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Se quiser proteger os seus bens e, por isso, subscrever um seguro multirriscos-habitação para o recheio da sua casa terá de fazer algumas contas.
Source: Sabe calcular o recheio da sua casa para o seguro? Siga estas dicas
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Automóveis, moradias e estabelecimentos comerciais não escapam aos assaltos. Presidente da junta de freguesia partilha preocupação e teme que moradores façam justiça pelas próprias mãos
Source: Onda de assaltos assusta moradores da Lomba da Maia – Açoriano Oriental
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“Assaltos na Lomba da Maia assustam moradores” é a manchete de hoje.
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Os dois partidos, que “tiveram mais votos e mais deputados” eleitos do que Partido Social Democrata (PSD), decidiram “formalizar uma declaração de princípios para encetar diálogo com os restantes partidos com representação parlamentar, à exceção do PSD e do Chega”, por forma a alcançar “um apoio parlamentar mais robusto”.
Source: PS e JPP anunciam acordo para “governo estável” (e bloquear PSD no poder)
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Portugal tem marinha de guerra (armada) desde a sua fundação.
Quando houve a queda do Império Romano do Oc9idente, desapareceram os navios romanos e a navegação ficou limitada aos rios e pesca costeira. Mas com o domínio muçulmano vieram os ataque de piratas para fazer escravos e levar tudo o que tivesse valor. Numa altura em que a Galiza já tinha sido reconquistada, o Arcebispo de Santiago de Compostela, Diego Gelmires, mandou fazer algumas galés (navios a remos com vela auxiliar, como as dos romanos) para combater os piratas. Tiveram bastante sucesso.
Quando D. Afonso Henriques conquistou Lisboa (1147) tinha galés, que provavelmente foram utilizadas no transporte de tropas do Porto para Lisboa. Sabemos pela descrição de um cruzado da Flandres que o capitão das galés do rei morreu no ataque da cidade.
Reconhecendo a importância da atividade marítima, D. Afonso Henriques concedeu bastantes vantagens a quem se ocupasse dos ofícios ligados aos navios. Isto teve muito sucesso e o número de navios de guerra aumentou, assim como a capacidade de fazer mais rapidamente. A prova disso são as batalhas que foram travadas com as frotas muçulmanas, que tinham o seu apoio mais próximo em Alcácer do Sal. Eis as descrições:
Segundo um cronista muçulmano, ibn Idari, Geraldo sem Pavor teria sido executado por ordem do califa almóada porque estava a conspirar com D. Afonso Henriques uma invasão a Marrocos. Pode ser um bocado exagerado, mas havia algum fundo de verdade.
E a verdade foi a guerra naval de D. Afonso Henriques com os muçulmanos, entre 1169 e 1189.
Com uma esquadra comandada por D. Fuas Roupinho, atacaram Sevilha em 1178, ao mesmo tempo que Sancho I atacava por terra, chegando à periferia do bairro de Triana.
Os almóadas responderam com um ataque da frota muçulmana a Lisboa; os portugueses atacaram Saltes (Huelva). Os almóadas atacaram Porto de Mós (1180), tendo sido repelidos, com a ajuda dos concelhos de Alcanena e Santarém.
Em 1181, o reino de Portugal reuniu 40 galés (!) e correu a costa do Algarve, atacando o que podia. Não contentes, atacaram Ceuta, provavelmente para eliminar a frota almóada. No entanto, a frota não estava lá, juntaram 54 barcos e perseguiram e venceram os portugueses, que perderam 20 barcos.
Já em 1189, havia de novo 40 barcos que acompanharam a Terceira Cruzada até Silves.
Portanto, o facto de Portugal disputar taco a taco o domínio marítimo do sul da Península Ibérica, antes de haver conquista por terra, mostra que os barcos eram barcos de guerra e não pequenos barcos de comércio ou pesca arrebanhados para a ocasião, que havia tripulações mais ou menos profissionais e que havia técnicas de navegação em alto mar, mesmo se em regime de cabotagem.
Esta resposta foi elaborada tendo como base o artigo: [Os primórdios da Marinha Portuguesa: da Alta Idade Média, a Fuas Roupinho]
(https://jmdorropio.wixsite.com/site/post/os-prim%C3%B3rdios-da-marinha-portuguesa-da-alta-idade-m%C3%A9dia) José Dorropio , que é um recriador histórico, com respeito pela história, sem fantasias.
e mais
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sabe, eu votei nesse senhor.
Hoje fiquem com vergonha de ouvir essas declarações.
O senhor era um eminente professor, jurista, intelectual. Era. Antes de ficar demente .
Mas quando as pessoas começam a envelhecer, é isto que acontece. Perdem a razão e ficam dementes
E começar a largar disparates em cima de disparates . É lamentável .
Primeiro, essa permissa que a responsabilidade civil e penal se transmite de geração em geração é um puro absurdo .
Apenas poderia fazer sentido quando as vitimas ainda são vivas, por exemplo as vítimas da guerra colonial em Angola e Moçambique podem alegar terrorismo, e opressão (mas não escravidão, os escravos já morreram ) e faria sentido alguma reparação.
