AncientCrocMigration Saltwatercrocodiles

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May be an image of swimming
AncientCrocMigration
Saltwatercrocodilesaren’tjustguardiansoftheriver.. they’rehighlyevolvedoceantravellers.
Moderntracking shows theycanswimhundredsofkilometres, ride tideslikeconveyorbelts, and cross open seawithoutbreaking a sweat.
Andhere’sthewildpart.. thisbehaviourisn’tnew.
CrocodileshavelikelybeendispersingbetweenNorthernAustralia, Timor Leste, IndonesiaandPNG for thousandsofyears.
Lowersealevelsduringthelast Ice Age madecrossingseveneasier, andgeneticevidence shows thesepopulationshavebeenmixing for a verylongtime.
Built for theocean, theseancientmariners are Kings ofthe Timor andArafuraSeas
A specialthankyou to mygoodfriendandSaltwaterCrocodile Expert David @solar_whisper for thephotos. You’re a bloodylegend mate.

obs nos anos que lá vivi 1973-75 nunca vi monstros destes…

como belmiro de azevedo ficou rico

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reproduzi idêntico texto no livro ChrónicAçores vol 5 numa crónica de 2006

10.2. BANQUEIROS 7 março 2006 crónica 14

 
Sempre escrevi que os portugueses só eram bons a trabalhar no estrangeiro, diziam que é por não terem condições cá. Hoje acabo de ouvir que mais de 80% dos empresários têm menos que o 9º ano de escolaridade e mais de 70% dos trabalhadores pouco mais do que a antiga quarta classe. Nem comento, pois nem todos tiveram a sorte do Belmiro de Azevedo que aparentemente se locupletou com o que pode e à sua guarda, pertença do banqueiro Pinto de Magalhães. Não me admira que fosse um dos 500 mais ricos do mundo. Se eu tivesse tido um empurrão inicial daqueles quem sabe onde estaria? Abro um aparte sobre a fortuna inicial do Belmiro:
Como o Belmiro começou a enriquecer…nadava nas águas da UDP…
Quando, em 14 de março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública.
O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois.
Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP. Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes.
A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CT na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e a necessidade de garantir o fornecimento dos termolaminados às atividades produtoras.
Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as ações da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.
É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa.
Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis. Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE.
E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias.
Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro. Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção. Este relato foi feito por colegas do então BPM, entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou à SONAE para falar aos trabalhadores. Enviei-o para os jornais e, salvo o extinto “Tal & Qual”, nenhum o publicou.
Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado

Artur Arêde

【A CAUSA DAS COISAS】
AS HISTÓRIAS QUE A HISTÓRIA NOS VAI RECORDANDO!!!
29NOVEMBRO2017
Faz hoje anos que morreu o sindicalista com ligações à UDP, hoje BE , BELMIRO DE AZEVEDO que poucos conhecem a origem da sua fortuna .
O texto abaixo relata de como um simples agente técnico no Banco Pinto de Magalhães se torna um dos homens mais ricos de Portugal.
A maioria das pessoas pensa que a fortuna de Belmiro de Azevedo veio de heranças ou coisa no género.
Segundo o relato, Belmiro de Azevedo foi militante da UDP (União Democrática Popular) e era uma espécie de coordenador da CT (comissão de trabalhadores) que controlava o banco.
Foi assim que muitos espertalhões no calor do verão quente de 74/75 se tornaram donos e senhores de muitas empresas sem mexerem uma palha e enquanto os trabalhadores andavam na luta nas ruas a defender o seus direitos, os mesmos manobravam na sombra e por isso é que o 25 de Abril que foi uma esperança para o povo e para os trabalhadores deu no que deu e chegamos ao último reduto dos tesos.
Como o Belmiro começou a enriquecer…
…Nadava nas águas da UDP…
Quando, em 14 de Março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública. O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois. Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP. Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes. A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CTs na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e para a necessidade de se garantir o fornecimento dos termolaminados às actividades produtoras. Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as acções da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.
É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa… Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis.
Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE. E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias…
Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro. Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção.
Este relato foi feito por colegas do então BPM, a Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado, entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou na altura à SONAE para falar aos trabalhadores.

antónio justo UM DESABAFO SOBRE DEMOCRACIA E ÉTICA NO MEU PAÍS E NA EUROPA

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UM DESABAFO SOBRE DEMOCRACIA E ÉTICA NO MEU PAÍS E NA EUROPA

Encontro-me em Portugal e o que se revela aos meus olhos? Uma nação de braços e génio, rica em humanidade e força de trabalho, cujo fado paradoxal a ancorou no breve sonho do dia-a-dia, enquanto seu horizonte mais ardente se transformou no mapa da partida. O espanto é a primeira reação: o país assemelha-se a um jardim infantil, onde a coisa pública é um cadáver em putrefação, adornado com o discurso vazio de uma classe política instalada que vive de aparências enganosas. Um povo desorientado, sem esperança, aponta o dedo ao vizinho, sentindo-se sem representação.

