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Milhares excluídos do apoio apesar de entregarem IRS

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Fisco recusa atribuir os 125 euros a contribuintes sem rendimentos e que não estão inscritos no centro de emprego. Deco critica violação do princípio da igualdade.

Source: Milhares excluídos do apoio apesar de entregarem IRS

DIZIA O PRESIDENTE DO GRA OS aÇORES SÃO UM LOCAL SEGURO…

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Bom dia.
No final do dia de ontem, entre as 21h e as 23h alguém roubou as quatro rodas do carro da minha namorada. Deixaram o carro miseravelmente em cima de pedras e deixaram um macaco de brinde…
Isto aconteceu no parque de estacionamento da rua do Rosário (ao lado da salsicharia ideal) na ribeira grande.
As autoridades já estão informadas.
Agradecemos a quem possa ter visto alguma coisa e esteja disposto a partilhar essas informações.
Qualquer coisa ajuda a encontrar quem fez isto e possivelmente evitar que sejam vendidas e desapareçam do mapa. As jantes são características deste modelo, o que faz com que seja estranho estarem montadas em veículos de outras marcas.
Se alguém encontrar jantes iguais à venda ou ouvir falar de alguém que tenha para vender, agradecemos que entrem em contacto.
Desde já obrigado a todos.
Bom domingo.
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A ESCOLA DE SAGRES EM LAGOS

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OLÁ
Obrigado a João Marques de Oliveira .
Há ” Historiadores ” e historiadores .
Nuns podemos confiar ; José Mattoso é um deles ; procura a Verdade histórica à luz das circunstâncias locais e da época.
Outros , como os dos “Annalles” tentam fazer “história” marxista , levando “a luta de classes” para a Idade Média.
Desconhecem que “a luta de classes” é uma invencionice tonta , que só serviu para justificar subversão , revolucionarite aguda e retrocesso . Nunca existiu . O que existe é atropelo à Verdade .
O Professor Mattoso também por lá andou , mas logo se “enjoou”.
Podemos confiar nele .
E que bonito é este período da História.
Ele tem um livro recente sobre a Essência de Portugal ; é uma delícia ; peguei nele para escarafunchar no tema : onde estão as nossas raízes?
No meu
25/35 UM PAÍS MAL CONSTRUÍDO
procurei apanhar o lado psicológico do nosso passado , do passado deste “grupo” Nação-Estado , tão velho , tão ilustre , tão mundial e globalista .
É certo que a Vida não é passado ; é futuro ; é para a frente . Mas o nosso passado está sempre lá, tanto no Grupo como no Indivíduo.
” La vida es una actividad que se hace hacia adelante ” dizia o velho Ortega .
Era um grande filósofo ; dos maiores .
Procuro sempre mostrar que toda a força, toda a energia , consubstanciada neste período brilhante da Historia , continuam presentes em nós.
NÓS podemos .
O meu argumento gira todo à volta da
DESCENTRALIZAÇÃO ;
procuro mostrar que a “descentralizacao” do poder , que se verificava nessa altura , com os começos da Dinastia de Aviz , é a chave dos enormes sucessos dos Portugueses de Quinhentos .
Também pode sê-lo dos de agora .
Mas a “descentralizacao” não é só um tema histórico ; também e um dos temas principais da teoria da Gestão.
Psicologia e Gestão são duas ciências recentes , que os Portugueses desprezam e não usam .
E são tão úteis.
Esse tema , o da DESCENTRALIZAÇÃO, é o tema principal dos meus livros .
Bem hajam
Eu voto VENTURA
A 27 de Outubro do ano de 1443
O promontório de Sagres, bem como as vilas adjacentes de São Vicente e Sagres foram doadas, pelo regente D. Pedro ao seu irmão, o Infante D. Henrique (1394-1460). A vila de Sagres, então abandonada e em ruínas em razão das razias dos piratas da Barbária, foi, a pelo Infante D. Henrique, reconstruída e repovoada. Foi também por iniciativa do Infante a construída a fortificação de defesa na ponta do promontório, determinada pela sua localização e forma, usufruindo da falésia como defesa natural em três dos seus quatro lados, intimamente ligada às suas excelentes possibilidades estratégicas que se integram aos ditames anteriormente citados.
Em Sagres viria o Infante D. Henrique mandar construir a sua residência “oficial”. Tendo o local ficado conhecido como, a Escola de Sagres, na realidade nunca teve esse fim, a Escola de Sagres foi um mito criado pela interpretação errada de algumas crónicas antigas.
A “Escola” do Infante D. Henrique, ou melhor um sitio de reunião de marinheiros – homens com conhecimentos de navegação marítima e cartógrafos, matemáticos, astrólogos (alguns vindos de Itália, Flandres e outros países europeus) onde, aproveitando a ciência de uns e a prática e conhecimento da arte de marear de outros, se desenvolveram novos métodos de navegar, desenharam cartas, criaram instrumentos de navegação, e adaptaram e desenvolveram projectos de novos navios para as necessidades de navegação de longo curso no oceano Atlântico. Esta “Escola” não estava localizada em Sagres, mas sim em Lagos, cidade que foi em vida do Infante D. Henrique, o centro da expansão marítima Portuguesa.
História de Portugal – Dir. José Mattoso – Circulo de Leitores
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  • Vasco Almeida

