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protestos em frança

Publicado a 01/02/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Ceicinha Delcourt
Yesterday at 08:35 ·

33,000 people protest France's global security law
YOUTUBE.COM
33,000 people protest France’s global security law
Water cannons were used to disperse angry protestors in Paris, France where citizens have been protesting the new global security law.SUBSCRIBE to our YouTub…
22

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Publicado em UE EU

UE O ERRO DAS VACINAS

Publicado a 29/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Carlos Fino
Favourites · 1tSpon0ahsSoredhr ·

VACINAS – O ERRO DA UE
O nosso pior erro político
(Wolfang Munchau, 23/01/2021)
Com a sua desastrosa política de aquisição de vacinas, a UE cometeu o erro final: deu às pessoas uma razão racional para se oporem à integração europeia.
Parece que fui um pouco precipitado quando previ que a austeridade ficaria como o pior erro político da UE durante a minha vida. Em certo sentido, esta previsão sobre a época da crise da zona euro revelar-se-á provavelmente correcta. A austeridade desencadeou divergências económicas que serão difíceis de inverter.
Mas a política de vacinas da UE deve tornar-se num candidato forte a esse título. A 22 de Janeiro, a UE tinha vacinado apenas 1,89% da sua população, enquanto que o Reino Unido tinha vacinado 9,32%. Além disso, a taxa diária de aumento é mais rápida no Reino Unido. As vacinações britânicas não só começaram mais cedo, como a diferença ainda está a aumentar.
Não se pode culpar os erros logísticos. O que aconteceu é que a UE não conseguiu assegurar vacinas suficientes. Isso, por sua vez, atrasou a passagem. Os números anunciados pela Comissão não são entregas. Já em Novembro, o chefe do Moderna avisou que a UE estava a arrastar as negociações. A AstraZeneca, que está a distribuir a vacina de Oxford, disse que as entregas à UE vão demorar mais tempo do que o anteriormente previsto. A Pfizer, que distribui a vacina alemã BioNTech, está agora a avisar a UE de estrangulamentos no fornecimento devido a problemas com um local de produção na Bélgica.
O que aconteceu aqui é que a UE fez um acordo comercial Brexit com a indústria farmacêutica: tentou assegurar uma vantagem percetível de preço a curto prazo à custa de tudo o resto. Em vez de dar prioridade à rapidez e segurança dos fornecimentos a qualquer preço, a UE deu prioridade ao preço. A UE pagou 24% menos pela vacina Pfizer do que os EUA, por exemplo. Para a vacina Oxford/AstraZeneca, a diferença de preço é de 45%. O Reino Unido pagou quase de certeza muito mais. Não é de admirar que os fabricantes estejam a dar prioridade às encomendas por ordem de chegada, sendo as dos primeiros a chegar, as primeiras a serem servidas, e dos países que pagam o preço total. A diferença de preço é macroeconomicamente irrelevante. Mas se a escassez de vacinas levar a bloqueios mais longos, o efeito indireto dessa política de vistas curtas será enorme.
A certa altura, o custo deste erro político será também mensurável em termos de vidas humanas. Isto não é possível agora porque não conhecemos a futura propagação do vírus. Sabemos que a variante do Reino Unido chegou ao continente, mas ainda não libertou toda a sua força pandémica. No cenário mais benigno, o actual confinamento pode evitar o pior. No pior cenário, o atraso da vacinação será uma calamidade que poderia custar dezenas de milhares de vidas.
Então porque é que os governos da UE transferiram a responsabilidade pela aquisição de vacinas para a UE em primeiro lugar? Angela Merkel raciocinou que a coesão da UE teria sido prejudicada se a Alemanha tivesse adquirido fornecimentos privilegiados da vacina BioNTech. O que ela não considerou é que a UE está mal equipada para esta tarefa. Até hoje, o ADN da UE é o de um cartel de produtores. A sua prioridade não é garantir o abastecimento, mas reduzir os custos e alcançar algum equilíbrio entre os interesses franceses e alemães. A triangulação é o que Bruxelas faz para viver. Fazer tudo o que for preciso [1], não faz parte da sua cultura.
Numa perspectiva mais ampla, a catástrofe da vacina é o culminar de uma tendência que começou com o Tratado de Maastricht. Até então, a UE fez apenas algumas coisas bem: a união aduaneira, a zona de viagens Schengen, e, em menor medida, o mercado único. As competências da UE têm vindo a alargar-se progressivamente desde então, mas os resultados são na sua maioria decepcionantes. No início dos anos 2000, a UE estava obcecada com a Agenda de Lisboa para as reformas estruturais, que trouxe poucos benefícios concretos. O mesmo sucedeu com o programa de investimentos Juncker uma década depois. A catástrofe da vacinação difere apenas num aspeto: será culpada pela perda de vidas humanas.
Haverá, sem dúvida, pedidos de demissão. Mas para mim, a questão mais importante são as conclusões que os cidadãos da UE tirarão desta situação. Para começar, a UE acaba de apresentar um argumento retrospectivo a favor do Brexit. O Reino Unido não teria procedido às vacinas tão rapidamente se se tivesse submetido à mesma política. A última coisa que a UE pode querer fazer é dar às pessoas uma razão racional, não ideológica, para o eurocepticismo.
Acaba de o fazer.
__________
[1] Nota do Tradutor. Trata-se de uma alusão à frase de Mario Draghi sobre fazer tudo o que fosse possível para salvar o euro.
Image may contain: text that says "Vaccine Coronavirus COVID-19 5"
68Artur Arêde and 67 others
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Publicado em UE EU