Agora, crimes coloniais ???
Só existe crime quando na altura o facto era crime .
Já pensou se daqui a 500 anos vierem responsabilizar os seus descententes por voce ter colhido hoje uma flor no campo ?
Mas, mesmo a dar de barato que os filhos herdam os crimes dos pais e avós….continua a ser
demagogia pura
Eu só deixo a pergunta para dissipar a demagogia e a falácia
Porque que raio é que eu, portugues de Portugal, que sempre fui contra a escravatura, e pela defesa dos direitos humanos, e nunca fiz mal a ninguém, alguma vez me sentiria obrigado a reparar crimes – (que nem sequer eram crimes na época ) dos meus supostos antepassados, praticados ao longo de 500 anos ?
Então os brasileiros, e os africanos, e os outros todos vivos hoje que também são descendentes
dos colonizadores e dos esclavagistas ?
Seriam também reparadores ? ou teriam direito à reparação dos descententes dos portugueses que ficaram cá e não escravizaram ningém …
Sejamos honestos. Numa linhagem de 500 anos, a esmagadora maioria dos nacionais tem sangue
de colonizador e de colonizado, de escravo e de esclavagista , aliás é bem mais provável encontar
mais os esclavagistas na população do Brasil (que manteve a escravatura até bem depois de Portugal ) do que na população de Portugal continental e, pelo menos os nossos esclavagistas escravizavam os escravos aqui em Portugal.
Portanto, seria sempre impossivel com milhares de antepassados, destrinçar os “bons” e os “maus”, certamente todos temos antepassados bons e maus .
Assim como seria impossivel destrinçar o suposto benefício económico de hoje para os colonizadores com a colonização, e pior ainda , determinar o saldo do Deve e Haver entre colonizado e colonizador
na certeza porém, que muitos povos estão melhor hoje do que estariam sem a colonização, e sem os 500 anos – ou mais de atraso civilizacional que teriam sem a colonização.
Não, eu não tenciono reparar crimes nenhum dos meus antepassados, e nem sequer confiro legitimidade ao Prof Marcelo para sequer falar no assunto, não é sequer competente.
Eu pago impostos e não admito este tipo de narrativa, profundamente injusta e desonesta.
Portanto, não, Portugal não deve reparação nenhuma ao Brasil pela colonização da mesma forma que aqui ninguém vai pedir contas aos romanos, aos árabes ou aos espanhois pela ocupação
Nós agradecemos o que de bom cá ficou, e de certa forma agradecemos também aquilo que aprendemos com todas as barbaridades praticadas , desde a caça às bruxas até á Inquisição
os grandes flagelos da humanidade tornaram sempre possivel a aprendizagem
e o nascimento de um mundo melhor.
Da minha parte, não irem alimentar ódios nem me vanglorio do passado, nem peço desculpa dos crimes dos meus antepassados
Não, definitivamente Portugal não vai reparar crimes dos antepassados portugueses.
E, certamente nunca ao governo brasileiro em quem não confio para a distribuição da riqueza.
Em tempo – Maio de 2024
O homem veio agora tentar emendar o disparate, falando de assuntos muito diferentes
1- devolução de objectos de arte ou de valor cientifico , social ou cultural , indevidamente “roubados”
Aqui a questão não pode ter uma solução global, tem de ser apreciada caso a caso, dependendo do que estiver em jogo , admito que sim, mas mesmo assim nunca faria sentido pedir desculpa pelos actos dos nossos antepassados
Eu não herdo culpas.
2- Indemnização resultante da colonização, com vitimas ainda vivas.
Aqui poderá fazer algum sentido, conforme as situações, porque o governo portugues deu o consentimento a muitas acções reprováveis , e o Governo actual não tem de pedir desculpa pelos actos anteriores, mas o Estado portugues herda sim a responsabilidade pelos danos causados
Mas ai temos de ver a situação duma forma global
Então e os luso-angolanos, por exemplo, esbulhados, expropriados e retornados não terão também o direito a serem indemnizados pelas expropriações de que foram vitimas ?
Depois de terem criado riqueza e terem sido obrigados a fugir e a deixar tudo para trás….
3- As reparações deverão ser feitas em cooperação, ajuda, ….blá blá….
Isto é vergonhoso de dizer, Prf Marcelo
Então nós só devemos ajudar os povos que foram vitimas no passado da nossa colonização ??
Portugal tem imensos tratados e acordos de cooperação com paises africanos, alguns nem sequer de lingua portuguesa, porque se sente vocacionado para ajudar Africa.
Ñão andamos aqui a expiar pecados nos nossos antepassados, e Portugal sente que deve ajudar
quem precisa dentro das suas possibilidades.
Não me parece que as vitimas da colonização portuguesa merecam mais ajuda do que as vitimas da colonização francesa ou holandesa, ou até aqueles que terão escapado de algum modo à colonização…
Não faz sentido essas distinções
Até porque o grau de violência exercido em Angola e Moçambique foi maior que nas outras colónias , e por isso essas outras mereceriam menos ajuda de Portugal ??
Outro tiro no pé Prof Marcelo
Quando vai VExª entender que o melhor mesmo é ficar calado ????