A depravação ética envergonha qualquer seguidor do imperativo categórico de Kant. Os mais corruptos usam os púlpitos da democracia para gritar contra tudo, defendendo um Estado sem governação para melhor o controlarem. Quem tem poder, tem razão, mesmo estando divorciado da justiça. Testemunha-se a metamorfose de pessoas boas que, ao alcançarem o poder, se tornam irreconhecíveis, absolutizadas pelo controlo do dinheiro público.

Faltam-nos estadistas. Temos apenas políticos e administradores subordinados a Bruxelas, onde as elites dançarinas do poder encaram o povo com cinismo. São oportunos para o partido, mas não para a nação, alheios a quaisquer princípios éticos ou filosóficos.

A virtude, que para Platão era o alicerce de uma República justa, tornou-se um termo estranho. O sistema fomenta a banalidade e difama a honra, destruindo o senso comum e a capacidade de discernimento. A sociedade adia ações, substituindo-as por um rosário de lamentações que, ironicamente, sustenta o sistema ao dar a ilusão de uma vida ética.

A saída só poderá vir de uma sociedade civil organizada, não apenas em torno de interesses económicos, como os sindicatos, mas em “biótopos” de consciência que exijam humanidade em paz e justiça. É preciso contrapor-se à opinião pública fabricada pelos media ao serviço de Lisboa e Bruxelas.

O espírito crítico, que é a presença viva da pessoa na sociedade, é o antídoto para uma vida manietada entre o salário e o consumo. É a recusa em ser um mero detergente social que limpa a corrupção, prolongando-a. O despertar individual é o primeiro passo para a libertação coletiva.

António da Cunha Duarte Justo

Resumo do artigo completo em Pegadas do Tempo https://antonio-justo.eu/?p=10445

 

Modern humans arrived in Australia 60,000 years ago and may have interbred with archaic humans such as ‘hobbits’

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Source: Modern humans arrived in Australia 60,000 years ago and may have interbred with archaic humans such as ‘hobbits’

Rede de alta velocidade em Portugal: quase 25 mil milhões de euros a sair do bolso dos contribuintes para um obra duvidosa

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O Governo mantém na agenda um mega pacote de obras faraónicas. E a obra que vai ficar mais cara ao país é precisamente a da construção de uma nova rede de alta velocidade ferroviária. José Gomes Ferreira recebe Mário Lopes e Paulo Morais no Negócios da Semana em podcast

