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- Hugo LagartoQuerem é se fazer de gangsters, é para dentro que vão escumalha!Não sabem viver em sociedade dá nisso

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- Hugo LagartoBruno Montagem amigo ele já comia e via sport TV de graça, ele era um ex recluso que foi libertado por causa do covidEle pensava que ainda tava na prisão e levou as bebidas de “graça”
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- Natalia KatcipisJosé Melo agredir com navalha é tentativa de homicídio. Agredir policiais, pessoas comuns, invadir propriedade privada, furto… a lista de crimes é enorme e a pessoa agressiva. Precisa matar para ser grave? Chama-o este pobre? E os restantes crimes? E o já ter estado preso e ter saído na Lei do Covid? É reincidente. Achei leve quer a pena deste ladrão e agressor, quer a do pedófilo. Acho que cada criança abusada devia ser mais um crime, abuso continuado da mesma criança não deveria ser tratado como um só, a quantidade de vezes que se abusa da mesma criança deveria agravar também a pena. Qualquer abuso a crianças, idosos, incapazes ou pessoa com força inferior (caso de homens a agredir e violar mulheres, que fisicamente não conseguem se defender, por serem mais fracas) deveriam ter penas mais severas.
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Leonor BorgesJosé Melo chama pobre a um indivíduo destes?? Que já cometeu vários crimes e tentou assassinar uma pessoa? O que menos está em causa aqui é o álcool que roubou mas sim tudo o que fez a seguir e o que já tinha feito antes, são crimes diferentes mas não deixa de ser uma pessoa perigosa na mesma, podia ter morto o segurança não acha, chamar de ” pobre coitado” a uma pessoa assim realmente não sei para si o que é considerado perigoso ou criminoso2
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Nuno BotelhoJosé Melo Este “pobre” que vá trabalhar para comprar as garrafas que é o que eu faço quando quero comprar alguma coisa, e se não tenho dinheiro não compro, não vou roubar nem dar facadas a quem está a trabalhar…Não compare os crimes, o violador deveria apanhar era 50 anos, isto sim, mas este “pobre” como o chama é um criminoso perigoso, a pena é curta até…- Like
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- Natalia KatcipisCom esta lista de crimes a pena foi bem suave.
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Carolina Rodrigues“Volta sempre ao mesmo”… conversa é sempre a mesma. A justiça em portugal não evolui. Pessoas condenadas por crimes não tão graves apanham o mesmo tempo, pessoas condenadas por crimes gravíssimos apanham o mesmo tempo.. enfim2
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Helder EmilioVejo um furto qualificado + ofensa à integridade fisica = 7 anos e 7 meses … exagero!!! Mesmo sendo reincidente. Como teve um advogado oficioso que nem olhou direito o processo dele, vai pagar pelo que fez e pelo que ainda pensa em fazer.- Like
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- Rui CordeiroHelder Emilio tentou matar uma pessoa e é pouco ?
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- Helder Emiliotentou mesmo?
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- Elson Elisa CostaHelder Emilio exatamente relembro do crime horrendo do assassino que matou a vitima à catana cm varios golpes deferidos, e por ser bipolar apanhou entre 3 meses a 16 anos em regime de internamento.É a nossa justiça no seu mlhr
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Jovem alemã garante que é a Maddie McCann – Mundo – Correio da Manhã
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“Ajudem-me, preciso falar com Kate e Gerry McCann”, escreveu no Instagram.
Source: Jovem alemã garante que é a Maddie McCann – Mundo – Correio da Manhã
40+ Ex-Ladrões Contam os Seus Truques Para te Ajudar a Não Ter Sua Casa Roubada e Eles São Reveladores
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Graças a uma thread do Reddit particularmente útil, estes são 45 ex-ladrões que revelaram seus truques para ajudar as pessoas a evitarem serem roubadas.
o polícia e o pobre a furtar
“Não há impedimento” para nomeação de subdiretora-geral de Veterinária
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A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, referiu, esta segunda-feira, que “não há nenhum impedimento legal” para a jurista Luísa Sá Gomes – que foi condenada a pena suspensa por crimes de abuso de poder, participação económica em negócio e falsificação de documento – estar em regime de substituição como subdiretora-geral de Veterinária.
Source: “Não há impedimento” para nomeação de subdiretora-geral de Veterinária
Falta de segurança e condições desumanas na cadeia de Ponta Delgada |
Prisão preventiva para suspeito de violação, sequestro e violência doméstica nos Açores – Jornal Açores 9
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Um homem ficou em prisão preventiva, nos Açores, após ter sido detido “por fortes indícios” de crimes de violação, sequestro e de violência doméstica contra a ex-namorada, revelou hoje a Polícia Judiciária (PJ). De acordo com o Departamento de Investigação Criminal dos Açores da PJ, os factos ocorreram “numa ilha do grupo Oriental”, composto por […]
A JUSTIÇA EM PORTUGAL RAIA A LOUCURA….Juíza obriga vítima de violência doméstica a jantar com o agressor
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Uma juíza do Tribunal da Amadora ordenou a um agressor de violência doméstica que vá jantar fora com a vítima e a espectáculos.
