onde eram os jardins suspensos da babilónia?

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VOCÊ SABIA QUE OS JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA, NO IRAQUE, NÃO FORAM CONSTRUÍDOS NA BABILÔNIA?
Descubra o mistério por trás da sua verdadeira localização.
👇Os Jardins Suspensos da Babilônia, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, têm fascinado a humanidade por séculos. No entanto, um detalhe surpreendente e pouco conhecido é que esses jardins podem não ter estado na Babilônia. Pesquisas recentes sugerem que a verdadeira localização dos jardins estava na cidade de Nínive, no norte do Iraque. Essa teoria se baseia em estudos de textos antigos e novas evidências arqueológicas que apontam para o rei assírio Senaqueribe como o verdadeiro criador dessa maravilha.
Segundo os historiadores, os Jardins Suspensos não eram simplesmente um feito arquitetônico, mas também uma proeza de engenharia avançada. Diz-se que os terraços dos jardins eram sustentados por enormes colunas e que a irrigação era realizada por meio de um complexo sistema de roldanas e bombas que transportava água do rio Eufrates. Esse sistema permitia que a água fluísse para os terraços mais altos, criando uma cascata de verde no meio da paisagem árida mesopotâmica.A ideia de que Senaqueribe, e não Nabucodonosor II, foi o responsável pelos jardins adiciona uma camada de intriga à sua história.
Senaqueribe é conhecido por ter construído um impressionante palácio em Nínive, que ele descreveu em seus escritos como um “palácio sem rival”. As descrições de seus jardins, com sistemas de irrigação elaborados e vegetação exuberante, se assemelham muito às descrições dos Jardins Suspensos. Isso levou alguns arqueólogos a reconsiderar a localização tradicionalmente aceita desses jardins.
Para o viajante moderno, explorar as ruínas da Babilônia ou Nínive no Iraque pode ser uma experiência inesquecível, mas é crucial planejar com cuidado. O Iraque é um país com uma rica história, mas também com desafios de segurança. É vital consultar as recomendações de viagem do seu país e considerar a contratação de guias locais que conheçam bem a região e possam proporcionar uma experiência segura e enriquecedora.Além dos Jardins Suspensos, o Iraque abriga uma infinidade de locais históricos e culturais que merecem ser visitados. Na Babilônia, você pode encontrar os restos do icônico Portão de Ishtar e do Templo de Marduk.
Em Nínive, as ruínas do palácio de Senaqueribe e as impressionantes esculturas de touros alados oferecem um vislumbre do esplendor do antigo império assírio. Esses locais proporcionam uma conexão tangível com o passado e permitem apreciar a grandeza das civilizações antigas.Para aproveitar ao máximo sua visita, é recomendável vestir-se adequadamente para o clima quente e levar água suficiente.
Além disso, estar acompanhado de um guia local não só melhora a segurança, mas também enriquece a experiência ao fornecer contextos históricos e culturais que de outra forma poderiam passar despercebidos. Explorar os mercados locais e experimentar a gastronomia da região também adiciona uma dimensão única à sua viagem, permitindo-lhe vivenciar a hospitalidade e a cultura iraquiana de primeira mão.
Viajar para o Iraque para descobrir os mistérios dos Jardins Suspensos é uma oportunidade única de se conectar com uma civilização antiga e explorar uma das maravilhas do mundo. Esta viagem permitirá que você mergulhe na história e aprecie a majestade de um legado impressionante.
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Mario Jorge Costa

Carta régia de D. Afonso V dando licença ao Infante D. Henrique para povoar as sete ilhas dos Açores (1439)

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Ribeira Grande lidera ranking nacional de concelhos com maior taxa de criminalidade | RTP Açores

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…crimes contra a integridade física.

Source: Ribeira Grande lidera ranking nacional de concelhos com maior taxa de criminalidade | RTP Açores

osvaldo cabral UM GOVERNO A PRECISAR DE FÉRIAS

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UM GOVERNO A PRECISAR DE FÉRIAS
Se há quem precise de férias neste Agosto quente, é o Governo de José Manuel Bolieiro.
O acumular de asneiras neste Verão é de tal ordem, que o melhor a fazer é irem de férias, arejar a cabeça e regressar com outra genica para o resto da legislatura.
Falta estratégia e articulação política na coligação, com o velho problema de inabilidade de comunicação a agravar a falta de bom senso em muitas decisões, e com secretários regionais em nítida baixa de forma.
Começou com aquela grosseria, escusada, das prioridades nas creches, depois passou para a péssima gestão na nomeação da administração da SATA, continuou com os estilhaços sobre a ampliação da pista do Pico, nas declarações precipitadas e impensadas de Berta Cabral, sem medir as consequências políticas, concluindo por estes dias com aquele disparate pegado do encerramento das lojas da SATA, agravando o erro com o desatino da RIAC.
Simplesmente surreal com tanto amadorismo.
Pior era impossível.
Como se não bastasse, no meio de toda esta trapalhada, o governo está a cativar pagamentos a diversas instituições, empresas, famílias, deixando toda a gente à beira de um ataque de nervos.
Já tínhamos visto este filme nos governos anteriores, mas este chegou ao poder jurando que ia fazer diferente, deixando tudo igual ou ainda pior.
Primeiro foi a desculpa da governação por duodécimos, depois a burocracia do Orçamento Regional, mas o documento já foi aprovado e publicado há mais de um mês, há pagamentos já decretados em Jornal Oficial, como é o caso do PROMEDIA, mas os dinheiros teimam em não chegar à conta das empresas, cada vez mais estranguladas com tal aperto.
A economia açoriana pode não definhar nos próximos tempos, mas de certeza que não alavanca com esta política restritiva, burocrática e toda errada de uma administração pública que se comporta como a maior caloteira da Região.
São os bombeiros a queixarem-se de que têm famílias para sustentar, são os enfermeiros a endurecer o discurso por incumprimento de dívidas ao sector, são as associações de pesca e empresas de construção civil ainda à espera dos apoios financeiros do tempo da Covid (pandemia), são as Pequenas e Médias Empresas a reclamar pagamentos em atraso com 12 meses, é a hotelaria e a restauração também à espera dos apoios relativos à manutenção de empregos e uma quantidade enorme de fornecedores a reclamar atrasos que já ultrapassam os 100 milhões de euros.
A cereja em cima do bolo é a auditoria do Tribunal de Contas ao HDES, revelada esta semana, onde se constata que este governo continua a subfinanciar o sistema de saúde, como os anteriores faziam, não havendo diferença nenhuma.
Como diz um empresário de construção civil picoense, que já foi autarca, “já não vale a pena queixarmo-nos aos líderes da coligação, vamos directamente ao Pacheco do Chega, que ele encarrega-se de martelar contra o governo”.
É nisto que está transformada a política açoriana, com um líder da oposição de fins de semana, e os partidos a disputarem um campeonato sobre quem faz mais requerimentos e comunicados que ninguém liga, todos sentadinhos à beira da praia, a fingir que trabalham. Uma lástima!
José Manuel Bolieiro e a sua equipa levam para férias uma lista interminável de trapalhadas.
Faz hoje 150 dias que este governo tomou posse e o melhor que faz, em vez de apagar as velas do bolo, é ir de férias e refrescar as ideias.
Mas antes de porem a toalha ao ombro, não se esqueçam de pagar o que devem…
Boas férias!
Editorial Diário dos Açores 04-08-2024
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