Arquivo da Categoria: Politica Politicos 25 abr 1 mai 10 jun 5 out 25 nov 1 dez fascismo racismo xenofobia nazi SALAZAR

Trabalhadores da Base das Lajes com salários em atraso devido a “shutdown” americano I RTP Açores

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Com o “shutdown” nos Estados Unidos a entrar na terceira semana. Já há trabalhadores portugueses da Base das Lajes com salários em atraso relativos ao mês de setembro. Segundo a Comissão de Trabalhadores esta é uma situação inédita, que pode voltar a repetir-se já neste mês de outubro.

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Manifestantes da Geração Z unidos por uma bandeira pirata de anime estão desafiando governos em todo o mundo – Bahia Verdade

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O presidente de Madagascar foi deposto por um golpe militar após uma revolta de semanas de protestos dos manifestantes da Geração Z, cuja indignação está sendo sentida em países ao redor do mundo – e expressa através de um símbolo comum inspirado em anime. Os militares da nação do Oceano Índico assumiram o poder na […]

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Coronel que liderou golpe em Madagáscar vai assumir presidência

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O líder do golpe de Estado militar em Madagáscar, o coronel Michael Randrianirina, afirmou hoje que vai assumir, nos próximos dias, “o cargo de Presidente”, um dia após o Tribunal Constitucional lhe ter pedido que o fizesse.

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Tribunal de Contas acusa Governo de estar a desorçamentar despesa pública através da Portos dos Açores I Antena 1 Açores

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Aumentou três milhões de euros em dois anos o valor dos juros da dívida da Portos dos Açores. São dados de uma auditoria do Tribunal de Contas à situação financeira da empresa pública entre 2022 e 2024. O Tribunal alerta que é uma dívida insustentável e acusa o Governo de estar a desorçamentar despesa pública […]

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A Chantagem Populista: França à beira do colapso e o espelho português

