Artur Lima desvaloriza rompimento de acordo parlamentar do IL – Jornal Açores 9

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O vice-presidente do Governo dos Açores e líder do CDS no arquipélago, Artur Lima, desvalorizou hoje a decisão anunciada pelo líder regional da Iniciativa Liberal sobre o rompimento do acordo de incidência parlamentar com o PSD. “O deputado Nuno Barata está no exercício das suas funções, e na sua liberdade de rasgar o acordo que […]

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Açores. Após IL, deputado independente também rompe acordo com Governo

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O deputado independente no parlamento dos Açores (ex-Chega) rompeu hoje o acordo de incidência parlamentar feito com o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), depois de a IL ter feito o mesmo.

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timor e o petróleo

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Petrolífera australiana rejeita acusações de petrolífera timorense e avança com processo legal
Díli, 07 mar 2023 (Lusa) – A empresa australiana Timor Resources rejeitou hoje acusações da petrolífera estatal timorense TIMOR GAP de que violou as obrigações contratuais, anunciando que vai avançar, este mês, com um processo legal, em Singapura.
“Durante três anos, enquanto tentava encontrar uma solução para a crise de financiamento da TIMOR GAP, agindo de extrema boa-fé, a Timor Resources continuou a financiar tanto a sua própria parte como a da TIMOR GAP nas despesas operacionais” do projeto, refere um comunicado da empresa enviado à Lusa.
“A atual liderança da TIMOR GAP recusou-se a envolver-se num processo de solução construtiva, deixando a Timor Resources sem outra opção senão iniciar um longo e dispendioso processo legal para forçar a TIMOR GAP a cumprir as suas obrigações contratuais. Embora este seja um desenvolvimento lamentável, a Timor Resources está muito confiante numa decisão legal a nosso favor”, de acordo com a mesma nota.
Fonte da Timor Resources disse à Lusa que a petrolífera australiana vai apresentar a queixa junto do Centro Internacional de Arbitragem de Singapura (SIAC, na sigla em inglês).
“Estamos a preparar uma notificação de arbitragem, de acordo com a SIAC. Esperamos ter essa notificação de arbitragem finalizada e apresentada até 20 de março”, referiu.
Este comunicado responde a uma nota da TIMOR GAP, na qual, e na sequência de notícias da disputa, a empresa timorense rejeitava as acusações da Timor Resources.
“A TIMOR GAP cumpre sempre as suas obrigações contratuais e rejeita completamente quaisquer falsas alegações da Timor Resources Pty Ltd, uma empresa privada de petróleo e gás da Austrália, de que deve qualquer dinheiro nos termos do Acordo de Operações Conjuntas”, de acordo com o comunicado enviado anteriormente à Lusa.
A empresa timorense afirma que opera “em conformidade com os mais elevados padrões de integridade e transparência e continua empenhada no Estado de direito e no cumprimento de todas as suas obrigações contratuais”.
Na notícia inicial, fonte oficial da Timor Resources disse à Lusa que a empresa ia processar a petrolífera timorense por falta de pagamento da contribuição financeira.
“Advogados da Timor Resources reuniram-se esta semana com advogados em Timor-Leste e o projeto vai parar quando a perfuração teste se concluir enquanto o operador legalmente processa a Timor GAP pelo não-pagamento da sua contribuição, contratualmente exigida”, disse fonte oficial da empresa.
Em causa, segundo a Timor Resources, está o pagamento em atraso de 11 milhões de dólares (10,3 milhões de euros) correspondente ao que disse serem obrigações contratuais de injeção financeira da TIMOR GAP, parceira a 50% no consórcio do projeto.
“A TIMOR GAP não fez o pagamento referente aos anos civis de 2022 e 2023 e estão agora em risco de perder a participação no projeto”, explicou.
No comunicado de hoje, a Timor Resources, além de rejeitar as declarações da empresa timorense, considera que a atual liderança da TIMOR GAP colocou “em risco a comercialização de um projeto vital de exploração de petróleo e gás para o povo e o Estado de Timor-Leste” pela forma como tem lidado com esta disputa.
“Ao contrário da TIMOR GAP, a Timor Resources leva muito a sério as suas responsabilidades quanto à confidencialidade, no entanto, não podemos permitir que fiquem sem resposta alegações de que a Timor Resources fez afirmações ‘falsas’”, adianta.
“A Timor Resources rejeita categoricamente e inequivocamente qualquer alegação de que tenha violado ou esteja agora a violar qualquer uma das suas obrigações contratuais”, frisa.
A empresa diz ter fornecido à TIMOR GAP “provas documentais incontestáveis, assinadas e executadas pela direção e gestão superior das suas subsidiárias (…), confirmando absolutamente a obrigação de financiar a quota de 50% das operações, uma vez atingido o limite de transporte”.
“Apesar destas provas esmagadoras e incontestáveis, a TIMOR GAP e as filiais recusaram-se a cumprir as obrigações”, vinca.
“A Timor Resources é o único operador de petróleo e gás em terra em Timor-Leste. É nossa opinião que a completa incapacidade da TIMOR GAP de atrair capital de investimento estrangeiro através de campanhas de manifestação de interesse em blocos ‘onshore’ está diretamente relacionada com a inflexibilidade da atual liderança”, sustenta.
A empresa manifesta-se disponível para “encontrar uma solução mutuamente aceitável”, mas “reserva-se o direito de tomar medidas contra a direção da TIMOR GAP e da sua subsidiária como e quando considerarem adequado, sem aviso prévio a qualquer das partes”.
“Exceto no caso de a Timor Resources ser novamente obrigada a emitir uma declaração que proteja o seu bom nome e a sua posição, não faremos mais comentários sobre este assunto até que a ação legal esteja concluída”, explica.
Em abril de 2017, o Governo timorense concedeu à Timor Resources as primeiras licenças de exploração e produção de petróleo no interior do país, abrangendo uma área de cerca de dois mil quilómetros quadrados em quatro municípios do sul do país.
O Bloco A, nos municípios de Covalima e Maliana, e o Bloco C, nos municípios de Manufahi e Ainaro, foram adjudicados, em regime de contratos de partilha de produção, à Timor Resources Pty Ltd, uma empresa australiana do grupo Nepean.
O processo legal contra a TIMOR GAP ocorre quando a Timor Resources prevê concluir, nos próximos dias, a perfuração até aos 3.100 metros do poço mais profundo em terra em Timor-Leste, conhecido como Lafaek-1, e cuja perfuração chegou já aos 3.060 metros.
Com mais de 64 milhões de dólares (60,1 milhões de euros) investidos no projeto, a Timor Resources vai avançar para testes de perfuração da coluna, para ajudar a definir os recursos de petróleo e gás disponíveis, antecipando recursos “muito bons, devido à elevada pressão registada no poço”.
O Lafaek-1 é a terceira perfuração da Timor Resources na zona, nos últimos 12 meses, com os dados das primeiras duas a mostrarem a existência de petróleo a vários níveis.
ASP // EJ
Lusa/FIm

