obras sem futuro e investimento sem dinheiro nos açores…

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PORQUE FALTAR À VERDADE?
Todos sabemos que não há dinheiro, e que Bolieiro veio de Lisboa da sua reunião com o Primeiro Ministro com uma mão cheia de nada.
A verdade é que são várias as obras prementes que ficarão para as calendas, e que das quais a Coligação de Bolieiro e dos Partidos Políticos que a constituem, PSD, CDS e PPM nem querem ouvir falar.
Que eu saiba ou duvido são:
1- HDES
2- Cadeia de Ponta Delgada
3- Aumento da pista do aeroporto do Pico
4- Participação no aumento da pista da Horta
5- Anel de Fibra Óptica inter-ilhas
6- aumento dos 150 milhões de euros do OE
7- Resolução das OSP marítimas
8- Helicópteros para a Base 4 na Terceira, assim como aumento das tripulações
9- Programa Nacional da carreira de Bombeiros extensível aos Açores
10- Resolução condigna da Azores Airlines
Etc.
A ver vamos
acores.rtp.pt
Início das obras do Hospital de Ponta Delgada não será em 2026, assume Secretária da Saúde I Antena 1 Açores

do que ventura tem saudade

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Secção de “Vende-se” num jornal do Brasil em 1880!
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Uma imagem de um anúncio publicado em 1880, nos anos finais da escravidão no Brasil, revela com crueza a lógica desumanizante daquele período. No texto, pessoas negras são apresentadas como mercadorias, descritas e ofertadas à venda como se fossem objetos comuns do cotidiano. O registro, embora distante mais de um século, expõe uma realidade que deixou marcas profundas e persistentes na formação social brasileira — marcas que ainda moldam desigualdades, oportunidades e estruturas de poder no país.