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A Chantagem Populista: França à beira do colapso e o espelho português
Por Maria João
A França encontra-se novamente no centro da turbulência política europeia. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu apresentou o seu governo e renunciou em menos de um mês, deixando Emmanuel Macron sem bússola e sem margem para manobra. À primeira vista, parece apenas mais uma crise política; na verdade, é o sintoma de algo mais profundo: o esgotamento do modelo centrista e o avanço calculado do populismo institucional.
O colapso francês não começou nas ruas, começou nas instituições. Desde as eleições de 2024, o Parlamento vive um impasse permanente. Nenhum bloco tem maioria, e cada votação é uma guerra de trincheiras. O governo tornou-se uma operação de sobrevivência. No meio desta paralisia, o orçamento de 2026 transformou-se no epicentro da crise. Se não for aprovado, a França entrará num regime de gestão provisória, um mecanismo constitucional de emergência que, em circunstâncias normais, seria impensável numa das maiores democracias da Europa Ocidental. Mas o impensável é agora rotina.
Marine Le Pen percebeu-o antes de todos. Recusou participar em negociações, anunciou que censurará tudo o que venha do governo e declarou guerra aberta à própria ideia de compromisso. O que parece obstinação é, na verdade, estratégia. Le Pen descobriu que, num país exausto de elites, o caos é o novo capital político. A sua tática é clara: bloquear tudo, sabotar o processo, provocar o colapso institucional e depois apresentar-se como a única capaz de restaurar a ordem.
Este não é um ato de oposição; é uma forma de chantagem política. Ao recusar jogar segundo as regras, Le Pen não desafia apenas Macron, desafia a democracia francesa. O Parlamento, transformado em campo de batalha, deixou de legislar para começar a implodir. E essa implosão interessa-lhe. Quanto mais o governo falhar, mais a sua retórica ganha força. Quanto mais as instituições se desgastam, mais a sua promessa de “ordem e soberania” parece sensata.
É uma estratégia perigosa porque, desta vez, a extrema-direita já não é marginal, é estrutural. Le Pen e Jordan Bardella representam um populismo que se veste de respeitabilidade, fala de orçamento, economia e segurança, mas cujo objetivo é simples: desacreditar o Estado liberal por dentro. O caos, para eles, é o método.
O risco é que, ao desestabilizar a França, Le Pen compromete a própria arquitetura europeia. Uma França bloqueada é uma França silenciosa. Sem Paris, o eixo europeu desintegra-se. A Alemanha está presa às suas crises internas, a Itália mergulha no nacionalismo de Meloni e a Europa perde o seu centro político e moral. O colapso francês seria mais do que uma crise doméstica; seria um golpe estratégico contra a União Europeia num momento em que a guerra na Ucrânia e o avanço dos autoritarismos exigem precisamente o contrário: coesão.
E aqui entra Portugal. O país observa à distância, mas Ventura observa de perto. André Ventura é o aprendiz atento deste modelo de chantagem política. O seu discurso replica a fórmula de Le Pen: transformar o ressentimento em força, esperar o colapso dos outros e posicionar-se como o único “incorruptível”. Ele sabe que o governo de Montenegro é vulnerável. Quando os ministros começarem a cair, e inevitavelmente cairão, Ventura não oferecerá soluções, oferecerá ruído. Fará do caos o seu palco.
O Chega, tal como o Rassemblement National, não quer governar, quer condicionar. Quer transformar o Parlamento português num espelho do francês: paralisado, tóxico e refém da retórica. Ventura percebe que, num país cansado da lentidão política, basta agitar o fogo do descontentamento para que o eleitorado, em nome da ordem, entregue o fósforo.
O populismo não conquista o poder por força, conquista-o por exaustão. A chantagem de Le Pen é o ensaio do que Ventura pretende reproduzir. Ambos exploram a fadiga democrática e a ilusão de que a estabilidade pode nascer da destruição. Mas a história ensina o contrário: o colapso institucional é o prelúdio do autoritarismo.
A França está a ensinar-nos, em tempo real, como se destrói uma democracia sem tanques nem golpes, apenas com táticas e cansaço. Portugal faria bem em aprender a lição antes que seja tarde. Porque quando o centro se cala, os extremos não apenas falam, tomam o poder.
