PONTUALIDADE NÃO RIMA COM PORTUGAL

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Portugal era, em 2019, o país com o pior índice de pontualidade global dos comboios (82,2%) na Europa, de um total de 16 países europeus analisados pela Autoridade da Qualidade do Serviço dos Transportes de França.
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Portugal na cauda da Europa na pontualidade dos comboios

Portugal na cauda da Europa na pontualidade dos comboios
José Fernandes

Num ano marcado por greves, em 2022 o número de reclamações sobre pontualidade dos comboios em Portugal foi o mais elevado dos últimos quatro anos. O país era, em 2019, o que tinha pior índice de pontualidade, de um total de 16 países europeus analisados

Ocomboio circula entre as estações de Sete Rios e de Benfica, no sentido Lisboa-Sintra. Sobrelotado como está, neste dia de greve de funcionários da CP em que tinham sido suprimidos mais de 740 comboios, muitas das suas portas mal fecham tal é a concentração de pessoas no interior. Algumas começam a sentir-se mal, com dificuldade em respirar, e o pânico instala-se de tal forma que são os passageiros que acionam o travão de emergência, fazendo parar imediatamente o comboio. Sem perceber o sucedido, várias pessoas entram em pânico e começam a tentar abrir as portas e a partir os vidros para o ar circular — alguns conseguem fazê-lo antes de a PSP e de os Bombeiros chegarem ao local, caminhando pela linha em direção à estrada ou à estação mais próxima, Benfica. Uma mulher, que se sentiu mal, foi assistida e transportada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O episódio, ocorrido em março deste ano, não é caso isolado na linha de Sintra. Ainda no final de junho uma avaria técnica obrigou um comboio a parar entre as estações da Damaia e de Benfica e, devido ao calor e à sobrelotação das carruagens, três pessoas foram assistidas e, destas, duas encaminhadas para o hospital.

“Falta um comboio, sente-se logo o impacto na viagem seguinte, que se torna muito penosa”, resume ao Expresso Miguel Rato, da Comissão de Utentes da Linha de Sintra, realçando que a pontualidade e a regularidade dos comboios são as maiores dificuldades com as quais se deparam.

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BOEING 1916

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Em 1916, foi fundada a Boeing Airplane Company, nos EUA, uma empresa que tinha por fim a construção de aeronaves.
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Portugal tem de mudar formato de cartões de identidade e residência de cidadãos da UE – SIC Notícias

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A Comissão Europeia identificou deficiências nos títulos de residência e cartões de identidade emitidos aos cidadãos da UE e seus familiares.

Source: Portugal tem de mudar formato de cartões de identidade e residência de cidadãos da UE – SIC Notícias

José Soares Prepotências e caciquismos

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Transparência José Soares

 

Prepotências e caciquismos

 

 

Há quem diga que as maiorias absolutas em governos, não deviam existir em Democracia, já que este facto despoleta sempre pretensões para tiques ditatoriais. É uma opinião com a qual não concordo, já que o povo é quem decide.

No meio século de vida politicamente livre em Portugal, na Madeira e nos Açores, poderemos afirmar sem receio, que o sistema democrático está seguro, embora longe de ser eterno.

Como em muitos outros países, a febre do poder tem tido temperaturas altas nas cabeças de alguns políticos menos democratas. Com a noção de que a maioria absoluta lhes serve de escudo defensivo contra tudo e todos, arrotam discursos evasivos, cheios de nada, para com isso ganharem alguns segundos de fama ou mostrarem “quem realmente manda” no desmando cada vez maior que varre o país.

O Partido Socialista português obteve uma maioria absoluta para governar estruturalmente Portugal. O Povo deu-lhe um cheque em branco para fazer mudanças de fundo há muito exigidas. Criaram-se as condições básicas para que Portugal fosse governado a sério, com a coragem, liderança e competência que o país merece.

