MADURO A PERGUNTA QUE NINGUÉM FEZ

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QUEM RECEBEU A RECOMPENSA DE 50 MILHÕES DE DÓLARES PELA CAPTURA DE MADURO????

 

. E a reação do mundo podia resumir-se a isto “Os líderes mundiais instam os EUA a tratarem o petróleo venezuelano de uma forma humana”.

 

O que agora aconteceu na Venezuela repete situações idênticas anteriores dos EUA, senão vejamos:

O que Trump e os Estados Unidos estão a fazer na Venezuela para derrubar o presidente Nicolás Maduro não é novidade. Faz parte de um manual de estratégias da supremacia branca com séculos de existência, que inclui um longo padrão bipartidário de desestabilização visando nações independentes em todo o mundo. Tanto democratas como republicanos têm apoiado golpes, assassinatos, mudanças de regime, sanções e prisões políticas. A força motriz por trás dessas ações não é a democracia. É a supremacia branca operando através do império. Este padrão se estende por todo o mundo. O histórico está documentado. Não se trata de conspiração. É política. Aqui está uma lista básica de líderes negros, caribenhos e africanos removidos ou neutralizados com o envolvimento dos EUA:

África

  • 1961 – Patrice Lumumba (República Democrática do Congo) assassinado após a desestabilização apoiada pela CIA
  • 1972 – Kwame Nkrumah (Gana) derrubado num golpe militar apoiado pela CIA
  • 1973 – Amílcar Cabral (Guiné-Bissau) assassinado em meio à interferência da inteligência durante a luta pela libertação
  • 1986 – Samora Machel (Moçambique) morreu num acidente de avião suspeito na desestabilização da Guerra Fria
  • 1987 – Thomas Sankara (Burkina Faso) assassinado num golpe apoiado por estrangeiros alinhados com EUA e a França
  • 2011 – Muammar Ghaddaffi (Líbia) derrubado e morto após intervenção da OTAN liderada pelos EUA
  • 2013 – Nelson Mandela (África do Sul) preso em 1962 com a ajuda dos serviços secretos dos EUA, que forneceram informações às autoridades do apartheid

Caraíbas

  • 1983 – Maurice Bishop (Granada) executado durante um golpe imediatamente antes da invasão dos EUA
  • 1997 – Michael Manley (Jamaica) neutralizado politicamente através de uma guerra económica apoiada pelos EUA e operações secretas
  • Fidel Castro (Cuba) alvo de inúmeras tentativas de assassinato e derrubada pela CIA
  • Jean Bertrand Aristide (Haiti) eleito democraticamente e destituído duas vezes com o envolvimento dos EUA

América negra

  • 1965 – Malcolm X assassinado sob intensa vigilância do FBI e da CIA
  • 1968 – Dr. Martin Luther King Jr. assassinado enquanto era alvo do COINTELPRO
  • 1969 – Fred Hampton morto numa operação policial coordenada pelo FBI
  • 1989 – Huey P. Newton sistematicamente neutralizado através do COINTELPRO
  • 2025 – Assata Shakur alvo de prisão (1973) , exílio e repressão estatal permanente

Hoje, essas mesmas forças supremacistas brancas estão a trabalhar ativamente para minar a soberania de Burkina Faso, Mali e Níger. Essas nações estão a ser alvo de sanções, isolamento diplomático, pressão por procuração e guerra mediática por rejeitarem a dominação ocidental e afirmarem o controlo sobre os seus recursos e futuros. A supremacia branca não se limita a um partido político e não se limita a uma raça. É um sistema global de poder. Muitas elites negras e pardas defenderam ou beneficiaram-se dessa violência por dinheiro, acesso e prestígio. Essa verdade deve ser enfrentada.

As mesmas forças supremacistas brancas que desestabilizam a Venezuela estão também a desestabilizar a África.

As mesmas forças que desestabilizam a África são as mesmas forças que desestabilizam as comunidades negras dentro dos Estados Unidos. Sabotagem económica, repressão política, vigilância, propaganda e militarização estão interligadas.

