CZARISMOS E A HISTÓRIA

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Um pouco de História para perceber o que aconteceu na invasão de Hitler à União Soviética da altura.
Stalin, em 1939 fez um acordo secreto com os nazis para dividirem a Polónia entre a União Soviética e a Alemanha nazi. E assim fizeram, ou seja , a invasão de um estado soberano não lhes repugnou aos dois, isto é, aos alemães nazis/ fascistas e aos soviéticos comunistas.
Em 1941 os alemães fizeram tábua rasa do tratado que tinham feito com os “ amigos” russos e invadiram a União Soviética e os exércitos russos não tinham armas em número e qualidade para enfrentar o poderoso exército nazi. Quem os ajudou, enviando equipamentos para os russos fabricarem as armas e tanques foi , ironia das ironias, os americanos através dos portos da costa do Pacífico porque aí não chegavam os submarinos alemães que no Atlântico desvastavam imensos navios que levavam mantimentos equipamentos para a Inglaterra que estava em guerra com os alemães como todos sabem.
Os “ terríveis” imperialistas americanos estão agora a ajudar a Ucrânia a defender-se dos ataques de Putin, cujas táticas e mentalidade não desmerecem as de Stalin diga-se de passagem. E, já agora, porque é que Stalin não entrou em diálogo com a Alemanha nazi e numa de “ make love not war” esse mesmo Stalin, um facínora, tão ainda reverenciado por muitos pediu auxílio aos americanos para se defender da invasão e subsequente ataque do seu país?
Quando ouço por estas nossas paragens gente a defender que a Ucrânia deve entrar em conversações de paz sem se defender enquanto, a Rússia a desfaz com mísseis e mata a sua população , tudo isto me dá uma enorme raiva e nojo por tais posições cretinas e assassinas.
Luís Botelho, Maria Antónia Fraga and 12 others
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  • José Cordeiro

    … enquanto arrasa o conceito de soberania, destrói o de legítima defesa e manda às urtigas o direito internacional! Só porque o czar sentiu saudades do império e teve tremores de insegurança!

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    • 4 h
  • Fernanda Rodrigues

    Tens toda a razão. É mesmo isso!
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S JORGE A CATÁSTROFE DE 1808

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Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina em São Jorge
Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina
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Gravura de 1808 descreve destruição pelo vulcão da Urzelina
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de m

Ribeira Grande assinala os 500 anos do nascimento de Gaspar Fructuoso – Jornal Açores 9

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A Câmara Municipal da Ribeira Grande apresentou, no final da passada semana, o programa de comemorações dos 500 anos do nascimento do Dr. Gaspar Fructuoso, que conta com a colaboração da Universidade dos Açores e com o alto patrocínio da Presidência do Governo dos Açores. O vasto programa elaborado para os próximos meses terá o […]

Source: Ribeira Grande assinala os 500 anos do nascimento de Gaspar Fructuoso – Jornal Açores 9

antigamente é que era bom

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“Antigamente é que era bom”, dizem alguns filhos da aristocracia daqui e de lá.
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Porto a escravidão das carqueijeiras

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As carquejeiras. Poucos conhecem, por certo, a história destas mulheres de trabalho escravo, que diariamente, e carregando 50 a 60 quilos de carqueja, subiam, vezes sem conta, a ingrime calçada (210 metros de comprimento e 20 por cento de inclinação), hoje com o seu topónimo mas antes chamada de Corticeira, que vai da marginal do Douro às Fontainhas, percorrendo depois a cidade a distribuir o produto para dar chama, servindo de acendalha, aos fornos das padarias. O tempo passa, mas esta desumana atividade está – quer queiramos, quer não -, registada na história da cidade do Porto dos finais do século XIX ao primeiro quartel do século passado.
Pela Corticeira passaram, de acordo com o blogue “Monumentos Perdidos” – do qual reproduzimos, com a devida vénia, certas imagens –, dezenas e dezenas de mulheres, número que chegou a ser de 90 por dia, isto na década de 40 do século passado, e que em ziguezague, para atenuar a agrura da subida, passavam centenas e centenas de molhos de carqueja, que eram depois distribuídos por certas zonas da Invicta.
O trabalho era tão pesado que a imprensa da época dava também destaque à escravidão a que estavam sujeitas as mulheres que, “com coragem e determinação”, subiam a calçada, mais, por certo, a pensar nos filhos a alimentar, do que na sua própria condição de mulher e trabalhadora, registos que, então, eram praticamente desconhecidos
Mais recentemente, ou seja, desde há três anos, que uma associação, encabeçada por Arminda Santos, tenta perpetuar, homenageando, estas mulheres, com a colocação de uma estátua no local onde o esforço desumano destes seres era mais visível (Fontainhas). O projeto tem vindo a ganhar cada vez mais aderentes, estranhando-se, porém, o silêncio da Câmara Municipal do Porto, que ainda não apoiou, nem deixou de apoiar, esta iniciativa, posição que é demonstrativa de uma urbe que sempre enalteceu, envaidecendo-se, ser capital do trabalho em Portugal e sobre o Trabalho, em cerca cem estátuas na cidade, só ter duas a homenageá-lo.
Artur Arêde and 39 others
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