A essa necessária maioria política, junta-se um caudal de milhões de euros num plano de ajuda europeu nunca até aqui alcançado. Chamam-lhe PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, um programa de aplicação nacional, com um período de execução até 2026, que visa implementar um conjunto de reformas e investimentos destinados a repor o crescimento económico sustentado, após a pandemia, reforçando o objetivo de convergência com a Europa, ao longo da próxima década. Este instrumento contém o Mecanismo de Recuperação e Resiliência onde se enquadra o PRR, um plano de investimentos para todos os portugueses (e não para os partidos políticos), assente em três dimensões estruturantes: Resiliência; Transição Climática; Transição Digital.

Com uma oportunidade única de retirar o país da retaguarda europeia, o governo maioritário do partido socialista português, limita-se a entrar por estranhos caminhos ideológicos e batalhas de retórica e flagrantes mentiras que nenhum cidadão compreende. O primeiro-ministro António Costa ganha todas as lotarias das inverdades perante as câmaras televisivas, já estafadas de tanta conversa vã.

Valendo-se dessa maioria absoluta, prefere entrar em perseguições e vinganças partidárias, abusos de poder por muitos dos seus membros. Um governo com cada vez mais arguidos no seu seio e uma completa insatisfação popular, bem como arrependimento pela maioria absoluta dada em vão a este PS. O primeiro-ministro António Costa vai até ao descaramento de dizer que os portugueses não estão interessados em saber quem rouba mais ou menos, mas sim sobre a inflação, como se qualquer partido estivesse, de facto, interessado nos portugueses…!

O Povo não vai esquecer nem tão cedo que o inquérito parlamentar à TAP pariu um rato. Mais um para o Largo do Rato.

Apesar de todos os abusos cometidos, não há demissões (ninguém desiste da teta) e as indecências podem continuar. A comissão parlamentar foi uma farsa presidida por um socialista de escolhida aparência honesta e o relatório foi escrito a mando do PS e por conseguinte, sabendo antecipadamente que teria a maioria para votar a favor dos mais ambíguos resultados que dele saíssem. Mais estes milhares de euros queimados durante semanas, para delírio partidário.

Foram mais umas toneladas de areia atiradas aos olhos do país.

 

