade comentou que “ninguém cria uma comissão para estudar os efeitos de um meteorito”.
E avisou logo que a sua diocese não iria avançar com nenhuma investigação.
2.
Nos últimos dias, o Bispo do Porto foi também acusado por uma vítima abusada por um padre de Vila Real desde os 13 anos.
A vítima, hoje com pouco mais de trinta anos, e com um filho dessa relação, contou que falara com o atual bispo logo no início dos abusos.
A mulher jura que Manuel Linda, assim se chama o bispo, lhe terá dito que ela poderia parar com a relação, que a culpa era dela que andava atrás do padre.
O Bispo do Porto negou em comunicado.
“Não me lembro minimamente”.
3.
Sei que é um cansaço, mas há mais.
Manuel Linda, no epicentro de uma polémica que o atingiu, o que fez por estes dias?
Escreveu sobre animais de estimação.
E o que escreveu?
Que não podemos substituir os laços entre pais e filhos pelo apego a animais de estimação, um apego aliás típico das sociedades decadentes.
O país e o mundo a falar sobre a pedofilia na Igreja Católica.
Na violação reiterada de menores por parte de padres, na ocultação de provas e na pornográfica amoralidade de uma parte da Igreja e este senhor, um dos principais bispos portugueses, vem falar dos animais de estimação como prova de sociedades decadentes?
4.
Este é o mesmo bispo que escreveu sobre a bárbara morte de uma freira às mãos de um homem que a estrangulou antes de a violar já morta.
Indignou-se, Manuel Linda – quem não se indignaria?
Mas de que forma se indignou?
Escreveu num comunicado que a sociedade tem a obrigação de “curar” este tipo de monstros.
E atacou as organizações feministas e dos direitos humanos por não terem falado sobre o tema.
5.
Como é que um homem como Manuel Linda chegou a Bispo?
E como é que chegou a Bispo do Porto?
Uma pergunta simples de responder.
Naturalmente porque o seu pensamento vai ao encontro da cúpula da Igreja Católica em Portugal.
Tão simples e tão doloroso quanto isto.
Porque o Bispo do Porto, honra lhe seja feita, é claro como a água.
A falar sobre pedofilia.
A falar sobre animais domésticos.
A falar sobre feministas.
A falar sobre a obrigação de curar monstros.
Atrevo-me até a acrescentar que tem a obrigação de purificar os maus, de lhes expurgar o mal como a Inquisição fazia com o fogo.
Para acabar regresso ao dia em que este senhor se apresentou ao país e a Roma nas suas vestes de bispo.
Num texto sentido prometeu ser “um «missionário da misericórdia», um pastor com «o cheiro das ovelhas», um pai dos Padres, um irmão dos mais pobres e um fomentador do espírito ecuménico e de diálogo”.
Um missionário da misericórdia?
Um fomentador do diálogo?
Uma pessoa lê e é difícil não se espantar com esta falta de vergonha.
LO
(da página do Facebook de Luís Osório).
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mais uma nódoa na igreja

Abuso de freiras na Igreja Católica: um (outro) tema tabu.
Até por isso, bem oportuno este trabalho publicado em livro nas edições Salvator, em França, com o título “Réligieuses abusées en Afrique – Faire la vérité” [Religiosas abusadas em África – falar verdade], dado a conhecer pelo excelente jornal digital “7Margens”.
Abuso de freiras na Igreja Católica: um tema tabu
SETEMARGENS.COM
Abuso de freiras na Igreja Católica: um tema tabu
O abuso de freiras por parte de membros do clero em África foi o tema da tese de doutoramento que uma freira do Togo, Mary Lembo de seu nome, defendeu na Universidade Gregoriana, em Roma, em 2019, tendo sido aprovada com a classificação máxima (suma cum laude) e, na ocasião, felicitada pela sua…
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