SEVERA CRÍTICAS A MENTIRAS PORTUGUESAS NO PARLAMENTO EUROPEU

Publicado a 22/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Manuel Leal

shared a post.

badge icon
Admin

· 8 h ·

1:38 / 1:44
https://www.facebook.com/fmfcouto/videos/10223316392165529/
Download

Fernando M Couto
2t0 JSacnSuuarspadyo satnitSt d2nshosirt2:esiS04ed ·
Governo português alvo de desdém e muita crítica. Os políticos em Portugal são corruptos e sem vergonha. Mentir está nos genes do PS. Marcelo permite esta palhaçada

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Publicado em UE EU

Water cannons & mounted officers: Unauthorized anti-lockdown rally in Amsterdam invokes strong police response (VIDEOS, PHOTOS) — RT World News

Publicado a 18/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Thousands of anti-lockdown protesters took to the streets of Amsterdam, decrying restrictive measures against the coronavirus. The unauthorized gathering was met with a strong riot police force.

Source: Water cannons & mounted officers: Unauthorized anti-lockdown rally in Amsterdam invokes strong police response (VIDEOS, PHOTOS) — RT World News

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Publicado em UE EU

SIC Notícias | Governo dos Países Baixos (o que insultou Portugal) demite-se em bloco

Publicado a 15/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Em causa está um escândalo relacionado com abonos de família.

Source: SIC Notícias | Governo dos Países Baixos demite-se em bloco

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Publicado em UE EU

A Europa vai acabar outra vez Henrique Burnay/DN

Publicado a 11/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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Carlos Fino
Favourites · 1m ·

A Europa vai acabar outra vez
Henrique Burnay/DN
Opinião
Em meados do ano passado, no pico da crise, da incerteza e da descoordenação entre Estados membros, generalizou-se a ideia de que a União Europeia estava em causa. Se a Europa não servia para responder em comum a uma pandemia, servia para quê?
Em julho, depois da reunião do Conselho Europeu em que se chegou a acordo sobre o financiamento da União Europeia e da recuperação económica, fizeram-se profissões de fé na Europa. Afinal a Europa ia salvar-nos.
Em janeiro de 2021, com a crise económica a agravar-se e a vacinação a ser mais lenta do que o sonhado, o bom senso aconselha a que se tenha cautela antes de voltar a concluir uma ou outra coisa. E a tomar decisões.
A pressão do Natal, sobretudo em alguns países onde a festa é mais relevante, a falta de capacidade de resposta sanitária, sobretudo em alguns países onde os sistemas de saúde são menos robustos, e o estrago económico, sobretudo em alguns países onde a economia já era menos resistente e os setores mais afetados eram os mais dinâmicos, estão a expor fragilidades e diferenças que se agravam. Sobretudo naqueles que, como Portugal, por exemplo, acumulam todas estas circunstâncias.
Entretanto, o que ia ser a resposta ou está demorado ou está longe de atingir os resultados.
Apesar da boa decisão de comprar vacinas em conjunto para todos os Estados membros, parece que as escolhas não foram as melhores, as quantidades encomendadas não foram as ideais e a logística de uma escala tão ampla (448 milhões de pessoas) está a complicar o processo. Acresce que a comparação com países mais pequenos impressiona, começando por Israel, que está a caminho de vacinar praticamente toda a população antes do verão.
Do lado da economia, como se sabia mas não se disse claramente, o financiamento da recuperação ainda não chegou e quando chegar não vai responder à crise económica, vai responder ao objetivo de acelerar a transformação económica (a tal transição verde e digital que a presidência portuguesa da União Europeia quer que seja justa também).
Isso significa, é preciso percebê-lo com urgência, que o dinheiro europeu não vai servir para responder ao impacto direto da crise económica. Não vai salvar a restauração nem a hotelaria, não servirá para apoiar as empresas que perderam clientes ou que se endividaram para sobreviver. Nem os particulares. O dinheiro europeu fará, ou poderá fazer, a diferença na transformação da economia, mas não resgatará os perdedores desta crise, tenham ou não qualquer espécie de responsabilidade na sua situação.
Em tempos de crise – e os próximos meses vão, portanto, ser de crise – , os povos desesperam, as instituições correm o risco de ser questionadas e os eleitores tornam-se menos previsíveis. É esse, a par da saúde e da economia, o maior risco que a Europa corre.
Em breve, a CDU escolherá quem sucede a Merkel, vai a votos em setembro e, tudo indica, governará a Alemanha. No entanto, com as sondagens a apontarem Friedrich Merz, um opositor de Merkel, como favorito, não é impossível que a chanceler saia antes. Ou, pelo menos, fique mas fique fragilizada. Nos Países Baixos, onde a pressão para não pagar as contas dos demais é grande, também haverá eleições.
E em vários países europeus, de Portugal a Itália, passando por Espanha ou pelo Leste, há governos em equilíbrios instáveis.
Daqui a uns meses, com a crise económica agravada, o impacto económico dos confinamentos a sentir-se e a lenta vacinação em curso, ninguém se surpreenda se voltar a ouvir dizer que a Europa está em causa. Os europeus são europeístas por interesse, não por amor.
No photo description available.
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Publicado em UE EU