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Bares dos comboios da CP só têm água para oferecer aos passageiros | Transportes | PÚBLICO

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Concessionária não pagou aos trabalhadores o salário de Fevereiro nem tem abastecido os bares com produtos para venda.

Source: Bares dos comboios da CP só têm água para oferecer aos passageiros | Transportes | PÚBLICO

BECEL RAINHA DAS VIGARISTAS

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No país dos vigaristas
Leiam e republiquem SFF.
Como somos enganados sem perceber.
A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
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Australia’s Imperial Exploitation of Timor-Leste: Why They Are No Different to Their Colonial Monarchy

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“Australia is not just a mere victim of the British Empire, but instead steadily follows in its colonial footsteps. These footsteps land directly on one of the poorest countries in the world, and Australia’s own island neighbor: Timor-Leste.”

Source: Australia’s Imperial Exploitation of Timor-Leste: Why They Are No Different to Their Colonial Monarchy

Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Jornal Açores 9

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A Câmara de Ponta Delgada, Açores, identificou cerca de 200 imóveis devolutos sobre os quais vai recair o agravamento da taxa de Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI), para incentivar a reabilitação urbana e aumentar a oferta de habitação, foi anunciado. A informação é avançada hoje numa nota de imprensa da maior autarquia açoriana onde […]

Source: Agravamento do IMI para prédios devolutos em Ponta Delgada vai abranger 200 imóveis – Jornal Açores 9

baixa criminalidade em bragança

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Bragança é o distrito com menor número de queixas de crimes no país – MAI (C/ÁUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Bragança, 06 mar 2023 (Lusa) – O distrito de Bragança é o que apresenta em Portugal o menor número de participações de crimes e valores “significativamente abaixo dos nacionais” em termos de criminalidade, como destacou hoje o ministro da Administração Interna.
José Luís Carneiro participou, em Bragança, na cerimónia comemorativa dos 147 anos do Comando Distrital da PSP, responsável pela segurança das duas cidades mais populosas da região, Bragança e Mirandela, com cerca de 50 mil habitantes.
“Há um dado muito positivo em relação ao distrito de Bragança, este é o distrito que tem o menor número de crimes participados em todo o país”, salientou o governante, considerando que mostra “o sentido de responsabilidade que os cidadãos nas suas atitudes e comportamentos têm vindo a ter, mas também a eficácia do dispositivo”.
Segundo o comandante distrital, Carlos Anastácio, o efetivo distrital da PSP perdeu, desde 2017, 22 elementos, passando de 196 para 174, e apresenta uma média de idades de 49 anos, que para o ministro tem sido “suficiente para cumprir a missão”.
“E a prova está no facto de que houve uma redução de mais de 20% na criminalidade grave”, indicou José Luís Carneiro que, no discurso, referiu que no ano de 2022, foram colocados no comando de Bragança dez novos polícias.
A criminalidade geral registou um aumento de 10% no distrito de Bragança justificado pelo ministro com o “maior número de operações da Polícia de Segurança Pública” e o “aumento da criminalidade digital, a chamada cibercriminalidade.
O governante considerou que este aumento “tem que ver com uma tipologia de criminalidade que exige um outro tipo de intervenção que não o número de polícias.
“Aí o que fundamentalmente se exige é a qualificação e capacitação das forças policiais para novos tipos de crime, e que tem vindo a ser trabalhada”, disse.
Em relação à criminalidade em geral, o comandante distrital da PSP, Carlos Anastácio, explicou que as ocorrências com maior prevalência nas duas cidades são “pequenas incivilidades”, como a questão do ruído, em que “às vezes a polícia tem que fazer um pouco o papel de árbitro”.
“A grande comunidade de estudantes”, cerca de 10 mil no Instituto Politécnico, alguns de fora de Portugal, são também um dos focos da atenção da polícia nas cidades de Bragança e Mirandela, como disse o comandante.
HFI//LIL
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