Arquivo da Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR

Fã de café? Subida do preço não dá tréguas e já aumentou 28% só este ano

Views: 1

No início deste ano, o preço do café torrado moído custava 3,81 euros. Desde então, já aumentou 1,05 euros (mais 28 por cento), de acordo com dados divulgados pela DECO PROTeste.

Source: Fã de café? Subida do preço não dá tréguas e já aumentou 28% só este ano

Portal das Finanças passa a ter autenticação reforçada com código por SMS

Views: 2

O Portal das Finanças passa a contar, a partir de hoje, com um sistema de autenticação reforçada para os contribuintes entrarem na sua página pessoal, através do envio de um SMS com um código de verificação.

Source: Portal das Finanças passa a ter autenticação reforçada com código por SMS

Antigas casas dos militares americanos nas Lajes iniciam reabilitação

Views: 7

Mais de 90 casas deixadas vagas pela Força Área norte-americana na base das Lajes, nos Açores, em 2015, vão começar a ser recuperadas, num investimento de 11,3 milhões de euros, financiado pelo Plano

Source: Antigas casas dos militares americanos nas Lajes iniciam reabilitação

AO MINUTO: Paz? “Não sei quanta abertura resta”; Reino Unido sabia planos

Views: 4

Acompanhe aqui AO MINUTO os desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente.

Source: AO MINUTO: Paz? “Não sei quanta abertura resta”; Reino Unido sabia planos

The real reason why Paul Hogan is moving back to Australia

Views: 0

Crocodile Dundee actor Paul Hogan is reportedly moving back to Australia with his son Chance after 30 years in the USA.

Source: The real reason why Paul Hogan is moving back to Australia

Intervenção na estrada do Raminho inicia na próxima semana | RTP Açores

Views: 0

… um investimento superior a 2,3 milhões de euros.

Source: Intervenção na estrada do Raminho inicia na próxima semana | RTP Açores

Quase 50 anos depois, um dos 23 militares do Agrupamento de Cavalaria de Bobonaro revisitou Timor

Views: 0

Reféns no Paraíso, na RTP 1, dia 23 /04
Quase 50 anos depois, um dos 23 militares do Agrupamento de Cavalaria de Bobonaro revisitou Timor com uma equipa da RTP

SANTA MARIA E OS BURACOS

Views: 0

É difícil falar de Santa Maria sem tropeçar — literalmente — nas estradas.
Hoje, circular pela ilha é um exercício de paciência. Já não estamos no domínio da mera degradação. Estamos no domínio do absurdo — um absurdo rachado e esburacado com notável consistência. Não é apenas falta de manutenção. É sinal de prioridades mal definidas.
As estradas de Santa Maria tornaram-se numa metáfora trágica: estão lá, são indispensáveis, mas seriam evitáveis — se houvesse alternativa, que não há — e são ignoradas na prática pelos seus responsáveis. Buracos? Há. Marcas rodoviárias? Às vezes. Asfalto? Aparece quando calha, para tapar mal um ou outro buraco, com uma previsibilidade quase poética — só não é bela.
As vias da ilha — regionais ou municipais, pouco importa quando se sente o impacto no volante — são um exemplo perfeito de como, às vezes, todos têm um bocadinho de culpa e ninguém tem solução. Intervenções surgem, mais ou menos discretas, com o objetivo claro de passar a ideia de que algo está a ser feito, mas o problema de fundo, esse, persiste. O que falta não é um jogo de responsabilidades, mas uma visão mais ampla, que considere as estradas da ilha como um todo.
Santa Maria quer afirmar-se como destino turístico. E tem quase tudo para isso. O que não tem, curiosamente, são estradas à altura dessas ambições. Ou melhor: tem — mas mais parecem uma prova eliminatória do que um acesso. Promover a ilha nestas condições é como abrir um hotel de cinco estrelas cujo caminho obriga os hóspedes a passar por um campo de obstáculos.
Queremos turismo? Queremos. Temos tudo para isso: uma ilha fantástica e gente que sabe acolher. Mas esquecemo-nos do essencial — o acesso. Não se promove uma experiência positiva quando o percurso para explorar os encantos da ilha é um teste à suspensão do carro e à paciência de quem nos visita.
É difícil levar a sério uma estratégia que esquece o básico. Porque, por muito que se fale de investimento e de futuro, há uma verdade simples: ninguém volta ao sítio onde quase partiu o eixo da frente.
E mais do que uma questão de mobilidade, é uma questão de dignidade. As estradas não servem só para circular — servem para ligar, dinamizar, integrar. Quando se deixa uma ilha entregue a buracos e promessas, o que se diz, mesmo sem palavras, é que há prioridades mais importantes do que as pessoas que cá vivem.
Chega uma altura em que já não se esperam milagres — apenas que o caminho para casa seja menos acidentado do que o rumo político que o deixou assim. No fundo, todos queremos o mesmo: chegar ao destino sem perder a suspensão… nem a esperança.
Talvez haja quem se identifique com os buracos no caminho… e, se tiver sorte, consiga ultrapassá-los! Outros não.
May be an image of grass and road
All reactions:

8

1 comment
Like

Comment
Send
Share