1962 sobre naufrágios nas Ilhas das Flores e Corvo

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Artigo de Jacob Tomaz, n’0 Telégrafo de 2 de Setembro de 1962, sobre a barca Modena.
Alguns apontamentos sobre naufrágios nas Ilhas das Flores e Corvo
(Jacob Tomaz, n’0 Telégrafo de 2 de Setembro de 1962)
Desde que se procedeu ao povoamento dos Açores, estas Ilhas começaram a ser visitadas por barcos de diversas nacionalidades nomeadamente espanhois, ingleses e argelinos e a partir daí essas visitas mais e mais se foram intensificando. Nos alvores do século XIX a frota baleeira de New Bedford invade estes mares bem como a marinha mercante inglesa que já no século XVIII, quanto às Flores, traficara de diversas formas. Depois tudo se vai normalizando até ficar reduzido ao seu estado actual.
Com a descoberta do Caminho Marítimo para a India e depois o comércio estabelecido entre aquele continente e o Reino de Portugal, os Açores passam a ser passagem obrigatória para as nossas naus e para toda a navegação interessada nas riquezas do Oriente. Simultâneamente os navios piratas de diversas nacionalidades infestam estes mares e as populações passam a viver suspensas do terror das pilhagens.
E quando se iniciam as navegações entre a Europa e a América do Norte e Central e mesmo com o Brasil, as Flores deve ter sido, entre as Ilhas dos Açores, uma das que mais navios via demandar as suas costas, quer para fornecer refresco, quer para receber destroços, quer ainda para ser vítima de numerosas pilhagens e massacres. E naus da India por aqui passaram também….
A dura luta travada entre florentinos e piratas deixou longa História na tradição oral e na toponimia, influindo assinaladamente sobre a localização de povoações e até sobre a forma e disposição arquitectónicas das moradias. Até nos registos de óbitos da época (os mais antigos são do século XVII) algum padre mais comovido ou minucioso deixou confirmação de alguma coisa do que acima se diz. Faltam porém as melhores fontes coevas de informação já que os arquivos desta Ilha estiveram igualmente sujeitos – mesmo em pleno século XX – a piratarias e vandalismos de outra espécie.
Quantos dramas se não viveram? A quantos naufrágios se não assistiu? Embora nenhuma tentativa séria se tenha feito ainda no sentido de relatar esse aspecto da nossa heróica história de Ilhéus durante essas largas décadas de colonização e fixação é mais que certo que nunca esse relato poderá ser completo. No entanto muito se poderia fazer ainda. Melhor diria muito se poderia fazer já. Descortina-se até, por de trás de tudo isso, a estruturação de características que hoje o açoriano mantém, vincadamente.
Datam do século XVII os primeiros naufrágios longamente relatados, ocorridos nas Ilhas das Flores e Corvo. Do princípio do século XVIII também existe o relato em pormenor de um que, pelas promessas feitas por dois dos seus passageiros, nobres espanhois, iria ter poderoso reflexo no enriquecimento do património artístico do convento de S. Boaventura, daí transitando parcialmente para outras igrejas da Ilha. Trata-se de alguns exemplares da magnífica escultura religiosa espanhola do fim do século XVII. Infelizmente, tal como aconteceu aos arquivos das Flores, mesmo em pleno século XX tivemos de assistir ao massacre de algumas dessas joias artísticas.
Também no século XVII, a passagem de uma fragata dinamarquesa (1) por esta Ilha pode ter influido em larga medida, na evolução da sua vida social, contribuindo para que as populações se refrescassem por diversas formas, com a cultura e mentalidade dos povos daquele Reino. Este, porém, é estudo que está por fazer e do qual só existe um leve rastro difícil senão impossivel de seguir e de desbravar.
