No Canadá, há quem arrende metade da cama a desconhecidos | Habitação | PÚBLICO

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O proprietário de um apartamento em Toronto especificou no Facebook que procurava uma inquilina para partilhar a cama durante um ano. A renda equivale a 600 euros.

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Timor-Leste:Presidente da Região Administrativa Especial de Oecusse Ambeno apresenta demissão – Primeiro diário caboverdiano em linha – A SEMANA

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o irresponsável PEDRO NUNO SANTOS

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Eles não pagam
Hoje, dia em que está em marcha a discussão do Plano e do Orçamento na ALRAA, proponho um pequeno exercício de adivinhação aos leitores. Nomeadamente, quem proferiu a declaração que abaixo deixo:
“Estou-me marimbando para os nossos credores. Estou-me marimbando para o banco alemão, que emprestou dinheiro a Portugal, nas condições em que emprestou. Estou-me marimbando que nos chamem irresponsáveis. Nós temos uma bomba atómica que podemos usar, na cara dos alemães e dos franceses. E essa bomba atómica é simplesmente não pagamos. Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos. E se nós não pagarmos a dívida, as pernas dos banqueiros alemães até tremem”.
Não conseguem adivinhar? Parece coisa de irresponsável? Será de alguém do Bloco de Esquerda, não sendo de admirar se fosse? Soa a populismo?
Por muito incrível que pareça, quem disse aquilo tudo foi Pedro Nuno Santos. Sim, aquele que se demitiu há meses do cargo de ministro das infraestruturas, por causa da indemnização de dois milhões e meio de euros pagos a Alexandra Reis, administradora da TAP. Sendo que António Costa aceitou logo o pedido de demissão de Pedro, coisa que não fez com Galamba.
Sim, meus senhores, o mesmo Pedro que é agora candidato ao cargo de secretário-geral do PS, recolhendo múltiplos apoios no seio do partido. E que altas figuras socialistas já dizem ir dar um óptimo primeiro-ministro. O ponta de lança do PS que se reclama agora das “contas certas”, já propôs que nos tornássemos caloteiros.
É certo que quando Pedro disse aquelas coisas, o PS era oposição. E todos sabemos que o PS diz certas coisas quando é oposição e o seu contrário quando é poder. Mas assusta bastante que o seu provável máximo dirigente já tenha declarado que se está “marimbando” para a possibilidade de a comunidade internacional nos qualificar como irresponsáveis. Que aspecto daríamos na União Europeia, com um 1º ministro capaz de dizer “ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos”?
Assim é fácil governar. Sem pagar a quem se deve. Seja uma casa, uma empresa, a região autónoma ou o País.
Nos Açores, foi este o espírito durante 24 anos. Com a criação de empresas públicas regionais. Com o desmando que foi nelas todas. Com a concessão sucessiva de avales. Com a compra de aviões que não voavam. Foi assim também com muitas câmaras socialistas, tomando-se como exemplo a da Praia da Vitória. Faça-se obra, contrate-se trabalhadores mesmo sem serem necessários, somem-se dívidas, quem vier atrás que leve com a porta.
E não tenhamos ilusões: se voltarem a ser governo, no País e nos Açores, será esse o espírito e será essa a prática. Chamam-lhe “estabilidade”.
Os médicos e os professores que lutam no continente por direitos que lhes continuam a ser negados, sentem-se “estáveis”? Os doentes que se atropelam nas urgências dos hospitais do continente sentem essa estabilidade toda?
Por cá, temos vivido em paz, nas escolas e nas unidades de saúde. Mas o PS vai chumbar o orçamento. Por estas ilhas, no dizer deles, há “instabilidade”. Tudo na ânsia de voltarem ao poder, para engrossarem ainda mais a dívida pública, com políticas irresponsáveis.
E se tivessem Vasco por aqui, com Pedro lá por fora, seria o paraíso. Em última instância, usavam a bomba atómica…
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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Tomané Rosa

Ainda bem que tens memória. Eu também tenho e, por esse motivo, lembro-me das declarações do Durão Barroso quando era militante da UDP e, praticamente, da mesma idade! Ser jovem é, por vezes, “fodido”, como é “fodido” promover uma cimeira, na minha ter…

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António Bulcão

António, que nunca te conheci por Tomané, ainda bem que te lembras de tudo o que eu fiz e disse. Não retiro nada ao meu passado. Como, espero, nada retires ao teu…
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Chumbo do Orçamento deixará Açores num “limbo” – Açoriano Oriental

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O vice-presidente do Governo Regional avisou que um chumbo do Orçamento para 2024 vai colocar os Açores num “limbo”, uma vez que vai travar o aumento dos apoios sociais e a construção de moradias para habitação.

