Chuvas intensas tornam praticamente intransitável uma das principais artérias da capital – DILIGENTE

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Quando chove com maior intensidade, a estrada de Metiaut, que dá acesso à zona balnear de Díli e a um dos maiores ex-libris da cidade, o Cristo Rei, o pouco e já de si desgastado asfalto fica coberto por grandes […]

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GNR vai assumir nos Açores maior capacidade de vigilância, comando e controlo junto à costa – Correio dos Açores

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Aval de 5ME do Governo dos Açores a empresa foi uma “violação flagrante”, revela relatório – Rádio Atlântida

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A atribuição de um aval de cinco milhões de euros […]

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o que falta fazer

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Bom dia!
GATO: Eu GATO que me prezo sempre desconfiei dos políticos, e bem avisei o meu humano para não se meter nestas andanças, felizmente, durou pouco, e ele acabou por me dar razão. Os políticos salve raras excepções, e estes não duram por lá muito tempo, são seres que mais não fazem do que alimentar o seu ego, despejar “esmolas” como se o dinheiro fosse deles, criar obra desde que beneficie os amigos e suas empresas, serem bajulados pelo corporativismo e oligarcas, mas fazer aquilo que realmente é importante para o desenvolvimento social, económico ou cultural do povo fica assiduamente para segundo plano, exemplos são o Porto de cargas em Santa Clara (Ilha de São Miguel), aumento da marina e reorganização do Porto do Faial, via rápida Ponta Delgada Mosteiros e Bretanha, aumento da pista do Pico e do Faial, Fortalecer os portos de São Roque no Pico e das Velas em São Jorge, um Hospital para o Pico, Lares de idosos em todas as ilhas, reordenamento agrário em todas as Ilhas, melhorias na capação de água e sua distribuição em todas as ilhas, impor o 5G nas comunicações em todas as ilhas, melhoramentos na distribuição de energia e apostar de uma vez por todas nas energias renováveis, em vez de andarem a fazer fosquinhas, como no caso dos painéis fotovoltaicos onde existe gente a esperar á mais de 6 meses por uma resolução, dotar os nossos hospitais de equipamentos de ponta e de médicos especialistas de acordo com as reais necessidades dos Açores, melhorias nas estradas regionais, voltar a dotar os Açores de uma linha Ferry mas que atraque em todas as ilhas anualmente (no caso do corvo através de balsas).
Há tanto, mas tanto para fazer, e não falta dinheiro, está aí o PRR o programa 20-30 e o novo QCA, do que estão à espera? nestes 2 anos e meio brincou-se às creches, distribui-se esmolas pelas IPSS, criou-se o programa Novos Idosos, mas que ainda só funciona em duas ilhas e somente em alguns Concelhos, de resto promessas e mais promessas e o que está em curso já vinha do tempo do PS. Promete-se tudo e mais alguma coisa, mas obra feita? Talvez para o próximo Governo!
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Antonio Manuel Silva

Uma boa tarde .
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Estaleiro renovado na Figueira da Foz quer cumprir contratos com Timor-Leste