Brian Eno escreve carta aos europeus: “Não se riam de pessoas como Trump e Johnson, porque vão devorar-vos” – Renascença

Publicado a 09/01/2021 por CHRYS CHRYSTELLO

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O músico e produtor britânico, consumado que foi o Brexit, despede-se dos “amigos” europeus – na esperança de os voltar a encontrar “numa geração ou duas” –, apontando críticas ao Reino Unido e fazendo soar alarmes para o exterior. “A revolução aconteceu e estávamos sentados a ver Netflix”, recordou aos britânicos. A quem fica na UE, pede somente: “Não cometam os mesmos erros estúpidos que nós”.

Source: Brian Eno escreve carta aos europeus: “Não se riam de pessoas como Trump e Johnson, porque vão devorar-vos” – Renascença

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Publicado em UE EU

vergonha no luxemburgo o salário mínimo é só de 2200€

Publicado a 12/12/2020 por CHRYS CHRYSTELLO

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Viriato Porto
1tSeponnsoresdh ·

O salário mínimo no Luxemburgo passa para os 2.200 euros
Enquanto os liberais tugas querem baixar ou eliminar o salário mínimo,
o governo liberal do Luxemburgo aumenta para 2.200 euros o salário mínimo em plena pandemia
https://www.wort.lu/…/quem-vai-beneficiar-do-aumento-do…
https://ec.europa.eu/…/products…/-/DDN-20190131-2
Image may contain: text that says "Minimum wages in the EU Member States, as of January 2019, in per month 2200 2000 800 1600 1400 200 000 800 600 400 200 Latvia Romania Hungary Croatia Denmark, Italy, Cyprus, Finland and Sweden do nothave minimum wages Poland Estonia Lithuania Greece Portugal Malta Slovenia Spain Kingdom France Germany Belgium Netherlands Ireland Luxembourg United ec.europa.eu/eurostat"
55
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  • Maria de Portugal
    A subida do poder de compra é a medida mais correta para enfrentar a crise.
    1

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    • · 16 m

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Publicado em UE EU

os franceses voltam a fazê-lo

Publicado a 09/12/2020 por CHRYS CHRYSTELLO

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Rosely Forganes
33 m ·

Image may contain: one or more people, shoes and close-up
Rosa Freire d’Aguiar
52 m ·
Sexo, covid e allons-enfants —
Boa notícia: a atividade sexual dos franceses está quase no mesmo nivel dos tempos pré-covid. A frequência das transas tinha caído no primeiro confinamento, o da primavera europeia, mas este segundo, o do outono, teve muito menos impacto nesse quesito: 70 por cento dos confinados prosseguiram na ativa, o que dá mais 14% em relação ao primeiro confinamento. Isso, quanto aos que vivem sob o mesmo teto. Já os solteiros foram à forra: alta de 26% em relação a abril/maio. E como a gente está (re)confinado há mais de um mês, bares, restaurantes e boates estão todos fechados, o que complica os novos e palpitantes encontros.
Uma surpresa (ora, pois!): um terço de quem está em home working confessou que, na verdade, fez/faz alguma saliência durante o expediente. A nova modalidade sex+work é mais praticada pelos de menos de 25 anos… e pelos gerentes de empresas…
O viés de alta sexual neste segundo confinamento tem uma explicação muito plausível: no primeiro, as crianças estavam em casa. Agora, as escolas estão funcionando, não tem pirralho importunando.
A ver se em junho-julho de 2021 vai surgir uma nova geração baby-boom-covid.
Aux armes, citoyens!

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Publicado em UE EU

Estrategizando | Polónia e Hungria chegam a acordo … com a Alemanha…!

Publicado a 09/12/2020 por CHRYS CHRYSTELLO

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Está desbloqueada a “bazuca” europeia que como se vê era também ansiada pela conservadora AlemanhaEste acordo da Polónia e a Hungria  com a Al

Source: Estrategizando | Polónia e Hungria chegam a acordo … com a Alemanha…!

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