As suas táticas nunca mudam. Por que é que a maioria global (85% de pessoas negras e pardas) luta para combater uma minoria global de menos de 15% que causa caos e destruição desproporcionais em todo o mundo? Será que 2026 será diferente?

Repórter SÁBADO: Milhares de euros transferidos sem autorização de contas de clientes da Abanca

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Centenas de milhares de euros foram transferidos sem qualquer autorização, de contas de clientes da Abanca, antigo Eurobic. Muitos dos lesados ficaram com a conta a zeros e não conseguem reaver as poupanças que perderam. O banco garante que não há falhas no sistema bancário e rejeita acusações de burla. É uma investigação do Repórter SÁBADO para ver esta noite, pelas 22h40, no NOW.

Source: Repórter SÁBADO: Milhares de euros transferidos sem autorização de contas de clientes da Abanca

venezuela

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VENEZUELA LIVRE!
Falam hoje em “violação do direito internacional”.
Eu pergunto: onde esteve esse direito quando quase 8 milhões de venezuelanos foram obrigados a fugir do seu país?
Onde esteve quando um regime perseguiu, prendeu, silenciou e empurrou o seu povo para a fome e para o exílio?
Durante anos, a comunidade internacional escondeu-se atrás da soberania, da imunidade e da burocracia, enquanto milhões pagavam o preço.
Quando o direito serve apenas para proteger o opressor e não as vítimas, deixa de ser justiça.
A inércia também mata. A omissão também é uma escolha.
Podemos discutir legalidade.
Mas nunca aceitarei que se ignore a legitimidade de agir perante uma tragédia humana desta dimensão.
O verdadeiro escândalo não é a ação tardia.
O verdadeiro escândalo foi o silêncio de tantos, durante tanto tempo.
Humberto Bettencourt
03/01/2026.

The United States will run Venezuela

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The United States will run Venezuela following the capture of President Nicolas Maduro Saturday, President Donald Trump said during a press conference Saturday.
“We’re going to run the country until such time that we can do a safe, proper, and judicious transition,” Trump explained.
He said that they were ready to do a larger attack if needed but now thinks it won’t be necessary.
“We’re prepared to do a second wave a much bigger wave,” he said, noting that following the success of the operation the nation “probably won’t need to.”
Further details on how the U.S. will “run” the country have not yet been detailed.
Trump said the U.S. will “make the people of Venezuela rich, independent and safe.”
“They suffered so much was taken from them they’re not going to suffer anymore,” he said.
Here’s the latest.

Semana de 4 dias: Projeto-piloto arranca este mês com 400 trabalhadores da Administração Pública | Antena 1 Açores

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…modelo no serviço público

Source: Semana de 4 dias: Projeto-piloto arranca este mês com 400 trabalhadores da Administração Pública | Antena 1 Açores

Aeroporto de Lisboa: 16 carros foram vandalizados em estacionamento na madrugada desta sexta-feira. É a segunda vez numa semana

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Um incidente semelhante ocorreu há cerca de uma semana num dos parques de estacionamento do aeroporto. Um suspeito já foi identificado não tendo sido detido pelas autoridades.

Source: Aeroporto de Lisboa: 16 carros foram vandalizados em estacionamento na madrugada desta sexta-feira. É a segunda vez numa semana

