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Ilha Terceira pode aumentar renováveis para 50% com novo sistema de armazenamento de energia – Açoriano Oriental
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A Eletricidade dos Açores (EDA) inaugurou um novo sistema de armazenamento de energia na ilha Terceira, que vai permitir reduzir o consumo de fuelóleo e aumentar a quota de renováveis “para mais de 50%”.
Paris acumula 10.000 toneladas de lixo por causa de protestos | AFP – YouTube
china muda nomes russos
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【A CAUSA DAS COISAS】
Já por aqui o referi há tempos atrás e cada vez mais estou mais convencido, que a China só está à espera de uma oportunidade, se não for para engolir na totalidade, será para abocanhar o que puder da Rússia actual.
Parece que algo muito interessante de se seguir nos próximos tempos, está a acontecendo nos bastidores das relações chino-russas. Claramente, eles não são tudo o que parecem e as implicações para a Rússia deveriam ser motivo de preocupação, até porque entre as duas potências, “venha o diabo e escolha”! Entre nós, ainda existem umas “alminhas” convencidas que o perigo só vem da América e da Americanização da Europa. Mas, ditaduras, não obrigado!
“O Ministério de Recursos Naturais da China acaba de emitir novos regulamentos sobre o conteúdo do mapa, que exigem a adição de antigos nomes chineses aos atuais nomes geográficos pronunciados em russo de oito lugares ao longo da fronteira russo-chinesa”, informou a Radio France International.
Os oito nomes de lugares russos compreendem seis cidades, incluindo Vladivostok e Khabarovsk, uma ilha e uma montanha.
Embora tenha divulgado um plano de paz “que claramente falha em dizer se Moscovo deveria retirar suas tropas” da região ucraniana de Donbass e da Crimeia”, a China “neste mesmo mês, fez uma mudança politicamente sensível em sua visão oficial de palavras – uma mudança que afecta a Rússia”.
Ele elabora que “sob a nova diretiva de Pequim, Vladivostok mais uma vez é chamada de Haishenwai (que significa Sea Cucumber Bay), enquanto a ilha de Sakhalin é chamada de Kuyedao. A Cordilheira Stanovoy voltou a ser chamada de Cordilheira Externa de Xing’an em chinês.”
“A China perdeu grandes extensões de terra em sua região norte devido à invasão dos russos”, explica o Asia Times , e agora Pequim orientou o retorno ao uso de nomes chineses para eles. Ele também observa que, apesar de Pequim aparentemente querer fortalecer seus laços com a Rússia, permitiu que colunistas chineses publicassem artigos de tempos em tempos sobre os vastos territórios perdidos para potências estrangeiras, lembrando assim “o povo chinês de seu desejo de recuperar os perdidos”. território.”
Akio Yaita, chefe da sucursal de Taipei do “Sankei Shimbun” do Japão, escreveu sem rodeios em seu post no Facebook: “É uma tática comum da China tirar vantagem quando os outros estão em dificuldade, obtendo assim uma pequena vantagem. Se a Rússia realmente entrar em colapso desta vez, possivelmente Xi Jinping irá com um aceno de sua mão ordenar ‘recuperar nossos territórios perdidos imediatamente’. É a chamada tática de ‘aproveitar a fraqueza de outra pessoa para matá-la’”.
A RFI também observou que Wang Yi, o membro do Politburo chinês responsável pelas relações exteriores, esteve em Moscovo e afirmou que “a amizade entre a Rússia e a China é sólida como uma rocha”. O serviço franco-chinês comentou: “Mas, como qualquer pessoa que estudou história sabe, a história das relações russo-chinesas é um livro de decepções enganosas”.

KYIVPOST.COM
China Challenges Russia by Restoring Chinese Names of Cities on Their Border
While proclaiming its support for Russia, is China capitalizing on Moscow’s weakness to stab it in the back?
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as prisões açorianas
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A Força Aérea, ou seja, o Estado exige 45 mil euros para o transporte dos presos para outras cadeias devido à situação de sobrelotação. Isto é, o Estado faz-se pagar por um problema, que é da sua responsabilidade e que não resolve.
