“Enorme problema para o turismo”. Portugal arrisca ser suspenso do Espaço Schengen – ZAP Notícias

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Governo deixa aviso e culpa Executivo de Costa pelo atraso na instalação do novo sistema de controlo de fronteiras. “Se não conseguirmos, chegamos a julho e ficamos suspensos”, avisa Leitão Amaro. Há um sério risco de Portugal ser suspenso do Espaço Schengen, a zona que permite a livre circulação de pessoas entre os países membros, por atrasos na instalação do novo sistema de controlo de fronteiras, que tem de ser validado em julho deste ano, data em que os membros têm de apresentar uma declaração de prontidão. Os procedimentos obrigatórios para testar e validar os novos equipamentos da União Europeia

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causas do incêndio no Hospital de PDL

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Contributo para apurar causas do incêndio no HDES
Infelizmente vivemos numa época onde os políticos são cada vez mais desresponsabilizados, ignoram as questões técnicas, e só se preocupam com votos e tachos.
O caso trágico do incêndio ontem no HDES agora nos choca a todos e faz notícia.
O mal está feito, e provavelmente nunca teria acontecido se o topo da gestão tivesse seguido as recomendações técnicas e sido responsável.
Agora veremos o desfecho que muito provavelmente já não será notícia nem chocará ninguém, pois já nos acostumamos a esse comportamento normal, onde evitamos silenciosamente a crítica com medo de represálias neste meio muito pequeno.
Em 2015, o HDES foi alvo de um apagão provocado por um avaria no posto de transformação, PT, mais ou menos na altura em que ligaram o novo centro de saúde de Ponta Delgada, ali ao lado. Como resultado, toda a informação do HDES que funcionava em estrutura informática no HDES pura e simplesmente perdeu-se obrigando, se se seguisse o processo tradicional, à compra de novo equipamento e reposição de backups num processo demorado de mais de um mês para voltar a colocar o HDES em funcionamento.
Felizmente, após a minha entrada em 2013 para diretor de informática, decidimos passar a infraestrutura central informática para datacenter profissional da Portugal Telecom a funcionar em Picoas (Lisboa) com réplica na Covilhã e já estávamos a 2 semanas de terminar este processo longo de trabalho árduo de mais de um ano, ou seja, nos testes finais, e tomamos a decisão, então, de antecipar a mudança, conseguindo manter o HDES em total funcionamento e sem qualquer perda de informação.
Em 2021, voltamos a salvar o HDES de eventual perda de informação ao detetarmos e eliminarmos ameaça de ataque informático, mas, infelizmente, não conseguimos evitar o pânico gerado na cúpula política que 5 dias depois decidiu desligar à bruta e em risco clínico o HDES, sem qualquer evidência, tal como foi comprovado por relatório de análise forense feito por empresa especializada independente e que por incrível que pareça surgiu falsificado na comunicação social ao ponto de, inclusive, ter vindo o Presidente do Governo Regional anunciar que tinha aberto queixa na PJ, mas que até hoje nada sabemos.
Como sabem, isso gerou um processo em tribunal que já dura há 3 anos, pois o HDES expulsou-me à criminoso, como se eu fosse o hacker, difamando-me e estragando por completo a minha carreira profissional.
Por incrível que pareça, em tribunal, o então diretor da Direção Regional de Comunicações, que não era na altura da mudança para Picoas, teve a ousadia de afirmar que tínhamos feito esse projeto à revelia da DRCOM, como se isso fosse possível e desejado e um mau projeto.
Hoje está o HDES no meio de mais um apagão e podemos dizer: felizmente que a infraestrutura central informática não está no HDES e bem bom que está em Picoas, pois, não sei se se lembram, mas a Secretaria das Comunicações falava da implementação de uma azores cloud, no fundo uma tentativa de data center profissional á semelhança do de Picoas, que até hoje continua a não ser realidade e já lá foram mais 3 anos e uma basuca do PRR.
Felizmente, sinto orgulho no trabalho que desenvolvi, com muitas limitações, no HDES, apesar de como vimos o prémio por ter salvo o HDES ter sido a minha expulsão e destruição por completo da minha carreira na região.
Pelo caminho, continuamos a assistir a esta desresponsabilização e ignorar da área técnica, como por exemplo, todo o debate em torno da provável grande asneira que vão cometer com a amarração principal dos cabos submarinos a deslocar-se de São Miguel para a ilha Terceira.
O Presidente do Governo Regional veio agora apelar ao Santo Cristo para minimizar as dores do povo vítima e lá vamos nós continuar a vidinha nesta contínua desresponsabilização.
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Fátima Silva

