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  • A descolonização da língua portuguesa

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    O discurso de Paulina Chiziane aquando da entrega do Prémio Camões desencadeou notícias e ondas de choque nas redes sociais, provando a importância e o impacto dos temas que abordou, que são daqueles que mexem com as pessoas e carecem de análise e discussão. Não pude ouvir o discurso em direto e não o encontrei na Internet; é no que vou lendo e na minha experiência que baseio a reflexão que aqui trago. Ao falar da necessidade de descolonizar a língua portuguesa, a autora deu exemplos da descrição de conceitos ligados à vivência africana recebiam em dicionários de língua. Ainda que o tópico seja relevante e preocupação constante de fazedores de dicionários e boas editoras, a questão da descolonização da língua não se circunscreve a esta espuma linguística e é bem mais funda.

    Source: A descolonização da língua portuguesa

  • Opinião: Alexandra Manes | Feira das vaidades -CULTURA NOS AÇORES) Jornal Açores 9

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    Se a gestão da Cultura sempre teve a tendência para ser um barco meio à deriva, será seguro afirmar que o atual Governo Regional conseguiu afundar e embarcação. Depois da autocrática gestão de misoginia do Padre Ricardo, e da boa vontade de Brito Ventura, a tempestade perfeita estava criada para a chegada de Duarte Freitas. […]

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  • 1926 triste dia

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    *** 28 DE MAIO ***

    A 28 de maio de 1926, iniciava-se um levantamento militar que levaria ao fim da I República Portuguesa (1910-1926) e iria dar início a uma nova fase da História de Portugal, a Ditadura Militar (1926-1932).
    O General Carmona, em 1928, foi eleito Presidente da República. Iniciava-se assim a Ditadura Nacional em Portugal. Carmona, numa tentativa de resolver os problemas económico-financeiros de Portugal, convidou o Professor António de Oliveira Salazar para Ministro das Finanças.
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  • 1 de maio como sufocar revoltas

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    “Para sufocar antecipadamente qualquer revolta, não deve ser feito de forma violenta. Métodos arcaicos como os de Hitler estão claramente ultrapassados. Basta criar um condicionamento coletivo tão poderoso que a própria ideia de revolta já nem virá à mente dos homens. O ideal seria formatar os indivíduos desde o nascimento limitando suas habilidades biológicas inatas…
    Em seguida, o acondicionamento continuará reduzindo drasticamente o nível e a qualidade da educação, reduzindo-a para uma forma de inserção profissional. Um indivíduo inculto tem apenas um horizonte de pensamento limitado e quanto mais seu pensamento está limitado a preocupações materiais, medíocres, menos ele pode se revoltar. É necessário que o acesso ao conhecimento se torne cada vez mais difícil e elitista… que o fosso se cave entre o povo e a ciência, que a informação dirigida ao público em geral seja anestesiada de conteúdo subversivo.
    Especialmente sem filosofia. Mais uma vez, há que usar persuasão e não violência direta: transmitir-se-á maciçamente, através da televisão, entretenimento imbecil, bajulando sempre o emocional, o instintivo. Vamos ocupar as mentes com o que é fútil e lúdico. É bom com conversa fiada e música incessante, evitar que a mente se interrogue, pense, reflita.
    Vamos colocar a sexualidade na primeira fila dos interesses humanos. Como anestesia social, não há nada melhor. Geralmente, vamos banir a seriedade da existência, virar escárnio tudo o que tem um valor elevado, manter uma constante apologia à leveza; de modo que a euforia da publicidade, do consumo se tornem o padrão da felicidade humana e o modelo da liberdade.
    Assim, o condicionamento produzirá tal integração, que o único medo (que será necessário manter) será o de ser excluído do sistema e, portanto, de não poder mais acessar as condições materiais necessárias para a felicidade. O homem em massa, assim produzido, deve ser tratado como o que é: um produto, um bezerro, e deve ser vigiado como deve ser um rebanho. Tudo o que permite adormecer sua lucidez, sua mente crítica é socialmente boa, o que arriscaria despertá-la deve ser combatido, ridicularizado, sufocado…
    Qualquer doutrina que ponha em causa o sistema deve ser designada como subversiva e terrorista e, em seguida, aqueles que a apoiam devem ser tratados como tal.”
    – Günther Anders, “A obsolescência do homem′′, 1956.
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    Prefiro não comentar…. 😳

  • um café no 1º de maio

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