A Chantagem Populista: França à beira do colapso e o espelho português
Por Maria João
A França encontra-se novamente no centro da turbulência política europeia. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu apresentou o seu governo e renunciou em menos de um mês, deixando Emmanuel Macron sem bússola e sem margem para manobra. À primeira vista, parece apenas mais uma crise política; na verdade, é o sintoma de algo mais profundo: o esgotamento do modelo centrista e o avanço calculado do populismo institucional.
O colapso francês não começou nas ruas, começou nas instituições. Desde as eleições de 2024, o Parlamento vive um impasse permanente. Nenhum bloco tem maioria, e cada votação é uma guerra de trincheiras. O governo tornou-se uma operação de sobrevivência. No meio desta paralisia, o orçamento de 2026 transformou-se no epicentro da crise. Se não for aprovado, a França entrará num regime de gestão provisória, um mecanismo constitucional de emergência que, em circunstâncias normais, seria impensável numa das maiores democracias da Europa Ocidental. Mas o impensável é agora rotina.
Marine Le Pen percebeu-o antes de todos. Recusou participar em negociações, anunciou que censurará tudo o que venha do governo e declarou guerra aberta à própria ideia de compromisso. O que parece obstinação é, na verdade, estratégia. Le Pen descobriu que, num país exausto de elites, o caos é o novo capital político. A sua tática é clara: bloquear tudo, sabotar o processo, provocar o colapso institucional e depois apresentar-se como a única capaz de restaurar a ordem.
Este não é um ato de oposição; é uma forma de chantagem política. Ao recusar jogar segundo as regras, Le Pen não desafia apenas Macron, desafia a democracia francesa. O Parlamento, transformado em campo de batalha, deixou de legislar para começar a implodir. E essa implosão interessa-lhe. Quanto mais o governo falhar, mais a sua retórica ganha força. Quanto mais as instituições se desgastam, mais a sua promessa de “ordem e soberania” parece sensata.
É uma estratégia perigosa porque, desta vez, a extrema-direita já não é marginal, é estrutural. Le Pen e Jordan Bardella representam um populismo que se veste de respeitabilidade, fala de orçamento, economia e segurança, mas cujo objetivo é simples: desacreditar o Estado liberal por dentro. O caos, para eles, é o método.
O risco é que, ao desestabilizar a França, Le Pen compromete a própria arquitetura europeia. Uma França bloqueada é uma França silenciosa. Sem Paris, o eixo europeu desintegra-se. A Alemanha está presa às suas crises internas, a Itália mergulha no nacionalismo de Meloni e a Europa perde o seu centro político e moral. O colapso francês seria mais do que uma crise doméstica; seria um golpe estratégico contra a União Europeia num momento em que a guerra na Ucrânia e o avanço dos autoritarismos exigem precisamente o contrário: coesão.
E aqui entra Portugal. O país observa à distância, mas Ventura observa de perto. André Ventura é o aprendiz atento deste modelo de chantagem política. O seu discurso replica a fórmula de Le Pen: transformar o ressentimento em força, esperar o colapso dos outros e posicionar-se como o único “incorruptível”. Ele sabe que o governo de Montenegro é vulnerável. Quando os ministros começarem a cair, e inevitavelmente cairão, Ventura não oferecerá soluções, oferecerá ruído. Fará do caos o seu palco.
O Chega, tal como o Rassemblement National, não quer governar, quer condicionar. Quer transformar o Parlamento português num espelho do francês: paralisado, tóxico e refém da retórica. Ventura percebe que, num país cansado da lentidão política, basta agitar o fogo do descontentamento para que o eleitorado, em nome da ordem, entregue o fósforo.
O populismo não conquista o poder por força, conquista-o por exaustão. A chantagem de Le Pen é o ensaio do que Ventura pretende reproduzir. Ambos exploram a fadiga democrática e a ilusão de que a estabilidade pode nascer da destruição. Mas a história ensina o contrário: o colapso institucional é o prelúdio do autoritarismo.
A França está a ensinar-nos, em tempo real, como se destrói uma democracia sem tanques nem golpes, apenas com táticas e cansaço. Portugal faria bem em aprender a lição antes que seja tarde. Porque quando o centro se cala, os extremos não apenas falam, tomam o poder.