O que fazem as pessoas que vão nas promessas? O que fazem quando vão “bater-lhe” à porta? Eu quando vou é para pedir ou agradecer pelo meu sofrimento ou da minha família. Contudo, cada um interpreta à sua maneira.
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a relevância de parar

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In the south of Japan, in Yamaguchi prefecture, there is a train station in the middle of nowhere , with no entrance or exit, in a completely isolated and remote land : the station we are talking about is called Seiryu Miharashi Eki
There is no ticket office, there are no shops, there is no bar. The train stops in the middle of absolute nowhere . You get off, but you can’t go anywhere and, to leave, you have to wait for the next train. It is said that this station has only one function: to remind men of the importance of stopping, both physically and mentally, and admiring the landscape!🤩
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A.J. López

No seats neither, so you have to wait standing. No, thanks.
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A história do desaparecimento misterioso de Louis Le Prince, o verdadeiro inventor do cinema – ZAP Notícias

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O inventor francês Louis Le Prince desenvolveu uma câmara capaz de capturar imagens em movimento muito antes de os irmãos Lumière terem patenteado o cinematógrafo. Infelizmente, desapareceu sem rasto — antes de poder recolher os louros pela invenção do cinema. Na primeira metade da década de 1990, uma fotografia antiga apareceu nos arquivos da Préfecture de Police de Paris. Mostrava o corpo de uma pessoa afogada não identificada, o que rapidamente suscitou especulações: seria este infeliz o inventor francês Louis Le Prince, que desapareceu sem deixar rasto em 1889? Este poderia não ter sido mais do que um típico caso

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Milhares de carros elétricos chineses estão a acumular-se nos portos europeus. Ninguém os compra

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A indústria automóvel chinesa revolucionou ao longo da última década, passando da produção de clones ocidentais básicos para o fabrico de automóveis que igualam os melhores do mundo. Sendo a potência de fabrico do mundo, a China está também a produzi-los em grandes volumes. No entanto, os automóveis chineses estão a ter dificuldades em encontrar compradores na Europa. Os automóveis importados, muitos dos quais são veículos eléctricos chineses, estão a acumular-se nos portos europeus, chegando alguns a passar 18 meses nos parques de estacionamento dos portos, enquanto os fabricantes lutam para os colocar nas ruas. Mas porquê? Os veículos eléctricos

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Chega quer abrir ação criminal inédita contra Marcelo por “traição à pátria” – ZAP Notícias

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Por causa dos comentários sobre reparações às antigas colónias. Partido reúne-se esta segunda-feira com juristas e professores de direito para analisar a decisão. O Chega quer abrir uma ação criminal contra o Presidente da República por “traição à pátria”, depois das declarações de Marcelo Rebelo de Sousa sobre reparações às antigas colónias. A informação é avançada pela CNN Portugal, que garante que o grupo parlamentar do partido vai reunir-se na segunda-feira com juristas e professores de direito para analisar a decisão, mas não revelou o nome dos juristas que estarão presentes na reunião. A ação criminal teria como base o

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D PEDRO COLONIZADOR OU POVOADOR?