No lugar das famílias, já teria iniciado uma revolução, mas depois lembrei-me: estes pobres não têm ninguém que os defenda. Os desvalidos da vida!
Se Victor Hugo ainda vivesse, escrevia outro volume d’Os Miseráveis.
Tirar os indigentes, traficantes e toxicodependentes das ruas passa por ter soluções humanas.

ILUSTRES VISITAS
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![May be an image of 6 people and text that says "EDUARDO FERRAZDA ROSA(*] NOVO LIVROD JOSEMELL UM ARQUIVO MEMORIAL DEILUSTRES VISITAS AO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES ncontra-se prelos publicação apreciado Almeida R eficiência derelevo Príncipe levando descritivo moJosé Dem Vitória Mello monarca científica Augusto nosso Athayde a gente... ntenção histórico- saísta."](https://scontent.fpdl1-1.fna.fbcdn.net/v/t39.30808-6/336755441_737852857848371_2012376136715496141_n.jpg?_nc_cat=100&ccb=1-7&_nc_sid=730e14&_nc_ohc=RLmSE2auIKIAX9U4xS4&_nc_ht=scontent.fpdl1-1.fna&oh=00_AfDDmKT0MU9skNT_mpZyfNJ2Y9f_eYVD5WXmLhY1PDKDGQ&oe=64199FEB)

BlaBlaCar lança nova rota de autocarro Porto-Paris por 50 euros com paragens em Braga e Vigo
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Mobilidade
Source: BlaBlaCar lança nova rota de autocarro Porto-Paris por 50 euros com paragens em Braga e Vigo
Visão | Advogadas foram obrigadas a despir o soutien à entrada da cadeia de Angra do Heroísmo
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Bastonária da Ordem dos Advogados protestou junto da DGRSP, que alterou procedimentos
Source: Visão | Advogadas foram obrigadas a despir o soutien à entrada da cadeia de Angra do Heroísmo
TIMOR GUERRA DE PETRÓLEO
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TIMOR GAP rejeita proposta de Timor Resources para solucionar diferendo
Díli, 17 mar 2023 (Lusa) – A petrolífera timorense TIMOR GAP rejeitou uma proposta da Timor Resources para resolver uma disputa que se arrasta desde 2019 e evitar a arbitragem internacional, segundo documentos a que a Lusa teve acesso.
Na quinta-feira a TIMOR GAP comunicou a rejeição total da proposta da Timor Resources que pretendia, segundo a empresa australiana, evitar a arbitragem que pode travar a exploração em curso no sul de Timor-Leste, segundo documentos obtidos pela Lusa.
“Analisámos a ‘solução proposta’ e as propostas alterações ao Acordo Conjunto de Exploração (ACE) que inicialmente apresentaram ao ministro do Petróleo. Os vossos termos são inaceitáveis para a TGOB”, refere Norberta Andrade, diretora executiva da TIMOR GAP Onshore Block (TGOB), subsidiária da petrolífera, numa carta remetida à direção da Timor Resources .
“Lamentamos que tenham decidido submeter esta disputa à arbitragem. Faremos uma defesa vigorosa do caso e apresentaremos um pedido reconvencional apropriado, tendo em conta as vossas várias violações do ACE e de outros acordos e compromissos. Entendem que a arbitragem afetará o nosso consórcio irreversivelmente”, conclui Andrade, na curta carta.
A TIMOR GAP respondia a uma proposta da Timor Resources, a que a Lusa teve acesso, e que assenta em quatro pontos, incluindo alterações ao acordo tendo em conta que a versão inicial “era padronizada e não adequadamente adaptada” ao acordo entre as duas empresas.
A Timor Resources propôs ainda o fim do acordo comercial, que a TIMOR GAP pague o que a Timor Resources considera são valores em dívida e se comprometa a cumprir esses pagamentos no futuro.
Em causa está a interpretação sobre direitos e obrigações dos parceiros do consórcio – Timor Resources, TIMOR GAP e subsidiárias – nomeadamente sobre o financiamento da exploração, apesar de terem uma participação conjunta idêntica no consórcio.
A Timor Resources defende que a sua obrigação é limitada ao valor da sua participação no consórcio (50%), até um máximo de 27,5 milhões de dólares cada, no valor total de 55 milhões de dólares (53,2 milhões de euros).
