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Austrália ajuda Timor a criar plano de gestão de crocodilos de água salgada

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A Austrália vai ajudar Timor-Leste a desenvolver um plano de gestão de crocodilos de água salgada, anunciou hoje a embaixada australiana em Díli numa publicação nas redes sociais.

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PS-Açores numa miséria política

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PS-Açores numa miséria política
Na minha modéstia de sempre, há muito que venho dizendo: enquanto o PS-Açores não se libertar dos Césares não chegará a lado algum com sucesso. O pai, Carlos, teve o seu tempo, com virtudes e defeitos, mas “já era”. O filho, Francisco, também “já era”, sem nunca ter sido nada de relevante na política regional e nacional. Militantes e simpatizantes socialistas açorianos: acordem! Numa altura em que o (verdadeiro e genuíno) Partido Socialista (PS) é cada vez mais necessário na política regional, temos o PS feito numa miséria política, como se está a ver com a candidatura à Câmara Municipal de Ponta Delgada. É um desastre completo!
Se eu fosse a drª Isabel Almeida Rodrigues – candidata a presidente da Câmara Municipal e depois de o próprio PS reconhecer que ela não tem condições para vencer ao constituir uma coligação com partidos embora insignificantes eleitoralmente -, diria aos Césares: candidatem-se vocês, em vez de estarem na retaguarda, bem instalados na vida política, sem riscos.
Isabel Almeida Rodrigues é uma senadora política, digna, com muitos e bons serviços prestados à causa pública, mas não tem, de facto, perfil pessoal e institucional para autarca. Honesta e com boa fé, aceitou ingenuamente o convite dos Césares, sem ter percebido o “poço” em que a meteram.
Na hora da derrota, que os Césares – o pai é presidente do
PS-Nacional e do PS-Açores, enquanto o filho é líder do PS-Açores – assumam, desapareçam e deixem o PS em paz, para cumprir a importante missão política e histórica que lhe cabe, nomeadamente na Região Autónoma dos Açores.

Projeto da nova cadeia de Ponta Delgada adjudicado com um prazo de execução de 450 dias – Rádio Atlântida

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O projeto da nova cadeia de Ponta Delgada, nos Açores, […]

Source: Projeto da nova cadeia de Ponta Delgada adjudicado com um prazo de execução de 450 dias – Rádio Atlântida

TAXA TURÍSTICA PARA ISTO?

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Taxa turística para isto?
Esta é a realidade diária na zona da Pranchinha, em Ponta Delgada uma área com vários alojamentos locais, onde pagamos taxa turística obrigatória, mas não temos segurança, nem limpeza, nem dignidade.
A imagem fala por si: toxicodependentes completamente abandonados, caídos no chão, em plena via pública. Isto acontece a metros da minha porta. Nenhuma presença policial, nenhuma ronda, nenhuma intervenção social.
A Câmara Municipal de Ponta Delgada cobra uma taxa a quem tenta receber bem os turistas mas não oferece nada em troca.
E o Governo Regional dos Açores, que tanto fala em turismo sustentável e bem-estar social, fecha os olhos ao que está mesmo à vista de todos.
Querem que os turistas fiquem? Que tenham boas experiências? Comecem por dar condições mínimas a quem aqui vive e trabalha.
Basta de fingir que está tudo bem.
Está tudo mal.
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Tomás Quental and José Ant

AS BARRACAS ESTÃO DE VOLTA

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As barracas estão de volta. Nos arredores de Ponta Delgada, estão a surgir algumas barracas como resultado de dinâmicas urbanas muito diferentes das que foram responsáveis pelo recurso a este tipo de habitação, em tempos pretéritos.
No passado o completo abandono a que algumas pessoas eram sujeitas, obrigavam-nas a ter que recorrer a uma barraca para poder ter um teto. Hoje vivemos num mundo aparentemente diferente mas o fenómeno está de volta.
Não me parece que a solução seja fácil, porém, numa comunidade pequena, como é a nossa, não vejo equipas no campo a tentar combater este ressurgimento, que evidencia um retrocesso civilizacional. Os”doutores” deviam estar no terreno com equipas multidisciplinares a dar o “corpo ao manifesto”, em vez de estarem sentados nos seus gabinetes a assinar papéis e a dar ordens.
Claro que o poder político é o principal responsável, porque para que exista vontade em combater esta situação é necessário investimento e vontade política. Já lá vai o tempo em que a caridade de muitos católicos era a principal forma de combate a situações como estas. Hoje o problema é muito mais complexo e no entanto vejo os nossos representantes de mãos para baixo, a olhar este fenómeno sem saber o que fazer. Para isto não são necessários governantes. O que se espera é que tenham o perspicácia de compreender que este fenómeno é novo e que deve ser atacado já, porque “esta planta pega de galho” e quando a floresta estiver densa, tudo será mais difícil de combater.
Como habitante desta “aldeia” custa-me aceitar a inoperância dos nossos representantes e assistir a espetáculos degradantes onde os sem-abrigo proliferam perante o olhar impávido de quem devia estar a combatê-los. Não aceito o argumento de que é impossível resolver este problema. Se for para racicionar assim, não são necessários políticos, bastam administradores de carreira. Se temos políticos eleitos e pagos devemos exigir soluções divergentes para problemas complexos, caso contrário, não sei para que servem estes nossos governantes.
P.S. – Este problema envolve o poder autárquico, poder regional e o recurso a programas comunitários, já que de Lisboa não espero nada, basta olhar para as áreas onde o Terreiro do Paço tem obrigações.