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Ancestralidades

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São tantos os filhos bastardos de Dom Pedro que citar o nome de todos seria uma tarefa longa e quase infindável.
Praticamente todos os frutos dos seus romances são conhecidos, uns mais , outros menos. De uma maneira geral a unanimidade dos historiadores afirmam que o imperador não lhes negou a paternidade e legou-lhes algo na sua herança , até mesmo uma menina tida com uma escrava, Andreza dos Santos, pasteleira do Convento da Ajuda , no Rio deJaneiro. A criança nasceu em 1831.
Não se sabe ao certo o número exacto de filhos de Dom Pedro entre legítimos e bastardos. O mercenário austríaco Carl Schlichthorst escreveu um livro de memórias durante os anos que viveu no Brasil onde dizia serem 43 os filhos do imperador.
Contudo, a maioria dos estudos concordam que tenham sido trinta.
Houve, todavia, casos de ” meninas de boas famílias” cujas famílias não permitiram concordar ou aceitar o reconhecimento do fruto proibido para evitar o escândalo. Um exemplo é uma menina nascida em 1827, baptizada como Ignácia Carolina Soares de Gouvêa. Sua mãe, Florisbela Umbelina Rodrigues Horta teria tido um romance passageiro com Dom Pedro e descobriu que ficara grávida.
A família tinha dinheiro e prestígio. Conseguiram arranjar apressadamente um casamento e marido aceitou a condição da noiva e a reputação da mesma e de sua família permaneceu incólume.
” No dia 30 de Dezembro de 1828, um casal francês de sobrenome Saisset , formado por comerciantes estabelecidos na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro,, embarcava apressadamente para a Europa com seus dois filhos pequeninos. A modista Clemence tinha-se
envolvido com D. Pedro I , enquanto o marido aparentemente fazia vista grossa. Até que, por fim, ela engravidou do imperador.
Prometendo, por escrito e com testemunho do seu bibliotecário particular, Germano Lassete, uma pensão vitalícia a Clemence, ao marido e à criança que esperava , D. Pedro conseguiu despachá-los para longe do Brasil. Tanto Resende como Barbacena, na Europa, e o Chalaça , no Brasil e depois em Portugal teriam que trabalhar arduamente para manter os Saisset sob controlo. Por conta do atraso nos pagamentos, os dois ameaçavam a todo momento fazer um escândalo, chegando mesmo a insinuar que tinham, consigo , correspondências comprometedoras entre D. Pedro e Clemence. “
( Dom Pedro IV, a história não contada. Por Paulo Rezzutti )
Contudo, a promessa da mesada generosa não foi integrada cumprida. A partir de 7 de abril de 1831, a situação da francesa e do menino começa a ser afetada pela abdicação de D. Pedro ao trono brasileiro. Um pouco depois, ele se muda para a Europa, onde inicia longa batalha contra o irmão, D. Miguel, três anos mais novo, para garantir o trono de Portugal à filha Maria da Glória, nascida no Rio de Janeiro em 1819. A menina, neta de D. João VI, passou a ter direito ao trono aos sete anos de idade. Com a morte do avô, o pai foi coroado Pedro IV de Portugal e estabeleceu um entendimento com o irmão, pelo qual Maria da Glória seria a rainha. Mas D. Miguel ignorou o acordo firmado e tomou o trono para si.
A morte de D. Pedro I, em setembro de 1834, foi um baque para Clémence de Saisset. O principal temor, expressado em carta a Francisco Gomes da Silva, datada de dezembro, era de que o filho não mais recebesse a ajuda financeira prometida pelo pai biológico. “Avalie o meu desespero ao saber de uma morte tão repentina. Meu pobre filho privado de um pai e de um protetor! Diga-me, senhor, que S.M. não se esqueceu dele em seu testamento. Conto com a sua amizade de sempre para informar-me, logo que este assunto chegar ao seu conhecimento. Preciso tranquilizar-me sobre o futuro de Pedro e necessito conhecer os arranjos de S. M. no que diz respeito a ele.
A francesa não levou o filho para as cerimônias fúnebres, mas o fez guardar luto. “Certa vez, porém, vestiram-me todo de preto, dizendo-me que meu Amigo estava morto. Eu não sabia quem era aquele que eu havia acabado de perder”, relembrará Pedro de Saisset, em carta ao meio-irmão D. Pedro II, três décadas depois. Enquanto viveu em Paris, o primeiro imperador do Brasil recebia visitas do filho, mas jamais revelou que era seu pai. O pequeno Pedro tinha cinco anos quando perdeu o misterioso Amigo, que o colocava nos joelhos e dava-lhe doces.
O imperador o reconheceu como seu filho em seu testamento e lhe deu uma parte de sua herança.Ele trabalhou em diversos empreendimentos de negócios nos Estados Unidos, onde serviu como agente consular da França por mais de três décadas.
Saisset tinha muito afeto e mantinha contacto com sua meia-irmã, a Princesa Dona Januária, Condessa d’Áquila. Ele mesmo guardou luto de cinco meses pela morte da Condessa em 1901.
Pedro Saisset casou-se com Maria de Jesus Palomares de Suñol (Jesusita), com quem teve quatro filhos:
Henriette de Saisset (1860[9] – 1947),Ernest de Saisset (1862 – 1899) Pierre de Saisset (1870 – 1933) e
Isabel de Saisset (1876- 1950).
Pedro de Saisset foi um grande empreendedor e partiu ainda jovem para a Califórnia onde trabalhou com navegação, propriedades e seguros.
Faleceu em San José, CA, em 1902.
Dos seus quatro filhos apenas a mais nova, Isabel, se casou mas nem mesmo ela deixou descendência.
A última neta de D. Pedro IV nos EUA faleceu em 1950.
Na foto: Pedro de Saisset .
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