    Quando haviam portugueses com visão…
    • Eduardo Franco Madeira

      Ainda os há, e muitos.
      O que está mal é o SISTEMA.
      Os Portugueses que emigram , que vão para outros sistemas , vingam , são bem sucedidos .
      Nos países onde a ” competição ” é livre , leal e ordeira , os Portugueses competem bem .
      O que temos que fazer é mudar o SISTEMA

dantes é que era bom?????

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Retrato de uma familia em meio rural, em frente de uma casa tradicional de Santana, Ilha da Madeira, construida em madeira e com cobertura em colmo de três
águas
May be an image of 6 people, child, people standing and text that says "Museu de Fotografia da Madeira Atelier Vicente's"

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POVO DE PÉ DESCALÇO

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  • Nuno Mendes

    E ainda há quem diga que antes é que era bom. Era bom para quem vivia bem, muito provavelmente às custas de famílias como a da fotografia.

CAMARA-DE-PONTA-DELGADA-JOVENS-FANTOCHES.pdf

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CAMARA DE PONTA DELGADA JOVENS FANTOCHES

timorenses em lisboa

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Associação quer Governo e sociedade civil a resolverem a questão do fluxo de timorenses
Lisboa, 25 out 2022 (Lusa) – A Associação Renovar a Mouraria defendeu hoje a criação de um grupo de trabalho que envolva instituições governamentais e organizações da sociedade civil para responder à “situação de emergência social” causada pelo recente fluxo migratório de timorenses para Portugal.
“Consideramos essencial a elaboração de um grupo de trabalho que inclua não só as instituições governamentais, mas também as organizações da sociedade civil que acompanham de perto e diariamente as pessoas nos seus territórios de intervenção”, sublinha a associação num comunicado hoje divulgado.
A Renovar a Mouraria tem prestado apoio a dezenas de timorenses que se encontram em Lisboa em situação de sem-abrigo.
No comunicado, a associação defende também que o grupo seja “transparente quanto à sua composição e atuação, bem como tenha uma visão de médio e longo prazo” quanto ao trabalho a desenvolver com os imigrantes de Timor-Leste.
“Esta construção de um plano de ação estruturado, articulado e transparente será essencial para o acolhimento digno dos timorenses no nosso país”, acrescenta.
Em declarações à agência Lusa, Rita Madeira, da Renovar a Mouraria lamentou que não exista um “plano coordenado de médio e longo prazo para acolher” aqueles imigrantes e frisou a importância de se trabalhar nesse plano para se fazer face ao “fluxo migratório que já se percebeu que vai continuar”.
“Estamos a atuar para dar ajuda de forma pontual e emergencial e de curto prazo. Um plano de médio e longo prazo para este fluxo migratório é necessário”, sublinhou.
Fazendo um retrato dos timorenses que têm aparecido nos últimos meses em Lisboa, vítimas de redes de tráfico humano, que os atraem com a promessa de trabalho, Rita Madeira disse que são sobretudo rapazes, jovens, entre os 20 e os 25 anos e que se concentram no eixo Martim Moniz/Baixa-Chiado/Intendente.
Apesar de ser uma população com alguma rotatividade, a dirigente associativa afirmou que têm sido em média 50 os imigrantes timorenses que estão nas ruas de Lisboa.
Alguns vêm com o objetivo de entrar no Reino Unido, mas a “questão do Brexit impossibilita esse fluxo”, o que estes imigrantes desconheciam, afirmou.
Afastada está a possibilidade de regresso a Timor-Leste porque, apesar de tudo, “veem Portugal e a Europa como forma de encontrarem melhores condições socioeconómicas”, explicou.
“A maior parte não quer regressar a Timor. Há um contexto sócio-económico bastante complicado para os jovens timorenses lá”, afirmou Rita Madeira, acrescentando que, além disso, há a questão de terem contraído “dívidas altíssimas em Timor, algumas com juros muito elevados” para virem para Portugal, por isso, “o regresso a Timor é uma questão sensível”.