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Bela Gallhos assinala importância da luta pelo reconhecimento dos direitos femininos – DILIGENTE

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Sistema patriarcal, preconceitos contra as mulheres, ausência de conversas sobre a igualdade de género foram alguns dos temas abordados durante a conversa entre jovens e a ativista. No sábado passado, dia 18 de novembro, na sala de leitura Xanana Gusmão, […]

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Bienal de Luanda arranca na quarta-feira para promover cultura de paz em África – Primeiro diário caboverdiano em linha – A SEMANA

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À boleia até Timor-Leste: 1400km entre assaltos e conquistas com Afonso Melara – Postal do Algarve

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Desde tentativas de assalto em Lombok até encontros inesquecíveis com dragões de Komodo, acompanhe cada passo desta jornada única pelo Sudeste Asiático

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Tribunal de Évora manda devolver arma a homem que ameaçou matar mulher – Portugal – Correio da Manhã

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Relação diz que “não se pode extrair” que armas seriam para cometer outro crime.

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arquivos RTP perdidos e não achados

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Acabo de receber um telefonema de um jornalista da “Visão” que me pedia um depoimento sobre um facto absolutamente extraordinário: segundo ele me explicou, a revista acaba de receber da RTP uma informação formal de que não existe no arquivo da empresa nenhum registo filmado do XI Festival RTP da Canção, realizado em 1975.
Escusado será dizer que em 1975 o Festival RTP era a manifestação da Música Popular Urbana portuguesa de maior impacto público em todo o País, sobretudo a partir de 1969 e nos anos imediatamente subsequentes, quando, no ambiente de relativa liberalização da censura no arranque da chamada “Primavera Marcelista”, o concurso deixou de ser um baluarte do chamado “nacional cançonetismo” e se abriu à participação de poetas como José Carlos Ary dos Santos, Yvette Centeno ou Pedro Tamen, de jovens compositores como Nuno Nazareth Fernandes, Fernando Tordo, José Calvário, Pedro Osório ou Jose Cid, ou de poetas-compositores como José Luís Tinoco ou José Niza. Um momento especialmente marcante foi sem dúvida a vitória, em 1973, da “Tourada”, de Ary e Tordo, num desafio aberto à hipocrisia moral do regime salazarista.
A edição de 1975, em pleno PREC, teve especial relevância por ser a primeira realizada já depois da queda da Ditadura. Venceu a canção “Madrugada”, com letra e música de José Luís Tinoco, na voz de um dos capitães de Abril, Duarte Mendes, e entre as restantes estavam canções tão marcantes como as de José Mário Branco (“Alerta” e “Viagem”), de Sérgio Godinho (“A Boca do Lobo”), de José Niza (“Como uma Arma, como uma Flor”) ou de Pedro Osório e Jorge Palma (“Batalha-Povo”), entre as dez selecionadas. Suponho que não haverá qualquer dúvida de que o registo do evento deveria constituir um documento histórico precioso para a história da Música Popular portuguesa, do audiovisual e do próprio momento decisivo para a História Contemporânea de Portugal que então se vivia.
A informação de que, algures nas décadas que se seguiram, esse registo se terá perdido é – obviamente – gravíssima. Revela, da parte das sucessivas administrações da RTP que entretanto estiveram à frente da empresa uma incúria, uma irresponsabilidade, uma falta de profissionalismo e uma incompetência absolutamente inadmissíveis no que respeita aos mais elementares deveres de preservação patrimonial a que esta está obrigada na qualidade de titular do serviço público de audiovisual, sustentada, para o efeito (e enquanto tal com inteira justificação), por verbas públicas, quer pelas taxas específicas de que beneficia, quer pelas verbas do Orçamento do Estado.
O atual Conselho de Administração não pode, claro está, ser responsabilizado por um facto que segundo todas as probabilidades terá ocorrido antes do seu mandato, mas tem a obrigação inalienável de instaurar agora, verificado o ocorrido, um inquérito rigoroso para apurar o que se passou e para garantir um código de preservação do seu património à altura das suas responsabilidades estatutárias, que impeça que crimes desta natureza – porque é disso que estamos a falar – contra o património público que lhe incumbe salvaguardar possam voltar a ocorrer. E será talvez uma boa ocasião para debatermos todos mais largamente, começando logo pela própria Assembleia da República e pelo Governo, o estatuto legal do Arquivo da RTP e a consagração inequívoca da sua função única e insubstituível como acervo histórico-documental nacional. Porque é importante que fique muito claro, de uma vez por todas, que não se trata de modo algum do mero acervo interno de uma qualquer empresa privada, mas sim de um bem público que tem de estar sujeito a normas rigorosas de tratamento, preservação e acesso amplo e transparente à comunidade.
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