CASA PRÉFABRICADAS PARA REDUZIR A FALTA DE HABITAÇÃO

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Bairros de casas pré-fabricadas, para minorar os actuais gravíssimos problemas da habitação em Portugal.
Quando se sabe que a habitação pública em Portugal é de apenas 2% do total edificado, ao contrário da média europeia que é de 8%, chegando em alguns países a ser de 10% e 15%,
quando se sabe que as pessoas carecidas de habitação a preços reduzidos, ou acessíveis, são na ordem das centenas de milhares,
sejam portugueses de origem, sejam imigrantes estrangeiros ou naturalizados,
quando se sabe que existem já cerca de 1800 famílias a viver em barracas, em 13 novos bairros de lata existentes à volta de Lisboa, no Seixal, Almada, Loures e Amadora,
quando se sabe que a actual alternativa às barracas para essas pessoas é viverem em tendas, colocadas nas ruas e em lugares públicos,
como acontece, em grande escala, em cidades dos Estados Unidos da América como Los Angeles, Seattle, São Francisco, Portland e Nova Iorque,
quando se sabe que, mesmo que se faça agora um forte investimento na construção de habitação social pública, os prédios e os apartamentos vão demorar vários anos para ficarem prontos para serem habitados,
então irei retomar aqui uma publicação que fiz na minha página do Facebook há uns tempos, em que se defende que a implantação de bairros de casas pré-fabricadas pode minorar o candente problema da habitação em Portugal.
Na verdade, e como já se afirmou acima, o problema da falta de casas no país é uma evidência e uma certeza inquestionável, seja no mercado da compra e venda, seja no mercado do arrendamento,
e a carência de habitação em Portugal multiplica-se ao longo do país, ainda que seja mais premente nos grandes centros urbanos do litoral,
sendo na ordem das muitas dezenas, ou mesmo centenas de milhares de fogos as actuais necessidades de habitação para satisfazer a população,
sendo que a construção de habitação pública a preços controlados e acessíveis é fundamental para suprir as carências habitacionais da população,
porque já se percebeu que a legislação actualmente em vigor, e o funcionamento das regras de mercado, só tem resultado no acréscimo acentuado e constante do preço de venda das habitações e das rendas,
e na redução da tipologia da construção para prédios, apartamentos e casas, privilegiando os promotores imobiliários privados o segmento superior de áreas e preços,
e estando presentemente o Estado central, e as autarquias locais, apesar do grande esforço financeiro que tem sido feito nos últimos cinco anos,
incapazes de assegurar rápidamente a construção de habitação condigna para todos aqueles que dela precisam, sejam jovens, ou não, nacionais ou imigrantes,
e a preços que possam ser efectivamente pagos pelos jovens ou pelas famílias de menores rendimentos,
pelo que urge tomar decisões que satisfaçam, a curto prazo e com uma mínima qualidade, a necessidade urgente de habitação acessível.
O mercado das casas pré-fabricadas tem evoluído muito nas últimas duas ou três décadas,
sendo cada vez mais oferecidas casas com grande qualidade de construção, em vários tipos de material, que se ajustam às condições climatéricas das regiões a que se destinam, e fornecidas com todos os equipamentos necessários,
com preços muito acessíveis, e de fácil e rápida instalação,
podendo ser uma solução célere para satisfazer a necessidade de habitação por parte de alguma da população em todo o país,
com a disponibilização de terrenos públicos vagos, aproveitando até a recente aprovação da Lei dos Solos, através do Decreto-Lei n.º 117/2024, entrado em vigor em 29 de Janeiro de 2025, que alargou substancialmente a área edificável a nível nacional,
mas também prestando-se apoio técnico e financeiro, por parte das autarquias locais e do Estado central,
e com a planificação, instalação de infraestruturas e construção de bairros com essas casas pré-fabricadas em muitos municípios do país,
o que podia fazer diminuir sobremaneira a pressão actualmente existente no mercado de habitação,
e ajudaria com certeza à demolição célere dos bairros de lata ora existentes, evitando o seu crescimento e, claro, a sua prória existência e necessidade,
e garantindo que os investimentos públicos e privados, actualmente em fase de execução ou de planificação, ou os novos que se prevejam para breve, pudessem ser efectuados nos prazos normais relativos à construção.
A construção e utilização de casas pré-fabricadas em grande quantidade é cada vez mais frequente em quase toda a Europa, como é o caso da Suécia, Alemanha, Reino Unido, Croácia, Áustria, Dinamarca, Hungria, e é muito generalizada nos Estados Unidos da América.
Não é com certeza uma solução permanente para a crise de habitação em Portugal, mas é uma fórmula temporária e expedita de enfrentar o problema,
que pode minorar em muito a actual carência de muitos cidadãos e suas famílias, e dos imigrantes pobres que aqui trabalham.
(Luis Almeida Pinto)

