Categoria: Galiza GALICIA

  • Dia das Letras Galegas – Observatório da Língua Portuguesa

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    Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

    Source: Dia das Letras Galegas – Observatório da Língua Portuguesa

  • guitarra galega ISABEL REI

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    Isabel Rei Samartim is feeling excited with Javier García and

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    📣 NOVIDADE en Dos Acordes.
    🎼 A nosa editorial amplía o seu catálogo para guitarra coa obra de Isabel Rei Sanmartim «Álbum de guitarra galega, vol. 2: Nivel médio». É a continuación da publicación das partituras para guitarra produto da pescuda sobre música nos fondos musicais galegos («Álbum de guitarra galega, vol.1: Nivel básico»).
    📝 Este caderno contén unha antoloxía de obras dos fondos galegos apropiada para o estudo no nivel de Ensinanzas Profesionais nas escolas e conservatorios de música. A súa autora preséntanola neste vídeo.
    🔗 Xa está dispoñible na nosa tenda online e lembra que, co gallo do Día das Letras Galegas, tes un 10% de DESCONTO na súa compra.
    Saiu o segundo Álbum de Guitarra Galega (Dos Acordes, 2023) com música para guitarra dos arquivos galegos! Muito obrigada à Dos Acordes pela edição. 🎸🪕🎼 👇👇👇
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  • MAIOS NA GALIZA

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    A Galiza festeja os maiôs e faz poemas.

    E data quevem de antigo era o começo do verão céltico e romano.
    Maiôs e Vilafranca na faixa do leste da Galiza sob Castela-leão
    Na Galiza o.colocar a giesta na casa e no carro está bem espalhado e festejam-se os maiôs com muitas variantes
    Vivam os maios
    Abanhos
  • GALIZA E LÍNGUA

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    A LINGUAIGE PORTUGUESA E O ESPANHOL
    UMA COMPARAÇÃO INADEQUADA
    A comparação da terminologia “lingua espanhola ” com “língua portuguesa ” não é muito lógica nem comparável passe o pleonasmo.
    Aquilo que se convencionou chamar português tem origem num espaço territorial muito estrito onde se formou uma comunidade de falantes muito particular entre as duas beiras do rio Douro que partilham um mesmo nome, Portugal, Portugale, Portucale ou Portus de Cale.
    Alargando o leque territorial desde dois castros em ambos os lados da foz do Douro, que são no fundo dous marcos de pedra de dois territórios mais bastos, vamos ao longo da história “marcar” ao norte a Callaecia derivada dos callaecos de Calle e ao sul a Lusitânia desses mesmos Callaecos de Calle e praticamente até Conimbriga, Colimbriga ou Coimbra, de que Calle ao sul do Douro fazia parte já ao tempo do Paroquial dos Suevos.
    Essa Calle ou também Portucale de Coimbra era denominada pelos Romanos como Castrum Antiquum ou Romanorum. Era a Cale antiga dos Romanos. A cale ou Portucale ao norte era o Castrum Novum ou Suevorum, porque os suevos lhe deram o estatuto episcopal e se tornou após 572 a capital de um bispado ao norte do Douro até ao Ave a esbarrar com a diocese metropolitana de Braga que por seu lado esbarrava no rio Lima na diocese de Tui que esbarrava esta lá em cima na ria de Vigo.
    É este espaço bastante basto que formatará o que se designará a linguaige do português. Do Mondego de Coimbra até a ria de Vigo.
    E porque português, porque o ponto de inflexão de ambos os territorios galaicos e lusitanos é de facto Portucale-Portucale.
    Relativamente à língua Castelã que se designou espanhola no mundo, é inadequado o termo generalista “espanhol” porque Hispânia, Hespanha ou Espanha não é um ponto estrito no mapa geográfico tal como é Castela ou Portucale, Astorga, Leão ou Miranda, de onde surgem comunidades de falantes bastante coesas ou homogéneas.
    Espanha como espaço geográfico abrange muitas línguas diferentes ou diferenciáveis e com diassistemas até incompativeis como é o caso do Euskera.
    Será pois perfeitamente ambíguo e desadequado chamar ao castelão de espanhol, quando isso é inadmissível na própria constituição espanhola.
    Pois nessa constituição está escarrapachado que existem várias línguas espanholas e oficiais.
    O castelão, o basco, o galego e o catalão.
    Até para aumentar a ambiguidade deveria também incluir o português da Galiza e o português de Olivença como língua oficial espanhola.
    Porque na Galiza também existe português ao sul dessa mesma Galiza na parte do Jurez/Xurés.
    Claro que toda esta ambiguidade teria que ser reformulada na constituição espanhola.
    Mas isso terão que ser os espanhóis a fazer. Todos os espanhóis e não apenas os de Madrid.
    Foto: excerto da obra de João de Barros, escrita em 1549, GEOGRAPHIA D ‘ANTRE DOURO E MINHO E TRAS-OS-MONTES.
    May be an image of studying, diary, book and text
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    Adriano Arantes

    Aqui o João de Barros insiste em georreferenciar o Entre-Douro e Minho como pertença da Galiza que ele considera o Reino ou província da Gallaecia antiga e arrisca em afirmar que Espanha é toda a península e Portugal é um reino dessa Espanha como são Castela, Leão, Aragão e Navarra.
    Daqui se pode retirar a ideologia da época quinhentista. A Galiza não era Leão, Castela ou Portugal. Era um reyno ou província histórica que incluia de forma histórica, cultural e linguística o Antre Douro e Minho.
    E essa é a parte interessante desta história comum. A intemporalidade da Galiza.
    Palavrinha única que apenas existe na língua oficial portuguesa. Em Espanha é Galicia tal como na oficial CA da Galicia.
    May be an image of book and text that says "senhorio Espanha inteira Godos, Romanos. Depois os Depois partirão Leam, Romanos <ate class=lazy tempo dos/> fosse mesmos Velha, muitos reinos agora chamamos Castella quasi todos com estas nomes, reino queremos Galiza retenha toda atar della chamão perderão. não chamão, assi outros agora hei pera entende declararei jurdiçois. ser, trate Annio Florião Campo" varão dasua quem vive. nossa não tanta rezão saber como particularmente Douro Minho nomes antigos principalmente, provar que pareseres alguns quee propus Antre Minho, Espanha, quero não .B.C. porei para mudado. Ûo quasi todo escritor espa-"” width=”95″ height=”210″></a></div><div
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  • O que ouvem os portugueses quando ouvem galego? – PGL

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    Lembro-me de estar a ver televisão com um amigo meu acabadinho de chegar da Andaluzia, onde trabalhara durante uns meses. De repente, não sei porquê, demos connosco a ouvir um galego a falar na televisão. Disse-lhe (armado em sabichão das línguas) que aquilo era galego e ele começou a rir-se, dizendo que aquilo era, obviamente, espanhol. Para ele,

    Source: O que ouvem os portugueses quando ouvem galego? – PGL