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aqui não houve mouros

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Vamos desmitificar Mouros? Houve Mouros em Terras de Bragança?… (Parte I)
(Advertência prévia: Para não ferir eventuais susceptibilidades, o que aqui irá ser abordado não terá qualquer pendor religioso, resumindo-se ao rigor estritamente histórico. Escrito por alguém que, não obstante as suas particulares crenças e conhecimento sobre História das Religiões e História da Igreja, também possui as suas devoções e os seus locais de encanto)
Serão poucas as povoações deste distrito que não tenham lendas ou histórias associadas a Mouros ou a Mouras Encantadas. O que não falta por aí são designações, entre tantas outras, como Vila dos Mouros, Sino dos Mouros, Castelo dos Mouros, Cidade dos Mouros, Pia dos Mouros, Casa da Moura, Pala da Moura, havendo, até, uma inusitada quantidade de capelas que, dizem, foram construídas onde houve uma «Mesquita de Mouros». Não faltando, igualmente, imagens, especialmente de Nossa Senhora, que foram descobertas após terem sido escondidas dos Mouros…
Muitas são, inclusive, as povoações que atribuem a sua fundação aos Mouros, ou às fugas dos Cristãos aos ditos Mouros. Aliás, confesso que até já tive algumas «ameaças», baseadas no «desde sempre ouvi que foi assim»… Todavia, há um «problema». Tenho vindo a trazer, por aqui, factos relacionados com a presença dos chamados «Povos Germânicos», particularmente os Suevos e os Visigodos, por estas terras. E desses, embora não abundando os vestígios físicos da sua passagem e do seu estabelecimento, eles existem, como são bons exemplos algumas moedas ou epitáfios funerários. Existindo, igualmente, nas diversas crónicas correspondentes à sua época.
Assim como ocorrem, em maior dimensão, os testemunhos referentes à permanência de Romanos. Seja por via das suas estradas, dos povoados romanizados, das moedas, dos miliários, das inscrições, dos fornos, etc., etc. Recuando no tempo, o que não falta são vestígios da Idade do Ferro, da Idade do Bronze, do Calcolítico, do Neolítico, recuando as marcas efectivas de presença humana ao Paleolítico Superior. Porém, não subsistem quaisquer achados arqueológicos correspondentes à pretensa época na qual os Mouros terão dominado por aqui! Nada, «nadinha», nem uma «moedinha»! A corroborar essa ausência de testemunhos físicos, palpáveis, e porque devem confrontar-se as visões de ambos os lados, isto é, os Cristãos e os Mouros, nem nas crónicas de uns, as Cristãs, nem nas dos outros, as Árabes, existe qualquer menção, por mínima que seja, à sua presença por estas bandas!
Colocadas as coisas nestes termos, por que razão subsiste, na tradição e no imaginário popular, essa presença que, ao que tudo indica, nunca ocorreu? Por que razão, em escritos do século XVIII, há menos de 300 anos, nos eram deixados testemunhos deste género: «foi vila e morada de mouros», «é tradição neste lugar ter havido ali uma cidade de Mouros»? Ou em oficial registo relativamente ao Castelo de Algoso, ser afirmado que diziam «ser manufactura dos Mouros»? Ou seja, tudo o que não tinha explicação, tinha sido obra dos ditos Mouros…
Assim vemos, por exemplo, o magnífico exemplar da Anta de Vilarinho da Castanheira, em Carrazeda de Ansiães, a ser popularmente designada como «Pala da Moura». Um monumento funerário que em muitos milénios antecedeu a tal de pretensa presença Moura… Ou os inúmeros exemplares de povoados da Idade do Ferro, que recuam há mais de dois mil anos, muitas vezes designados por «Castelo dos Mouros», «Vila dos Mouros» ou, até, «Cidade dos Mouros». Curiosamente, em todos eles há tesouros enterrados que nunca foram encontrados…
Já no final do século XIX, há cerca de 150 anos, o grande estudioso e um dos primeiros financiadores das investigações arqueológicas, Martins Sarmento, escrevia que as explicações do Povo eram fantasiosas, porque muitas das construções atribuídas aos Mouros já se encontravam em ruínas antes da sua passagem pelo nosso país. O que leva, então, a fazer persistir na crença popular as justificações que assentam na presença de um povo que aqui, ao que tudo indica nunca esteve? Vamos a factos…
Os Mouros, essencialmente constituídos por Árabes e Berberes, entraram na península no ano de 711. Sabe-se que, cerca do ano 720, já haviam chegado ao norte peninsular. Logo no ano 722 terá ocorrido a escaramuça que tomou o nome de «Batalha de Covadonga». Sabe-se, igualmente, que cerca do ano 750, por motivações várias que aqui não interessa dissecar, os Mouros já estavam confinados abaixo do Douro. Embora, até pelo menos ao século IX, as escaramuças de fronteira tenham persistido. Tendo, ainda, no século X, sido feitas algumas incursões devastadoras, chefiadas pelo célebre Almançor, particularmente as dirigidas a Santiago de Compostela. Porém, nunca tendo atravessado a nossa região.
A dúvida que fica é… Os Romanos por aqui estiveram durante quatro séculos… Os «Povos Germânicos» aqui permaneceram durante três séculos… Por que motivo terá subsistido, na memória popular, a presença de um povo que, se por esta região esteve, não o fez por mais de 30 anos? É ou não é estranho?… Já cá voltarei, posteriormente, para tentar explicar esta aparente incongruência.
(Foto: «Pala da Moura» – Jorge Pinto)
 

Pode ser uma imagem de Stonehenge

Idade da reforma vai subir dois meses. Para ter 93% do salário, tem que trabalhar 46 anos

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A idade da reforma deverá subir para os 66 anos e 11 meses em 2027, um aumento de dois meses face ao valor estabelecido para 2026.

Source: Idade da reforma vai subir dois meses. Para ter 93% do salário, tem que trabalhar 46 anos

se fizessem isso cá era  tiro e queda…Australia Activates Harsh New Driving Penalty in December 2025 — $1,500 Fine and Licence Cancellation on First Offence

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Australia is getting ready for a big change in road safety laws. A strict new traffic rule will start on 1st December 2025. Drivers who break the updated

Source: Australia Activates Harsh New Driving Penalty in December 2025 — $1,500 Fine and Licence Cancellation on First Offence

“Golpe” ou “tentativa desesperada” na Guiné-Bissau? Tudo o que se sabe

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Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e deposto o presidente, antecipando-se à divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de novembro. O general Horta Inta-A foi hoje empossado presidente de transição. Mas como é que tudo se passou? Confira.

Source: “Golpe” ou “tentativa desesperada” na Guiné-Bissau? Tudo o que se sabe

mais um….Militares tomam “controlo total” da Guiné-Bissau. Presidente, deposto, denuncia golpe de Estado – ZAP Notícias

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“Todas as fronteiras fechadas”. Umaro Sissoco Embaló terá sido detido e ouviram-se tiros em Bissau. Três dias depois das eleições, dois candidatos à presidência do país reivindicam vitória. Oposição desmente golpe de Estado. O Presidente da Guiné-Bissau diz ter sido alvo de um golpe de Estado e que foi detido por militares esta quarta-feira, por volta do meio-dia, altura em que se começaram a ouvir tiros de armas ligeiras e de guerra no centro da capital Bissau, inclusive à porta do palácio presidencial. O tiroteio terá durado cerca de meia hora. COMEÇOU O CAOS NA GUINÉ-BISSAU Tiroteio com armas ligeiras

Source: Militares tomam “controlo total” da Guiné-Bissau. Presidente, deposto, denuncia golpe de Estado – ZAP Notícias