Às primeiras chuvas do outono temos a sua visita no Mercado da (des)Graça

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Às primeiras chuvas do outono temos a sua visita no Mercado da (des)Graça! O curioso é que esta situação era esperada por todos os frequentadores deste espaço!!!
Tantos milhões gastos para quê?
A culpa não pode morrer solteira!
Artur Neto

Pura e simplesmente VERGONHOSO, como foi gerido todo esse processo, graças ao incompetente presidente PNC. Como foi eleito de novo (espero que não chegue ao fim do mandato), será mais do mesmo, até à queda final…

Opinião: Alexandra Manes | Os outros são eles – jornalacores9.pt

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Quem nasceu ou viveu em Portugal, durante um curto período, já se deparou com referências a tachos, com bastante regularidade. Não me refiro a questões de culinária. Falo de tachos, no sentido metafórico, tantas vezes aproveitado pela classe política, mas também por outras profissões que flutuam em torno do ato de maldizer do nosso país. […]

Source: Opinião: Alexandra Manes | Os outros são eles – jornalacores9.pt

Até Pedro Nuno avisa: o Chega não perdeu

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“Pode-nos acalmar o espírito acreditarmos que o Chega teve um revés eleitoral e que foi o grande derrotado da noite, mas não é verdade”.

Source: Até Pedro Nuno avisa: o Chega não perdeu

Comboio da CP perde carruagem entre Lisboa e Faro. GPIAAF investiga

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Os engates de um comboio da CP quebraram-se em plena viagem, entre Lisboa e Faro, fazendo com que uma das carruagens ficasse para trás. O incidente não provocou feridos, mas foi “potencialmente perigoso”. O GPIAAF já abriu uma análise preliminar para recolha de informação.