Source: Juíza obriga vítima de violência doméstica a jantar com o agressor
pedofilia o flagelo açoriano
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Vai ser julgado pelo crime agravado de abuso sexual de crianças um homem de 62 anos que as transportava no concelho de Ponta Delgada ao serviço de um clubeUm homem de 62 anos de idade vai começar, ainda este mês, a ser julgado no Tribunal de Ponta Delgada pelo crime de abuso sexual de crianças agravado. As vítimas são dois menores que tinham, à data dos factos, 12 anos de idade. A notícia da detenção deste homem foi amplamente divulgada pela comunicação social regional e nacional nos primeiros dias do ano passado.Este arguido, com fortes ligações a instituições da freguesia onde residia no concelho de Ponta Delgada, tinha a seu cargo a responsabilidade de realizar o transporte de crianças de um clube desportivo e terá aproveitado essa condição para a prática dos seus actos. Os menores denunciaram, em Dezembro de 2021, os alegados abusos de que foram alvo aos seus familiares mais próximos.No processo consultado pelo Correio dos Açores, a primeira situação foi denunciada pela mãe de um dos menores a 17 de Dezembro de 2021, dois dias após o filho ter sido alegadamente abusado sexualmente pelo arguido. A progenitora refere que quando o menor chegou a casa, por volta das 22h do dia 15 de Dezembro, notou que este estava visivelmente perturbado. Questionado, o menor optou por não dizer nada nessa ocasião, mas, no dia seguinte, contou à mãe o que se terá passado.O jovem relatou que, na noite em questão e após terem sido deixados os restantes colegas da equipa nas respectivas casas, realizou a restante viagem sozinho com o arguido. Num determinado momento, o arguido parou a carrinha e tentou beijar o menor. Apesar da resistência deste, o arguido terá conseguido alcançar os seus intentos. No mesmo momento, o homem de 62 anos terá colocado as duas mãos por dentro dos calções do jovem, que tentava resistir à investida, e apalpou-lhe o pénis e os testículos com uma mão e com a outra colocou um dedo no ânus do menor. Após o sucedido, o jovem foi posteriormente deixado em casa.No seu testemunho, o menor de 12 anos referiu, num momento inicial, que esta terá sido a primeira vez que um acontecimento deste género sucedeu consigo. O jovem revelou, no entanto, que em várias ocasiões anteriores o arguido terá passado a mão pela sua perna durante as viagens de carrinha.Porém, alguns dias mais tarde, foi admitida a ocorrência de uma situação anterior em que o homem de 62 anos lhe terá lambido a orelha e esfregado o seu corpo contra o do menor. A mãe do menor revelou também que o filho se vinha sentido incomodado com alguns dos comportamentos tidos pelo arguido, nomeadamente, com o proferir de frases provocatórias de cariz sexual, com a passagem da mão pela perna do jovem ou pelas inúmeras vezes que este contactava com o jovem através de mensagens por Facebook.A progenitora referiu ainda a sua estranheza pelo facto de o arguido optar por deixar o seu filho para o final da ‘ronda’ de transporte.Na mesma equipa desportiva desta vítima, um dos seus colegas, também com 12 anos, revelou a ocorrência de um alegado abuso praticado pelo arguido. A 4 de Dezembro de 2021 e após ter ajudado o arguido a lavar a carrinha de transporte do clube, este jovem terá pedido ao homem se o podia transportar até casa. O arguido terá respondido afirmativamente na condição de que o menor lhe desse um beijo. Posteriormente e após o ter convidado para o interior da garagem, o homem de 62 anos deu-lhe um beijo na boca quando ambos saíam do local.Este menor terá decidido avançar com a denúncia junto de um familiar após o outro jovem, vítima neste processo, lhe ter confidenciado os abusos de que terá sido alvo.Em Janeiro de 2022, o homem foi detido para interrogatório, foi-lhe aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência, bem como a proibição de se aproximar das vítimas, das respectivas casas e das escolas que frequentam. O arguido foi igualmente proibido de exercer as anteriores funções que desempenhava no clube desportivo em causa.O julgamento deste caso está agendado para os últimos dias deste mês de Janeiro.Luís Lobão
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desporto tudo gente honesta
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Boavista e João Loureiro condenados por abuso de confiança fiscalPorto, 18 jan 2023 (Lusa) – O Boavista e o seu ex-presidente João Loureiro foram condenados no Tribunal do Porto por abuso de confiança fiscal, por retenção indevida de mais de 300 mil euros de impostos dos rendimentos de prémios do Bingo ‘axadrezado’.Numa nota publicada hoje na sua página da internet, a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP) refere que a sentença proferida em 13 de janeiro deu como totalmente provada a acusação do Ministério Público, que imputava a cada um dos arguidos a prática de um crime de abuso de confiança fiscal, em execução continuada.O Boavista foi punido com uma pena de multa de 6.750 euros, enquanto o ex-presidente foi condenado a 28 meses de prisão, suspensa por 30 meses, condicionada ao pagamento da quantia de 7.000 euros à Autoridade Tributária no prazo de 28 meses.O Tribunal deu como provado que o clube, no decurso da sua atividade, explorava o jogo do bingo, encontrando-se, por isso, obrigado a proceder à retenção na fonte do IRS referente aos rendimentos de atribuição de prémios e à retenção na fonte do valor correspondente ao imposto de selo devido pela atribuição de prémios.“Não obstante, porque o clube estava com dificuldades económicas, o arguido, pessoa singular, decidiu não entregar os montantes devidos nos meses de janeiro a maio de 2016 a título de imposto de selo nos cofres do Estado, no total de 300.938,38 euros, antes os integrando no património do clube”, refere a nota da PGRP.Durante o julgamento, a defesa argumentou que a exploração do jogo do bingo tinha sido cedida a terceiro em data anterior aos factos, mas essa tese não mereceu credibilidade perante o conjunto da prova produzida.O Tribunal declarou ainda o perdimento a favor do Estado do montante de imposto não pago.João Loureiro chegou a pedir a suspensão provisória do processo (SPP) para evitar o prosseguimento do processo penal até à fase de julgamento, mas o pedido foi rejeitado pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto.O presidente adjunto à data dos factos e atual presidente, Vítor Murta, chegou a ser acusado pela prática do mesmo crime, mas o TIC decidiu despronunciá-lo, ou seja, não o levar a julgamento.JDN (JGJ) // MO
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