Até nossos dias e nesta Ilha das Flores, os naufrágios se têm sucedido, mais ou menos dramáticos, mais ou menos espectaculares. Destes, o mais importante foi o do vapor Slavonia ocorrido em 1909; daqueles, teremos o da barca Bedart [Bidart] ocorrido em 1915 para só falar em dois, ambos deste século.
Tudo isto vem a propósito de uma inscrição encontrada pelo sr. Celestino de Carvalho Flores, em 1960 na Fajã do Conde, Santa Cruz, a qual já deu motivo a uma interessantíssima palestra proferida aos microfones de Rádio Club dos Açores, pelo sr. Tenente Coronel José Agostinho.
Com os elementos reunidos por duas vias diferentes (Celestino Flores e José Agostinho) se dá agora a presente notícia.
Primeiramente temos a inscrição, tal como a copiei em 10/10/1961, feita em grande bloco granítico, de forma mais ou menos cúbica, para a qual foi necessário alisar grosseira e parcialmente, uma das faces:
CAPT. W. H. LANG
[aqui reprodução de símbolo que alguns crêem maçónico]
AND 11 MEN
LANDED MAY 5 73 (2)
FROM BARK MODENA
OF BOSTON MASS.
FOUDERD [FOUNDERD] APRIL 22
Modena – era uma barca americana, construída em Duxbury, Mass. em 1851. Tinha 206 toneladas e eram seus proprietários em 1873 Rideout e Roberts, de Boston (3).
Em 9 de Março de 1873 chegou a Bermuda, vinda da Serra Leôa e a 15 de Abril partiu da Bermuda para Boston.
A 22 de Abril foi abandonada na Lat. 35° N, Long. 65° W sendo salva toda a tripulação. (4).
No Merchantil [Mercantile] Navy List, Bureau of Statistics está o seguinte registo (5):
Modena – barco [barca]
Número oficial – 16295
Sinal – HMVN (6)
Tonelagem – 175.08
No National Archives encontra-se um certificado do Registo datado de 13 3.1867 no qual se diz que Modena foi construída em Boston, tendo por armadores J. Rideout, H. O. Roberts e N. Mansfield, da qual era capitão David A. Roberts (7)
DIMENSÕES:
98,70 pés de comprimento
25,75 pés de largura
10,42 pés de «creux» (😎
Tinha uma «Square stern», proa sem ornamentações, uma ponte e 3 mastros. Do naufrágio alguém teria escapado visto que no verso do registo se encontravam as palavras «Surrendered at Faial». (9)
Não resta dúvida de que as duas informações se completam e se devem referir à mesma barca, embora exista contradição nalguns pormenores.
«Como do ponto onde a barca se afundou até às Flores medeiam 1.700 milhas, não poderia acreditar-se que o capitão Lang e os seus homens fizessem tal travessia no salva-vidas da barca e, para mais, em menos de duas semanas. O que aconteceu decerto foi a tripulação da barca Modena ter sido recolhida por um navio que passou para Oeste [Este] tendo desembarcado os náufragos na Ilha das Flores, a primeira que encontrou» (10).
(1) Até há dias só havia notícia desta ocorrência através de um oficio do comandante do Royal Norwegian Navy – Orlogs kaptein Rolf Scheen. Agora, porém, mais um elemento de poderosa sedução pude encontrar pelo que é de prosseguir na pesquisa.
(2) O algarismo 5 está gravado demasiado junto do 7 pelo que se lê, de início, 573.
(3) inf. do museu Peabody, de Salens, Mass – J. Agostinho.
(4) inf. de Mr. C. C. Cutler, tirada do New York Maritime Register – J. Agostinho.
(5) inf. do department of Armed Forces History – C. Flores.
(6) Com o M e o V deste sinal ter-se-á procurado fazer o sinal que aparece na inscrição, logo abaixo do nome do capt. W. H. Lang?
(7) inf. de Mr. M. L. Peterson – C. Flores.
(😎 idem, idem; não se traduziu a palavra francesa «Creux» que talvez signifique pontal.
(9) inf. de Mr. M. L. Peterson – C Flores.
(10) in «A União», n.º 19 866 de 20 de Fevereiro de 1962 – J. Agostinho.
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Vai estar de volta depois dos anos 80 tem 28 km a linha de comboio mais bonita de Portugal