Source: Comboio da CP perde carruagem entre Lisboa e Faro. GPIAAF investiga

Xanana, a Política do Drama e as Sombras do Poder em Timor-Leste

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Xanana, a Política do Drama e as Sombras do Poder em Timor-Leste

Kota Lale
6 h
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Xanana, a Política do Drama e as Sombras do Poder em Timor-Leste
Reflexão sobre a Crise Moral e os Desafios da Democracia às Vésperas da Integração na ASEAN
Por: Loro Sa’e Obsever
Do Símbolo da Resistência à Sombra do Poder
Timor-Leste foi, em tempos, uma história de coragem, uma pequena nação nascida da dor, do sacrifício e do sangue do seu povo.
No centro dessa história estava Xanana Gusmão, rosto da resistência e símbolo da unidade nacional.
Duas décadas após a restauração da independência, porém, a figura que outrora encarnava a esperança tornou-se também um espelho das contradições do poder: o herói transformado em governante incontestável; o libertador que agora dirige um sistema frequentemente marcado por desigualdades e privilégios.
Continua a falar em nome do povo, mas muitas decisões parecem beneficiar círculos restritos do poder.
Continua a pregar a humildade, mas à sua volta cresceu uma elite que vive com ostentação e distância da realidade popular.
O poeta da revolução converteu-se no arquiteto de um império político, e a luta libertadora transformou-se num drama de poder.
Do Combatente ao Guardião Absoluto
Xanana é produto da história, mas hoje parece também prisioneiro dela.
Apresenta-se como o “guardião da revolução”, como se apenas ele detivesse a chave do destino nacional.
Desse modo nasceu uma política excessivamente centrada na figura do líder, onde a lealdade pessoal frequentemente pesa mais do que o mérito e o serviço público.
Esse modelo cria dependência: os funcionários esperam ordens, os cidadãos hesitam em questionar, e o Estado perde a autonomia moral que deveria sustentá-lo.
Debaixo do carisma, instala-se uma cultura de medo e silêncio, o tipo de ambiente que lentamente sufoca a democracia.
Dili e o Surgimento de uma Nova Burguesia Política
Vinte anos depois de o povo lutar pela terra e pela dignidade, grande parte da riqueza nacional concentra-se agora nas mãos de poucos.
Dili mostra duas faces:
de um lado, carros de luxo, moradias imponentes e festas políticas;
do outro, desemprego, preços elevados e o desespero silencioso da população.
Quem prospera em Dili hoje?
Não são os camponeses de Baucau, nem os pescadores de Liquiçá, nem os professores de Viqueque.
São os empresários políticos e os intermediários que orbitam os centros de poder.
O que se vive não é desenvolvimento, mas um tipo de colonialismo interno, onde os novos senhores falam Tétum e empunham a bandeira nacional, enquanto o povo continua à margem.
O Estado e as Redes de Interesses
Diversos observadores e ativistas sociais têm alertado que o perigo atual de Timor-Leste não vem de fora, mas de dentro:
de redes político-económicas opacas que debilitam o Estado e capturam recursos públicos.
Os processos de contratação, as licenças e os investimentos estatais parecem frequentemente influenciados por conexões pessoais e partidárias.
As recentes declarações do Ministro Agio Pereira, advertindo sobre a infiltração de redes organizadas em instituições públicas, trouxeram à luz uma preocupação legítima.
A coragem de abordar esse tema demonstra que a integridade e a transparência ainda têm defensores dentro do próprio governo, e que esses valores são essenciais para restaurar a confiança dos cidadãos.
Teatro Político e Crise Moral
Na política, a imagem tornou-se mais poderosa do que o conteúdo.
O líder carismático pode ser, ao mesmo tempo, o revolucionário humilde e o governante intocável.
Quando o discurso da resistência é usado para justificar práticas de poder, corre-se o risco de transformar a memória em propaganda.
Mas a ilusão começa a desvanecer.
O povo observa, questiona, e sente na pele o custo da desigualdade.
As palavras já não bastam, a democracia precisa de moral e de verdade.
CNRT e o Desafio da Reforma
O CNRT, partido nascido do espírito de libertação, enfrenta hoje o seu maior desafio:
pode transformar-se num partido moderno, de serviço público, ou continuará a ser instrumento de privilégios e proteção política?
Críticos argumentam que o partido se converteu num espaço onde a lealdade pessoal é mais valorizada do que a competência e a ética.
Contudo, há vozes reformistas que buscam mudar essa cultura, exigindo auditorias, transparência e meritocracia.
Essas vozes merecem apoio, pois sem elas não há renovação, nem futuro democrático.
A Verdadeira Luta: Entre a Corrupção e a Honestidade
Timor-Leste já não vive uma guerra entre partidos, mas um confronto moral entre os que servem e os que se servem do Estado.
Essa batalha atravessa ministérios, parlamentos e aldeias.
E, embora o povo não tenha armas, tem algo mais poderoso: consciência.
A consciência de que o país não pertence a uma família nem a um grupo;
de que a independência é vazia se só enriquece alguns;
de que a liberdade deve ser continuamente reconquistada através da justiça.
Tempo de Reflexão para as Lideranças
Nenhum líder é eterno.
O verdadeiro estadista é aquele que sabe quando passar o bastão à próxima geração, com dignidade e visão.
Se Xanana Gusmão, símbolo máximo da resistência, tiver a grandeza de promover uma transição política saudável, a história o recordará como o pai da nação moderna.
Mas, se o poder continuar a ser um fim em si mesmo, a memória coletiva também registrará o lado sombrio dessa persistência.
Retomar o Espírito da Luta
A independência não foi conquistada para enriquecer elites, mas para restaurar a dignidade popular.
A soberania real não se mede por bandeiras ou cerimónias, mas por justiça, igualdade e honestidade no governo.
O maior inimigo de Timor-Leste já não é o invasor estrangeiro, mas a corrupção interna travestida de nacionalismo.
E esse inimigo só pode ser vencido com verdade e coragem.
Chegou o momento de uma nova geração de timorenses, estudantes, trabalhadores, intelectuais, reformistas, retomar o rumo moral do Estado.
Construir instituições fortes, inclusivas e dignas é o único caminho para uma independência plena.
Às Vésperas da ASEAN: Um Espelho para a Nação
Nas próximas semanas, Timor-Leste deverá tornar-se membro pleno da ASEAN, um passo histórico no plano diplomático, mas também um teste de maturidade nacional.
A ASEAN exige estabilidade, transparência e governação responsável.
O mundo observará não apenas discursos e cerimónias, mas a coerência entre o que dizemos e o que fazemos:
como gerimos o erário público, como aplicamos a lei e como tratamos o nosso povo.
A adesão à ASEAN será vazia se não vier acompanhada de reformas internas.
É hora de provar que merecemos esse lugar, não apenas pela bravura do passado, mas pela integridade do presente.
Conclusão: Para que a História Não se RepitaTimor-Leste encontra-se, mais uma vez, numa encruzilhada.
Ou continua a viver da glória passada, ou tem a coragem de escrever um novo capítulo baseado em justiça e ética.
A história lembrará quem falou e quem se calou.
Quem lutou pela verdade e quem preferiu o conforto da mentira.
E, no fim, uma verdade permanecerá:
a verdadeira independência não depende de quem governa, mas de quem tem a coragem de servir com honestidade.
Nota do autor:
Este texto é uma reflexão e análise política baseada em observações e debates públicos em Timor-Leste. Não pretende acusar ou difamar qualquer indivíduo, mas sim contribuir para um diálogo construtivo sobre integridade, liderança e o futuro da democracia timorense.
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