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Jornada Mundial dos ajustes diretos. Apenas 7,5% dos contratos foram por concurso público

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Apenas 7,5% dos contratos públicos para a JMJ tiveram concurso público, mas quase metade de todo o investimento refere-se a estes contratos.

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nova ponte (campismo do Nordeste)

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Foi publicado ontem um despacho do Secretário do Ambiente e Alterações Climáticas no Jornal Oficial a “reconhecer como acção de relevante interesse público a intervenção relativa à execução de uma via alternativa entre a freguesia de Lomba da Fazenda e a vila do Nordeste, em São Miguel, tendo em conta que a mesma não pode ser realizada em áreas não integradas na Reserva Ecológica.” O objectivo desta via alternativa “é promover a segurança pública, bem como uma nova acessibilidade a infra-estruturas fundamentais para o desenvolvimento do concelho do Nordeste”. A intervenção proposta no projecto da via alternativa é considerada “de extrema importância no socorro às populações em situações de catástrofe e reveste-se de carácter urgente, atendendo à necessidade de mitigar efeitos negativos na segurança de pessoas e bens”. Para além disso, refere-se no despacho, “a vulnerabilidade da Estrada Regional, na zona da Ribeira do Guilherme, sujeita à ocorrência de movimentos de vertentes, muito frequentes aquando da ocorrência de maior pluviosidade, inviabilizam, por muitas vezes, o tráfego automóvel, nomeadamente de veículos de socorro”. Assim, a actual Estrada Regional “está sujeita a sérios constrangimentos no que respeita à segurança, sendo que, por constituir a única via de ligação automóvel de acesso à sede do concelho – Vila do Nordeste – onde estão sedeados os meios de socorro, torna-se imprescindível criar uma via alternativa que possa ser utilizada pelos meios de socorro e protecção civil, sempre que a Estrada Regional se encontre intransitável, o que acontece com alguma frequência devido às condições dos terrenos confinantes”. A intervenção visa o alargamento de dois caminhos existentes, a Norte e a Sul da Ribeira dos Moinhos também conhecida por Ribeira do Guilherme e a construção de uma ponte viária com cerca de 25 metros de vão sobre a citada ribeira. A via tem uma extensão de cerca de 930 metros com um perfil transversal de cinco metros de faixa e 0.50 metros de valeta. Esta via servirá de alternativa à Estrada Regional em caso de catástrofe. Pretende-se com construção desta nova obra realizar o atravessamento viário da ribeira em questão, onde actualmente existe uma ponte pedonal existente junto ao parque de campismo do Nordeste. A escolha da localização desta nova travessia teve em consideração, a topografia local, a compatibilização entre as vias existentes a Sul e a Norte da ribeira e as construções existentes na envolvência. A nova obra localiza-se imediatamente a montante da ponte pedonal existente. Esta será demolida para a construção da nova ponte. Na escolha das soluções a adoptar foram considerados todos os condicionalismos existentes, em particular os inerentes à implantação geral das obras e sua utilização. Nas secções seguintes indicam-se os principais condicionamentos considerados no projecto, descreve-se a solução adoptada para o traçado e para as estruturas, indicam-se as acções e combinações de dimensionamento, os materiais a empregar, os critérios aplicados para a verificação da segurança, o terreno de fundação, bem como, o tipo de fundações adoptadas e os regulamentos e as normas utilizadas.
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Comerciantes são obrigados a aceitar pagamentos em dinheiro vivo? – Polígrafo

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Vários leitores do Polígrafo questionam sobre se os comerciantes podem recusar pagamentos através de dinheiro vivo, obrigando à utilização de cartões bancários. Afinal quais são as regras em vigor?

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40 Carros Cujos Gastos de Manutenção Consomem Todo o Orçamento dos Motoristas

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A manutenção de automóveis raramente sai barato. Os motoristas muitas vezes gastam bastante para manter seu carro ou caminhonete. Mas alguns veículos custam muito mais para manter do que outros. Os que vêm à mente em primeiro lugar são os veículos alemães e até mesmo muitos carros modernos. À medida que os veículos se tornam […]

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a merda da habitação que temos

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We will always have Laranjeiro |
Eu não sei se os meus amigos já foram ao Laranjeiro. Se não foram, deviam ir. Geograficamente está pertíssimo do Chiado e por isso, é praticamente centro de Lisboa embora fique do outro lado do rio. O café é ligeiramente mais barato, o metro anda por cima da superfície e a vista para o Cristo-Rei é muito melhor.
Em passando por lá podem encontrar este magnífico anexo a ser alugado por 850 euros. À primeira vista pode parecer algo exagerado mas há que olhar mais perto. Os baldes de tinta indicam renovacão e a televisão com cinescópio dá o ar vintage que se quer.
Uma pintura bem aplicada e alguns cogumelos da parede escondidos bastarão para que o inquilino, ao percorrer aquele mármore clássico do páteo, depositado na década de 80 (saía muito), se sinta a calcorrear uma avenida cheia de pelicanos em Miami.
Aqui há uns 2 anos, um senhor que vendia uma ruína no Seixal (na parte velha) dizia-me, com ar de quem tinha encontrado água no Sahara: “como está custa 80 000, depois das obras fica em 180 000”. Perguntei se parte das obras consistia em mudar a casa para Paris ou se, no fim, a envolvente continuava a ser o Seixal. Nunca mais falámos e foi pena. Parecia-me uma pessoa com histórias boas para contar sobre patos.
O que acontece neste momento com a habitacão em Portugal, numa altura em que a populacão empobrece a olhos vistos, é absolutamente escandaloso. Meti aqui o exemplo desta barraca no Laranjeiro mas há 100 outros para escolher. Todos os dias. Por todo o país.
Não me falem em estado paizinho ou mercados que se regulam. Não me falem em oferta quando há centenas de casas devolutas e, acima de tudo, não me digam que não é possível fazer nada e que a solucão é ir sempre procurando algo cada vez menor, mais barato, com menos condicões e numa zona ainda mais de merda.
Já damos de barato que uma barraca no subúrbio custe mais do que o salário de 70% da populacão. Aceitamos, obviamente, que um entidade não eleita nos rebente as financas com taxas de juro na habitacão que mais parecem créditos privados. Somos absolutamente esmagados por impostos no continente Europeu e, perante tudo vamos sorrindo, virando umas sardinhas na praia e achando natural que o Costa, no meio deste dilúvio, vá, literalmente, para outro lado do mundo ver um jogo de futebol.
Onde anda a oposicão neste país e que raio de noticiários vêm vocês? Há por aí alguém que esteja interessado em parar com este assalto colectivo a que estamos sujeitos desde 2020?
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Ana Maria Coelho

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