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- Belina BalancoQuando souberes a resposta partilha, por favor
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- Rui Machado de MedeirosGuy Costa, segundo parece eram agricultores de Vila Franca, que tinham mudado para a R. Grande.
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Serafina Gaspar SilvaReza a história que me foi contada, que quando o seu construtor se propôs a fazê-lo, teria sido zombado pela população que achava que ele não tinha condições para o fazer. Havendo pessoas que lhe teriam dito que se construísse a ermida, seria com as abóboras que produzia. Quando conseguiu construir a ermida, mandou colocar esta inscrição na entrada para relembrar a todos de que havia conseguido. É de pedra e não de abóbora!
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João de MedeirosOnde fica esta ermida?1
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- Rui Machado de MedeirosJoão de Medeiros, ermida de S. André, R. Grande.
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Cecilia TevesMatriz da R.Grande.Junto ás Poças1
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Jorge PereiraRui zombaram do homem que mandou erigir a ermida que ele ia construir uma de abóbora, por isso a inscrição. Isso foi o que eu ouvi nos meus tempos.2
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The First Faces of Manhattan
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The First Faces of Manhattan – Don’t Be A Tourist – Messy Nessy Chic
Source: The First Faces of Manhattan
Damião de Góis foi condenado a prisão perpétua. Descubra porquê.
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Descubra porque Damião de Góis, um dos humanistas mais importantes do renascimento europeu, foi condenado a prisão perpétua.
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Território semiautônomo da Tanzânia onde nasceu Abdulrazak Gurnah foi entreposto comercial e virou destino turístico
SANTA INQUISIÇÃO
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- Luís Filipe Cunhaforam sentenciados 37 homens e 20 mulheres
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Origens: O beato Açoriano que foi assassinado no Japão
O dia em que os judeus foram expulsos de Portugal | Descobrir Portugal
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Fez 521 anos que D. Manuel I assinou o édito de expulsão dos judeus. Milhares tiveram de escolher entre a expulsão ou a conversão.
Source: O dia em que os judeus foram expulsos de Portugal | Descobrir Portugal
História esquecida de Portugal: o massacre de Lisboa em 1506 | VortexMag
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NIAGARA SECO
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o canhão português, símbolo sexual
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Portuguese original bronze cannon ‘Si Jagur’ at Fatahillah Park in Jakarta, Indonesia (1947)
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- José Bárbara BrancoEste canhão português foi trazido de Malaca, após a queda da praça nas mãos dos holandeses, para Batávia, a actual Jacarta. Esta peça, enorme, “Tendo a culatra com a forma invulgar dum punho fechado, simbolo de relações sexuais para os indonésios, tem em Java a reputação de ser uma fonte de fertilidade. Por muitas gerações as mulheres estéreis vinham, de perto ou de muito longe, trazer flores a “Si Djagur”, nome dado pelos javaneses ao canhão. Depois, sentavam-se no canhão, acreditando que assim se tornavam férteis. Alguns anos após a independência, no empenho de combater a superstição, o governo ordenou que o canhão fosse transferido da entrada para um armazém do Museu Nacional. De nada serviu. Numerosos grupos de mulheres se juntavam diariamente à porta do Museu, protestando, pedindo com grande alarido que lhes franqueassem o armazém e as deixassem sentar-se sobre o canhão. Como essa crença parecesse haver esmorecido, o canhão saiu posteriormente da arrecadação onde estivera escondido e passou a estar exposto à entrada do Museu de Kota, no centro histórico de Jacarta. Porém, segundo me dizem, as mulheres estéreis voltaram a visitá-lo para lhe trazerem flores e nele se sentarem.” (in António Pinto da França, 2003, “A Influência Portuguesa na Indonésia”, Lisboa, Prefácio – Edição de Livros e Revistas, p. 49. Fotografia do Si Djagur nas arrecadações do Museu Nacional de Jacarta (foto de A. P. da França):