“O discurso de Marcelo

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“O discurso de Marcelo e a citação da personagem de Gonçalo Mendes Ramires.
Um espelho incómodo da Política Portuguesa!
Quando Marcelo Rebelo de Sousa evocou Gonçalo Mendes Ramires, personagem central de A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queirós, não o faz por erudição gratuita nem por nostalgia literária. Fá-lo porque essa figura continua a ser, mais de um século depois, um espelho perturbador da vida pública portuguesa.
Gonçalo Ramires é herdeiro de um nome ilustre, de uma linhagem gloriosa, mas vive à sombra desse passado. Falta-lhe firmeza de Caráter, Coragem Moral e Coerência entre o que diz e o que faz. Oscila entre ideais elevados e práticas mesquinhas, entre o discurso nobre e a conveniência pessoal. É, no fundo, o retrato de uma elite que vive do capital simbólico da História, mas não está à altura dela.
Ao convocar esta personagem no primeiro dia do ano, Marcelo parece lançar um aviso subtil, mas incisivo: Portugal não pode continuar a ser governado por “herdeiros” que confundem serviço público com carreira, poder com privilégio, e política com tática de sobrevivência. Tal como em Eça, a decadência não é apenas económica ou institucional é sobretudo moral e ética.
A crítica que atravessa o romance e que ecoa no discurso presidencial, aponta para uma classe dirigente que fala de valores, mas os relativiza; que invoca a pátria, mas a subordina ao interesse; que proclama reformas, mas vive confortável na inércia. Uma política mais preocupada em parecer do que em ser, mais atenta à gestão da imagem do que ao peso das decisões.
Marcelo, ao escolher Eça, escolhe também uma tradição crítica profundamente portuguesa, a da ironia. Não acusa diretamente, mas convida a todos Nós a uma reflexão profunda e coerente. Não aponta nomes, mas aponta comportamentos bem conhecidos de Todos. E ao fazê-lo no início do ano, deixa implícita uma exigência, ou a política se eleva ao nível da responsabilidade histórica que herdou, ou continuará a afundar-se na mediocridade dos Gonçalos Ramires do presente.
No fundo, a pergunta que fica é simples e desconfortável.
Queremos governantes que honrem a História que citam, ou apenas que a usem como retórica vazia?
Eça respondeu há mais cem anos. Marcelo Rebelo de Sousa limitou-se a recordar que a resposta continua em aberto e depende de Todos Nós.”

OUTRA PINOCHETADA???    US captures Venezuelan leader Maduro in ‘large scale’ strike on country, Trump announces | CNN

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President Donald Trump announced early Saturday morning that the US carried out a “large scale strike against Venezuela” and that President Nicolas Maduro and his wife have been captured and removed from the country.

Source: US captures Venezuelan leader Maduro in ‘large scale’ strike on country, Trump announces | CNN

NOAM CHOMSKY: UM LEGADO EM VIDA.

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NOAM CHOMSKY: UM LEGADO EM VIDA.
May be an image of text that says "O "A população geral não sabe que está acontecendo, e nem mesmo sabe que não sabe." (Noam Chomsky)" Que 2026 nos permita ficar na posse da Clarividência necessária para entendermos o que se passa no mundo, para não nos distrairmos do essencial e verdadeiro. Tentem dar exemplos para cada ponto, aqui descritos. Usem o vosso conhecimento para iluminar e informar quem precisa, com exemplos reais, pois não vai ser fácil. A educação e a cultura são essenciais para que tenhamos um futuro digno e tranquilo. (Ana Isabel D’Arruda)
Avançado em idade, este extraordinário intelectual norteamericano anunciou recentemente sua retirada da vida pública.
Tem uma obra extensa, tanto como cientista social como escritor e ativista político, identificado como ‘left wing’ (esquerda americana).
Veio várias vezes ao Brasil e Leituras Livres já resenhou diversos livros seus.
Entre tantos textos de sua setorial, gostamos deste que segue, por ser bastante útil diante da ‘confusão ‘ em que nos achamos mergulhados.
Confusão esta, nos dizeres de Chomsky, deliberada e estratégica, gerada e turbinada pelos donos do poder e do capital sem escrúpulos.
A quem a mídia empresarial serviria sem qualquer escrúpulo.
Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” das consciência coletiva e individual, através da midia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neuro-biologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”: cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la graduadamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS, NFANTILIZAR O PÚBLICO.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de pouca idade ou um deficiente mental. Quanto mais o intento for enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico, como a de uma pessoa de 12 anos ou até menos (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir a determinados comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE:
Promover ao status de moda, de aceitável o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTO-CULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços.
Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvaloriza e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, impotentes, sem ação, não há revolução nem mudança substantiva.
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes.
Graças à biologia, à neuro-biologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo.
Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si mesmos.
Chomsky não economiza denúncias nem argumentos que mostram o fracasso do neoliberalismo como doutrina de produção econômica e social de bem estar. (Leituras Livres)