Câmara de Ponta Delgada apoia construção de residência universitária – Açoriano Oriental

A Câmara Municipal de Ponta Delgada anunciou que vai atribuir um apoio de um milhão de euros à Universidade dos Açores para a construção de uma nova residência universitária na cidade de Ponta Delgada, com capacidade para 120 camas.

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colegio nao recebeu apoios a tempo

Colégio de São Francisco Xavier não consegue pagar totalidade dos salários mensais devido ao atraso no apoio do Governo dos Açores
Desde Dezembro que o Colégio de São Francisco Xavier não consegue pagar a totalidade de salários devido a atraso do pagamento por parte governamental do subsídio de apoio às instituições particulares e sem fins lucrativos com contrato simples para os alunos do pré-escolar, 1.º e 2.º ciclo, depois de a instituição ter feito já várias diligências para resolver o problema junto das entidades competentes.
O colégio, que já formou milhares de alunos desde 1893 e que hoje é ainda referência na educação, tem as valências de creche, pré-escolar, 1.º e 2.º ciclo. Conta atualmente com cerca de 320 alunos e mais de 60 colaboradores. O Correio dos Açores foi saber junto da Irmã Domingas Lisboa, diretora da instituição, o ponto de situação do colégio.
A Irmã lembra que o colégio, sendo uma instituição sem fins lucrativos, tem como única fonte de rendimento as mensalidades que recebe dos pais, de forma a fazer face às despesas e pagamento de salários.
Parte da mensalidade fica a cargo dos encarregados de educação, sendo que a outra parte, subsidiada no valor de 100 euros, é apoiada pelo governo, explica a Irmã. Um subsídio que já não é atualizado há cerca de 16 anos.
Este subsídio do governo está definido para ser pago em três prestações ao longo do ano, sendo que a primeira deveria ter sido transferida entre setembro e dezembro, a segunda transferência entre janeiro e março e a última entre abril e junho.
No entanto, o colégio aguarda ainda a chegada da primeira prestação. A diretora explica que a mensalidade paga pelos pais não é suficiente para fazer face aos despesas. “Pagávamos os nossos salários. Nunca os prejudicamos”, afirma, mas que em dezembro não foi possível fazer o pagamento na totalidade e o problema foi exposto aos funcionários. “Isso para nós também é constrangedor”.
A direção diz que o ensino particular já se reuniu com as entidades competentes mas lamenta que, apesar de todos os esforços que têm feito, junto destas entidades, a resolução desta situação ainda não foi concretizada.
Na opinião da Irmã Domingas Lisboa, também deveria dar-se mais atenção ao ensino particular, uma vez que, “este contribui de forma provada, para o desenvolvimento integral dos cidadãos da nossa sociedade e da educação em geral fornecendo uma boa qualidade de ensino com baixo custo para o Estado, para além de manter vários postos de trabalho”.
Colégio de São Francisco Xavier
é fundamentado
na pedagogia Cluny
O Colégio é propriedade da Congregação de São José de Cluny, fundada em França em 1807, por Ana Maria Javouhey.
Começou a funcionar, no dia 6 de fevereiro de 1893, no edifício da Escola Básica Integrada Roberto Ivens, na Rua do Mercado. Mais tarde, passou para o antigo Hotel de S. Pedro, atual Escola de Formação Turística e Hoteleira e, posteriormente, no Convento da Esperança.
A 11 de outubro de 1959 foram inauguradas as atuais instalações, na Rua Agostinho Pacheco, iniciando a sua actividade, a 15 de Outubro do mesmo ano, sob a direção do padre José Gomes e Maria Luísa de Almeida Fernandes.
A sua dimensão religiosa é fundamentada nos valores cristãos, na vivência da fé e na pedagogia Cluny, alicerçada no Evangelho.
Congregação no mundo
A congregação das Irmãs de S. José de Cluny é atualmente composta por 2600 irmãs, repartidas em 57 países, 30 províncias que trabalham na Educação, na Saúde, na Evangelização, na Ação Social.
Esta congregação de religiosas apostólicas é de direito pontifício.
“Conhecer a Vontade de Deus e cumpri-la foi a norma de pensamento e de acção da Madre Fundadora, o segredo do equilíbrio e da fecundidade da sua vida: “Fazer a vontade de Deus é tudo! Portanto é preciso vê-la em tudo, gostar de a cumprir e fazê-la amar”, lê-se no Sítio da internet de São josé de Cluny
As Irmãs de S. José de Cluny, de diversas nações, povos, línguas, culturas, “unidas na mesma fidelidade à Vontade de Deus que quer a felicidade de todos, trabalham para fazer brotar em cada pessoa a plenitude do seu ser”.
Mariana Rovoredo
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  • Rafael Soares

    a liberdade que se ganhou dá nisso! há uns poucos anos nem abriam boca com receio de represálias!