IDENTIDADE TRANSMONTANA

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Um mero desabafo..
Um mero desabafo…
A propósito de Caretos, Pauliteiros ou Ásturo-Leonês, alguns dos bem vincados caracteres que nos distinguem inquestionavelmente, deixo aqui uma humilde sugestão aos Governantes da nossa região, particularmente aos que fazem parte da CIM-TTM (Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes). Em vez de se insistir nos processos de autofagia, que tão bons resultados têm dado para a região, por isso já pouco ultrapassamos o 1% da população portuguesa, por que não abandonar, de vez, as «quintinhas» e transformar um território único no… território único que é?
Dizem que «de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento»… Discordo disso. Começa logo porque temos mais afinidades com a região Leonesa, nossa histórica «irmã», particularmente a Província de Zamora, do que com todo o resto do território português. Mesmo que nos queiram impingir a falácia dos Lusitanos, que nunca fomos… Por isso falamos “d’ua forma ztranha”, assim como do outro lado também falam “d’ua forma ztranha”… Assim como nas Astúrias, região que nos «colonizou» e à qual pertencemos, também falam… “d’ua forma ztranha”. Bem como noutras regiões de Espanha também falam doutras formas “ztranhas’e”. Com uma diferença substancial: o orgulho que têm nisso, enquanto comunidades, não enquanto «enclavezinhos» nessas comunidades. Se dúvidas tiverem, façam o favor de passar largas temporadas, por exemplo, na Galiza, no País Basco ou na Catalunha.
Porque na Galiza, é-se Galego e fala-se… Galego. Não se fala «Viguês», por exemplo. Ou, na Catalunha, é-se Catalão e fala-se… Catalão. Não se fala «Gironês»… Deveríamos aprender com eles. Talvez se ganhássemos consciência dessa realidade, o idioma que já foi de todos nós, hoje designado, por influência do seu primeiro estudioso, em finais do séc. XIX, por «Mirandés» (que antes disso, os estudiosos não lhe deram nome nenhum, apenas diziam que, no distrito (!), «se falava a nossa língua com grande corrupção»), não se resumisse, segundo um recente estudo da Universidade de Vigo, a uns meros 1500 falantes regulares (este que escreve apenas se inclui nos 3500 conhecedores). Não obstante estes números assustadores, por cá continuamos a insistir nas ladainhas de que “a nh’álheira é milhore du q’á tua” ou “e ó mou fulare é milhore du q’ó tou’e”…
Este “rapaze” até já provou alheiras e folares de, suponho, todos os doze concelhos do distrito. Tendo tido experiências variadas, concluindo, porém, que em todos eles há alheiras e folares excelentes. E convencer as pessoas disso? A mesma coisa se passando, por exemplo, com as igrejas. Conheço um “intchente” delas. Naturalmente, umas mais sumptuosas do que outras, umas mais valiosas, em artísticos termos, do que outras. No entanto, o que é mais recorrente, é ouvir que «a igreja da vizinha não é tão bonita como a minha», mesmo que se desconheçam as igrejas das vizinhas… “P’ra num lubare c’um gesteiru pur’u lombu’e, pur’i”, nunca contesto, acenando sempre afirmativamente. Porque, de facto, o que a mim me interessa, é que somos a única região, em Portugal, a ter arquitectura religiosa mudéjar… Como são superiores exemplos a cabeceira do extinto Mosteiro de Castro de Avelãs, ou os interiores da Igreja de Santa Maria (no castelo de Bragança) e da capela de Nª Sra. do Campo (em Lamas – Macedo)…
O que também me interessa, é perceber que temos uma das maiores «Rotas do Barroco» de todo o Norte, com inúmeros exemplares valiosíssimos. Ou que temos, por cá, por exemplo, núcleos de pintura dos maiores artistas portugueses do séc. XVIII. Ou tantas outras coisas mais… Ao invés de valorizarmos tudo isso, o que nos transforma numa região diferente, continuamos a digladiar-nos “a bêre quem é milhore”. Que “brutinhus’e”… É das sinergias que nasce a grandeza, não de considerar que o “mou cuncelhu’e é milhore du q’ó tou’e”. Da minha parte, Macedense sendo, com um “intchente” de costelas de Vinhais, ninguém me verá afirmar que Mogadouro é melhor do que Carrazeda, ou Vimioso melhor do que Moncorvo, ou vice-versa. Os «meus» doze concelhos são os melhores do mundo… e arredores! Era só isto…
O que me fez lembrar daquelas pessoas que, convictamente, dizem, de genérica forma, do alto da sua «sabetudologia», que os vinhos do Douro são melhores do que os do Alentejo, ou que os vinhos franceses são melhores do que os italianos. Provavelmente, considerarão que uma «Touriga» é uma raça de touros, ou que «Cabernet Sauvignon» é um pintor francês do séc. XVI…