A posição da TIMOR GAP é de que não há limite ao valor das obrigações da Timor Resources relativamente às subsidiárias e que na fase de exploração inicial o investimento cabe à Timor Resources.
O caso tem suscitado uma troca de críticas mútuas que a Timor Resources diz agora pretender levar ao Centro Internacional de Arbitragem de Singapura (SIAC, na sigla em inglês).
“Estamos a preparar uma notificação de arbitragem, de acordo com a SIAC. Esperamos ter essa notificação de arbitragem apresentada até 20 de março”, referiu fonte da Timor Resources à Lusa.
A Timor Resources insiste que está em causa o pagamento em atraso de 11 milhões de dólares (10,33 milhões de euros) correspondente ao que a empresa diz serem obrigações contratuais de injeção financeira da TIMOR GAP, parceira a 50% no consórcio do projeto.
“A TIMOR GAP não fez o pagamento referente aos anos civis de 2022 e 2023 e estão agora em risco de perder a sua participação no projeto”, explicou.
A TIMOR GAP defende a sua posição e acusa a Timor Resources de ter violado as suas obrigações.
“A TIMOR GAP cumpre sempre as suas obrigações contratuais e rejeita completamente quaisquer falsas alegações da Timor Resources Pty Ltd, uma empresa privada de petróleo e gás da Austrália, de que deve qualquer dinheiro nos termos do Acordo de Operações Conjuntas”, refere.
A empresa timorense afirma que opera “em conformidade com os mais elevados padrões de integridade e transparência e continua empenhada no Estado de direito e no cumprimento de todas as suas obrigações contratuais”.
Fonte oficial da Timor Resources disse que, se a arbitragem avançar, a exploração na zona pode ficar parada “dois ou três anos”, notando que, se o processo avançar com normalidade, “até ao final de 2024 poderemos estar a extrair seis mil barris de petróleo por dia”.
A empresa concluiu a perfuração até aos 3.100 metros do poço mais profundo em terra em Timor-Leste, conhecido como Lafaek-1, e deverá avançar mais tarde para os testes de perfuração da coluna que vão ajudar a definir os recursos de petróleo e gás disponíveis, que a operadora antecipa serem “muito bons”.
O Presidente da República timorense apelou já ao Governo e à petrolífera estatal TIMOR GAP que atuem com “extrema celeridade” para resolver o impasse.
“Peço que vejam esta questão com extrema celeridade, e com total integridade, sem favoritismo”, afirmou José Ramos-Horta, em declarações à Lusa.
“Preocupa-me que, não havendo uma solução urgente e justa, isso vá descredibilizar Timor-Leste como destino para investidores. Timor-Leste já tem uma cotação muito baixa, a nível internacional, no que toca ao ambiente de negócios. Com este caso vai ser muito mais difícil e pode até tornar difícil as negociações sobre o projeto do Greater Sunrise e trazer o gasoduto para Timor-Leste”, considerou o chefe de Estado.
Fidelis Magalhães, ministro da Presidência do Conselho de Ministros, confirmou à Lusa que o assunto foi debatido na reunião da semana passada do Conselho de Ministros, durante a qual o primeiro-ministro, Taur Matan Ruak, deixou “orientações claras” para que se procurasse uma solução que “não prejudique o Estado nem o interesse público”.
“A orientação é clara de que se devem procurar soluções e que essas soluções não devem prejudicar o Estado e o interesse público. Mas a TIMOR GAP é uma empresa pública, tem a sua autonomia administrativa”, disse Magalhães à Lusa.
“Foram transmitidas as informações sobre o caso. Não vou comentar sobre as respostas da TIMOR GAP nesta disputa. O Governo mantém a confiança na liderança da empresa que saberá a melhor forma de atuar”, sublinhou o ministro.
Magalhães disse que a empresa sabe “como responder e as medidas necessárias a serem tomadas e têm serviços com experiência para responder e resolver a situação da forma mais sensata e melhor para o Estado, para o interesse público e para o desenvolvimento nacional”.
A Lusa tentou, sem sucesso, obter um comentário da TIMOR GAP.
ASP // VQ
Lusa/Fim

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