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  • António Baptista

    Este governo anda muito desgovernado na atribuição dos apoios, principalmente dos já aprovados…🥴🥴🥴

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  • Artur Neto

    Ao ponto que isso chegou…

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​Profissão professora. 850 euros e mais de 20 anos sem saber onde vai dar aulas – Renascença

Para ficar na zona de residência e cansada de mais de 20 anos de incerteza, depois de ter percorrido o país e até emigrado para a Suíça para trabalhar nas limpezas, uma professora de História da Covilhã garante que recebe 850 euros (depois dos descontos) por 15 horas semanais de trabalho, mas com 140 alunos, oito turmas, acaba por dedicar 60 horas ou mais à escola.

Source: ​Profissão professora. 850 euros e mais de 20 anos sem saber onde vai dar aulas – Renascença

educação na finlândia

Na Finlândia, a escola começa quando a criança tem 7 anos. É considerado o melhor sistema escolar do mundo. As aulas duram 60 minutos, incluindo 45 +15 intervalos. De segunda a quinta 8 horas por dia, sexta até 13h e sábado de folga. A educação escolar na Finlândia é totalmente gratuita. Os pais não pagam um centavo por nada. Tudo é em detrimento do Estado. Cada criança recebe um tablet gratuito do estado, e todos os livros didáticos são colocados no tablet para que as crianças não precisem trazer mochilas pesadas. A alimentação escolar é gratuita, variada e limpa e cada aluno pode conseguir o que quer e quanto. Qualquer investimento na educação de um país é um investimento no seu futuro. É o investimento mais importante. Uma nação educada é o motor da economia, da saúde e do futuro. 🇵🇹 Por cá, o material escolar a 23% !!!
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A ESCOLA NA FINLÂNDIA

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a professora que deixou saudades

“CONTOS DA PROFESSORA ÂNGELA”
Está prestes a sair do prelo o livro “Contos da Professora Ângela”, escritos pela professora Ângela do Espírito Santo Isidro Alonso.
A professora Ângela Alonso nasceu em 1913 e faleceu em 1997 na freguesia de S. José, em Ponta Delgada. Teve uma vida inteiramente dedicada ao ensino e à caridade. Foi professora em Santa Maria e em S. Miguel. Ainda antes de ser nomeada professora oficial já dava aulas particulares na sua própria casa. Foi uma professora muito estimada por todos os seus alunos, contribuindo para a habilitação de muitos professores do Ensino Primário.
Em 1971 foi condecorada pelo Presidente da República com o Grau de Cavaleiro da Instrução Pública. Em 1978, além de outras distinções, também recebeu um louvor “pelo extraordinário trabalho que desenvolveu nas diversas áreas de ensino, ao longo dos seus 40 anos de atividade”.
Depois da reforma ainda continuou a dar aulas de uma forma graciosa, animando as tardes de convívio no Lar Luis Soares de Sousa. Pertenceu a vários grupos de idosos e, ao som da sua guitarra, tornou-se conhecida por toda a ilha, que a recorda com muita saudade.
Escreveu vários contos e muita poesia de sabor regional, que foram dispersos pela imprensa local. Alguns deles estão reunidos neste livro.
Este livro foi imaginado por mim. Recorri, para isso, à Biblioteca Pública de Ponta Delgada onde consultei jornais publicados há meio século para conseguir descobrir alguns dos contos que a professora Ângela publicou. Muitos ainda haverá, assim como outras publicações de interesse. Assim conseguisse mais tempo para consultar mais periódicos, porque todos os rascunhos desses contos, publicados e não publicados, pura e simplesmente desapareceram quando abandonou, por morte, a casa onde morou.
Aguardamos a chegada do livro, que já tem um lançamento agendado para Ponta Delgada, na Biblioteca Pública, o lugar de origem da D. Ângela. e outro previsto para Santa Maria, onde também foi uma professora muito estimada pelos seus alunos, já na casa dos oitentas, alguns dos quais ainda a recordam com muita saudade.
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You, Luís Botelho, Ângela Loura and 6 others

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Expresso | Porque é que quase ninguém quer ser professor? Quatro razões que levam os jovens a (não) seguir a área da Educação

Quem decide ser professor traz sobretudo “esperança” na bagagem e o objetivo de “ser importante para alguém”. Mas casos assim são cada vez menos entre as gerações mais novas. Em dias de greve de docentes, o Expresso explica porquê

Source: Expresso | Porque é que quase ninguém quer ser professor? Quatro razões que levam os jovens a (não) seguir a área da Educação

açores uma violação dentro da escola e a tutela que diz???

hared a link.