O AGACHAR ASIÁTICO

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Explainer: What is the Asian Squat?
It’s a common enough sight in Asia, but whether one can perform the so-called ‘Asian squat’ depends on physical condition, not ethnicity.
Before chairs were invented, many humans completed everyday tasks, such as eating, working, and resting, by sitting on the ground – or squatting.
The latter was an essential part of daily life or ordinary mobility.
Even today, squatting remains a natural and effortless posture for children.
But with age and sedentary lifestyles – and as muscles tighten from long periods spent sitting in chairs – the movement gradually becomes elusive for many people.
In recent years, the posture – often called the “Asian squat” – has regained attention.
You may have seen it on the streets, at bus stops, or outside restaurants: feet flat on the ground, knees bent, hips lowered close to the ankles.
For some, it’s a symbol of physical flexibility; others believe practicing it brings health benefits.
Yet in places like Hong Kong and Macau, some view it as socially inappropriate.
Why is it called the Asian squat?
The term’s exact origin is unclear, a short 2002 film by Daniel Hsia titled How to Do the Asian Squat popularised the name.
The film explains the key difference between the Asian squat and the Western squat: in the latter, the heels don’t touch the ground.
By 2015, BuzzFeed published an article and video titled Can You Do the Asian Squat?, which gained over 3.5 million views on YouTube.
The video sparked widespread discussion, focusing on whether only Asians could perform this movement, and helped spread the term even further.
Interestingly, the Asian squat is sometimes called the “Chinese squat,” likely due to cultural associations.
Interviewees in the video mention squat toilets in China and elderly people resting in a squatting position – everyday scenes that reflect this posture’s cultural roots.
But is it really something only Asians can do?
The answer is: it’s not about ethnicity.
The key to the Asian squat is keeping the heels flat on the ground.
According to a physical therapist interviewed by Taiwan’s CommonHealth magazine, three conditions are needed to perform it well: flexible hips, knees, and ankle joints; strong back and leg muscles; and a mobile Achilles tendon with a relatively small waistline.
So why do people think Westerners can’t do it? Some believe it’s due to long-term habits, such as sitting in chairs and using seated toilets.
A Japanese study also found that some individuals naturally have a limited ability to bend the foot toward the shin, which can make Asian squatting difficult.
Children, on the other hand, squat easily because newborns have a passive ankle dorsiflexion angle of about 60 degrees, which drops to around 20 degrees in adulthood.
This means we’re born with the flexibility to squat, but as we grow, our body proportions change, limbs lengthen, and we use the movement less – leading to its gradual decline.
Is the Asian squat good for your body?
Fitness coach Roger Frampton, in his TED Talk Why Sitting Down Destroys You, argues that squatting is a natural resting position that helps maintain joint health, while prolonged sitting harms the spine and causes back pain.
Physical therapist Bahram Jam also notes that squatting moves the ankles, knees, hips, and back through their full range of flexion, stimulating joints and cartilage and supporting long-term health.
According to a report by BBC Chinese, practicing the Asian squat can improve digestion, strengthen leg muscles, aid weight loss, and even help prevent diabetes.
Controversy over the Asian squat as an unseemly gesture
Although squatting offers various health benefits, it has sparked cultural controversy. In Hong Kong, tensions have arisen between locals and mainland Chinese tourists over this posture.
Some Hongkongers view it as indecorous, while many mainlanders see squatting simply as a way to rest.
Interestingly, a local government in Sichuan, China once publicly declared that eating while squatting was “uncivilised.”
Officials were dispatched to inspect public areas, and individuals found eating in a squatting position were subject to fines, as part of an effort to correct what was deemed an undesirable habit.

PDL TERRA DE POBRES E SEM ABRIGO

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Ponta Delgada: rotas da desgraça no turismo açoriano ou o colapso da questão social nos Açores.
Ou o PSD municipal e o PSD do governo regional preocupados com outras coisas que dão mais lucro e prestígio
Ou um novo negócio para quem está no negócio da recuperação
Ou o novo eco resort para os pobres da cidade

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Provedora do Animal nos Açores propõe proibição do uso de animais de trabalho – (eu concordo mas com a pobreza que há não têm alternativa…)

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A Provedora do Animal nos Açores, Dagmar Sampaio, defendeu hoje a proibição do uso de cavalos e bois para funções de trabalho no arquipélago, alegando que muitos destes animais são sujeitos a práticas que infligem “sofrimento”. “Sejam cavalos para tração de carroças, sejam bois, para a tração de alfaias, julgo que, se não tivermos a […]

Source: Provedora do Animal nos Açores propõe proibição do uso de animais de trabalho – jornalacores9.pt

Governo dos Açores autoriza início de venda de campos de golfe e empresas Globaleda e SEGMA – jornalacores9.pt

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O Conselho do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) autorizou hoje o início do processo de privatização das empresas SEGMA e Globaleda e dos campos de golfe da Terceira e das Furnas e Batalha, em São Miguel. “O Governo Regional autorizou a EDA – Eletricidade dos Açores e a EDA Renováveis SA a iniciarem os procedimentos para […]

Source: Governo dos Açores autoriza início de venda de campos de golfe e empresas Globaleda e SEGMA – jornalacores9.pt

Luís Cardoso lança “Hotel Timor” para “enterrar os fantasmas do passado”

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Luís Cardoso considera que “Hotel Timor” é o “mais íntimo” e difícil dos seus livros, um romance para enterrar os fantasmas do passado, e que demorou cinco anos a escrever.

Source: Luís Cardoso lança “Hotel Timor” para “enterrar os fantasmas do passado”