Jaime Vieira apresenta candidatura à Ribeira Grande com “foco nas pessoas e no futuro do concelho”

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O candidato do PSD/Açores à presidência da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Jaime Vieira, afirmou sexta-feira que o seu projeto foi elaborado “com foco nas pessoas e no futuro do concelho”.

Source: Jaime Vieira apresenta candidatura à Ribeira Grande com “foco nas pessoas e no futuro do concelho”

Cônsul dos Estados Unidos despede-se dos Açores no meio de incerteza sobre continuidade deste consulado – RTP Açores

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…sobre continuidade deste consulado.

Source: Cônsul dos Estados Unidos despede-se dos Açores no meio de incerteza sobre continuidade deste consulado – RTP Açores

açores, crise da habitação

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A crise da habitação que se vive nos Açores, com especial gravidade em ilhas como São Miguel, tornou-se um dos principais entraves ao desenvolvimento harmonioso e à fixação de população jovem e ativa no arquipélago. A dificuldade de acesso a uma habitação condigna, a preços acessíveis, não é hoje apenas um problema social. É, cada vez mais, um problema económico, demográfico e político.
Apesar de existir uma consciência generalizada da gravidade da situação, a verdade é que pouco ou nada se tem conseguido traduzir em ações concretas que possam fazer a diferença. A razão não está apenas na falta de recursos. Pelo contrário, há terrenos disponíveis, projetos de loteamento aprovados, iniciativas privadas com vontade de colaborar e até zonas urbanas com potencial de crescimento. O problema está na estrutura pesada e descoordenada do próprio sistema.
As entidades públicas, nomeadamente o Governo Regional e os municípios, vivem presas a uma teia legislativa e procedimental que herdaram do pós-25 de Abril. Este quadro legal, concebido com a intenção de garantir transparência e igualdade, tornou-se hoje num autêntico emaranhado que inibe a acção. Governos e câmaras reconhecem a urgência, mas sentem-se amarrados por normas que dificultam qualquer parceria direta com empresas privadas. A construção de habitação social, por exemplo, exige processos longos, concursos complexos e uma burocracia que frequentemente desincentiva os próprios investidores.
Curiosamente, sempre que a iniciativa parte de cooperativas de habitação, os entraves parecem desaparecer como por magia. Este desequilíbrio revela uma falha de fundo: o sistema beneficia modelos formais e rígidos, mas penaliza propostas inovadoras e diretas. Quando uma empresa detentora de terrenos e com projeto pronto pretende avançar com um plano de habitação acessível, os obstáculos são tantos que o mais provável é o projeto morrer na gaveta.
Ainda mais contraditório é o facto de continuarem a ser canalizados apoios públicos para setores como o alojamento local, onde o mercado já se encontra maduro e, em muitos casos, saturado. Em vez de reorientar esses apoios para o setor habitacional de longo prazo, que é onde reside a verdadeira necessidade, o Estado continua a alimentar dinâmicas que agravam o problema.
O que falta, portanto, não são meios nem vontade. Falta um enquadramento legal que permita ao Governo Regional e às autarquias trabalhar lado a lado com promotores sérios e qualificados, estabelecendo contratos de desenvolvimento para habitação que combinem celeridade com escrutínio público. O atual sistema, pensado para outra época, já não serve a realidade presente. A mudança legislativa é essencial e urgente.
Importa ainda reconhecer que este é um problema transversal e não apenas técnico. Trata-se de uma escolha política. A falta de habitação acessível compromete o futuro da Região Autónoma dos Açores. Impede o regresso de emigrantes, bloqueia a fixação de jovens, agrava desigualdades sociais e dificulta o crescimento sustentável da economia local.
A mensagem é clara. Se queremos resolver o problema da habitação nos Açores, temos de começar por libertar quem está disposto a construir. Isso implica confiar mais, rever as leis, simplificar procedimentos e, sobretudo, tomar decisões que permitam ao poder público agir com a agilidade que esta crise exige.
Num momento em que tantos querem contribuir para a solução, não podemos continuar a ser reféns de um sistema que transforma cada boa ideia numa causa perdida.
Boa noite e uma abraços do amigo,