Admin

A escola básica integrada da Praia da Vitória recebeu uma denúncia de abuso sexual de um jovem de 13 anos, com deficiência, por colegas, mas arquivou o caso por falta de provas, revelou a presidente do conselho executivo.
Denúncia de abuso sexual a aluno por colegas arquivada por falta de provas
ACORIANOORIENTAL.PT
Denúncia de abuso sexual a aluno por colegas arquivada por falta de provas
A escola básica integrada da Praia da Vitória recebeu uma denúncia de abuso sexual de um jovem de 13 anos, com deficiência, por colegas, mas arquivou o caso por falta de provas, revelou a presidente do conselho executivo.
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  • Mónica Sousa Lima

    Infelizmente este tipo de abuso é silenciado e muito (“protegido”)…tenho imensa pena que nos dias de hoje o abuso sexual é só uma coisa que aconteceu e já passa…. odeio o facto de não darem importância a uma situação tão importante…
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    • 52 m
  • Maria Madalena Bettencourt

    Uma vergonha, infelizmente.
    Falta de provas tivesses atuado mais cedo, mas para a escola não fechar ou ter penalidades foi melhor assim. O silêncio. Vergonhoso.
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    • 25 m
  • Chico Amorim

    Mónica Sousa Lima e é um assunto de menor importância para a sra. Secretária, uma vez que a mesma “empurra” o assunto para o Conselho Executivo. Quando o assunto é bom, pronuncia-se e até fica com os louros. Neste caso…
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    • 19 m
  • Sidonio Rocha Dias

    Como é que a falta de provas?
    Identificaram os agressores aplicaram uma medida preventiva de suspensão?
    Se não à provas porque aplicaram a medida?
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    • 14 m
  • Irene Ormonde Ortins

    Não há palavras…
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    • 13 m

a luta dos professores MALVINA SOUSA

A propósito da luta dos professores, que tem sido notícia nos últimos dias, voltei atrás no tempo e lembrei-me de 2018, altura em que nos unimos como nunca e lutámos pelo que era tirado, mesmo quando grande parte da sociedade não nos entendeu e fomos tão criticados (sobretudo porque aquilo que se dizia ao mundo acerca da nossa luta não correspondia à verdade).
Hoje, a luta repete-se (também com muitas inverdades a nosso respeito pelo meio). A luta repete-se porque é necessária e, sobretudo, porque é urgente que se valorize esta profissão tão bonita e digna, tão importante e marcante na vida dos filhos de todos nós!
Por isso, e porque a escrita também pode ser mais uma forma de luta, aqui vos deixo este escrito. É que, tal como eu já afirmei em 2018: “eu sou professora! E não o quero ser sem marcar a diferença!”
Nós somos professores!
Querem calar-nos… amordaçar-nos, arrancar-nos a voz!
Desejam limitar-nos, fazer-nos cair, baixar-nos os braços,
Inventam mentiras, publicam absurdos, querem todos contra nós…
Tapam os olhos ao mundo, forjam mentes, tentam impedir-nos os passos…
Roubam-nos anos, impedem progressões, condenam-nos ao cansaço,
Esperam que vivamos longe, sejamos horas de estradas, e trabalho sem fim,
Oferecem-nos precariedade, fadiga e desilusão, tiram-nos vida, espaço…
E cegam a sociedade, calam a verdade… convém-lhes um mundo assim.
Fazem-nos ser ProSucesso, Reformas, Flexibilidade, que mais vão inventar?
Atiram-nos para a tempestade,… morte certa, como se nada houvesse a acrescentar…
Mas nós…
Nós somos luta! Não nos calamos e somos liberdade,
Força e ponte, asas inquietas, sangue a pulsar!
Nós somos luta! Trabalho e perseverança, ser, verdade!
Laço durante tristezas e pandemias, nós somos dar!
Nós somos luta! Somos esperança e caminho, querer, acreditar!
Somos a mão que se estende, que abre caminho, para voar!
Não querermos inverdades, glórias, favores ou louvores…
Nós somos luta! Nós somos professores!
Eu sou professora! E não o quero ser sem marcar a diferença!
Malvina Sousa, janeiro de 2023
Telmo R. Nunes, Vilca Merizio and 69 others
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Most relevant

  • Luciana Raposo

    Posso partilhar, my friend?
  • Alexandra Dias

    Amei Malvina. Está incrível
  • Célia Melo

    Felizmente por cá as coisas “ainda” são diferentes. Já tivemos descongelamentos, não há cotas para progressão, os contratados com três anos de serviço já recebem pelo 1.º escalão e mais algumas coisas! Mas não deixamos de estar com os nossos colegas do…

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    • 10 h
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      Malvina Sousa

      Célia Melo, precisamente por esta luta ser de todos… e por sermos todos professores, e por surgirem desigualdades entre os Açores e Portugal continental, numa profissão que devia ser igual para todos em termos de respeito e direitos, eu escrevi esse …

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      • 9 h
    • Célia Melo

      Malvina Sousa , nem mais. A luta é de todos os intervenientes na educação!!
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      • 9 h
  • Vilca Merizio

    Bravo!!!! Todos os professores deveriam ter conhecimento desse teu Manifesto. Nós, os professores, temos de ser ouvidos e respeitados por merecimento.
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    • 3 h