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Os 28 quilómetros entre Pocinho e Barca d’Alva, encerrados desde 1988 na Linha do Douro, vão ser recuperados e reactivados. O anúncio foi feito pela ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, no decorrer das comemorações dos 20 anos

Source: Vai estar de volta depois dos anos 80 tem 28 km a linha de comboio mais bonita de Portugal

Alta velocidade Lisboa-Porto é rentável a partir de 25 euros por passageiro

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O valor é da Infraestruturas de Portugal, mas serão os concessionários a decidir o que fazer. O ano de 2031 é um bom ano para se antever que Lisboa e Porto ficarão sensivelmente a 1,15 horas de distância uma da outra.

Source: Alta velocidade Lisboa-Porto é rentável a partir de 25 euros por passageiro

A Triste Sina da Classe Média

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A Triste Sina da Classe Média
Muito se fala da pobreza que existe nos Açores. Essa semana voltou se à carga no Parlamento. Dizem alguns egos mais favorecidos por Deus que foi devido a um livro. Muito bem.
Que existem muitos desfavorecidos e que existem pobres, é um facto. Sempre existiram, existem e sempre existirão. Mas preocupam se com os novos pobres que começam a surgir sem darmos por isso? Vejamos então um exemplo prático:
Um casal normal, homem e mulher, sim, existem outros tipos de casais… não sei é se com as mesmas regalias contributivas, mas continuando… um homem e uma mulher, casados no papel, com dois filhos. Era para ser só um….mas no entanto, numa noite mais quente na sala de estar lá se semeou novo rebento. Compram uma casa numa das freguesias do concelho de Ponta Delgada. Ele trabalha numa empresa pública em Ponta Delgada, ela numa privada, mas colocada na Maia. Ele tem ordenado de 1500€, ela por sua vez ganha 1300€. Ambos têm um vencimento de 2800€, ou seja, para o Estado e para a sociedade, são ricos.
Como compraram casa, foram buscar à banca algum dinheiro, porque tiveram sorte de terem algum para a entrada inicial sem recorrer a mais um empréstimo pessoal, bela hora em que aquele tio distante morreu sem herdeiros. Pagavam inicialmente 400€ mensalmente à Caixa. Ou seja, passam a ter menos 450€ mensais porque tem também um seguro da casa que lhe levam mais 50€.
Como têm de se deslocar ao trabalho, adquiriram um Renault Clio de 2008,quem o usa é a mulher para ir para a Maia, ele conseguiu boleira com um vizinho que o leva para o centro da cidade e deixa os seus dois miúdos na escola porque, por sorte estudam no mesmo estabelecimento de ensino.
Mas o carrinho tem de se pagar e até conseguiram no fazer por uns simples 90€ la numa daquelas financeiras online. Também tem a juntar 15€ do seguro do carro e cerca de 80€ de combustível, mais 185€.
635€ para casa e carro. Do ordenado dela, sobra 665€. Ainda é bastante. Mas, como a casa fui assaltada uma vez, resolveram por um alarme que lhes custa 40€, têm a TVcabo com assinatura mais simples de 30€ com Wi-Fi em casa porque ela tem de trabalhar com computador e ter reuniões via zoom. Tem assinatura da Vodafone por 15€. São menos 85€. Passa a 580€. De agua e luz são 100€, não tiveram posses para colocar uns painéis solares na altura.
Paga também 600€ anuais de livros escolares que dividido por mês junat se mais 50€. Fica 430€. O gás ronda os 30€. O restante dos 400 fica para o cabaz mensal.
O marido que ganha 1500, tem também telemóvel e gasta 20€. Como não almoça, compra umas barras proteínas ou uma sandes que lhe custa uns 2.5€. Água ainda consegue beber de graça no trabalho. Dos 450€ do empréstimo da casa, viu se agora com um aumento de 350€, pagando agora 800€. Agora tem um ordenado de cerca de 1000€. Como também tem de vestir se e arrumar se bem porque faz atendimento ao público também gasta uma média de 50€.
Os filhos também têm de vestir. Tem a sorte de os filhos almoçarem na casa da avó, já lhe poupando almoço. O filho mais velho a tirar um curso cá, tiveram sorte em poupar um alojamento no continente. Mas ainda sai cerca de 75€ por mês a universidade.
Com mais alguma coisa imprevista fora do orçamento, este casal resta lhe uns 500€. Mas, têm de poupar porque como para o Estado são ricos, vão pagar de IRS uns 600€ no mês de Agosto.
Onde está a ajuda para a classe média. Esta classe vai empobrecendo de legislatura em legislatura. Paga impostos, paga rendas, paga taxas e mais taxinhas. Não tem apoio à habitação. E outros andam por aí com rendimentos mínimos de mais de 1000€. Não pagam habitação, têm trabalhos paralelos sem pagar ao Estado. Têm carros, até existem alguns que alugam quartos. Os filhos têm direito a manuais escolares, alimentação e ainda recebem IRS. Haja rigor. Haja fiscalização. Haja coragem de mudar essas políticas que em nada abonam ao desenvolvimento de uma sociedade.
Abel Moreira
Julho do Ano da Graça de 2023
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Carmo Silva

Tirando as despesas fixas de habitação 800€ e carro 100€ dá 1900€ mensais para viver
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