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investiguem as gémeas mas não esqueçam a casa do Montenegro
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Ministério Público?
Como está a investigação da casa de Luís Montenegro em Espinho?

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João Severino
Paulo Reis ficará na gaveta. E depois dizem que querem acabar com a corrupção…
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as igrejas do sexo ao desporto
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Da Fé à Aventura: A Transformação da igreja de Santo António de Pádua, em Bruxelas.
No meio dos ventos de mudança que sopram sobre o continente europeu, Bruxelas, a capital da Bélgica e um dos centros culturais da União Europeia, testemunha uma metamorfose singular: uma igreja centenária é convertida num inusitado rocódromo. Esta metamorfose, aparentemente simples na sua descrição, carrega consigo uma carga simbólica e reflexiva sobre a identidade e os valores contemporâneos da Europa.
A transformação da igreja num local dedicado à escalada e à aventura pode ser interpretada de diversas maneiras. Alguns podem ver nisso um prenúncio de uma Europa que se está a afastar das suas raízes religiosas, uma interpretação que reflete a crescente secularização e pluralidade de crenças no continente. Outros podem ver nesta mudança um sinal de uma Europa que busca se reinventar, adaptando-se aos novos tempos e encontrando novos usos para estruturas antigas, péssima forma de o fazer.
A igreja, outrora um símbolo do poder espiritual e da comunidade religiosa, agora torna- se um espaço de desafio físico e exploração pessoal. Esta transformação não apenas reflete a evolução dos interesses e atividades da sociedade moderna, mas também levanta questões sobre o papel e o significado dos espaços sagrados numa era cada vez mais secularizada.
Assim, a transformação da igreja em Bruxelas num rocódromo pode ser vista como um reflexo da Europa contemporânea: uma mistura complexa de tradição e inovação, de secularização e espiritualidade, de frieza e calor humano.
Vergonha! Esta Europa sem Estadistas, sem rumo, esquecida dos pilares judaico-cristãos que são fundacionais da nossa cultura.
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David Lima
Já há muitas igrejas por essa Europa, transformadas em restaurantes, passerelles e discotecas. As que se mantêm no culto religioso já são um pouco salas de espetáculos e desfiles de looks sofisticados, de outfits sexies, desfiles de traseiros de roupa …
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(3) Damaging rainfall and winds cause chaos in NSW and Queensland | 9 News Australia – YouTube
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(3) NSW residents told to be on high alert amis powerful rain bomb | 7 News Australia – YouTube
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se quer ser dono de uma casa, seja milionário australiano
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Antonio Dias Figueiredo · Aprender na Era da Inteligência Artificial. “Se o hábito de delegar a cognição em ferramentas se tornar uma prática comum, teremos uma geração de pessoas estúpidas num mundo de máquinas inteligentes”. Entrevista à European Lifelong Learning Magazine (ELM) #ai #learning #lifelonglearning
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Aprender na Era da Inteligência Artificial. “Se o hábito de delegar a cognição em ferramentas se tornar uma prática comum, teremos uma geração de pessoas estúpidas num mundo de máquinas inteligentes”. Entrevista à European Lifelong Learning Magazine (ELM) #ai #learning #lifelonglearning
MARCELO E O GOLPE PALACIANO
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O Golpe Palaciano (Publicado no jornal Açoriano oriental no passado dia 22 de Março)
Marcelo Rebelo de Sousa, por esta altura, já conquistou a honrosa distinção do mais desastrado Presidente da República Portuguesa, pós 25 de Abril. Conseguiu mesmo superar o anterior incumbente do cargo, o esfíngico Cavaco, que cessou funções ao fim de uma década com a pior apreciação de sempre atribuída a um presidente em fim de mandato.
Marcelo infantilizou e vulgarizou a instituição a que preside. A sua política de “afetos” expôs a mais alta figura do Estado português ao ridículo e à banalização.
Mas se o seu primeiro mandato foi insólito na forma, há que admitir que na substância Marcelo conseguiu fazer uma gestão cuidadosa das circunstâncias políticas domésticas, o que contribuiu para que um governo de coligação de esquerda conseguisse terminar o seu mandato.
Porém, o seu segundo mandato tem sido simplesmente desastroso. Marcelo é hoje, objetivamente, o maior fator de instabilidade política em Portugal.
O exemplo mais ilustrativo do seu temperamento caprichoso e imprevisível foi o seu discurso na tomada de posse de António Costa como Primeiro-ministro, em Abril de 2022. Marcelo reinterpretou a Constituição Portuguesa, transformando uma eleição legislativa numa eleição unipessoal, para avisar que uma eventual demissão do PM implicaria a dissolução da Assembleia da República.
Ou seja, o PR autolimitou-se, estreitou a sua margem de manobra e reduziu as suas opções futuras, precisamente o contrário do que se lhe recomendaria.
Nos próximos meses iremos todos redescobrir a importância da estabilidade política, um bem público que o PR tem a obrigação de preservar.
Não foi essa a opção tomada. O resultado foi um País ingovernável, a extrema-direita fortalecida e um governo enfraquecido, isolado e transformado numa comissão eleitoral já a antecipar as próximas eleições.
Era difícil fazer pior. Portugal viverá os próximos tempos em crise política. Uma crise que não estava escrita nas estrelas e que se iniciou a 7 de Novembro através de um golpe palaciano que ainda dará muito que falar…

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Boa análise! E as observações avulsas sobre os 78000 euros do chefe de gabinete de Costa confirmam que não há argumentos válidos. O PR e a PGR consumaram um golpe palaciano como dizes.
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