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Isabel Rei Samartim toca Rudesindo Soutelo: suite Deu-la-deu. 6-10-2008, auditório do Centro Galego de Arte Contemporânea (CGAC), em Santiago de Compostela, na Sessão Inaugural da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP).
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Isabel Rei Samartim toca Rudesindo Soutelo: suite Deu-la-deu. 6-10-2008, auditório do Centro Galego de Arte Contemporânea (CGAC), em Santiago de Compostela, na Sessão Inaugural da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP).
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Naquele mês de junho soou na Ulha a Soidade de Avelina Valladares. Em junho deste ano voltou a soar em Compostela. Música fidalga do campo que chega à cidade como prenúncio do verão.
Soidade: http://www.isabelrei.com/index.php/audios
Obra para guitarra compostela pela intelectual, poeta e música galega
Avelina Valladares (Vilancosta, 1825-1902):
Gravada o dia 8 de março de 2016 na Moninha (Ames) em honor às mulheres que trabalham e vivem sozinhas.
Foi publicada no Cancioneiro de Marcial Valladares (Dos Acordes, 2010).
Música manuscrita em dous cadernos para guitarra do século XIX achada na ilha da Madeira, gravada em 2013 com o patrocínio do Governo Regional da Madeira. Contém 41 peças de vários autores madeirenses como Manuel J. Monteiro Cabral e Cândido Drumond de Vasconcelos (1846), ademais de peças anónimas e de autores como o italiano Ermenegildo Carosio (1866-1928).
Dança Pastoril – Manuscrito Madeira
Primi Passi – E. Carosio – Manuscrito Madeira
Ária com Explicações – Var. 3 – Manuscrito Madeira
Ária com Explicações – Var. 4 – Manuscrito Madeira
Polca Mazurca – M.J.M. Cabral – Manuscrito Madeira
Bolero Sevilhano – Manuscrito Madeira
Valsa para braguinha – Drumond de Vasconcellos
Jornal da Madeira 5 agosto 2013
Música atualmente publicada no CD A Viola no Século XIX: Música de Salão na Madeira (2014)
Seis canções para um neno que nasce (1993) – L. Eugénio Santos Sequeiros
Suite L’Infidèle – Silvius L. Weiss
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https://www.facebook.com/notes/isabel-rei-samartim/no-areal-da-ulha/10215265208679938/
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Fonte: O dia que a Galiza entrou na Lusofonia: 20 de julho de 2009
https://lusoafonia.prazapublica.com/post/54328326899/o-dia-que-a-galiza-entrou-na-lusofonia-20-de
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Perto de 1.700 lugares están abandonados en Galiza e máis de 2.000 están a piques de estalo ao ter 2 ou menos habitantes.
Fonte: Cada seis días unha aldea fica deshabitada en Galiza. Xa imos camiño das 2.000