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The Dutch-led opposition to a ‘coronabond’ to raise funds for nations hardest-hit by the pandemic is self-defeating, say researchers David Adler and Jerome Roos
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Se ser latino/do Sul/mediterrânico é sinónimo de fazer tudo o que for possível, mesmo com o país num caos e na iminência de uma falência, para salvar até ao último dos mais velhos, ainda bem que nasci cá mais abaixo.
Um dado curioso: a Holanda, país cujo sistema não entrou formalmente em colapso e que não está em quarentena, regista 50 mortes por milhão de habitantes. Só é superado por… Espanha, Itália e pelos microscópicos São Marino e Andorra. É a “imunidade de grupo”, dizem eles…
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Assim acontece na terra do ” Repugnante”.

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PERIGO MORTAL – AVISA DELORS
Falta de solidariedade é um “perigo mortal” para a Europa – Jacques Delors
por Lusa
Bruxelas, 28 mar 2020 (Lusa) — O ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors advertiu hoje que a falta de solidariedade representa “um perigo mortal” para a Europa, após um Conselho Europeu extraordinário por causa da atual pandemia que evidenciou divisões entre os parceiros europeus.
“O clima que parece reinar entre os chefes de Estado e de Governo e a falta de solidariedade europeia representam um perigo mortal para a União Europeia (UE)”, disse o ex-ministro da Economia francês, que presidiu à Comissão Europeia entre 1985 e 1995, numa declaração divulgada pelo instituto que fundou com o seu nome.
“O micróbio está de volta”, acrescentou Jacques Delors, que tem acompanhado, segundo o instituto, os últimos desenvolvimentos no seio do bloco comunitário e a respetiva resposta à pandemia da covid-19, em particular o Conselho Europeu extraordinário, realizado na passada quinta-feira, que veio mostrou as divisões entre os 27 Estados-membros, em particular entre os países do norte e do sul.
O Conselho Europeu de quinta-feira decidiu lançar um programa de recuperação da economia europeia para o pós-crise da covid-19 e de mobilizar uma linha de financiamento de 240 mil milhões de euros, mas falhou um consenso para a criação de um instrumento comum de emissão de dívida para apoiar os esforços dos países mais afetados pela pandemia.
Retirado da vida política, Jacques Delors, atualmente com 94 anos, raramente faz declarações públicas.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600.000 pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 28.000.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com mais de 329 mil infetados e mais de 19 mil mortos, é um dos mais afetados pela atual pandemia.
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A presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula Von der Leyen, disse que estão em aberto “todas as opções” admitidas na…
Source: Von der Leyen admite “todas opções” para minorar impacto económico na UE – Açores 9 Europa
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Europa: a enorme vantagem do Sul sobre o Norte
O sul da Europa cultiva o respeito pelos mais velhos de uma forma muito mais intensa do que a Mitteleuropa e o norte da Europa. Vivo metade da minha vida na Alemanha, conheço bem a Holanda, a Dinamarca e a Áustria, e vejo isso em todos os aspectos das vidas pública e privada.
Num país como Portugal os laços familiares – com todas as falhas e excepções – têm um peso muito maior do que na Europa mais próspera e ‘desenvolvida’. No Sul, na falta de uma rede de apoio social eficaz – mas fria e burocrática -, a mãe e o pai, os avós e os tios, com quem convivemos muito de perto, são a verdadeira rede de apoio social.
No resto da Europa, marcada por uma visão focada no crescimento económico, na eficiência e produtividade os mais velhos são dispensáveis na vida do dia-a-dia sem grande envolvimento emocional. Se a opção for entre a ‘indústria automóvel’ ou os condutores acima dos 65, qual será dentro de três semanas a decisão da maior empresa europeia, a ‘Alemanha S.A.’?
Mas não é só na Alemanha que o sistema económico e os dogmas financeiros dominam a estrutura mental e acentuam o relativismo ético. O mesmo acontece nos círculos do poder em Portugal.
A questão não é saber onde é que já morreu mais gente, ou quem é que saiu da última crise sem ter de sacrificar o seu sistema de saúde pública (mas impôs aos outros que desmantelassem os seus) como a Alemanha, a Áustria ou a Holanda. A questão é se estamos dispostos a pagar o preço para impedir mais mortes. Porque é só um preço, não é um valor.
Só espero que em Portugal as pessoas se mantenham firmes. Sofreremos menos com menos viagens, menos turistas e menos centros comerciais, menos roupas e menos carros, do que sem pais e sem avós.
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As atribulações de um português na Holanda!
(Dedicado aos homens e mulheres que por cá, aplaudem o Ministro Holandes Wopke Hoekstra e para encerrar este tema).
Podem limar as arestas, podem contornar a verdade, até podem reinventar a ilusão,o que não podem é fugir à realidade de todos os dias, aquela que podemos observar quando visitamos a Holanda.Se tem coisas positivas?Obviamente que sim! O museu Van Gogh,a casa de Anne Frank,a arquitectura das casas, a beleza dos canais,a cultura,e muitíssimos pontos de interesses. Todavia, não tapemos o sol com a peneira. Nós tb sabemos muito bem o que se passa na Holanda e sabemos que por muita lixívia que usem não conseguem branquear o estilo de vida putrefacto que convenientemente vão escamoteando!!! Narcotráfego que rende cerca de 1,5 Biliões/ano aos cofres do estado. Montras de carniça fresca (chamadas empresárias) vendida em leilões muito disputados no turismo sexual, que cresceu mais rápido em Amsterdão do que qualquer outro tipo de turismo. Num país que é inquestionavelmente,visto pela maioria, a não ser pelos ceguinhos, o bordel da Europa. Matéria prima (mulheres) importadas da África, do Leste da Europa e da Ásia para satisfazer a procura.Crime organizado em cada esquina de Amesterdão, em decadência absoluta, só não vê quem não quer, ou quem não conheça! Para esses aconselho uma visita ao Museu do Sexo, ou ao Museu da Prostituição, no bairro conhecido como Red Light District.Garanto que não é a mesma coisa que visitar o museu do pão em Seia! Tudo dividendos para os cofres do estado! Falando ainda de confrangimentos…e o financiamento encaputado do terrorismo?E as políticas de lavagem de dinheiro, com benesses repudiáveis sobre a deslocação das sedes de empresas europeias com bonificações fiscais? Estamos a falar da Holanda, um dos países que construiram a união europeia certo?Vou ficar por aqui porque a lista é extensa e seria fastidioso ocupar o resto da tarde a dissertar sobre os “podres” da Holanda, e minha falta de paciência para falar de um povo impaciente, mesmo!