“Apesar de estarem nesta situação, sentimos que há uma esperança de que, ainda assim, consigam encontrar uma situação melhor”, acrescentou.
Com a ajuda de intérpretes voluntários de Tétum, a Renovar a Mouraria tem prestado apoio a estes jovens no sentido de lhes dar agasalhos, mantas, sacos-cama e roupa, “necessidades que eles identificaram porque estão a passar frio”.
A Renovar a Mouraria trabalha com a Refood e com carrinhas que distribuem refeições pelos sem-abrigo.
Através do CLAIM Mouraria – Centro Local de Apoio à Integração Migrante tratam das questões mais burocráticas, como apoio à verificação de documentos, informação sobre os seus direitos, identificação de necessidade de inserção no mercado de trabalho.
“Vamos criar em breve novas turmas de ensino de português”, referiu Rita Madeira.
A dirigente associativa disse ainda que a Renovar a Mouraria tem feito uma tentativa de articulação com outros serviços públicos, como a Câmara Municipal de Lisboa, mas não tem recebido resposta.
Nesse sentido, Rita Moreira lamentou que não haja “transparência”, nem uma “resposta coordenada”.
“A nível de coordenação e transparência temos sentido essa lacuna”, afirmou à Lusa.
Por estar ciente de que a sua “capacidade de intervenção é limitada, quer geograficamente, quer a nível de recursos”, é que a Renovar a Mouraria quer cooperar com entidades competentes.
“Um plano de ação estruturado, articulado e transparente será essencial para o acolhimento digno dos timorenses no nosso país”, defende a associação no comunicado.
“A par com ele, devem aprofundar-se as investigações e o desmantelamento das redes de imigração ilegal e tráfico humano que beneficiam com a violação de Direitos Humanos destas pessoas, assim como se deve refletir sobre uma forma ética e responsável de dignificar fluxos migratórios e políticas de acolhimento através de acordos, neste caso, entre o Estado Português e o Estado Timorense”, acrescenta.
MCL/GYM // VAM
Lusa/Fim
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PONTA DELGADA JÁ TEVE GRANDES PRESIDENTES DE CÂMARA

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Aprender com o passado
A Câmara Municipal de Ponta Delgada já teve grandes presidentes. Vou citar alguns: dr. Francisco de Athayde Machado de Faria e Maia (apesar de oriundo de famílias aristocráticas, era republicano e presidiu com notável serenidade à edilidade após a implantação da República); dr. Alberto Paula de Oliveira (brilhante advogado, oriundo do Algarve, estabeleceu-se em Ponta Delgada, aqui constituiu família, era um institucionalista e deu grande dignidade ao município em pleno Estado Novo); Carlos de Aguiar Rego Costa (empresário, já em democracia, eleito por um partido, deixou o partido à “porta” dos Paços do Concelho para melhor servir todos, o partido, aborrecido, tentou criar-lhe dificuldades); João Gago da Câmara (recebia todos no seu gabinete sempre de porta aberta, teve o grande mérito, entre outros, de acabar com um velho bairro de lata nos arredores da cidade, realojando todos os moradores) e João San-Bento (no seu estilo despachado e popular, ouvia todos na rua e tentava resolver todos os problemas com impressionante pragmatismo).
É preciso olhar para o passado, aprender com o passado, para melhor servir no presente.
You, João Câmara, Henrique Schanderl and 10 others

Prosperidade e segurança tornam os Açores cada vez mais atraentes | ND Mais

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O comércio, a construção civil e os transportes também respondem por uma fatia significativa da produção de riquezas, mas poucos setores cresceram tanto quanto o turismo nas ilhas

Source: Prosperidade e segurança tornam os Açores cada vez mais atraentes | ND Mais

CREDITO-HABITACAO-MAIS-CARO.pdf

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CREDITO HABITAÇAO MAIS CARO

Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

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Mentiras da História de Portugal: Portugal é um país de brandos costumes

As notícias falsas (fake news) da História de Portugal. https://ncultura.pt/mentiras-da-historia-de-portugal-portugal-e-um-pais-de-brandos-costumes/