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Estaleiro renovado na Figueira da Foz quer cumprir contratos com Timor-Leste
Por José Luís Sousa (texto) e Paulo Novais (fotos), da agência Lusa
Figueira da Foz, Coimbra, 02 mai 2023 (Lusa) – Na margem sul do rio Mondego junto à Figueira da Foz, no renovado estaleiro naval da AtlanticEagle Shipbuilding, foi retomada a construção do ‘ferry’ encomendado por Timor-Leste, cujo contrato a administração garantiu que irá cumprir.
Chega-se àquela zona historicamente ligada à construção naval por uma estrada em mau estado, rodeada por edifícios devolutos ou destruídos, onde os mais de seis hectares dos antigos Estaleiros Navais do Mondego, fundados em 1944, são hoje um “oásis” de desenvolvimento, passados que estão os tempos de dificuldades, com o determinante apoio de uma sociedade detida a 100% por capitais públicos timorenses, que adquiriu 95% da empresa.
A expressão “oásis” foi declarada à reportagem da agência Lusa pelo diretor financeiro da empresa, Duarte Sousa, representante do sócio maioritário, que, em conjunto com Bruno Costa, sócio minoritário, administrador responsável pela área operacional – e quarta geração de uma família sempre ligada à construção naval – lidera hoje a recuperação do estaleiro.
Ao fundo, ancorado a um pontão no Mondego e de frente para o porto comercial da Figueira da Foz, flutua o ‘ferry’ Haksolok, encomendado em 2014 pelo governo timorense – e cuja gestão passou, depois, para a Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA) – para fazer a ligação marítima entre o enclave de Oecusse, no oeste do país, a ilha de Ataúro e Díli, a capital de Timor-Leste.
O navio, cuja construção esteve parada cinco anos (desde 2018, por dificuldades financeiras e dívidas a credores, a que se juntaram os estragos no estaleiro provocados pelo furacão Leslie, que levou a empresa a um Processo Especial de Revitalização, aprovado em tribunal em 2020), ameaçava tornar-se um ícone, no mau sentido, do ocaso da construção naval na Figueira da Foz.
Ao invés, a embarcação de 73 metros de comprimento e 12 de largura, projetada para poder transportar quase 400 passageiros e 26 veículos ligeiros, tem hoje, visíveis, operários afadigados no seu interior, aparentemente em sintonia com a administração na determinação do cumprimento dos prazos estabelecidos para a sua conclusão.
“O sucesso deste navio é fundamental para o sucesso do estaleiro. Vai ser entregue e vamos cumprir com a nova adenda ao contrato que foi já assinada e estamos a cumprir com os prazos. Mas, obviamente, vai ser um marco fundamental a entrega do navio, para demonstrarmos a nossa capacidade e afastarmos esta nuvem”, disse à agência Lusa Bruno Costa.
Por outro lado, o diretor operacional da AtlanticEagle Shipbuilding observou que o Haksolok, “embora tenha estado parado, continua com a mesma qualidade de sempre, porque uma coisa de que se orgulha o estaleiro é da qualidade de construção”.
Segundo Bruno Costa, entidades externas ao estaleiro e com competência na matéria garantiram que o navio “está extremamente bem conservado”, face aos anos que esteve atracado e com os trabalhos parados.
“Nesse aspeto, estamos tranquilos”, acrescentou, explicando que após o retomar do projeto foram feitos diversos testes à embarcação – navegabilidade, estabilidade ou aos equipamentos já instalados, entre outras provas – com resultados “muito positivos”.
Duarte Sousa, por seu turno, garantiu que a entrada de Timor-Leste no capital da AtlanticEagle Shipbuilding não sucedeu apenas para terminar a construção do ‘ferry’, tratando-se de um investimento “de longo prazo”, que, se passa pela construção e reparação naval, já ‘pisca o olho’, também, aos anunciados investimentos ao largo da Figueira da Foz em eólicas ‘offshore’, seja na eventual construção de infraestruturas, como de embarcações de apoio e manutenção das mesmas.
“O Estado de Timor, o sócio [maioritário] não faria este investimento que está a fazer aqui se fosse para terminar única e exclusivamente este navio”, asseverou o diretor financeiro, uma afirmação corroborada pelo diretor operacional.
“O que temos planeado, acordado, é um investimento de longo prazo, não é para acabar o ‘ferry’ e ir embora, é um investimento para rentabilizar o dinheiro que está a ser aqui posto [por Timor-Leste”, vincou Bruno Costa.
Uma visita ao espaço ocupado pelos estaleiros confirma estas afirmações, desde logo pelos edifícios renovados – com coberturas novas, várias das quais foram destruídas pelo Leslie – pintados a branco com apontamentos em azul, mas também novas valências, como um refeitório devidamente equipado, uma sala de formação onde já funcionam cursos em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional ou instalações para armadores que ali se desloquem, entre outras.
Duarte Sousa observou que se há 18 meses, um ano e meio, o estaleiro estava “como que abandonado”, neste momento, garante 35 a 40 postos de trabalho diretos, muitos de operários especializados, uns oriundos dos antigos estaleiros navais de São Jacinto, outros que transitaram dos Estaleiros Navais do Mondego e ainda quatro operários timorenses, em funções ainda de aprendizagem, número que a administração pretende ver aumentado.
Bruno Costa, a esse propósito, destacou a presença dos cidadãos de Timor-Leste – que, aquando da visita da Lusa, estavam a colaborar na manutenção de uma embarcação – mas também a perseverança dos seus colaboradores “que não desistiram” dos projetos da AtlanticEagle Shipbuilding.
Já o desenhador João Mendes faz ‘parte da mobília’ do estaleiro da Figueira da Foz, onde entrou em 1990, há 33 anos: “Continua a ser bom estar cá, temos mudado de administração, mas o trabalho é sempre entusiasmante e hoje não é diferente do que era há 30 anos”, argumentou.
Sobre o momento atual do estaleiro, João Mendes disse que as instalações “foram todas remodeladas e bem, estão melhor do que alguma vez estiveram”, e que o ambiente “é ótimo” e os trabalhadores “estão todos com esperança e vontade” de ver o projeto singrar.
“Só tenho sentimentos positivos, neste momento. Na altura que vim para cá, vim por opção e gosto. Mantenho o gosto”, observou.
A AtlanticEagle Shipbuilding foi fundada por Carlos Costa, profundo conhecedor do setor da construção naval, tendo ficado com a concessão do estaleiro da Figueira da Foz em 2012. Quatro anos depois, em 2016, Carlos Costa faleceu, prematuramente, aos 59 anos. Ao sair das instalações oficinais, acompanhado da reportagem da Lusa, o filho, Bruno Costa, olhou para o céu e exclamou: “O orgulho que ele, lá em cima, deve estar a sentir”.
JLS // SSS
Lusa/Fim
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MAIOS NA GALIZA

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A Galiza festeja os maiôs e faz poemas.

E data quevem de antigo era o começo do verão céltico e romano.
Maiôs e Vilafranca na faixa do leste da Galiza sob Castela-leão
Na Galiza o.colocar a giesta na casa e no carro está bem espalhado e festejam-se os maiôs com muitas variantes
Vivam os maios
Abanhos

TURISMO CHINA

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É assim o turismo na China, um país que nos últimos 55 anos deu um grande salto.
VCG/Getty Images
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